quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Art Basel Miami Beach 2018 "Mendes Wood DM"

Art Basel Miami Beach 2018
Booth A12

06 – 09/12 2018
Miami Beach Convention Center
Miami Beach, USA

 
Rubem Valentim, Emblema logotipo-poético, 1974, acrylic on canvas, 70 × 50 cm
São Paulo
Brussels
New York

www.mendeswood.com
facebook.com/mendeswooddm
@mendeswooddm

UNTITLED 2018 – STAND D26 4 a 9 de dezembro | Miami Beach, Flórida


UNTITLED 2018 – STAND D26
4 a 9 de dezembro | Miami Beach, Flórida
A Zipper Galeria tem o prazer de anunciar a participação na sétima edição da UNTITLED Art, que acontece de 4 a 9 de dezembro em Miami Beach, na Flórida. Estamos no stand D26 com uma seleção de trabalhos dos artistas Ayrson Heráclito, Celina Portella, Fernando Velázquez, Janaína Mello Landini, João Castilho e Mario Ramiro.
 

Ayrson Heraclito (Macaúbas, 1968) lida frequentemente com elementos da cultura afro-brasileira e suas conexões. Em 2015, foi homenageado na Bienal Africana de Fotografia de Bamako (Mali), e, em 2017, participou da 57ª Bienal de Veneza.

Celina Portella (Rio de Janeiro, 1977) estabelece diálogos entre arquitetura, cinema e performance. Utilizando o próprio corpo como objeto de experimentações no espaço, a artista combina práticas quase artesanais em vídeos, fotografias ou foto-objetos que desafiam características de cada suporte e a percepção por parte do observador.

Fernando Velázquez (Montevidéu, 1970) cria vídeos, instalações e objetos interativos, performances audiovisuais e imagens geradas com recursos algorítmicos. O artista explora a relação entre natureza e cultura, colocando em diálogo dois tópicos principais: as capacidades perceptivas do corpo humano e a mediação da realidade por dispositivos técnicos.

Janaina Mello Landini (São Gotardo, 1974) agrega seu conhecimento sobre a arquitetura, a física e a matemática e sua percepção sobre o tempo para desenvolver obras que transitam por diversas escalas. Sua pesquisa tem resultado nas séries "Ciclotramas", feitas com cordas que se desmembram em espessuras mínimas, e “Labirintos Rizomáticos”, obras em cetim que resultam na construção de perspectivas multifocais, anulando a construção tradicional.

João Castilho (Belo Horizonte, 1978) é artista visual e trabalha com fotografia, vídeo, escultura e instalação. Sua produção têm inspiração no cinema, na literatura, na cultura popular, nas paisagens do cerrado brasileiro, na relação com a natureza, nas cenas cotidianas e temas da atualidade.

Mario Ramiro (Taubaté, 1957) é artista multimídia formado pela Universidade de São Paulo. Foi integrante do grupo de intervenções urbanas 3NÓS3 e do movimento de arte e tecnologia brasileira dos anos 80. Sua produção reúne intervenções urbanas, redes telecomunicativas, esculturas, instalações ambientais, fotografia e arte sonora. Em 2017, participou do festival "Pacific Standard Time: LA/LA" (Los Angeles, USA), com a exposição "Xerografia: Copyart in Brazil, 1970-1990”.
 
Serviço
Quarta-feira, 4 de dezembro [preview para convidados]
Quinta-feira à sábado, 5 a 8 de dezembro [11h - 19h]
Domingo, 9 de dezembro [11h - 17h]

Despedida do blog ArtArte


     Há dez anos comecei juntamente com a amiga Brenda Valansi o blog ArtArte http://arteseanp.blogspot.com.br Posteriormente,  dedicou-se ela a ArtRio  impedindo de continuar com sua importante colaboração. 
A intenção era divulgar a arte em publicações diárias com informações sobre  artistas,  exposições, cursos  lançamentos de livros e as entrevistas com artistas, curadores, galeristas e editores. Podemos afirmar que o objetivo foi atingido.
Foram quase 2000000000 de acessos, 7000 publicações,  300 Imagem Semanal 400 entrevistas foram publicadas e artistas de diferentes estados do Brasil e vários países tiveram suas  vidas e obras  divulgadas.
          O tempo passou, a idade avançou e com ela as limitações por doença. Já não tenho energia suficiente para dedicação necessária, para manter a qualidade desejada das publicações. Preferi, então, encerrar em 1 de dezembro as atividades do blog.
          Cabe-me agradecer aos leitores e suas constantes manifestações de estímulo o que me fizeram adiar até onde foi possível o fim do blog. 
            O material ficará disponível para quem desejar utilizá-lo e que possa servir de fonte de consulta para os estudantes e amantes da arte.
         Deixo meu abraço carinhoso a cada um dos leitores e a todos colaboradores com votos de Feliz Natal e um 2019 repleto de alegria.

Marcio Fonseca.

Bruno Miguel em Berlim



Ganhei meu ano! Com muita alegria convido os meus amigos que estiverem em Berlim a visitar a super mostra "The World on Paper", uma seleção de obras da coleção do Deutsch Bank, em que participo orgulhosamente ao lado de nomes que há pouco tempo eu só poderia ver nos livros internacionais. Gente, tô junto de Andy Warhol,Martin Kippenberger, Michael Majerus, Doug Aitken, Joseph Beuys, Sigmar Polke, Daniel Richter, Neo Rauch, Nelson Leirner , Los Carpinteros, Georg Baselitz, William Kentridge, Takashi Murakami, Rivane Neuenschwander, Chris Ofili, Anish Kapoor, Markus Lüpertz, James Rosenquist... Sei lá, tá todo mundo e eu tô no meio. A exposição está no PalaisPopulaire, Berlin e fica até o dia 7 de Janeiro de 2019.

Beatriz Milhazes, Colagens lançamento de livro e conversa entre a artista e a curadora Luiza Interlenghi


quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Willen De Kooning






Willen De Kooning (1904-1997) Nasceu em Roterdam. Estudou na Rotterdan Academy of Finr Arts and Techniques. Em 1926, imigrou para os Estados Unidos, onde viveu como clandestino um período de extrema pobreza. Mais adiante, instalou-se em Nova York e tornou-se amigo de D. Grahan e Ashile Gorky esse último, com quem dividia o atelier, teve  significativa influência em seu trabalho. De Kooning tornou-se um dos principais nomes do Abstracionismo Americano e seu tema predileto foi a mulher. Nos últimos anos de vida, foi diagnosticado com Doença de Alzheimer e, continuou a pintar, mas suas obras perderam a intensidade. Para alguns, as alterações mentais seriam consequência ao alcoolismo crônico. Guache, aquarela, pastel, desenho, pintura e escultura foram os meios utilizados. Em 2012, retrospectiva no MoMA, Nova York. 



Seated Figure. Classical Male, 1939.

 Seated Woman, 1940. MoMA, Nova York.


The Glazier, 1940. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Woman. Portrait of Elaine, 1942. Allan Stone Collection.

 Standing Man, 1942.


Woman, 1944. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Pink Angel, 1945. MoMA, Nova York.


Backdrop fot Labyrinth, 1946.  The Allan Stone Collection.


Judgement Day, 1946. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Asheville, 1948. The Phillips Colection, Washington.



Black Untitle, 1949. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Attic, 1949. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Zot, 1949. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Excavation, 1950. The Art Institute, Chicago.


Woman, I, 1950-1952. MoMA, Nova York.


Woman and Bycicle, 1952-1953. Whitney Museum of American Art, Nova York.


Gotham News, 1955. Albright-Knox Art Gallery, Bufalo.


Easter Monday, 1956. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Sem título, 1958. Guggenheim Museum, Nova York.


A Tree in Naple, 1960.


Nude Figure-Woman on the Beach, 1963. Guggenheim Museum, Nova York.


Rosy-Fingered Dawn at Louse Point, 1963. Etedelijk Museum, Amsterdam




Sem título, 1969. Coleção particular.


Sem título, 1970. Coleção particular. Foto: Christopher Burke.

Clan Digger, 1972. Coleção particular.




Sem título, 1977. Daytona Museum


Sem título, 1982San Francisco Museum of Modern Art.


Sem título, 1986. Coleção particular.


The Cats Meow, 1987. Coleção Jasper Johns.


Quality of a Piece of Paper, 1987. Coleção particular.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Zi Reis na exposição individual “E agora, Maria? Aliança Francesa Belo Horizonte.


ARTISTA E ATIVISTA ZI REIS INAUGURA EXPOSIÇÃO “E AGORA, MARIA?”,
NA ALIANÇA FRANCESA BH, COM REFLEXÕES SOBRE O FEMININO, NESTA QUINTA, 29/11
MOSTRA DE 17 TRABALHOS DE DIVERSAS LINGUAGENS PONDERAM SOBRE
PADRÕES DE BELEZA, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E LUTA POR DIREITOS

Uma reflexão sobre o corpo feminino enquanto espaço de resistência, insubmissão e transgressão. Este é o mote da artivista visual Zi Reis na exposição individual “E agora, Maria?”, oitavo e último evento da programação anual da galeria Georges Vincent, com o tema geral “Arte na Luta”. A abertura está marcada para esta quinta, dia 29 de novembro, na Aliança Francesa Belo Horizonte.
As 17 obras apresentadas na mostra são de técnicas diversas compostas por pinturas, instalações, vídeos, fotografias, frames de vídeo e poesias. Elas ponderam sobre temas como violência doméstica, feminicídio e trabalhos de cuidado no lar e com a família. Por meio de memórias pictóricas e autobiográficas, a artista provoca, ainda, o questionamento sobre os padrões de beleza muitas vezes impostos aos corpos femininos.
“Há muito tempo as mulheres vêm se organizando e lutando para terem seus direitos reconhecidos, desde a luta pelo voto e pelo ingresso em escolas e universidades, até para decidir sobre os rumos de seu próprio corpo. Meu trabalho atravessa todas essas questões. É uma representação sobre o que é ser mulher, sobre a violência e a dor, sobre os laços de família e sobre o empoderamento feminino”, descreve Zi Reis.

SOBRE A ARTISTA:
Zi Reis é artivista (artista + ativista) visual, poeta, produtora cultural e arte-educadora. Graduada em Artes Visuais, com habilitação em Pintura, pela Escola de Belas Artes da UFMG, tem também formação em Direção e Produção Audiovisual pela Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! BH. Seu trabalho transita por múltiplas áreas, especialmente arte urbana, fotografia, cinema, pintura, performance e escrita literária. Integra os coletivos Pé vermelho, Amargem crew e Filme de Rua.






SERVIÇO:
Exposição “E agora, Maria?”, de Zi Reis
Abertura: quinta, 29 de novembro às 19h
Visitação: de 30 de novembro a 20 de dezembro
Horários: de segunda a quinta, das 7h30 às 20h15 | sexta-feira, das 7h30 às 17h15 | sábado, das 8h às 13h
Local: Aliança Francesa Belo Horizonte (rua Tomé de Souza, 1.418, Savassi)
Entrada gratuita
Mais informações: (31) 3291-5187

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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