sábado, 31 de dezembro de 2016

Imagem Semanal: Romã



"A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.
Segundo a Bíblia, quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estaria presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.
Os semitas a chamavam de rimmon; entre os árabes, era conhecida como rumman; mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou "roman". Na Idade Média, a romã era, frequentemente, considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta como o fruto têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental" Fonte: Wikipédia.
No Brasil, ao romã é creditado o poder de trazer sorte e dinheiro. Muitos compram a fruta e guardam nas carteiras,sementes secas na esperança da realização da lenda no Ano Novo. 


Woman Holding a Ponegranete, 450. Etrusco. Arthur M. Sackler Museum, Havard University.

Autor desconhecido () Pomegranate, 1200-1340. Song Dynasty. Los Angeles County Museum of Art.



Jacopo dela Quercia (1371-1438) Madona of the Promegate, 1408. Museo Della Cathedrale. 



Fra Angelico 1390-1455) The Virgin and Child with Two Angels or The Virgin with Pomegranate, 1426. Museu do Prado, Madrid.



Lorenzo di Credi (1475-1536) Madonna and Child with Pomegranate, 1475-1480. National Gallery, Washington.

Fillipino Lippi (1457-1504) Virgin and Child, 1483-1484. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Sandro Boticcelli (1445-1510) Madonna of Pomegranate. Madonna della Melegrana, 1487. Uffizi Gallery, Florença.


Francesco di Gentile da Fabiano (1460-1500) Virgin and Child with a Pomegate, 1497. Philadelphia Museum of Art.


Autor desconhecido The Christ Child Holding a Pomegranate, 1510. Cleveland Museum.




Albrecht Dürer (1451-1528) The Portrait of Emperor Maximilian I holding a Pomegranate, 1519.



Niccolò dell'Abbate (1510-1571) Portrait of a Young Man with Parrot and Pomegranate, 1540. Kunstshitoiches Museum, Viena.


Michelangelo Cerquozzi (1602-1660) A Boy Picking Pomegranates, 1640-1645. Museu do Prado, Madrid.



Abrahan Brueghel (1631-1697) Pomegranates and Other Fruit in a Landscape, s.d. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Lorenzo Lippi (1606-1669) Allégorie de la Simulation,  1640, Musée des Beaux-Arts d'Angers.


Rachel Ruysch (1664 -,1750)  Poirot and Pomegranate, s.d.



Dante Gabriel Rossetti (1828-1982) Proserpine, 1874. Tate Gallery, Londres.



Willian-Adolpho Bourguerau (1825-1905) Girl with Pomegranate. 1875. Coleção particular. 


Gustav Courbet (1817-1889) Pomegranates, 1881. Coleção particular.



Eugene De Blaas (1843-1931) Jeune fille aux grenades, s.d.




John Singer Sargent (1856-1925). Pomegranates, 1908. Brooklin Museum



Vicente Castell (1871-1934) Bodegón de Granadas, 1916. Coleção particular. 



 John Neil Rodger (1941-) Nude with Pomegranate, 1941.



Salvador Dali (1904-1989) Dream Caused by the Fight Around a Pomegranate a Seconde Before Awakening, 1944.


Tal Shochat (1974-) Pomegranate, 2010. Victoria and Albert Museum, Londres

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Edvard Munch



Edvard Munch (1863-1944) Pintor e gravador norueguês. Sua infância foi marcada pela tragédia com a morte precoce da mãe e da irmã mais velha de tuberculose. A irmã menor sofria de doença mental e seu pai, médico militar era um religioso fanático e tinha uma difícil relação com o filho artista. Em virtude dos parcos soldos recebidos por seu pai Christian, a família vivia em extrema dificuldade financeira. Frequentou a Escola de Artes e Ofícios de Oslo. Sofreu influência de Courbet e Manet. Seus temas prediletos e recorrentes foram as paisagens, os retratos, a doença e a morte. Ganhou bolsa de estudos para  estudar em Paris, onde conheceu as obras de van Gogh, Gauguin e Toulouse-Lautrec, que influenciaram seu estilo e pensamento. Morou em Berlim, Florença e Roma. Na Itália seu interesse maior foi Rafael. Depois de dezoito anos, voltou para Noruega. Já adulto, tinha comportamento estranho sendo classificado como distúrbio bipolar. Aos trinta anos, pintou seu trabalho mais conhecido O Grito, obra representativa do Expressionismo alemão. Após sua morte, foi criado o Museu Munch com obras deixadas por ele em seu testamento. O governo nazista retirou suas obras de todos os museus por serem imperfeitas e não representarem o pensamento alemão. Além de abrigar pinturas, desenhos, gravuras estão cerca de 12000 de escritos durante a vida de Munch. 




 La Vieille Églide d'Aker, 1881. Munchmuseet, Oslo.


The Painter Jensen-Hjell, 1885.


 Le Mystère d'une Nuit d'Éte, 1892. Coleção particular.


Mytical Shore, 1887. Metropolitan Museum of Art, Nova York


 Clair de Lune sur la Côte, 1892. Coleção Rasmus Meyer, Bergen.


The Scream, 1893. The Munch Museum.

Vampire, 1893-1894. Litografia.

Ashes, 1894.

Woman in Three Stages, 1894.

By the Deathbed, 1895


Two Women on the Shore, 1898.


 Fumée de Train, 1900. Munch Museet, Oslo.


Separation, 1900. Litografia.


 Nuit Blanche, 1901. Nasjonalgallerier, Oslo.

Self-Portrait with Brushes, 1904. The Munche Museum, Oslo.


Girl Under Appel Tree, 1904. Carnegie Museum.


The Murderess, 1906. Museu Munch, Oslo.


Self-Portrait in a Bottle of Wine, 1907. The Munch Museum.


The Sick Child, 1907. Tate Gallery, Londres


Death of Marat, 1907.


Head to Head, 1908.

 Le Tronc Jaune, 1911-1912. Munchmuseet, Oslo.


Landscape Kragero, 1912. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


 Paysage de Printeprints à la Maison Rouge, 1935. Munchemusset, Oslo.









Munch _ Cercle d'Art, 2006.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Jeff Wall




Jeff Wall (1946-) Nasceu em Vancouver. Graduou-se na Univesity British Columbia e cursou a pós graduação na Courtaud Institue, Londres. Professor da Nova Scotia College of Art and Design e Simon Fraser University. Recebeu prêmios tais como: Hasselblad Award, Ontorio Art Concils and Hofmann Roswitha Prize for Visual Arts. É Oficial da Ordem do Canadá. Suas fotos, em geral, de grandes tamanhos com referências a aristas como Velàzquez, Hokvsai, Goya e Manet e à literatura de Kafka, Mishima e Ralph Ellison. Por vezes, ele contrata atores para realizar o trabalho.Participou da Documenta de Kassel e Bienal de Shangai e individuais no Art Institute of Chicago, MoMA, Guggenheim, Tate Gallery e San Francisco Museum. Vive e trabalha em Vancouver. Artista representado pela Marian Goodman Gallery. Jeff Wall é um importante historiador da arte e fundador da Escola de Vancouver. Uma de suas obras está entre as 10 fotografias mais caras do mundo.

Milk, 1984. MoMA, Nova York.

The well, 1989.


Boy on TV ( For Parkett No 22), 1989.





The stumbling block, 1991. Transparência em caixa de luz 229x337 cm. Ydessa Hendeler Art Foundation.



Dead Troops Talk (a Vision after an Ambush of a Red Army Patrol, Near Moqor, Afghanistan, Winter 1986), 1992. Tate Gallery, Londres.



A Sudden Grest of Wind (after Hokusai), 1993 Transparência em caixa de luz. 229x337 cm Tate Gallery, Londres




After Invisible Man by Ralph Ellison Prologue, 1999. MoMA, Nova York.


View from Appartament, 2004. Tate Gallery.


A ventriloquist at birthday party, 2007.



Something Happens Poultry Dressing, 2007. Coleção Particular.




Siphoning Fuel, 2008.



Two Eat from Bag, 2009.


Boy Fall the Tree, 2010.



Staircase and Two Roons, 2014.


Changing Roon, 2014.


Approach, 2014.



Mask Maker, 2015.

Listener, 2015.









Maurizio Cattelan

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