quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Alfredo Jaar






Alfredo Jaar (1956) Nasceu em Santiago de Chile. Entre 5 e 16 anos morou na Martinica. Formou-se em Arquitetura. Estudou no Instituto Chileno-Norteamericano de Cultura e na Universidade do Chile, ambas em Santiago. Recebeu bolsa para aperfeiçoamento do Guggenheim Museum e da Fundação MacArthur, Nova York. Usa instalações, fotografias e filmes para sua reconhecida obra. Participou das Bienais de Veneza (1986-2007) Instambul (1995) São Paulo (1987-1989, 2010), Kwangju (1995-2000) Joanesburgo (1997)  de Sevilha (2006) e Documenta de Kassel. Em 2013, recebeu o prêmio de artes plásticas do Chile. Seus temas principais são políticos sociais e a guerra Enfatiza a dificuldade da arte em abordar temas como genocídio, epidemias e miséria. Jaar discutiu o genocídio de Ruanda, a exploração do ouro em Serra Pelada no Brasil, a poluição tóxica na Nigéria, a fome no Sudão e os problemas na fronteira entre México e Estados Unidos. Realizou mais de sessenta intervenções em diferentes cidades do mundo. Em 2012, retrospectiva em Berlim na NGBK e na Berlinische Galerie.Vive e trabalha em Nova York, para onde se mudou durante o regime de Pinochet.  Venceu o 11o Hiroshima Art Prize., 2018. É representado pelas galerias  Lelonge e Luiza Strina,SP.




The Eyes of Gutete Emerita-Projeto Rwanda, 1964. Guetete estava na igreja quando o massacre começou. Ela viu seu marido e dois filhos menores serem mortos a facadas, ela conseguiu escapar com uma irmã e permaneceu escondida por duas semanas, até poder sair e fazer o relato das atrocidades.










Gold in the Morning, 1969. Serra Pelada.



The Eyes of Gulete Emerita-Projeto Rwanda, 1996.  The Museum of Fine Arts, Houston. Milhares de slides correspondendo ao número de mortes em Ruanda servem de documentação e protesto contra a violência.


Searching for Africa in Life, 1996.

Laments of Images, 2002. Louisiana Museum of Modern Art.


Buscando a Marcel Duchamp, 2004. Galeria Cadaqués.

Real Pictures, 2005. As fotos de Jaar, documentos do massacre de Ruanda foram queimadas e guardadas em ciaxas negras.

One Million Points of Lights, 2005. Goodman Gallery.


How to Survive as Cary (Newsweek). Impressão digital.


This Fire The Time , 1979-2005.



The Geometry of Conscience, 2010. San Francisco Art Institute.


Instalação, 2011. Documenta de Kassel

Waiting, 2011. Fotografia única. Hosfelt Gallery.

Instalação na 55a Bienal de Veneza, 2013.


Instalação na 55 Bienal de Veneza, 2013.


Milan, 1946: Lucio Fontana Visits His Studio on his Return from Argentina, 2013. Fotografia em caixa iluminada. Galerie Thomas Schülte.

Be Afraid of the Enormity of the Possible. 2015.


 I Can't Go on. I'll Go on, 2016.


Things Fall Apart, 2016.

Oswalde Andrade Volta, 2017. 





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