sexta-feira, 30 de junho de 2017

URCA de Fotolivros Ateliê da Imagem





O livro é um lugar. Suas coordenadas, como no poema, não são precisas, sua topografia é incerta e seu tempo, elástico, se contrai e se expande ao ritmo do viajante. Aventureiros bem intencionados forjaram mapas, mas estes são inúteis: costumam levar a outros lugares. Há divergências, portanto, quanto à natureza desse lugar – mas ele existe de fato, quem já esteve lá traz corte de papel no dedo para comprovar.

Há 3 anos vem se construindo, aconchegado ao Morro da Urca, um espaço permeado por esses outros espaços: território de livros de imagens, lugar que se abre em múltiplos sob a tradicional paisagem carioca. A feira Urca de fotolivros é a um só tempo porto-seguro, onde os livros vêm se achar, e labirinto que convida a se perder.

Para além da metáfora, o próximo encontro tem data e local precisos para acontecer: dia 1 de Julho, de 11 às 19h, na Av Pasteur 453. Estarão lá presentes mais de vinte artistas e editores independentes – alguns inéditos – e suas publicações – muitas inéditas. Quiosques com opções de comidas e bebidas garantem que ninguém padece por falta de substância.

Antes de ser um bairro do Rio, Urca é um substantivo. Designa um tipo antigo de navio; grande embarcação cargueira. Hoje, tempos de exceção, a feira URCA carrega muitas imagens e potências. Porto-seguro, labirinto, rede, arca para resistir ao dilúvio.
Livros de fotografia são lugares. No Sábado, por algumas horas, esses lugares se encontram na URCA.
A programção começa na Sexta Livre, 30/06, às 19h, com o debate "O Público e o Mercado de Fotolivros, com Joaquim Paiva, Walter Costa e Andrezza Cerqueira, mediação de Rony Maltz.
E, no sábado, 01/07, na 3ª Feira URCA de Fotolivros:
- lançamento do livro de Joaquim Paiva, Farsa Truque Ilusões;
- a dinâmica Fototarô, com Walter Costa, das 14h às 15h30, onde cada participante terá uma sessão de 15min;
- festa Tropicanalha, com a DJ Kelly Lima. *formas de pagamento na Feira: cheque ou dinheiro

Mãos à Obra: Brincando com Fotos e Livros, com Caroline Valansi e Rony Maltz
Início: 18/07 | ter qua e qui | 14h às 17h (8 a 12 anos) *férias escolares


Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur 453, Urca
tel: 2541 3314

Pintura de Parede e Elemento - Daniel Murgel. Vazado Curadoria: Juliana Gontijo na Portas Vilaseca Galeria.





Prezados Amigos e Clientes,


DANIEL MURGEL inaugura na próxima 4ª feira, dia 05/07/2017, sua segunda exposição individual na galeria. Com curadoria e texto crítico de Juliana Gontijo, o artista apresenta uma escultura em grande formato, além de uma ambientação de seu próprio atelier. A mostra tem período de visitação até 12/08/2017. Maiores informações no convite virtual reproduzido acima.

Até la!

Portas Vilaseca Galeria




Dear Friends and Clients,

DANIEL MURGEL opens next Wednesday, 5 th of July, 2017, his second solo show in the gallery. With curatorship and critical essay by Juliana Gontijo, the artist presents a large format sculpture, besides a setting of his own studio. The show has its visit until 12th of August, 2017. Further information in the virtual invitation reproduced above.

See you there!

Portas Vilaseca Galeria
 

Programa Gravura Re:Pública, Obra de José Damasceno na dotArt Galeria.


DOTART GALERIA LANÇA O “PROGRAMA GRAVURA” NO DIA 04 DE JULHO
APRESENTANDO RE:PÚBLICA, OBRA DE  JOSÉ DAMASCENO
PROGRAMA PRETENDE LEVAR PROJETOS DE GRAVURAS À VISITAÇÃO DO PÚBLICO

dotART galeria lança, no dia 4 de julho, o “Programa Gravura”, que pretende apresentar uma edição de 10 gravuras de artistas distintos com obras recentes, variando técnicas e conceitos. O programa será levado a público nos intervalos das grandes exposições, como uma maneira de aquecer o olhar e despertar o desejo do visitante.
O primeiro artista participante será José Damasceno, que lança a gravura e os desdobramentos do trabalho RE:PÚBLICA  - JD 2017, uma intervenção urbana feita nas ruas do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, com colaboração e parceria da dotART galeria.
Para despertar a curiosidade do público, lambe-lambes com imagens da república, oriundas da nota de um real com intervenções do artista foram espalhados nas cidades. Um trabalho que não denotou claramente sua autoria gerando dúvidas e questionamentos. Agora chegou a hora de revelar que se trata de uma obra de José Damasceno. Na Sala Pensando da galeria, um vídeo desta ação em Belo Horizonte será exibido. “Neste cenário de crise em que o país se insere, uma intervenção chamada re:pública, de gravura e utilizando uma moeda como imagem, não poderia ser mais coerente”, diz Wilson Lazaro, diretor artístico da dotART.
As gravuras têm valor artístico por serem totalmente originais e realizadas artesanalmente. Atualmente a tecnologia é usada para tudo e este meio resgata o bom gosto pelo trabalho artístico, feito manualmente, sem mecanização e em um processo milenar. E ainda se torna uma forma acessível de adquirir uma obra original de um grande artista. Essa técnica resgata uma forma de pensar e produzir arte contextualizando conceitos que estão presentes na arte contemporânea e se fazem ainda mais presentes nas linguagens artísticas que continuam relevantes e predominantes.
O Programa Gravura tem a previsão de acontecer quatro vezes ao ano e entre os nomes cogitados para a próxima edição estão os artistas: Eli Sudbrack e Elvis Almeida. A galeria tem ainda o desejo de, a cada projeto, doar uma gravura para a Biblioteca Nacional, contribuindo assim para atualizar o acervo da instituição.

Sobre RE:PÚBLICA
“Moeda corrente. Em cada cédula a imagem simbólica da República. Aquela iconografia morta, apática e gélida repentinamente ganha vida. Com apenas um traço de caneta abre seus olhos. Em seguida, com a nova escala urbana dos cartazes distribuídos pelas ruas, ganha terreno, amplia espaço e se modifica… Agora efígie desperta, figura esquiva, seu olhar-vigília percorre a cidade e cria uma rede de olhares interconectados… O que ela está vendo? O que ela está elocubrando? Desconfiada? Aflita? Preocupada? Pensativa? Ela está pensando algo, isso é certo. Reflete e pondera, contudo nada sabemos”, José Damasceno.






SERVIÇO:
Programa Gravura – RE:PÚBLICA de José Damasceno
Abertura: 04 de julho, às 18:30h.
Visitação: até 12 de agosto 2017.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários – BH/MG
Entrada Franca.
Contato: (31) 3261-3910/ dotart@dotart.com.br.
Instagram.com/galeriadotart




EIXO #16 | Imagens que inquietam - Dalton Romão será na Antiga Fábrica da Bhering.


O lançamento da próxima exposição EIXO #16 | Imagens que inquietam - Dalton Romão será na Antiga Fábrica da Bhering.

Faremos uma projeção da exposição virtual no espaço que foi gentilmente cedido pelo amigo e artista Cadu Lacerda.

Teremos também o apoio da Cervejaria Cevaderia.

Esperamos por você!



Sábados no Iberê | 01 de julho


Notícias do IMS | Bolsa de Fotografia | IMS Rio | IMS Poços




As inscrições para a 5ª edição da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS se encerram neste domingo. Serão selecionados dois projetos inéditos, e cada bolsa tem o valor de R$ 65 mil. 

O objetivo é permitir que artistas e fotógrafos desenvolvam e aprofundem seu trabalho no campo da fotografia, nas mais diversas vertentes, sem restrição de tema, perfil ou suporte. Os projetos serão avaliados por uma comissão constituída por curadores do Instituto Moreira Salles e um convidado externo, com trabalho reconhecido na área fotográfica. Serão consideradas a qualidade artística, a qualificação do candidato e a viabilidade prática do projeto.





Fotografias e crônicas visuais no IMS Rio

O IMS Rio continua exibindo os 290 desenhos originais de um dos principais cronistas visuais do Brasil na mostra J. Carlos: originais. A vasta produção de José Carlos de Brito e Cunha, que se acredita ter passado de 50 mil desenhos, inclui caricaturas, charges, cartuns, alfabetos tipográficos, vinhetas e publicidade.

A mostra Chichico Alkmim, fotógrafo apresenta mais de 300 imagens produzidas por Francisco Augusto Alkmim ao longo da primeira metade do século XX, em Diamantina, Minas Gerais. Desde 2015, seu acervo está depositado em comodato no Instituto Moreira Salles. 

Exposições em cartaz no IMS Poços

A lama: de Mariana ao Mar reúne o material publicado na revista piauí, em julho de 2016, com a história do desastre de Mariana e de quem sobreviveu a ele, por meio da reportagem de Consuelo Dieguez e das fotografias de Cristiano e Pedro Mascaro.

A exposição fotográfica Coleção José Ranauro – Um olhar diletante sobre a memória da cidade reúne imagens que revelam um pouco da história de Poços de Caldas no início do século XX.

A mostra A céu aberto apresenta o trabalho desenvolvido pelos 16 alunos do curso de fotografia ministrado pelos professores Luciano B. Costa e Mara Rita Guimarães e convida o visitante a um encontro com a vastidão do céu.

FVCB convida Ciclo de Palestras no Santander Cultural


Maurizio Cattelan

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