terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Arquitetura do Secreto - Monica Barki na Galeria do Ateliê. Curadoria: Frederico Dalton




Galeria do Ateliê
Inaugura
Arquitetura do Secreto
Exposição de 24 fotografias de Monica Barki - curadoria Frederico Dalton
Abertura dia 10 de fevereiro de 2017, às 19h
Entrada franca
O secreto está aqui. Supostamente revelado. Por que não admitir que a arquitetura mencionada no título desta exposição pode ser também a arquitetura desta galeria?

A Galeria do Ateliê inicia o ano 2017 com a exposição Arquitetura do Secreto da artista Monica Barki apresentando de 24 fotografias que registram performances realizadas em motéis do Rio de Janeiro entre 2013 e janeiro de 2017. A artista atua como protagonista revelando temas de histórias pessoais, assim como da esfera existencial coletiva. Monica espreita os bastidores onde são reproduzidos os estereótipos do feminino, tornando visível um erotismo pleno de alegorias, perversões e prazeres. A Galeria do Ateliê fica na Avenida Pasteur, 453 Urca (2541 3314)

Para o curador Frederico Dalton, Arquitetura do Secreto de Monica Barki é uma exposição sobre relações, sobre o olhar do poder e o poder do olhar. São muitos os atores aqui. E no drama destas relações se destacam o dizível e o indizível, o que pensamos saber sobre nós mesmos e os enormes esforços que empreendemos para de alguma forma existir. É um evento sobre o olhar do poder, sobre como o poder se veste, se configura e se organiza para melhor nos enquadrar; e sobre o poder do olhar, sobre como o poderoso olhar do espectador é capaz de nos desnudar”.




 Pole Dance with Pet.

Shanti On.

Sobre a artista
Entre as principais individuais realizadas pela carioca Monica Barki destacam-se: Desejo, Galeria TAC (Rio de Janeiro, 2014), Arquivo sensível, Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, 2011), Lady Pink et ses garçons, Galeria Anna Maria Niemeyer (Rio de Janeiro, 2010), Collarobjeto, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires, 2001), Colarobjeto, Galeria Nara Roesler (São Paulo, 2000), Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2000) e Pinturas, Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 1992).
Além de mostras coletivas no Brasil e no exterior, a artista destaca: Contemporary Brazilian Printmaking, International Print Center New York (Nova Iorque, 2014), Gravura em campo expandido, Estação Pinacoteca (São Paulo, 2012), Arte em Metrópolis, Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, 2006) e Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, 2006), Arte Brasileira Hoje, Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ (2005), 11ª Bienal Ibero-Americana de Arte (México,1998), 21ª Bienal Internacional de São Paulo (1991).  Obras estão presentes no MAM-RJ, MAM-SP, Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte), Coleção IBM (Rio de Janeiro e São Paulo), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Curitiba), Itaú Cultural (São Paulo), Museu de Arte Contemporânea de Niterói (Coleção João Sattamini) e Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Fortaleza), entre outras.

O Curador
O carioca Frederico Dalton formou-se em cinema pela UFF e é mestre em comunicação pela UFRJ. Estudou fotografia e vídeo na Academia de Arte (Kunstakademie) de Düsseldorf (Alemanha) com Nam June Paik e Nan Hoover. Professor de Artes na FUNARTE, SESC e no Ateliê da Imagem (Rio de Janeiro). Frederico Dalton também é escritor, tendo publicado o e-book “Minificções” pela Amazon.com.
Seu trabalho artístico está documentado no livro intitulado “Fotomecanismos”, editado pelo Oi Futuro, Rio de Janeiro, em 2007 e em outras publicações. Vem produzindo textos para exposições e é o idealizador e curador da Galeria Transparente, uma galeria virtual que também se configura como exposição física e que teve exposições e eventos na Fundição Progresso, Sesc Friburgo e Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO
Galeria do Ateliê inaugura
Arquitetura do Secreto, de Monica Barki - 24 fotografias (em papel de algodão hahnemuhle 308g)
Abertura dia 10 de fevereiro de 2017, às 19h
Visitação de 13 de fevereiro a 31 de março
Horário: de 2a a 6feiras das 10h às 21h; sábados das 10h às 17h
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur 453, Urca
Tel: 21 2541 3314 /

Adriano Motta apresenta a individual Space Jihad na Cavalo.


Adriano Motta apresenta a individual Space Jihad na Cavalo.
Mostra reúne 10 trabalhos inéditos que convidam os visitantes a uma jornada fantástica

Desde 2003, Adriano Motta trabalha sobre os mais variados suportes, como pinturas, desenhos, objetos, pôsteres, livros, zines, vídeos e experimentações sonoras. A partir de 01 de fevereiro suas novas criações poderão ser conferidas na exposiçãSpace Jihad, em cartaz na galeria Cavalo, em Botafogo.

Muito próxima a uma orientação fantástica, a mostra alcança um futuro distópico e de lógica própria, ainda que sem se eximir de pensar o presente.
Nessa viagem, Adriano lança um olhar ácido sobre um mundo diverso, bélico e caótico. “Diferentemente da ficção científica, esse trabalho se propõe a avaliar o desenvolvimento humano sem as amarras da racionalização, usando como ferramentas de pesquisa o pânico e a ironia, diz o artista.

O público poderá conferir 10 obras inéditas, divididas em duas salas. Na primeira serão apresentadas duas pinturas-colagens em grandes dimensões, de 2m x 2,5m, com chapas de metais e suportes de ímãs, onde telas se sobrepõem encobrindo umas às outras, como diferentes browsers da internet. Há ainda um pequeno globo, de 30 cm de diâmetro, criado por Adriano com nanquim, grafite e óleo, inspirado por globos celestes desenvolvidos por Vicenzo Coronelli, no século XV.

A segunda sala abriga o outro globo celeste, mais imponente, com 1 m de diâmetro, que junto com o pequeno, representam duas luas de Júpiter depois da colonização humana. Neste ambiente estão reunidos ainda os desenhos menores, com sobreposições e ímas. Sobre o enigmático título da exposição, Adriano diz: “A palavra Jihad perderá seu sentido original e passará a ser o nome de um passo de dança. Space Jihad será uma boate em forma de globo localizada na não-existência.

Curador da exposição, o psicanalista e crítico de arte Guilherme Gutman chama atenção para a vasta curiosidade e para a amplitude de interesses do artista. "Tal característica faz com que haja algo renascentista no modo como Adriano constrói o seu trabalho: interesses múltiplos, sem uma hierarquia fixa. Suas telas e seus globos, em particular, 'retornam do futuro' para só então obter a sua força crítica sobre o presente", analisa.

Space Jihad é apenas o primeiro trabalho apresentado Adriano em 2017. Ao longo do ano o artista pretende dar continuidade aos processos apresentados na mostra e seguir com sua produção audiovisual. “Além disso, o Projeto Cavalo, do qual faço parte junto com Cadu, Eduardo Berliner e Paulo Vivacqua, vai retomar suas atividades com uma exposição marcada para o fim do ano”, conta.






Serviç– Space Jihad – Adriano Motta
Abertura – 01 de fevereiro, às 18h
Período – 02 de fevereiro a 11 de março
Horário de visitação - Terça a sexta, das 12h às 20h. Sábados, das 13h às 17h
Local – Cavalo – Rua Sorocaba, 51, Botafogo. Tel: (21) 2267-7654
Entrada gratuita


Sobre o artista – Adriano Motta é formado em Design pela PUC- RJ e fez cursos superiores na School of Visual Arts, em Nova York. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Em 2013 publicou o livro Mickey Speed, pela A Bolha Editora, e o livropôster “A Morte da Caveira de Metal. Participou em 2011 da performance Projeto Cavalo, com a Orquestra Equestre de Libertação. Fez performances combinando improvisação ao saxofone e vídeo arte na Comuna, em 2012, e na Audio Rebel, em 2016.

Realizou a exposição individual Trabalhos Recentes, em 2011, na Galeria Mercedes Viegas. Participou da nona edição do XXX Fluorifestival, na cidade de Pesaro, na Itália. Foi indicado ao Prêmio Pipa nas edições de 2014 e 2016.

Sobre a Cavalo – Inaugurada há um ano, num casarão de 130 metros quadrados em Botafogo, a Cavalo pertence aos sócios Ana Elisa Cohen e Felipe Pena. A dupla representa atualmente os artistas Adriano Motta, Alvaro Seixas, Felipe Cohen, Marina Weffort, Pablo Pijnappel, Pedro Caetano, Vijai Patchineelam e Wagner Malta Tavares. Mais informações: www.galeriacavalo.com

Dotart Galeria: Crônicas de Marcos Chaves e Panorama El Vilajero Curadora: Wilson Lazaro



DOTART GALERIA RECEBE AS EXPOSIÇÕES “CRÔNICAS”, DE MARCOS CHAVES, E
“PANORAMA EL VIAJERO”, DE BRUNO FARIA, ATÉ 03 DE MARÇO

Até o dia 3 de março, a dotART galeria apresenta o humor provocativo de Marcos Chaves, na exposição Crônicas, e o frescor de Bruno Faria, com a mostra Panorama El Viajero, sob a curadoria de Wilson Lazaro.

Marcos Chaves, Crônicas
O carioca Marcos Chaves apresenta ao público mineiro um recorte de 20 anos de sua produção artística, entre 1996 e 2016, composto por fotografias e uma obra em vídeo. Trabalhando sobre os parâmetros da apropriação e da intervenção, sua obra é caracterizada pela utilização de diversas mídias, transitando livremente entre a produção de objetos, fotografias, vídeos, desenhos, palavras e sons.  “Ele une a poesia, o ritmo e o humor na sua obra para criar”, comente o curador Wilson Lazaro.
O artista faz da palavra, do humor e da crônica fotográfica seus instrumentos para colocar em questão as incertezas, suas e coletivas, e desafiar as certezas do mundo. O uso do texto em seu trabalho abre diferentes significados, ampliando as possibilidades de leitura e percepção de situações, às vezes bastante simples e óbvias. “O texto pode propor leituras mais complexas, dobras, propiciando ao expectador acesso a outras possíveis interpretações do assunto em questão. Às vezes com a supressão de uma vírgula, um acento ortográfico ou mesmo a eliminação do espaço entre as palavras, procuro dar visibilidade a uma nova maneira de observar o que parecia ser o óbvio ou o clichê”, afirma Chaves.
Uma das obras mais conhecidas do artista, que trabalha justamente o texto e suas camadas de significados em diálogo com a fotografia, está presente na dotART galeria: “Eu só vendo a vista”, de 1998. “Nesta obra, a junção da frase ‘Eu só vendo a vista’ com a fotografia da Baía de Guanabara, principal cartão postal carioca, é uma síntese da cidade, sobre ser carioca, ser artista no Rio. Sobre o mercado, no caso o da arte e o imobiliário”, finaliza.



Bruno Faria, Panorama El Viajero
O recifense Bruno Faria apresenta a exposição “Panorama El Viajero”, partindo de um deslocamento entre diferentes paisagens, colocando-se como um etnógrafo, um sujeito que procura conhecer e entender o mundo. A exposição tem como ponto central um olhar sobre suas distintas linguagens: desenho, colagem, pintura, escultura e arte sonora. “Partindo de contextos específicos, o trabalho do artista revela seu olhar crítico sobre o mundo em que vive”, destaca o curador.
Na obra de Bruno Faria há um frescor ao lado de certas lembranças e antigas memórias. Ao se utilizar de objetos encontrados carregados de memórias, ele se expressa por meio da ressignificação destes itens. “Acredito que uma boa obra de arte contemporânea seja um reflexo do presente, algo que traga frescor. Minhas obras podem ser vistas em diferentes linguagens, do tradicional desenho, uma instalação ou uma ação no espaço público. Para cada obra, a apresentação dela é pensada, sobretudo, em relação ao público que verá”, afirma o artista.

Bruno Faria.  Lembranças.

Sobre a dotART galeria
A dotART galeria fez de seu espaço um lugar para ser, pensar, produzir, experimentar, celebrar e comercializar a arte de uma forma poética. Isso possibilita, ao longo de sua trajetória, uma maior eficácia na relação entre o espectador e o objeto de arte em foco.
Com uma programação de exposições constante, apresenta um elenco de criadores com diferentes linguagens e suportes. Crê que cada objeto de arte é um canal factível com potência de irradiar cultura, e amplia o seu campo de ação ao estimular a rede de colecionadores, arquitetos, designers de interiores e amantes da arte com a qualidade e o frescor das criações dos seus artistas.
A larga experiência e seriedade na parceria com novos valores faz da galeria também um posto avançado da produção mais atual da arte no Brasil e no mundo. Ao longo desses 40 anos, vários artistas já passaram pela galeria, que tem um acervo cuidadoso e especial que transita entre o acadêmico, moderno e o contemporâneo. 
Com planejamento e pesquisa, desenvolve um plano para a carreira de cada um dos artistas que representa. Buscando as soluções mais criativas e eficientes, apoiados em pesquisa, consultoria, curadoria, publicações e gestão de projetos para as instituições, trazendo para a superfície todo o pensamento de realizar a sua criação que proporciona o cuidar e conviver numa pulsão entre Vida e Arte.

SERVIÇO:
Marcos Chaves, Crônicas
Bruno Faria, Panorama El Viajero
Visitação: até 03 de março de 2017.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários – BH/MG
Entrada Franca.
Contato: (31) 3261-3910/ dotart@dotart.com.br.
Istagram.com/galeriadotart

Luciana Brito Galeria - Geraldo de Barros


Últimas semanas
                              Vista da exposição Geraldo Industrial
Geraldo de Barros  Geraldo Industrial 
Até dia 18 de fevereiro

segundas das 11h às 18h . terça à sexta das 10h às 19h
*Voltaremos a abrir aos sábados a partir do dia 18, das 11h às 18h
   
Av. Nove de Julho, 5162 - Jardim Europa
Geraldo de Barros, Sem título da série "Jogo de Dados"  (35), 1986/2016
Geraldo de Barros, Sem título da série "Jogo de Dados"  (11), 1986/2016
Luciana Brito Galeria
Av. Nove de Julho, 5162
São Paulo Brasil 55 11 3842 0634

lucianabritogaleria.com.br

International Art Workshops Dynamic Encounters - Charles Watson



Falatório com Claudia Hersz e Thales Leite - Casa França Brasil


Primeiramente, muito obrigada àqueles que foram ao lançamento do livro, espero que tenham se divertido na Feira d'Alfândega em sua primeira edição.

Amanhã, 31/01/2017, vai haver um programa do calendário das terças-feiras na Casa França Brasil : Falatório. Nesta semana, o Falatório será protagonizado por mim e pelo Thales Leite, artista que está com um lindo trabalho em exposição. Será de 18 às 20 hs...

Aproveitei o ensejo e estarei recebendo, a partir das 17 hs, os amigos que ainda não puderam ir para o que se costuma chamar de visita guiada (que , nesse caso específico, se revela um termo algo inadequado... ).

Como dia 2 de fevereiro - 5ª feira, é dia de Iemanjá, a direção da Casa organizou uma oferenda, colocando uma barquinha no mar, comemorando a recente reabertura da Casa para a paisagem. Estarei também neste dia a partir das 17 hs, para quem quiser chegar, observando que esta é a última semana para visitar o trabalho, pois a exposição vai só até domingo.

Um forte abraço
Claudia

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Roger Ballen




Roger Ballen (1950-) Nasceu em Nova York. Sua mão era fotógrafa da Magnun. Após sua precoce morte, Ballen viajou para Europa, Ásia e Africa, onde realizou uma série de imagens de ruas. Graduou-se em Psicologia pela University of California, Berkeley. Doutorado na Colorado School of Mines in Golden, Colorado.  Em 1982,  com o casamento mudou-se para Joanesburgo, África do Sul, onde trabalhou como Geógrafo. Fotografou as pessoas, arquitetura das grandes cidades e aspectos da vida rural da África do Sul. A quase totalidade do seu trabalho foi realizado em preto e branco. Inúmeros prêmios e exposições em diferentes museus do mundo. No Rio, individual no Museu de Arte Moderna, RJ. Em 2015, retrospectiva no MAC, USP. Criou a fundação Roger Ballen para apoiar o desenvolvimento da fotografia em Joanesburgo. Vive e trabalha em Joanesburgo.

A obra dele se torna bastante original a partir de quando ele deixou a fotografia documental e passou a mesclar realidade e ficção. Uma fotografia que mexe com o documental e com situações encenadas..." Daniela Géo, curadora da exposição MAC, USP.





Dresie and Casie, Twins, 1993



Ratman, 2000.


Sleeping Woman, 2000.



Head Inside Shirt, 2001.



Loner, 2001.



Broken Bag, 2003.



Judgement Day, 2003.



Configuration, 2003.


Transfomation, 2004.



Minicry, 2005.


Stare, 2008.


Possessed, 2009.



Caged, 2011.



Take Off, 2012.


Memento Mori, 2012.






Alter Ego, 2012


Bath Scene, 2012.


Shack Scene, 2012.


Alight, 2012.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Imagem Semanal: De Leonardo a Picasso no Hermitage

Um passeio pela fabulosa  coleção do Hermitage Museum, São Petersburgo.





Leonardo da Vinci (1452-1519) Virgin and Child. Madonna Litta, 1501-1505.



Hugo van der Goes (1440-1482) Adoration the Magi, s.d.



Cima da Conegliano (1459-1518) Anunciation, 1495.



Titian (1477-1576) Portrait of Young Woman, 1530.



Giorgione (1478-1510) Judith, 1508.



Raphael (1483-1520) Madonna Conestabile, 1500.


Pellegino Tibaldi (1527-1596) Holly Family with Saint Elizabeth, s. d.


El Greco (1541-1614) Saint Peter and Saint Paul, 1590.


Michelangelo Caravaggio (1571-1610) Lute Player, 1594.



Rembrandt (1606-1669) Saskia como Flora, 1634.


Francisco de Zurbaran (1598-1664)  St Lawrence, 1636



Bartolomé Esteban Murillo (1617-1682) Baking of Flat Cakes, 1645-1650.



Adam Pynacker (1622-1673) Boat on a River, 1655.



Pieter de Hooch (1629-1684) Woman and a Maid with a Pail of Fish in a Courtyard, 1660.



Diego Velásquez (1599-1660) Luncheon, 1774. 



Canova (1757-1822) Eros e Psiquê, 1808.



Jacques-Louis David (1748-1825) Sappho and Phaon, 1809.


Eugène Delacroix (1798-1863) Arab Saddling His  Horse, 1855,



Alfred Sisley (1839-1899) Villeneuve-la-Garene. Village on the Seine, 1872.


Edgard Degas (1834-1917) Woman at Her Toilet, 1885,


Paul Cézanne (1839-1906) Aples, Pears and Grapes, 1879.


Claude Monet (1840-1926) Haystack, 1886,



Vincent van Gogh (1853-1890) Memory of the Garden at Etten, 1888.



Paul Gauguin (1848-1903) Tahitian Pastoral, 1893



Henri Rousseau (1844-1910) Promenade in the Luxembourg Garden, 1909.


Henri Matisse (1869-1954) The Dance, 1910.

Pablo Picasso (1881-1973) The Visit. Two Sister, 1902.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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