quinta-feira, 2 de março de 2017

Semelhante Não É Igual - Thelma Quevedo Galeria de Arte do FCPEMG Curadoria: Cristina Fonseca

Cristina Fonseca
Curadora da Galeria de Arte da Fundação FCPEMG
Produtora do M. Silper Art Studio
f: +55 31 3225-7998 
c: +55 31 98852-4919

Genoma de Pablo Menezes Curadoria Mario Britto Centro Cultural Correios.



Um Dia Comum de Deborah Paiva na Galeria Rabieh com texto de Douglas de Freitas.



“Um Dia Comum” traz cerca de 20 trabalhos em óleo sobre tela da artista Deborah Paiva. Mostra fica em cartaz na Galeria Rabieh de 08 de março a 1. de abril de 2017 em São Paulo
Galeria Rabieh inaugura no dia 08 de março de 2017, quarta feira, às 19 horas, a mostra individual de pintura a óleo da artista Deborah Paiva, “Um Dia Comum”. São exibidas cerca de 20 obras, produzidas entre 2016 e 2017, com texto de apresentação e curadoria de Douglas de Freitas.
Na mostra nos deparamos com pinturas que sugerem um mundo introspectivo, com personagens absortos mergulhados em ambientes apenas insinuados, quase abstratos. A paleta rebaixada  desses quadros, em tons azul-esverdeados, cinzas e rosas, cria esse clima de calmaria quase melancólica.




“Praça”, 130 x 150 cm
Isso aparece em “Praça” e no díptico “Bordadeiras”. Em “Praça” a mulher reclinada no banco e o cachorro ao seus pés são flanqueados por campos cromáticos homogêneos e por uma espécie de renda feita de folhagens sobre fundo branco. As figuras, mulher e cachorro, flagradas numa situação qualquer, são arquétipos de milhares de outra que existem por ai.  Da mesma forma, a figura de uma bordadeira, absorta em sua atividade solitária e paciente, torna-se espelho de outra em situação semelhante, criando uma simetria ocasional, própria de quem realiza um trabalho mecânico.
O díptico “Casal” tampouco retrata olhares cruzados nem a paixão que facilmente se associa ao título, mas  apenas o perfil de duas figuras humanas cabisbaixas, cujos olhares desencontrados se lançam para o infinito acinzentado.




“Casal”
Invariavelmente de lado ou de costas, as figuras femininas são recorrentes na produção da artista. “Eu me interesso sobretudo pela atmosfera criada pelas cores e pela composição. A figura humana é importante, sem dúvida, porém é mais um elemento dentro do quadro e por isso ela emerge anônima, comum.” resume a artista.
O conjunto “Paisagem” é o único sem figuras humanas. Diáfano e alongado em suas formas, sugere campos e fragmentos de jardins ensolarados a partir do uso de cores que transitam entre o amarelo, o verde e o azul à moda do Impressionismo.
A exposição “Um dia comum” sugere a representação de vidas corriqueiras, vistas aos milhares, sem o glamour de um mundo feérico, colorido e veloz. Fica em cartaz até o dia 1. de abril e exibe ainda pinturas em nanquim e guache sobre papel japonês, vertente da produção de Deborah Paiva pouco exposta.




“Paisagem”, 100 x 190 cm

Serviço:
Exposição de pintura: “Um Dia Comum”, de Deborah Paiva
Texto de apresentação de Douglas de Freitas
Abertura: quarta-feira, dia 08 de março
Período expositivo: de 09 de março a 1. de abril de 2017
Endereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 147
Cerqueira César – São Paulo – SP | Tel.: (11) 3081 0017
Horários: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19 horas; e sábados, das 11 às 17 horas | Entrada gratuita e livre

Mais informações para a imprensa:

Frágil Exposição Coletiva com Sani Guerra

Exposição Frágil
Artistas organizam exposição tendo a fragilidade como tema. A mostra conta com Baumann, Liana Nigri, Manu Alves, Mayer, Pedro Varela, Piti Tomé, Rodrigo Calixto e Sani Guerra, que utilizam diferentes linguagens e plataformas de trabalho. A união dos artistas faz frente ao tema e convida o visitante à reflexões sobre a instabilidade de objetos, vida e morte. A vernissage acontecerá no dia 11 de março de 2017, às 14h, no MEMO - Mercado Moderno - que fica na Rua do Lavradio 130, Centro, Rio de Janeiro.

E, no dia 14 de março, às 19 horas, os artistas convidam para um bate papo os curadores Fernando Cocchiarale, Marcelo Campos e Isabel Portella num diálogo sobre iniciativas independentes no campo da arte contemporânea.




quarta-feira, 1 de março de 2017

David Smith





David Smith (1906-1965) Nasceu em Decatur, Illinois. Estudou na Liga de Estudantes de Arte, Nova York, ligando-se ao Cubismo e ao Abstracionismo. Trabalhou numa metalúrgica importante aprendizado para sua obra futura. Em 1933, inspirado pelas esculturas de ferro de Picasso e Julio González realizou sua primeira exposição com esculturas de metal.
Durante a Segunda Guerra Mundial trabalhou numa fábrica de locomotivas motivando-se por maquinaria e construções de grandes escalas. Sua série Cubi é a mais famosa e são constituídas de grandes esculturas sobre um pedestal. Teve retrospectiva no MoMA, Nova York.




Ancient Household1945,  The Hirshhorn Museum and Sculpture Garden



Australia, 1951.


Agricola VII, 1952. Tate Gallery, Londres.


Monday Woman, 1953.



Untitled (standing figure), 1954


Noon Sun,  1959. SFMOMA.


Acricola, 1956.


Raven IV, 1956.


Song of the Landscape, 1956.



Unity of Three Forms.



Lunar Arcs on One Leg, 1956-1960.



Cubi X, 1963. MoMA, Nova York.



Cubi, XIX, 1964.


Wagon II, 1964.



Candida, 1965.


Tanktotem VII.


Cubi XVII, 1965. Coleção particular.


Cubi XXVII, 1965. Guggenheim Museum, Nova York.


Exposição na Indiana University. Foto: L. Thompson.




Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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