sexta-feira, 1 de junho de 2018

Ivan Grilo






Ivan Grilo (1986-), Nasceu em Itatiba. Graduado em Artes Visuais pela PUC-Campinas, SP. Atuou durante três anos como artista-assistente no atelier de Marcelo Moscheta
Em 2016 exibiu a individual “Preciso te contar sobre amanhã” na Luciana Caravello Arte Contemporânea (RJ), além de receber o prêmio FOCO Bradesco ArtRio; em 2015 a individual “Eu quero ver”, na Casa Triângulo e participou da coletiva “Encruzilhada” no Parque Lage, no Rio de Janeiro. Em 2014, exibiu a individual “Quando Cai o Céu”, no Centro Cultural São Paulo, além de participar das coletivas: “Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand”, no MAM e “Pororoca, a Amazônia no MAR”, no Museu de Arte do Rio.
Em 2013 exibiu “Estudo para medir forças”, na Casa França- Brasil, integrando o Projeto Cofre; além de ser premiado no edital PROAC Artes Visuais, do Governo do Estado de São Paulo. Em 2012 recebeu o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, além de ter sido indicado ao Prêmio Investidor Profissional de Arte (PIPA) e ter participado da residência internacional “Transitante: entre álbuns e arquivos” no Arquivo Municipal Fotográfico de Lisboa / Portugal.
Dentre suas principais exposições individuais estão: “Sentimo-nos Cegos”, na Luciana Caravello Arte Contemporânea, “Quase/Acervo”, no Museu da República (Rio de Janeiro), “Ninguém”, no Paço das Artes (São Paulo), “Isso é tudo de que preciso me lembrar”, no SESC Campinas, e “A Pausa do Retrato”, na Usina do Gasômetro (Porto Alegre).
Dentre as principais coletivas estão: “Avenida Paulista”, MASP, 2017; “A cor do Brasil”, Museu de Arte do Rio, 2016, “I Bienal MASP Pirelli de Fotografia”, em São Paulo, “2nd Ural Biennial of Contemporary Art”, na Rússia, “16ª Bienal de Cerveira”, em Portugal, “11ª Bienal do Recôncavo” em São Félix / BA, e “Arte Pará”, no Museu Histórico do Estado do Pará.
Possui obras nas coleções: Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro/Coleção Gilberto Chateaubriand, , Museu de Arte do Rio (MAR), Itaú Cultural, Fundação Bienal de Cerveira (Portugal), Col. Fundación ARCO, CCA2M – Centro de Arte Dos de Mayo de la Comunidad de Madrid, entre outros.

É representado no Rio de Janeiro pela Luciana Caravello Arte Contemporânea e Casa Triângulo, SP.

PRÊMIOS E BOLSAS

2017 Prêmio Fundação Marcos Amaro / SP-ARTE 2017 - Destaque para Melhor Produção Criativa 2016 Prêmio FOCO Bradesco ArtRio 2015 Prêmio Illy Sustain Art / sp-arte
2014 Indicado – PIPA 2014 – Prêmio Investidor Profissional de Arte
2013 Edital PROAC Artes Visuais – Governo do Estado de São Paulo 2012 Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia
Indicado – PIPA 2012 – Prêmio Investidor Profissional de Arte
2008 Prêmio Aquisição – 14º Salão Unama de Pequenos Formatos, Belém/PA Premiação do Júri – 8º Salão de Artes Visuais de Guarulhos/SP


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Estudo para Rodapé 4 (Ao Sul do Equador)


Tempos Difíceis, 2015.

Está Sala Está Vazia, 2016.

Nada Alem Alimento Abrigo Afeto Alegria,2016
No Brasil Hasta los Cielos Menten.
Trecho Sujeito A Neblina, Tempestade de Areia, Maré Aura e Realidades.
Não É Um Muro. É um Abismo.










Na série FRÁGIL, Ivan Grilo apresenta trabalhos de impressão de fotografias de acervo histórico sobre blocos de papel, mais especificamente na lateral dos blocos.
As mais de mil folhas de papel não estão fixadas entre si e, dessa forma, permanecem na iminência de uma desconstrução, a qual é reforçada pelo detalhe da delicada suspensão dos blocos por meio de um suporte metálico em ‘L’.
” [...] O trabalho de Ivan Grilo problematiza a construção das imagens a partir da fragilidade de sua condição. Tendo como referência registros encontrados em acervos históricos, sua transposição através da impressão coloca em evidência tanto a fragilidade dessas imagens quanto da memória que asseguraria sua permanência. Aqui há sempre a espera eminente de um possível apagamento, da desconstrução como esfacelamento.[...] ” Ivair Reinaldim
ESQUECER
Série resultante de uma pesquisa em torno dos binômios solidez/fragilidade e memória/apagamento, ESQUECER versa sobre o desfiar da lembrança, sobre a fragilidade dos acervos, sobre o esquecimento que nos acomete todo o tempo…
Esse esquecimento pode ser visto não só como perda, mas como preparação, como escrito pelo romancista português Valter Hugo Mãe: “Vejo o esquecimento como preparação no sentido de que vamos deixando as coisas aos poucos, permitindo que algumas coisas desapareçam, se tornem desimportantes para nós.”
Em ESQUECER há um apagamento de retratos de acervo a partir do acúmulo de placas de acrílico transparente em sua montagem. A delicadeza do acrílico, costumeiramente utilizada como invólucro, aqui, acumulada subversivamente, vela as imagens a partir de sua justaposição.










Outros



En El Brasil Hasta Los Cielos Mienten [#2 Cadente], 2017.




Privilégios, 2017. Art Basel. Casa Triângulo.





Estudo para Cruzeiro, 2016.


Mais Um Dia, 2016.


Avant-garde na Bahia [Avant-gard at Bahia], 2015.



Quando Cai o Céu, 2015CCSP.  Foto: Rafael Adorján.


Feira de Arte Rio. Obra doada ao Museu MAR, 2015. Doador anônimo.

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Maurizio Cattelan

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