quinta-feira, 31 de maio de 2018

Raoul Dufy




Raoul Dufy  (1877-1953)  Nasceu em Le Havre, em uma grande família. Largou a escola aos 14 anos para trabalhar em uma importadora de café. Aos 18 anos, em 1895, ele começou a ter aulas de artes na École des Beaux-Arts de Le Havre, uma escola municipal. As aulas eram dadas por Charles Lhuillier aluno de Ingres. Lá, conheceu e tornou-se amigo de Raimond Lecourt e Othon Friesz. com quem mais tarde teria um estúdio em Montmartre. Neste período, Raoul pintava principalmente paisagens normandas em aquarelas.[2]
Em 1900, após um ano de serviço militar, ganhou uma bolsa de estudos na École Nationale Supérier des Beaux-Arts, Paris, onde reencontrou o amigo Othon Friesz. Influenciado por Claude Monet e Camille Pissarro, Matisse e Cézanne e suas paisagens impressionistas Sua primeira exposição ocorreu em 1901.  Em 1903, do Salon des Indépendants. Maurice Denis chegou a comprar um de seus quadros. Os locais que Raoul gostava de pintar eram os arredores de Le Havre e a praia de Sainte-Adresse, famosa nos quadros de Monet e Boudin. Sua relação pessoal com Braque, o leva a experimentar o Cubismo.Em 1904, com seu amigo, Albert Marquet, trabalharam no Canal da Mancha. Foi um excelente ilustrador.
Em 1950, começou a sofrer de artrite reumatoide, o que o impedia de segurar o pincel por muito tempo. Em abril do mesmo ano, ele viajou até Boston, onde passou por um tratamento experimental com cortisona. Em agradecimento pela melhora, alguns de seus trabalhos foram dedicados aos médicos que o atenderam na cidade americana. Recebeu o primeiro premio da Bienal de Veneza.
Morreu de complicações intestinais. Está sepultado em Nice no mesmo cemitério de Matisse




Banhista, 1907.

Sierens, 1908.  Metropolitan Museum of Art, NYC.

The Regatte, 1908-1010.


Study for the Painting le Padock, 1913. Metropolitan Museum of Art, NYC.



Fruits of Africa, 1920.  Metropolitan Museum of Art, NYC.


Fruits of America, 1920.  Metropolitan Museum of Art, NYC.


The Jungle, 1922.  Metropolitan Museum of Art, NYC.


Dusk at La Baie des Anges, Nice, 1927. Metropolitan Museum of Art, NYC.


O Cassino de Nice, 1927.

Vallauris, 1928. Metropolitan Museum of Art, NYC.


The Lighthouse at Honfleur, 1928-1929.  Metropolitan Museum of Art, NYC.


The Famille Kessler à Cheval, 1931. Tate Gallery, Londres.

Regatta at Cowes, 1934. National Gallery of Art, Washington, D.C.

The Artist's Studio, 1935. Phillips Collection, Whashington.

La Réception à l'Amirauté (Reception at the Admiralty),1935.

Les Jetées,1935. Coleção particular.


Roses in Blue Bowl, 1941.  Metropolitan Museum of Art, NYC.


Le Paddock, s.d. Coleção particular.


 

quarta-feira, 30 de maio de 2018

A Verve Galeria inaugura "O Inquietante", Exposição Coletiva



VERVE GALERIA INAUGURA SUA PRIMEIRA COLETIVA DO ANO 

"O Inquietante" reúne obras que buscam despertar sentimentos diversos acerca do dissonante 

Verve Galeria inaugura "O Inquietante", coletiva composta por 21 trabalhos de Farnese de AndradeFlávio CerqueiraFrancisco HurtzLuciano ZanetteLuc DuboisMonica PiloniTomoshige KusunoWalmor Corrêa e Wesley Duke Lee, sob curadoria de Agnese Fabbiani Ian Duarte Lucas. A mostra, composta por desenhos, esculturas, fotografias e pinturas, busca despertar no espectador sentimentos diversos acerca do dissonante, daquilo que mexe com nossas mais profundas inquietações, abordando o estranho e as reações que são desencadeadas a partir desse contato. No intuito de promover o diálogo entre diferentes públicos e gerações, a exposição apresenta obras de artistas tanto representados pela Verve Galeria, como por outras galerias do circuito paulistano. 

Emprestado da psicanálise - "O Inquietante", texto homônimo de Sigmund Freud publicado em 1919 -, o conceito da nova exposição da Verve Galeria nos coloca de frente com aquilo que tentamos manter oculto, mas que de alguma forma vem à tona, como algo estranhamente familiar. "De natureza ambígua, no despertar de nossas mais profundas inquietações, não raro o assombro é substituído pela mais irresistível atração. Encontra-se aí a gênese de nosso incômodo: a inquietação diante do sombrio que se revela em nós mesmos", comentam os curadores.   

Das bizarras cenas de Hyeronymous Bosch, passando pelos surrealistas, que encontraram embasamento teórico no repertório de imagens reprimidas enquanto expressão do inconsciente, dos sonhos e de outras inúmeras teorias freudianas relativas ao medo da castração, aos fetiches e ao sinistro, é fato que o tema sempre esteve presente na história da Arte. Nos dizeres dos curadores: "Nossa proposta é a de investigar estes diversos processos que encontram paralelo nas artes visuais, possibilidade viável apenas em uma exposição coletiva, na qual se permite ter contato com seus mais diversos desdobramentos", concluem os curadores. "O Inquietante" conta ainda com trabalhos históricos dos artistas Farnese de AndradeTomoshige Kusuno, e a "Série das Ligas", de Wesley Duke Lee - cuja polêmica marcou sua primeira exposição, anos 1960. 

Anexo, press release completo.




Francisco Hurtz, "Sem Título", aquarela sobre papel (2015)






 
Exposição: "O Inquietante" 
Artistas: Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Francisco Hurtz, Luciano Zanette, Luc Dubois, Monica PiloniTomoshige Kusuno, Walmor Corrêa e Wesley Duke Lee 
Curadoria: Agnese Fabbiani e Ian Duarte Lucas 
Coordenação: Allann Seabra 
Abertura: 07 de junho de 2018, quinta-feira, às 19h 
Período: 08 de junho a 21 de julho de 2018 
Local: Verve Galeria – www.vervegaleria.com 
Endereço: Rua Lisboa, 285 – Jardim Paulista, São Paulo – SP 
Telefone: (11) 2737-1249 
Horários: Terça a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 11 às 17h 

Exposição: Verticais







Exposição Verticais.

Verticais, a exposição coletiva dos artistas: Dirce Fett, Jabim Nunes, Janete Bloise, Martha Pires Ferreira, Regina Hornung e curadoria de Dony Gonçalves, revelam olhares para além do panorâmico.
Com abertura às 18 horas, dois de junho na Casa Amarela, Rua Hermenegildo de Barros, 163, Santa Teresa, permanece até o dia 30 com visitas agendadas.
Em 2016, parte deste grupo expos no mesmo local durante "Arte de Portas Abertas", e retornam convidados revisitando pesquisas, processos e procedimentos.
São artistas que trabalham a cor utilizando linguagens variadas como pinturas, desenhos, objeto, fotografias, colagens na busca de diálogos e obras que se desdobram em pequenos formatos.



Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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