quarta-feira, 26 de julho de 2017

Vicente do Rego Monteiro





Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) Nasceu e morreu em Recife. Pintor, desenhista, aquarelista, ilustrador, escultor e poeta. Ainda criança entrou para Escola Nacional de Belas Arts. Em 1911, mudou-se com a família para Paris, onde frequentou a Academie Julien. Nesse período teve contato com Modigliani, Léger, Braque, Miró, Gleizes e Metzinger. Aos 14 anos, participou do Salão dos Independentes, Paris. Durante a Segunda Guerra, morou no Rio de Janeiro. Após seu término, em 194, voltou para Paris, onde fundou a editora La Presse à Bras, passando a dedicar-se quase que exclusivamente à poesia.  Participou da Semana de Arte Moderna de 1922 com oito quadros. Em 1957, retornou ao Brasil, radicou-se em Recife, sendo professor da Escola de Belas Artes da Universidade de Pernambuco e da Universidade de Brasília. Um dos seus livros de poesia recebeu o prêmio Gulhaume Apollinaire. Seu prestígio foi maior no exterior do que no Brasil.



Retrato de Rui Ribeiro Couto, 1920. Coleção Gilberto Chateaubriand.


Retrato de Joaquim do Rego Monteiro, 1920.


Menino, 1920


Boto, 1921. Aquarela e nanquim sobre papel.

A Noite Sai da Noz de Tucumã, 1921. Aquarela e nanquim sobre papel.


Crucificação, 1922.




Deposição, 1924.


Os Calceteiros, 1924. Palais des Congrès, Liège.

Maternidade, 1924. Palácio Bandeirantes, São Paulo.


Ceia Eucarística, 1925. Museu de Arte Assis Chateaubriand, U. F. Pernambuco, Campina Grande.




Poesia de João Cabral de Melo Neto sobre o quadro abaixo





O Menino e a Ovelha, 1925.




Mulher com Galinha, 1925. Coleção particular.


Mani Oca / O Nascimento de Mani, 1925. Aquarela e nanquim sobre papel. MAC USP, São Paulo.




Nossa Senhora da Conceição, 1942. Museu do Estado de Pernambuco.

Açoitada, 1960. Coleção particular.


O Cambiteiro, 1961. Fundação Joaquim Nabuco, Recife.

Vaqueiro, 1961. Fundação Joaquim Nabuco, Recife.

Paisagem Zero. 1943.


Duelo.1969.


As Religiosas, 1969


 Goleiro, s.d. Acervo do Banco Central.



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