quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Conversando sobre Arte entrevistada Bianca Madruga


Quem é Bianca Madruga? 
 Sou carioca, artista visual e mãe das gêmeas Nina e Sophia. Trabalho com vídeo, fotografia, pintura, objetos e instalações. Possuo um ateliê no Morro da Conceição, centro do Rio. Minha graduação é em Filosofia pela UFF, com pesquisa na área de Estética. Ministro oficinas de artes visuais e filosofia em diversas instituições de ensino.

Como a arte entrou em sua vida?
 Quando pequena, visitei algumas exposições e conheci o trabalho de artistas que me espantaram, como Anna Bella Geiger e Adriana Varejão. Eu costumava perguntar ao meu pai, que também é artista plástico, por que aquelas obras eram consideradas “obras de arte”, já que não pareciam “bonitas”, de acordo com a minha visão infantil. Ele me respondia que a beleza não era a questão mais importante. Mas se essa não era a questão, então qual era? Aquilo se tornou um mistério pra mim. Aos poucos fui descobrindo que beleza estava além dos aspectos superficiais e imediatos. Mas é o mesmo mistério que continua me espantando até hoje.  Aos 9 anos conheci o Claudio Paiva em uma exposição, e como ele sempre foi excepcionalmente gentil e generoso, passou um bom tempo conversando com aquela criança sobre o seu trabalho. Lembro-me com nitidez desse encontro, pois foi o Cláudio quem me incentivou a fazer uma primeira “coleção de nada”.


Qual foi sua formação artística?
 Em princípio, apenas acompanhava o trabalho dos artistas que me atravessavam. Passava horas no ateliê do meu pai, pintando e inventando coisas, pirando, com vontade de participar daquele universo. Logo depois ingressei no Parque Lage, que frequentei durante cinco anos. Foi quando comecei a participar das oficinas do David Cury e do Ronaldo do Rego Macedo, dois dos maiores artistas que já conheci. E ali pude me aprofundar nos problemas da arte, desenvolver uma pesquisa e me apropriar das ferramentas. David e Ronaldo certamente mostraram as coisas mais importante sobre o que é fazer arte, e por que fazê-la.

Que artistas influenciam sua obra?
 Além dos citados acima, sem dúvida devo me referir a Eva Hesse, às Lygias, Hélio Oiticica, Louise Bourgeois, Nuno Ramos, Carmela Gross, Doris Salcedo, Tunga, Sandra Cinto, Francesca Woodman e muitos outros. A lista é grande. Na verdade, essas influências são escolhas conscientes, baseadas numa grande admiração. Isso não quer dizer que o trabalho se desenvolva no sentido de tornar essas influências visíveis.


Como você descreve seu trabalho?
 É sempre melhor falar dos pontos de partida, das motivações do que dos efeitos. Na maior parte das vezes o trabalho escapa às intenções do artista, e na verdade isso é muito bom; pelo menos um indício de que o trabalho aconteceu.  O que tem me interessado até aqui são os quases, as camadas, os desaparecimentos.  Alguns dos trabalhos mostram ações que se repetem incessantemente, outros acontecem pela união de fragmentos de objetos em desuso. Por vezes, um simples deslocamento é suficiente para que o objeto adquira outro modo de estar no mundo. A linha aparece na tentativa de revirar a função da palavra: sentido, limite, contorno das coisas que conhecemos. Mas o que se pretende revirar é o próprio olhar. Como se estivéssemos sempre atrasados no existir, o que se tem de si é sempre o que já escapou. Os empreendimentos, constantemente falidos, são não só uma proposição lírica sobre a transitoriedade da existência, mas também a própria realização do impossível que toda obra de arte parece propor. Retorna a questão da transitoriedade ou do devir, e o tempo do fenômeno é eternizado pela fixidez da imagem. Mas o que o observador encontra é sempre atualizado pelo instante. Nessa tensão entre desaparecimento e resistência o mundo aparece sob o registro de uma presença mínima, do espaço da repetição do mesmo ao lugar da reinvenção, das pequenas conquistas que se dão na sobreposição dos instantes.

É possível viver de arte no Brasil?
 Sim. As dificuldades dizem respeito mais à realização do trabalho que ao comércio das obras. Certamente existem dificuldades ínsitas à realidade cultural brasileira, mas não acredito que seja assim tão diferente do resto do mundo. Viver de arte é um desafio em qualquer parte.

O que você pensa sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los.?
 Os salões são uma boa maneira de divulgar novos artistas e disseminar a arte do país, muito embora o recorte proposto muitas vezes não corresponda ao que tem se produzido e pensado no momento. Quando o trabalho curatorial é preconcebido e se sobrepõe aos fatos de arte, os salões não cumprem seu papel.

Como você poderá ser conhecido em âmbito nacional?
 Não acredito que haja fórmula. Talvez seja questão de tempo, de persistência. O mais importante me parece ser o investimento no próprio trabalho.

De que maneira a sua formação em Filosofia interfere no seu trabalho?
 Por um lado, arte e filosofia se encontram ao se inclinarem mais pelas perguntas do que pelas respostas. Por outro lado, o trabalho artístico se dá primeiro na experiência e no convívio. A teoria vem depois, para desdobrar o acontecimento. Fazer arte é exercitar a liberdade, por isso a filosofia é bem vinda se vier em forma de dúvida, nunca como uma maneira de engessar o trabalho ou de estabelecer regras fixas. As questões teóricas podem ser suscitadas a partir da obra e não como substituto. Na verdade, tudo o que vemos, estudamos, experienciamos acaba virando matéria-prima do trabalho. Trata-se de reinterpretar, inventar, tecer um modo outro de estar no mundo. Nesse caso, pouco importa se fazemos filosofia, engenharia ou marcenaria.

O que é preciso para um artista ser representado por uma galeria?
Não sei exatamente o que é preciso. Mas certamente o que a maior parte dos galeristas prioriza é a confiança na continuidade do trabalho. Quando se faz uma aposta, se espera no mínimo que o artista continue produzindo, amadurecendo e, naturalmente, que a pesquisa vá adquirindo densidade.

Qual tem sido sua experiência com a galeria virtual FaceArte?
 Pertencer a uma galeria virtual é interessante pelo fato de que muitas pessoas acabam tendo um acesso facilitado às obras. Além disso, o artista está sempre confrontando os efeitos do seu trabalho. Não há especialista, não há leigo, há olhante, comentador, interessado. Tudo isso acaba sendo ferramenta da produção. Esse fluxo incessante de comentários e de desdobramentos acaba mostrando questões importantes do trabalho. No caso do FACEARTE isso se torna ainda mais forte e potente porque acima de tudo somos um grupo de artistas com inúmeras afinidades. Nós nos encontramos, debatemos, fazemos projetos em conjunto. Não existem sentimentos hierarquizantes.  Enfim, temos um pensamento de arte muito próximo e compartilhamos, descobrimos, inventamos juntos. A nossa convivência nos torna melhores.

Quais são seus planos para o futuro?
 Poxa, essa pergunta é a mais difícil, porque na verdade não consigo nem saber pela manhã o que farei depois do almoço. Essa é a maior dificuldade dos hiperativos. Mas brincadeiras à parte, no fundo o meu maior desejo é o de continuar trabalhando, que é o que me faz estar de pé.










"A flor produziu raízes imensas (a vontade de amar apesar da morte)"


Tudo se me evapora

Algum Lugar Algum

Dois Pares Espessos

Sem título da série retrato





 Escrito


"Quando os cimos desse céu se unirem, minha casa terá um teto."



Impossível E Necessário

:Repouso




Constelações Provisórias



















terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Acervo: LiliRoze Galeria Lume



Galeria Lume abre a exposição Acervo: LiliRoze, da fotógrafa franco-suíça LiliRoze, com curadoria de Paulo Kassab Jr. Composta por 10 obras da coleção pessoal do curador, são exibidas fotografias das séries Eden, Colors e Vanité, nas quais a artista expressa suas fantasias em ensaios que retratam o sentimento da mulher em harmonia com a vulnerabilidade e delicadeza das flores. A abertura da mostra contará também com uma performance de dança da bailarina Marina Droghetti.

Em Eden, verifica-se um ambiente de certa forma “frio”, no que se refere à temperatura de cor, onde LiliRoze fotografa o corpo de uma mulher nua, interagindo com plantas verdes, cena que remete ao título da série. Já na série Colors, distante da fotografia realista e no limiar da pintura, a fotógrafa revela a memória de uma sensação, dando a impressão de entrar na intimidade de seus modelos. Contornos imprecisos vistos como reminiscências de um sonho. Tudo se concentra em um segundo de abandono onde a graça e a intimidade se misturam em um gesto suspenso no tempo. Por sua vez, Vanité é um estudo sobre a natureza morta que exibe a fragilidade e o efêmero da existência.

Usando uma câmera de grande formato e filmes de Polaroid, o trabalho de LiliRoze é imbuído de intimidade, tendo como fonte de inspiração o desnudamento, a ideia da fragilidade e do abandono. Com pouca luz, filmes de baixa sensibilidade e longos períodos de exposição, sua obra se aproxima mais do imaginar do que da realidade, trazendo um leve desfoque e nuances que traduzem a imaginação da artista.

Paolo Roversi, Sarah Moon, Joel-Peter Witkins, Duane Michals são algumas das inspirações de LiliRoze para fazer suas imagens impressionistas, como ela mesma define. “Nunca expresso uma representação do real e sim algo próximo do imaginário, em que as cores e as formas contam uma história original”, afirma. Para Lili, a fotografia é uma realidade, porém uma realidade que provém das visões do fotógrafo. E as visões trazem consigo nossas fantasias, intimidades, loucuras, e outras pequenas coisas sem procedência.


Exposição: Acervo: LiliRoze
Curadoria: Paulo Kassab Jr.
Coordenação: Felipe Hegg
Performance: Marina Droghetti
Abertura: 30 de janeiro de 2014, quinta-feira, às 19h
Período: De 31 de janeiro a 20 de fevereiro de 2014
Local: Galeria LUME – www.galerialume.com
Rua Joaquim Floriano, 711 – 2º andar – Itaim Bibi – São Paulo, SP
Tel.: (11) 3704.6268
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 20h. Sábado, das 11h às 14h






Galeria Lume abre a exposição Acervo: LiliRoze, da fotógrafa franco-suíça LiliRoze, com curadoria de Paulo Kassab Jr. Composta por 10 obras da coleção pessoal do curador, são exibidas fotografias das séries Eden, Colors e Vanité, nas quais a artista expressa suas fantasias em ensaios que retratam o sentimento da mulher em harmonia com a vulnerabilidade e delicadeza das flores. A abertura da mostra contará também com uma performance de dança da bailarina Marina Droghetti.

Em Eden, verifica-se um ambiente de certa forma “frio”, no que se refere à temperatura de cor, onde LiliRoze fotografa o corpo de uma mulher nua, interagindo com plantas verdes, cena que remete ao título da série. Já na série Colors, distante da fotografia realista e no limiar da pintura, a fotógrafa revela a memória de uma sensação, dando a impressão de entrar na intimidade de seus modelos. Contornos imprecisos vistos como reminiscências de um sonho. Tudo se concentra em um segundo de abandono onde a graça e a intimidade se misturam em um gesto suspenso no tempo. Por sua vez, Vanité é um estudo sobre a natureza morta que exibe a fragilidade e o efêmero da existência.

Usando uma câmera de grande formato e filmes de Polaroid, o trabalho de LiliRoze é imbuído de intimidade, tendo como fonte de inspiração o desnudamento, a ideia da fragilidade e do abandono. Com pouca luz, filmes de baixa sensibilidade e longos períodos de exposição, sua obra se aproxima mais do imaginar do que da realidade, trazendo um leve desfoque e nuances que traduzem a imaginação da artista.

Paolo Roversi, Sarah Moon, Joel-Peter Witkins, Duane Michals são algumas das inspirações de LiliRoze para fazer suas imagens impressionistas, como ela mesma define. “Nunca expresso uma representação do real e sim algo próximo do imaginário, em que as cores e as formas contam uma história original”, afirma. Para Lili, a fotografia é uma realidade, porém uma realidade que provém das visões do fotógrafo. E as visões trazem consigo nossas fantasias, intimidades, loucuras, e outras pequenas coisas sem procedência.

Exposição                 Acervo: LiliRoze
Curadoria                  Paulo Kassab Jr.
Coordenação                        Felipe Hegg
Performance             Marina Droghetti
Abertura                    30 de janeiro de 2014, quinta-feira, às 19h
Período                       De 31 de janeiro a 20 de fevereiro de 2014
Local                          Galeria LUME – www.galerialume.com
Rua Joaquim Floriano, 711 – 2º andar – Itaim Bibi – São Paulo, SP
Tel.: (11) 3704.6268
Horário                       Segunda a sexta-feira, das 10h às 20h. Sábado, das 11h às 14h
Número de obras       10
Técnica                      Fotografia
Dimensões                 80 x 60 cm
Preço                          R$ 7.000,00 a R$ 9.000,00

Ass. Imprensa            - Balady Comunicação – Silvia Balady/Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814.3382 – contato@balady.com.br


Liliroze
Nasceu em Genebra em 1972. Após se formar em Econometria, decide dedicar todo seu tempo e energia à fotografia. Se estabelece em Paris, obtém o diploma na escola Louis Lumière em 1997, e começa a trabalhar de assistente de vários fotógrafos.
Ganhadora do primeiro prêmio Leica Salon des indépendances em 2006, ela atualmente trabalha como fotógrafa independente e mantém seu trabalho pessoal concomitantemente. Entre as exposições de que participou, constam: Les indépendances, em Enghiens-les-bains (2006); Colors, em Bar du Sens (Paris, 2006); Rencontres Leica, Paris (2007); Nuit de la photographie contemporaine (Paris, 2008 e 2009); Rencontres dArles (2008 e 2009); Bateau Daphné (Paris, 2009); EuropArt (Genebra, 2009) e Festival internacional da photografia de Pingyao (China, 2009). Recentemente foi ganhadora do prêmio de melhor foto de moda de 2009 pela APPPF Agence Pour la Promotion de La Photographie Profissionelle en France.

Galeria Lume
Fundada em 2011 com o objetivo de exibir os grandes nomes da fotografia brasileira, a Galeria LUME estabeleceu-se em pouco tempo como referência de vitalidade, conceito e transgressão. Dirigida por Felipe Hegg e Paulo Kassab Jr., a LUME apresenta um caminho alternativo para a leitura da contemporaneidade, através de um diálogo aberto, pautado pela pesquisa curatorial e pelo espírito da época. A galeria oferece um panorama dinâmico, apostando em diferentes plataformas, nas quais artistas brasileiros e estrangeiros realizam exposições ousadas, orientadas pelo desenvolvimento de trabalhos conceituais e pesquisas consolidadas.
Zeca
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Balady Comunicação
Tel.: 11-3814.3382

Mondrian A Arte Abstrata







 Pieter (Piet) Cornelis Mondrian (1872-1944) Nasceu em Amesfoort, Holanda. Filho de pastor calvinista estava orientado para seguir a carreira religiosa, mas não era sua vocação. Estudou Academy of Fine Arts, Amsterdam. Durante os primeiros anos de carreira, trabalhou como professor e caminhoneiro. Nesse período, foi influencido pelo Naturalismo e pelo Impressionismo.
O estudo de Teosofia enriqueceu sua vida e a obra de Mondrian, levando-o ao Simbolismo. Foi, ainda, influenciado pelo Cubismo. Pertenceu ao grupo DeStijl com Theo van Desburgo. Evoluiu  , a partir de 1917, para o Neo Plasticismo, não só uma teoria artística, mas uma verdadeiro códico de conduta e de vida.. As linhas pretas definem espaços preenchidos ou não com uma das cores primárias. Após a guerra, Mondrian foi para Paris, depois Londres e para Nova York, onde continuou a sua revolução da arte.


Moulin au Soleil Rouge,1908.


Trees on the Gein: Moonrise, 1908. Haags Gemeente Museum, The Hague



The Red Tree, 1908. Haags Gemeentemuseum, Haag.

View from the Dunes with Beach and Piers, Domburg, 1909. MoMA, Nova York.

 

Grey Tree, 1911. Haags Gemeentemuseum, Hague
Still Life with Ginger Jar I, 1911-1912. Haags Gemeentemuseum, Hague.


Compositio No 9, Blue Façade, 1913-1914 Foundation Beyler, Basel.

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Composition in Color A, 1917.  Rijksmuseum Kröller-Müller, Otterlo.



Composition with Gray and Light Brown, 1918. Museum of Fine Arts, Houston.
Composition with Red, Yellow and Blue,1921.

Composition with Red, Blue and Yellow, 1930.  Kunsthaus, Zurique.


Composition C (No II) with Red, Yellow and Blue, 1935. Tate Gallery, Londres.


Composition in White, Black, and Red, 1936. MoMA, Nova York.
Composition 10, 1939-1942. Coleção particular.


Trafalgar Square, 1939-1943. MoMA, Nova York.

Broadway Boog-Woogie, 1942-1943. Metropolitan Museu of Art, New York.

Victory Boogie-Woogie, 1943-1944.  Coleção particular.



Piet Mondrian 1872-1944 _ Haags Gemeentemuseum: The Hague, 1994.
Schapiro M. _ Mondrian a dimensão do humano_ São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
Mondrian Ecole de la Haye De Stijl _ Booking International, 1994.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Kai Althoff






Kai Althoff (1966-) Nasceu em Colônia, Alemanha. Vive e trabalha em Colônia. Pinturas, desenhos, objetos, instalações e vídeos. Utiliza a pintura para discutir a identidade masculina e sua reconciliação com a história alemã. Amor, ódio, sexualidade e os mundos interiores e exteriores estão presentes. Há sinificativa presença de homoerotismo em sua obra. Exposições individuais no MoMa, Nova York e Centre Pompidou, Paris. Participou da Documenta de Kassel e das Bienais de Veneza, de Berlim e do Whitney Museum. É representado pela Gladstone Gallery.



Landscape, 1996-1997. MoMA, Nova York.
Sem título, 1999. MoMA, Nova York.


Sem título, 2001. Saatchi Gallery, Londres.


Winter, 2002.

Sem título, 2004. MoMA, Nova York.
 
 

 
Red Soldier, 2004.

 
 
Sem título, 2007.
 
 
Instalação na Gladstone Gallery, 2007.
 
 
Instalação no Kunsthalle Museum.
 
 
 
Instalação no Vancouver Art Institute.
 
 
 
 















Cream 3 _ Phaidon Press, 2007.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Imagem Semanal Caspar David Friedrich. Romantismo Alemão

O movimento cultural chamado de Romantismo surgiu na Europa e nos Estados Unidos na metade do século XVII. Sustentava-se filosoficament no individualismo, no subjetivismo e na intensidade. Por meio da imaginação e da originalidade os artistas poderiam expressar sentimentos sublimes. Ele aconteceu na pintura, na literatura e na arquitetura. Na Alemanha, Göethe foi seu grande propulsor. Caspar David Friedrich foi seu representante maior na pintura.


Caspar David Friedrich (1774-1840).Nasceu em Greifswald, Alemanha. Desenhista, gravador, escultor e pintor romântico. Dedicou-se com intensidade às paisagens. Iniciou seus estudos em 1790. Quatro anos mais tarde, estudou na Greifswald University, Copenhague. Teve severa educação religiosa e sua infância foi marcada pela morte da mãe e quatro irmãos.  Self-Portrait, 1800. Royal Museum of Fine Arts, Copenhague.



Ficheiro:Rock Arch in the Uttewalder Grund by Caspar David Friedrich.jpg
Rock Arch in the Utterwalder Grund, 1801.

Ficheiro:Huenengrab im Schnee (C D Friedrich).jpg

Caim in Snow, 1807. New Master Gallery, Dresden.


Abbey in Oakwood,, 1808.



Cross in the Moutain, 1808.


Paisagem com Carvalho e um Caçador, 1811. Fundação Oskar Reinhardt, Winterthur.


Winter Landscape, 1811. National Gallery, Londres


The Wanderer above the Miss, 1817-1818. Kunsthalle, Hamburgo


Femme dans le Soleil du Matin, 1818.


On the Sailling-Vessel, 1818. Hermitage Museum, São Petersburgo.


Fog in the Elbe Valley, 1821. Nationalgalerie, Berlim.


The Cemetery Entrance, 1821. Gemälde Gallerie, Dresden.


Tombe de Kügelgen, 1821-1822. Coleção particular.


Moon Rise over the See, 1827. Alte Nationalegalerie, Berlin.




Two Men Contemplating the Moon, 1825-1830. Metropolitam Museum of Art, Nova York.

 

A Walk at Dusk, 1830-1835. J. P. Getty Museum, Los Angeles.


Neubrandengurg in Flames. Sunrise Near Neubrandenburg, 1835. Kunshalle, Hamburgo.




Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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