quinta-feira, 30 de março de 2017

José Pedro Croft





José Pedro Croft (1957-) Nasceu no Porto. Graduou-se pela Escola Superior de Belas-Artes, Lisboa. Discute em seu trabalho a organização do espaço e o conceito de construção e desconstrução, utilizando-se de desenho, escultura e arquitetura. Exposições em grandes museus do mundo. Individuais na Fundação Caloustre Gulbenkian, Lisboa, Fundação Serralves, Porto, C GaC de Santiado de Compostela, Paço Imperial, Rio e Pinacoteca, São Paulo. de 2017. Vive e trabalha em Lisboa. É representado pela Galeria Filomena Soares.





Sem título, 1982.


Sem título, 1987.



Sem título, 2002.


Sem título, 2008.

Sem título, 2008.


Sem título, 2009.

Sem título, 2009.

Sem título, 2009.

Sem título, 2010.


Sem título, 2012.


Sem título, 2014.

Sem título, 2015.

Sem título, 2016.

Sem título, 2016.


Sem título, 2016.


Sem título, 2016.


Sem título, 2017.

Brechó das Acácias Por uma boa causa


Mais uma edição do Brechó das Acácias com a renda 100% revertida para o NAPEC do Instituto Fernandes Figueira e para a Creche Comunitária do Salgueiro!

Esperamos vocês lá nesse sábado, dia 1o de abril!

Ana Lins e Leticia Tandeta.



quarta-feira, 29 de março de 2017

Monumentos Temporários - Abertura 01/04 no MAC USP Fyodor PaVlov- Andreevich Curadoria: Ana Avelar.


Silêncio - Elisa Stecca. Curadoria: Paula Alzugary no Museu de Arte Sacra, SP




Museu de Arte Sacra de São Paulo, instituição da Secretaria do Estado da Cultura, inaugura a mostra de objetos escultóricos Silencio, (primeira pessoa do singular do verbo silenciar) da artista plástica, designer e joalheira Elisa Stecca, com curadoria de Paula Alzugaray. Materiais, em tonalidades claras, selecionados para confecção das peças, como metais brancos, vidros transparentes e espelhos, convidam à uma observação atenta a qual busca induzir a um momento de contemplação e silêncio. Como um adicional à mostra, estão programadas ações de “Silêncio Compartilhado” em que a artista compartilha um tempo silencioso com o público, além de uma experiência sensorial do silencio através de um vídeo e de esculturas tácteis.
A essência primária da exposição busca resgatar o aspecto ‘xamânico’ da arte, que sugere um encontro com o sagrado. Silencio propõe uma reflexão individual, “uma ação e também uma não-ação, num mundo onde o ruído é a tônica”, declara a artista.
Para Elisa Stecca, contemplar o silêncio é vivenciá-lo, aproveitando esse momento para refletir sobre outros assuntos que as vezes, no calor da emoção de alguns acontecimentos, não conseguimos pensar racionalmente. É importante fazer com que as pessoas possam ter contato consigo mesmas através do silencio, possibilitando o encontro com um caminho que remeta a procura por suas vozes interiores baseados em espiritualidade.
As ações de Silêncio Compartilhado, parte integrante e essencial da exposição, remetem ao ato criativo de Marcel Duchamp em que a "arte é o trabalho de um artista" e não um espetáculo que a denominação – performance - sugere.
 
“Proponho um momento de introspecção, de reflexão, de meditação.
Um segundo no tempo/espaço, uma oportunidade de acesso ao profundo, ao sagrado. ”
Elisa Stecca
2017
 
Exposição: “Silencio
Artista: Elisa Stecca
Curadoria: Paula Alzugaray
Abertura: 01 de abril de 2017 – sabado – 11h
Período: 02 de abril a 04 de junho de 2017
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo - www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.5393 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas
Horário:Terça a domingo, das 9h às 17h

Toz - Exposição Risco na Galeria Movimento






Toz apresenta nova fase na Galeria Movimento
Há dois anos sem expor, artista investe em série inédita a partir de 29 de março



O artista Tomaz Viana, o Toz, revigora sua estética com um novo trabalho, mais abstrato, gestual e monocromático. Na mostra Risco, que abre para o público dia 29 de março na Galeria Movimento, camadas espessas de massa passam a dialogar com seus famosos personagens. A série inédita traz questões como apagamento e memória nos muros, através da disputa do espaço urbano tanto por artistas quanto pelo sistema.

Há dois anos sem expor, Toz apresenta oito obras inéditas, que serão divididas em duas salas. Na primeira, observa-se o surgimento da palavra como persistência do traço, fazendo alusão aos seus grafites na área urbana, suscetíveis aos constantes apagamentos. A palavra na tela passa a ser reveladora, deixando aparente camadas coloridas do interior das pinturas. Nada é programado, as palavras surgem na cabeça do artista no momento da produção. “A ideia deste trabalho é criar uma arqueologia do futuro. Quem sabe um dia as pessoas vão encontrar grafites escondidos pelas cidades?”, sugere.

Na segunda, os personagens já conhecidos do público, como a boneca Nina e o Vendedor de Alegria, tornam-se secundários e dialogam com a estranheza de uma espessa camada de massa que o artista lança sobre a tela. “Sempre tive um trabalho muito colorido, mas percebi que também estou exposto às influências externas. Num primeiro momento pensei nos governos que querem acabar com a pichação e com o grafite e no artista que quer sempre produzir. Depois percebi que o cinza é algo maior, representa toda a nuvem que está pairando pelo Brasil e pelo planeta. Eu não podia ficar só na alegria do mundo virtual”, explica.

Toz veio para o Rio ainda adolescente e logo se apropriou da cidade que escolheu. Fez das esquinas seu quintal, seu aprendizado e seu maior legado. São de sua autoria o painel urbano com mais de 75 metros de altura na fachada do Hotel Marina, no Leblon, e também o mural pintado ano passado no alto do Pão de Açúcar. Foi a partir do que vê e sente nas ruas que buscou inspiração para a mostra. Em Risco, o artista insere nova poética ao trabalho agregando influências, positivas ou não, daquilo que está no seu entorno, mostrando amadurecimento ao arriscar numa beleza não óbvia.

Com tantas novidades, Toz, que este ano estreou no carnaval carioca e apresentou na avenida a primeira alegoria grafitada a convite da Mangueira, mostra que está cada dia mais maduro e disposto a correr riscos.  “Com esse trabalho falo do risco no sentido de riscar e também de me colocar em perigo. Sem dúvida é um novo momento na minha carreira”, diz o grafiteiro justificando o título escolhido para a exposição.

Sobre o artista – Tomaz Viana, mais conhecido como Toz, nasceu em Salvador, em 1976. Formado em Arte e Design, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Transita entre ruas e galerias pelo mundo. É o responsável por importantes painéis urbanos, como o pintado em 2015 na fachada do Hotel Marina, no Leblon, e o de 2013 na sede das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça. Este ano o artista inovou e, a convite da Mangueira, apresentou a primeira alegoria grafitada no Carnaval da Marquês de Sapucaí.

Entre as principais individuais do artista estão as mostras “Metamorfose”, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, e “Um Por Todos, Todos Por Um”, na Galeria Movimento, ambas em 2014. Também participou de diversas coletivas e projetos especiais, como a Bienal Internacional do Grafitti, em São Paulo, em 2010, o Festival Art Core, em 2014, no MAM do Rio de Janeiro, e o site specific “Vendedor de Alegria”, em 2015, em Paris. Foi também o curador do “Projeto Paz”, no Rio, em 2015.

Sobre a Movimento - Fundada em 2007, a galeria de 140 m2, em Copacabana, trabalha com artistas que se expressam através das mais diversas linguagens, consolidando seus nomes na arte brasileira. Foi pioneira no trabalho com a street art, que hoje é uma tendência real e contemporânea. O objetivo da Movimento é trazer a arte para um público maior, atingindo olhares de pessoas que procuram por algo diferente.  À frente da galeria está Ricardo Kimaid Jr, no mercado desde 1998, sendo a terceira geração de galeristas de sua família, além de atuar como marchand e consultor de arte.

Serviço – Exposição Risco – Toz
Abertura: 29 de março, das 19h às 22h
Local: Galeria Movimento – Av. Atlântica, 4.240, lojas 212 e 213, Copacabana. Tel: 2267-5859
Período da exposição: 29  de março a 29 de abril
Horário de visitação: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h30. Sábados, das 12h às 18h.
Entrada gratuita

Galeria do Ateliê Inaugura Estado Misto Fotografias de Andréa Bernardelli Curadoria: Eder Chiodetto


Galeria do Ateliê Inaugura
Estado Misto
Fotografias de Andréa Bernardelli
Curadoria: Eder Chiodetto
Inauguração dia 7 de abril, 19h
Entrada franca



Como dar conta de todas as imagens que nos habitam e que habitamos? Como entender a dimensão interior e sua aparição no mundo exterior? Entre o claro e o escuro, o que pode uma imagem, repetidas vezes nos dar a ver? Da imagem vazada, qual é a potência do olhar?

Estado Misto, exposição da fotógrafa Andréa Bernardelli, será inaugurada na Galeria do Ateliê no dia 7 de abril, às 19h, resultado de uma parceria com o Ateliê Fotô de SP. Curadoria de Eder Chiodetto. Visitação até dia 10 de junho de 2017.

A série é composta de 57 fotografias redondas e uma retangular com um círculo cortado, que a artista chamou de OCO como espécie de ser em potencial – todas , com a intenção de tangenciar a própria ideia de foco e margem e de aparição e desaparição no mundo do visível, as imagens-átomos de Andréa Bernardelli.
Nietzsche formulou o conceito do eterno retorno como um desafio para o pensamento: e se tivéssemos que “viver mais uma vez e por incontáveis vezes”? Um conceito para pensar a potência do presente, os ciclos. Como um trânsito de gestos que orbitam as existências.

A artista investiga como a vida se organiza a partir do entrelaçamento entre o visível e o invisível. Utilizando-se da metáfora de um átomo, Andréa trabalha com a produção de fotografias redondas - um formato completamente atípico para o mundo retangular das imagens ocidentais.

O título do trabalho nasce da metáfora deste estado do visível que habitamos – e que é, também, o da vida das imagens – é um Estado Misto entre o aparecer e o desaparecer. “O visível abarca a presença e a ausência e nos instiga à percepção. E é a imagem quem revida o nosso olhar”, diz a fotógrafa.

Andréa Bernardelli participou de diversos cursos no Internacional Center of Photography de Nova York, MAN-SP, Estúdio Madalena e, atualmente, integra o grupo de estudo e criação em fotografia no Ateliê Fotô com Eder Chiodetto e Fabiana Bruno. Em sua jornada utiliza a fotografia como instrumento de investigação de transitoriedade, da perplexidade existencial, dos intervalos de sentido. Foi vencedora do Prêmio Porto Seguro Brasil 2009, com a série Maré de rio.

SERVIÇO
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Galeria do Ateliê inaugura Estado Misto- 58 fotografias de Andréa Bernardelli
Abertura: dia 7 de abril, 19h
Visitação até dia 10 de junho de 2017
Horário: de 2a a 6a feiras das 10h às 21h; sábados das 10h às 17h
Entrada franca
Censura livre
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur 453, Urca
Tel: 21 2541 3314

Bruno Belo na Galeria Aura Arte Galeria e na SP Arte com a C. Galeria do R. J.

Amigos, aqui um convite duplo para os que estiverem em São Paulo nos próximos dias. 

Participo da exposição coletiva de inauguração da Galeria Aura Arte, que passa a me representar em São Paulo. Curadoria do Mario Gioia. 
E semana que vem estarei com a C.Galeria (RJ) na SP Arte. 







Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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