quarta-feira, 31 de maio de 2017

Paul Delvaux





Paul Delvaux (1897-1994) Nasceu em Antheit, Bélgica. Graduou-se pela Académie Royale des Beaux-Arts em Bruxelas, como seus pais não aprovavam sua vontade de dedicar-se à pintura, ele optou pelo Departamento de Arquitetura. Homem culto estudou música, Latim e Grego e interessava-se pelo poesia de Homer. Seus primeiros trabalhos foram paisagens e nu nas paisagens sob a influência do Expressionistas Flamengos.
A partir de 1933, influenciado por De Chirico, adere a Arte Metafísica. Conviveu com Magritte e ligou-se ao Surrealismo. Foi diretor da Académie Royale des Beaux-Art. Em 1982, foi inaugurado o Delvaux Museum em Saint-Idesbald. Em 1965 Retrospectiva National Museum of Modern Art, Tóquio


El Incendio, 1935

Le Miroir, 1936. Coleção particular.

Femme a la Rosé, 1936.


The Break of Day, 1937. Guggenheim Museum, Nova York.

The Joy of Life, 1937.


Anciente  City, 1941.  Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Sleeping Venus, 1944. Tate Gallery, Londres.



Jeune Femme Nue, 1945


The Great Sirens, 1947. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Leda, 1948. Tate Gallery, Londres.

Eecce-homo-1949.


Small Train Station at Night, 1951.  Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Crucifixion, 1952


Le Jardin Nocturn, 1957. Coleção particular.


La Belle de la Nuit, 1962. Coleção particular.

Toutes les Lumieres, 1964

Le Sacrifice d'Iphigénie, 1968. Coleção particular.

Le Jardin, 1971. Coleção particular.

Les Vestales, 1972.


terça-feira, 30 de maio de 2017

Imersões Cromáticas de Flavia Tronca Curadora: Simone Boone





Detalhes
Na história, as relações entre a arte e a tecnologia sempre foram intrínsecas. Pode-se dizer que o uso das tecnologias inicia desde que o homem pré-histórico descobriu as potencialidades dos objetos para sua sobrevivência e desenvolveu instrumentos úteis ao seu cotidiano, facilitadores de suas atividades. Assim, em todos os períodos da história, o homem investe em descobertas tecnológicas para aprimorar seu modo de vida e por consequência, traduzir a sua visão de mundo a partir de meios compatíveis com a sua realidade.

Se a tecnologia sempre esteve aliada à criação, o computador hoje é um dos instrumentos criativos contemporâneos, da mesma forma que o mármore, telas e tintas foram os principais suportes da produção artística até o final do século XIX.

Novas tecnologias podem propor novas narrativas, conceitos e sentidos na arte. Os mecanismos tecnológicos não vêm substituir a matéria que compunha as formas tradicionais da arte, mas coloca-se como uma nova realidade que caminha junto a essas, possibilitando novas formas de pensar, coerentes com a realidade.

Assim, a distância entre o pensamento criador e a obra de arte pode ser maior ou menor a partir da escolha da sua linguagem. Para a artista Flávia Tronca, que há mais de trinta anos pesquisa o universo da arte através da sua produção, a essência da pintura se manifesta em múltiplos suportes geradores de imagem e entre eles, o uso das tecnologias digitais.

Arte digital é o termo que abrange a maioria das manifestações artísticas que se utilizam de tecnologias computacionais no processo de criação. Uma imagem digital é uma imagem gerada ou transformada em números, decodificada por um sistema computacional enquanto informação. Esses recursos oferecidos pela tecnologia digital aumentam as possibilidades e conferem à imagem contemporânea uma nova significação.

Entre o processo tradicional da pintura e as transformações digitais que resultam

em novas imagens, há um não lugar em suspensão: da mesma forma que a artista move o pincel sobre a superfície concreta do papel ou da tela, utiliza as ferramentas computacionais para transformar pontos e traços em pixels. A artista promove uma conversa entre as técnicas tradicionais pictóricas e as tecnologias computacionais, onde a cor-tinta vira cor-luz, e da ação expressiva do gesto real até a transformação da qualidade original da imagem em pontos, surge um espaço imaterial.

Na criação de Flavia Tronca, é determinante entender os movimentos originais de criação que permanecem no processo digital: linhas intensas que se repetem ou se replicam, cor que se satura nos limites do software, ponto que se transforma em pixel; cenário real que se transforma em não-lugar; imagem pictórica tornada linguagem numérica.

Nesse processo de idas e vindas, muitas voltas e muitos conceitos apreendidos em cada movimento. A tecnologia usa o termo “imersão” para colocar o espectador num outro lugar. A cor transforma-se em sensação cromática. Em cada imagem, a sensação de imersão numa superfície imaterial. Mão e mente buscam na tecnologia a complementação de um pensamento.

Imersões Cromáticas tem na cor uma força aliciante que provoca o mergulho visual imediato para muito além da superfície do papel. O conjunto de azuis traz, de forma indireta, a referência ao YKB forte e impactante, como foi para o artista Yves Klein, descobrir na incorporalidade da cor, uma razão ainda maior para criar. Na multiplicidade de conceitos implícitos em cada imagem, o mergulho do olhar na cor amplia os sentidos. Por um instante, a arte a tecnologia transformam-se apenas na experiência de uma imersão instantânea, no hiato que existe entre o olho e mente.

Silvana Boone

Doutora em Artes Visuais

Curadora da Exposição

Exposição Sorria! Série Olhar. Jacaranda #4. Marcone Moreira

JUN3

Exposição Sorria! Série Olhar. Jacaranda #4. Marcone Moreira

Público
 · Organizado por Jacaranda
Jacaranda
Ladeira da Glória nº26 - Casa 1, Rio de Janeiro

Inauguração da exposição “Sorria!”, exibição do mini documentário OLHAR sobre a obra dos artistas Gustavo Speridião e Cadu, lançamentos do livro do artista Marcone Moreira com texto de Moacir dos Anjos e da Revista Jacaranda #4.

Jacaranda inaugura no dia 3 de junho a exposição “Sorria!” reunindo jovens artistas que trabalham com pintura no Rio de Janeiro. Alvaro Seixas, Bruno Drolshagen, Daniel Lannes, Geraldo Marcolini, Gustavo Speridião, Julia Debasse, Mayla Goerisch, Pedro Meyer, Rafael Alonso, Rodrigo Martins e Tatiana Chaloub apresentam parte de suas produções mais recentes, muitas obras ainda inéditas, em um panorama que pretende apresentar ao público diferentes caminhos e possibilidades sobre o pensamen... Ver mais

Ivan Grillo no acervo do Guggenheim Museum


Naïfs da Contemporaneidade - Galeria Jacques Ardies


Galeria Jacques Ardies inaugura a mostra coletiva Naïfs da Contemporaneidade, com obras de 8 artistas brasileiros, cada um com sua visão própria e criativa sobre o universo em que vivemos.

Interpretar através da ‘arte naïf’ pode não ser tão simples, visto que se trata de uma expressão regional que percorre o mundo assumindo aspectos de acordo com o que é vivenciado pelos artistas. Estes, exibem suas próprias experiências por meio de linhas e formas peculiares, sem ter recebido formação acadêmica de uma escola de Belas Artes. Algumas das principais características deste gênero são o uso de cores vibrantes, a retratação de temas corriqueiros, traços geralmente figurativos, bem como a idealização da natureza sem rigor técnico, especialmente em relação à perspectiva. Neste sentido, a arte chamada “naïf” encontra no Brasil o ambiente ideal, que se amplifica ainda mais graças à exuberância das florestas, à intensa luminosidade e ao conhecido calor humano brasileiro.

Assim, a mostra Naïfs da Contemporaneidade apresenta 8 artistas representativos: Thais Gomes, Enzo Ferrara e Ana Denise expõem suas obras pela primeira vez na galeria. O baiano Bida, o paranaense Marcelo Schimaneski e a paulistana Maite entraram no elenco da galeria recentemente e mostram as suas últimas criações. Obras inéditas de Olimpio Bezerra (de Cuiabá), e de Ernani Pavaneli (do Rio de Janeiro) completam a mostra, que tem por objetivo evidenciar o dinamismo dos naïfs brasileiros atuais.


Exposição: Naïfs da Contemporaneidade
Artistas: Ana Denise, Bida, Enzo Ferrara, Ernani Pavaneli, Maite, Marcelo Schimaneski, Olimpio Bezerra e Thais Gomes.
Curadoria: Jacques Ardies
Abertura: 30 de maio de 2017, terça-feira, às 19h
Período: 31 de maio a 1º de julho de 2017
Local: Galeria Jacques Ardies – www.ardies.com
Rua Morgado de Mateus, 579 – Vila Mariana - São Paulo
Fone: 55 11 5539-7500
Horário: Terça a Sexta-feira das 10h às 17h30. Sábado das 10h às 16h

 

9o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos Distrito Federal


BEST OF ITINERANTE DO LOBO FEST – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL DE FILMES CURTÍSSIMOS PROSSEGUE COM EXIBIÇÕES ITINERANTES POR REGIÕES ADMINISTRATIVAS DO DF
Curtas-metragens  brasileiros e estrangeiros serão exibidos na Estrutural, Riacho Fundo, São Sebastião e Lago Oeste com entrada franca


Lobo Fest – 9ª edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos dá prosseguimento à sua programação itinerante e fará exibições em mais quatro regiões administrativas do Distrito Federal: Estrutural, São Sebastião, Riacho Fundo e Lago Oeste.

O festival, que já passou pelo Núcleo Bandeirante, aterrissa nesta quinta-feira (1 de junho) na Estrutural com uma série de curtas-metragens e filmes curtíssimosPela manhã, a mostra será apresentada, às 9h20, no Centro Cultural da Cidade Estrutural. O Lobo Fest faz reprise da mesma programação no campus do IFB Estrutural em duas sessões: às 17h e às 19h. A entrada é franca.

Na programação, as mostras Animamundo (10 curtíssimos de animação)Narrativas do Mundo (10 curtíssimos de diversos países)Curtíssimos de Brasília (10 curtíssimos produzidos no DF), Curtíssimos Família (10 curtíssimos para ver em família) e a mostra Music and Dance, formada por três curtíssimos que articulam dança, música e audiovisual. Completam o programa, dois curtas metragens argentinos (“A Noiva de Frankenstein” e “O Mês do Amigo”), além de uma série de curtas infantis.




La Noiva de Frnkstein.

LOBO FEST – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL DE FILMES CURTÍSSIMOS
Best of Estrutural
Data: Dia 1 de junho, quinta-feira.
Horários:
Às 9h20, no Centro Cultural da Cidade Estrutural
Às 17h e às 19h, no IFB Estrutural

ENTRADA FRANCA

Outras Informações: (61) 9 9636-4143


BEST OF ITINERANTE DO LOBO FEST – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL DE FILMES CURTÍSSIMOS PROSSEGUE COM EXIBIÇÕES ITINERANTES POR REGIÕES ADMINISTRATIVAS DO DF

Curtas-metragens  brasileiros e estrangeiros serão exibidos na Estrutural, Riacho Fundo, São Sebastião e Lago Oeste com entrada franca


O Lobo Fest – 9ª edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos dá prosseguimento à sua programação itinerante e fará exibições em mais quatro regiões administrativas do Distrito Federal: Estrutural, São Sebastião, Riacho Fundo e Lago Oeste.

O festival, que já passou pelo Núcleo Bandeirante, aterrissa nesta quinta-feira (1 de junho) na Estrutural com uma série de curtas-metragens e filmes curtíssimos. Pela manhã, a mostra será apresentada, às 9h20, no Centro Cultural da Cidade Estrutural. O Lobo Fest faz reprise da mesma programação no campus do IFB Estrutural em duas sessões: às 17h e às 19h. A entrada é franca.

Na programação, as mostras Animamundo (10 curtíssimos de animação), Narrativas do Mundo (10 curtíssimos de diversos países), Curtíssimos de Brasília (10 curtíssimos produzidos no DF), Curtíssimos Família (10 curtíssimos para ver em família) e a mostra Music and Dance, formada por três curtíssimos que articulam dança, música e audiovisual. Completam o programa dois curtas metragens argentinos (“A Noiva de Frankenstein” e “O Mês do Amigo”), além de uma série de curtas infantis.

LOBO FEST – 9º FESTIVAL INTERNACIONAL DE FILMES CURTÍSSIMOS
Best of Estrutural
Data: Dia 1 de junho, quinta-feira.
Horários:
Às ...., no Centro Cultural da Cidade Estrutural (falta endereço)
Às ...., no IFB Estrutural (falta endereço)
Às ... , no IFB Estrutural (falta endereço)

ENTRADA FRANCA

Outras Informações: (61) 9 9636-4143

Trailer de A Noiva de Frankenstein: https://vimeo.com/129973450

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Thomas Ruff



Thomas Ruff (1958-) Nasceu em Zell. Vive e trabalha em Düsseldorf e Nova York. Outro grande nome revelado pelos mestres Bernd and Hilla Becker da Kunstakademuie Art Academie. Criou uma forma de fotografia conceitual. Aos 23 anos, ainda estudante, já tinha seu trabalho em galerias comerciais. Trabalha realizando séries. As iniciais foram sobre interiores e retratos de amigos ou parentes. Esses eram retratados como se fossem fotografias para passaporte e os modelos pareciam sem expressão. Haveria uma referência à fiscalização policial sobre a população. Entre 1992 e 1995 dedicou-se às fotografias noturnas: o céu e prédios. Em 2003, a série mais polêmica baseada  em fotos retirados de sites pornográficos e manipuladas digitalmente. Esteve presente na Documenta de Kassel e Bienais de Sidnei, de São Paulo e de Veneza.  Ruff é um dos artistas mais conceituados e premiados da Alemanha. É representado pelas galerias Gagosian e David Zwirmer.



Interieur, 1977. Tate Gallery, Londres.


Interieur B B, 1980


Interior, 1982.



Interior 2D, 1982.


Sterne, 1h 55m 30o, 1889. Museu Berardo, Porto.


Hauss 12 illa, 1989. Coleção particular.




Hauser Nummer 9, 1989.


Haus Nr II III, 1990.


Portrait, 1989.



Portrait, 1989. MoMA, Nova York.



Portrait (A Geise), 1989. C-print. Saatchi Gallery, Londres.


Portrait (O Cleslik), 1990. Saatchi Gallery, Londres.


Nudes vg 02, 2000. Mai 36 Galerie.



 Nudes PI 08


Nude Standing, 2001.



Cassini-24, 2004.



NY II, 2004. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Nudes dr 02, 2011. C-print.


Ma.r.s 04 III, 2012. Gagosian Gallery.


phg:5, 2013.


phg.s.04, 2013. David Zwirnner Gallery.


phg.s 06, 2014.


India.08, 2014. Galerie Rudiger Schöttle.


Neg◊stil_07, 2015.


Nature Mort, 2015.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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