domingo, 31 de julho de 2016

Imagem Semanal: A Mulher e seu Gato.




Hans Suss von Kulmbach (1480-1522) Girl Making a Garland, Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Ambrosius Benson (1519-1550 Portrait of a Lady Wearing Dark Costume and a Headdress Holding a Cat, s.d.


Hans Asper (1499-1571) Portrait of Cleopha Holzhalb, 1538.



Francesco d'Ubertino Verdi ou Bachiaca (1494-1557) Woman with a Cat, 1540.



Gabriel Metsú (1629-1667) Woman Feeding a Cat, 1662-1665. Rijksmuseum, Amsterdam.


Pierre-Auguste Renoir () Femme au Chat, 1880.


Jonathan Eastman Johnson (1824-1906) Girls and Pets, 1856.



Henri Rousseau (1844-1910) Portrait of a Woman,1895. Musée d'Orsay, Paris,



Pablo Picasso (1881-1973) Woman with Cat, 1900.



Henri Matisse (1869-1954) Marguerite with a Black Cat, 1910. Coleção particular.

Angèle Blanche Denvik (1874-1934) Snack Time, 1913. Coleção particular.



Mary Cassat (1844-1926) Young Woman Wearing a Small Winged Hat Holding a Cat, 1914.



Fernand Léger (1881-1955) Woman with Cat, 1921. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Max Beckmann (1884-1950) The Old Actress, 1926. Coleção particular.


Takahashi Sotel (1870-1932) Nude with Black Cat, 1929-1932.


Balthus (1908-2001) Thérèse Dreaming, 1938. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Frida Kahlo (1907-1954) Self-Portrait with Thorn Necklace and Hummingbird, 1940. University of Texas, Austin.


Lucien Freud (1922-2011) Girl with a Kitty, 1947. Coleção particular.


Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) Retrato de Nize, 1958.






sábado, 30 de julho de 2016

Cildo Meireles


Cildo Meireles (1948-) Nasceu no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Aos set anos, mudou-se para Brasília e em 1963, iniciou seus estudos na Fundação Cultural do Distrito Federal. Em 1967, retornou ao Rio e por dois meses estudou na Escola de Belas Artes. Entre 1971-1973, morou nos Estados Unidos. Foi um crítico da ditadura militar. Artista multimídia considerado um dos mais importantes do Brasil e com enorme projeção internacional. Participou das Bienais de Istambul, Veneza, São Paulo, Sidney, MercoSul e da Documenta de Kassel. Individual na Tate Gallery, Londres, no Palácio Velásquez, Madrid e no New Museum, Nova York. Em 2008, recebeu o prêmio Velásquez outorgado pelo Ministério da Cultura da Espanha. É representado pela Galeria Luiza Strina, SP.






Sem título, 1966.


Árvore de Dinheiro, 1969.

Cruzeiro do Sul, 1969-1970


Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto: Coca-Cola, 1970.


Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto: Coca-Cola, 1970.

Espelho Cego, 1970. Coleção Marcantônio Vilaça.




Rodos, 1978.


Camelô, 1980.

Parla, 1982.




Desvio para o Vermelho, 1967-1984. Instituto Inhotin.

Muro e Quadro Negro, 1986.

Olvido, 1987-1989.

Entrevendo, 1970-1994. Foto: Ben Blackwell.


Marulho, 1991-1997.


Babel, 2001.


Espaços Virtuais: Canto 1B, 2008

Pares Ímpares, 2011-2013



sexta-feira, 29 de julho de 2016

Roberto Vieira lançamento de livro Arqueologias na Livraria Quixote. Exposição .. Em Processamento Palácio das Artes.


ROBERTO VIEIRA LANÇA O LIVRO “ARQUEOLOGIAS”
NESTE SÁBADO (30), NA LIVRARIA QUIXOTE
ARTISTA MINEIRO TAMBÉM ABRE EXPOSIÇÃO NO PALÁCIO DAS ARTES,
“ROBERTO VIEIRA ...EM PROCESSAMENTO...”, NESTA QUINTA (28)

Terra. Superfície e profundeza. Matéria-prima e fóssil. Início e fim. O trabalho desenvolvido por Roberto Vieira ininterruptamente, há mais de 50 anos, foi organizado por Glória Campos e Mário Azevedo no livro Arqueologias, que será lançado neste sábado (30), das 11 às 14h, na livraria Quixote. Publicado pela 2 Linhas Editora, o livro contém textos críticos de Luiz Flávio Silva, Márcio Sampaio, Olívio Tavares de Araújo e Teodoro Rennó Assunção, além de fotografias de trabalhos do artista, em diversas fases de produção.
Roberto Vieira também abre na quinta-feira (28), às 19h, a exposição “Roberto Vieira ...em processamento...” na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, no Palácio das Artes. Após alguns anos sem expor em Belo Horizonte, o artista apresenta uma mostra ampla, com objetos, esculturas e instalações. A exposição faz parte da segunda edição do projeto ArteMinas, uma iniciativa da Fundação Clóvis Salgado.
O trabalho de Roberto Vieira está em constante movimento, assim como a própria terra. “Até os anos 80 eu pintava a terra, então parei de representa-la para trabalhar diretamente com ela. A natureza foi se tornando parte do que faço. Desse encontro surge o barranco como espaço de trabalho no qual vou adicionando objetos do cotidiano, que geram identificação nas pessoas. Um sapato, um liquidificador... E esse barranco hoje tem mais de 21m”, comenta.
Os objetos enterrados – como vestígios de uma vida, demonstrando a finitude das coisas – trazem não um estranhamento, mas a sensação de um devir, um amanhã. O artista consegue arrancar a beleza existente no final de trajetória dos objetos eternizada em fósseis. “Este barranco para mim é como uma partitura musical, uma sinfonia. Os objetos formam acordes graves, como de um violoncelo ou um baixo”, conta.
O artista também trabalha em caixas, fechadas com vidro, contendo objetos comuns revestidos de terra. “Eles querem a todo custo sobreviver ao assédio do tempo, saltando para o espaço próprio dos seres naturais. Roberto guarda-os dentro das caixas, em concentrações densas, carregadas de uma beleza trágica.”, afirma o artista e crítico de arte Márcio Sampaio em texto sobre o artista. Ainda de acordo com Márcio Sampaio, as instalações transformam os objetos fragmentando-os sem que, no entanto, eles percam sua identidade.
A presente mostra traz parte da produção recente de Roberto Vieira que trabalha a transitoriedade da vida, a força dos contrários, o ritmo do mundo e o silêncio. “A instalação com corpos recortados representando erosões, dispostos ao longo da galeria, propõe aos visitantes participar do processo criativo, tornando-se parte da obra”, finaliza o artista.


 Foto Inês Rabelo

Sobre Roberto Vieira:
Roberto Vieira nasceu em 1939, em Juiz de Fora. Começou a estudar violino em 1946 e, em 1955 passou a fazer parte da Orquestra Filarmônica de Juiz de Fora. Entre 1958 e 1963 frequenta a cadeira de violino da UMA, em Belo Horizonte. Ingressa na Escola de
Arquitetura da UFMG, em 1962. Junto a outros estudantes de arte cria, em 1964, a “Oficina de Arte” e realiza uma série de experiências minimal/concretistas. A partir de então, passa a participar de exposições. Em 1973, recebe Prêmio de Aquisição do “I Salão Global de Inverno do MAP”, fica entre os “Selecionados de Minas e Goiás” para a XII Bienal de São Paulo e participa do V Salão Nacional de Arte, do MAP. Integra também a coletiva “Image du Brésil”, da Feira Internacional de Bruxelas, na Bélgica.
Participa de diversas edições do Salão de Verão e coletivas no MAM, no Rio de Janeiro, faz parte do VIII Panorama da Arte Atual Brasileira, no MASP e de algumas edições da Bienal de Arte em São Paulo. Sua trajetória soma mais de 60 coletivas e mais de 20 exposições individuais em todo o Brasil, além de diversos prêmios.

Sobre o projeto ArteMinas
A expressiva produção artística das décadas de 1980 e 1990 é o grande destaque das galerias do Palácio das Artes durante a segunda edição do projeto ArteMinas, que acontecerá de julho a outubro próximo. Trata-se de uma iniciativa da Fundação Clóvis Salgado que se consolida como um programa voltado às artes visuais mineiras e seus artistas.
Para este ano, os selecionados foram Roberto Vieira (Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard), Marco Túlio Resende (Galeria Genesco Murta), Jorge dos Anjos (Galeria Arlinda Corrêa Lima) e Cláudia Renault (Galeria Mari’Stella Tristão) que terão exposições individuais, com linguagens e propostas diferenciadas, evidenciando tanto a arte aprendida no cotidiano quanto suas vivências acadêmicas.

SERVIÇO:
Lançamento do livro Arqueologias
Data: sábado, 30 de julho.
Horário: das 11 às 14h.
Local: Livraria Quixote (Rua Fernandes Tourinho 274).
Entrada gratuita.

ROBERTO VIEIRA ...EM PROCESSAMENTO...
Período: de 28 de julho a 16 de outubro
Horário: Terça a sábado, das 9h30 às 21h. Domingo, das 16h às 21h
Local: Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes.
Entrada gratuita.

Verve Galeria abre a exposição Auerbach Vieira 20 Years in Colors Curadoria Ian Duarte Lucas





Vinte anos das cores de Auerbach Vieira

Artista faz retrospectiva de seu trabalho inspirado no estudo das cores e no espaço enquanto meio de representação e plataforma de trabalho

Verve Galeria abre a exposição Auerbach Vieira 20 Years in Colors – A Retrospective apresentando a trajetória da artista plástica Auerbach Vieira. A curadoria é de Ian Duarte Lucas. A mostra é resultado de sua extensa pesquisa no desenvolvimento de séries de trabalhos, nos quais explora o potencial dos mecanismos de comunicação cromáticos, que apesar de abstratos, tornam-se claramente representativos.

A artista, radicada há 10 anos no Canadá, usa a tela como suporte na maioria dos trabalhos e uma ampla gama de materiais para o estudo das cores. Em projetos site-specific, como o trabalho Winter Project One, no qual pintou uma a montanha de neve no Canadá, utiliza pigmento em pó biodegradável e atóxico. Ou ainda uma simples caixa de papelão aberta sobre uma tela, caso da série Naked e suas variações, a Caixa de Pandora. Inspirada pelo estudo cromático e suas conexões e possibilidades, Auerbach Vieira inicia seu trabalho pelo tema, passa para a teoria e depois para a experimentação dos materiais até alcançar os resultados em que consiga retratar com mais precisão a sua pesquisa.

A seleção das cores varia de acordo com a fundamentação teórica do projeto, a exemplo da série Destiny, baseada na superação e transposição de obstáculos de forma bastante autobiográfica. Nesta série, a artista usou o elemento gráfico e spray. Já na série Path , seu trabalho mais atual, aborda a desconstrução da geometria, baseada nos trabalhos do grupo canadense Les Automatistes, especialmente a obra de Rita Letendre. Esta série coincide com os trabalhos que a artista desenvolve hoje no Canadá ligados a projetos urbanísticos. 

“Meus estudos sobre cores e texturas levaram-me a propostas expressivas que enquadram o espaço como meio de representação, enquanto verdadeira plataforma. Por conseguinte, a utilização destas diversas plataformas me conduziram a repensar a experiência do espaço de criação e meu papel enquanto artista”, resume Auerbach.


 Série Destiny.

Série Path.

Série Naked.



Exposição: Auerbach Vieira 20 Years in Colors – A Retrospective
Artistas: Auerbach Vieira   
Curadoria: Ian Duarte Lucas
Coordenação: Allann Seabra
Abertura: 06 de agosto de 2016, sábado, às 16h.
Período: De 07 de agosto a 03 de setembro de 2016
Local: Verve Galeria 
Endereço: Rua Lisboa, 285 - Jardim Paulista, São Paulo – SP
Telefone: (11) 2737-1249
Horário: Segunda a Sábado, das 10h às 20h.


Projeto A Arte do Rio ganha 16ª edição na Galeria H. Rocha, em Copacabana





Projeto A Arte do Rio ganha 16ª edição na Galeria H. Rocha, em Copacabana

A partir de 04 de agosto coletiva reúne obras inéditas de Benjamin Rothstein, Gilda Goulart, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire

Os artistas Benjamin Rothstein, Gilda Goulart, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire apresentarão esculturas e pinturas em diferentes técnicas na 16ª edição do projeto A Arte do Rio. A mostra coletiva, criada em 2000 pela curadora Celina Azeredo, reunirá 15 obras inéditas, a partir de 04 de agosto, na galeria H. Rocha, no Cassino Atlântico, em Copacabana.

“O Rio de Janeiro foi o primeiro centro catalizador de processos artísticos modernos no país. Os cinco participantes desta edição vivem e trabalham na cidade. Nosso objetivo é valorizar a cena artística local”, diz a curadora Celina Azeredo. Para a exposição, Benjamin Rothstein produziu quatro pinturas em tinta acrílica sobre tela, onde explora a passagem do tempo e a fragilidade humana. A partir de imagens de árvores, mostra diferentes gerações e visões de mundo sob uma mesma sombra.

A possibilidade de transformar a natureza é tema recorrente no trabalho da carioca Gilda Goulart. Com mais de 50 anos de carreira, a artista discute o desequilíbrio ecológico causado pela evolução humana a partir de três obras de 12x44cm, com a técnica fotogravura sobre papel, da série “Planeta Terra Futuro Incerto”.

Inspirado em artistas como Miró e Matisse, Sergio Ferreira apresenta três telas da série Rio Orla, com o cotidiano carioca, e três esculturas em pequeno formato, onde explora a relação do espaço com a figura humana. Solange Palatnik trabalha com tinta acrílica, utilizando técnicas próprias de relevos feitos com colheradas de tinta em grandes formatos. Para a exposição ela leva trabalhos que valorizam o universo feminino, sempre com muitas cores e flores. 

Artista que já participou duas vezes na Bienal de São Paulo, Yolanda Freire apresenta três pinturas a óleo sobre cascas da árvore Birken, trazidas da Europa. Com seu trabalho, lida com temas como metamorfoses, início e término da vida. 


Benjamin Rothstein. A Bicicleta. Óleo sobre tela. 77x98cm.




Gilda Goulart,. Foto gravura e clichê sobre papel_30x64cm. Planeta Terra Futuro Incerto1.


 Sergio Ferreira. Escultura2_acrílica sobre madeira_30 cm de dimensão_Marco Rodrigues.



Solange Palatnik. Primavera. acrílica sobre tela_1,20 de circunferência.



Yolanda Freire. Superação2. 41x29cm. Óleo sobre casca de árvore birken, com aplicação de casca de cigarra, recoberta com ouro 18 quilates.





Serviço – A Arte do Rio 2016
Abertura para convidados: 04 de agosto (quinta-feira), às 19h
Período de visitação: 05 de agosto a 05 de setembro
Local: H. Rocha Galeria de Arte – Av. Atlântica, 4240, loja 333, Shopping Cassino Atlântico, Copacabana. Tel: (21) 2227-1179
Horário de funcionamento: Terça-feira a sábado, das 12h às 19h


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Frase Comunicação
Rita Capell
(21) 3042-5405/ 99294-1935


Projeto A Arte do Rio ganha 16ª edição na Galeria H. Rocha, em Copacabana





Projeto A Arte do Rio ganha 16ª edição na Galeria H. Rocha, em Copacabana

A partir de 04 de agosto coletiva reúne obras inéditas de Benjamin Rothstein, Gilda Goulart, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire

Os artistas Benjamin Rothstein, Gilda Goulart, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire apresentarão esculturas e pinturas em diferentes técnicas na 16ª edição do projeto A Arte do Rio. A mostra coletiva, criada em 2000 pela curadora Celina Azeredo, reunirá 15 obras inéditas, a partir de 04 de agosto, na galeria H. Rocha, no Cassino Atlântico, em Copacabana.

“O Rio de Janeiro foi o primeiro centro catalizador de processos artísticos modernos no país. Os cinco participantes desta edição vivem e trabalham na cidade. Nosso objetivo é valorizar a cena artística local”, diz a curadora Celina Azeredo. Para a exposição, Benjamin Rothstein produziu quatro pinturas em tinta acrílica sobre tela, onde explora a passagem do tempo e a fragilidade humana. A partir de imagens de árvores, mostra diferentes gerações e visões de mundo sob uma mesma sombra.

A possibilidade de transformar a natureza é tema recorrente no trabalho da carioca Gilda Goulart. Com mais de 50 anos de carreira, a artista discute o desequilíbrio ecológico causado pela evolução humana a partir de três obras de 12x44cm, com a técnica fotogravura sobre papel, da série “Planeta Terra Futuro Incerto”.

Inspirado em artistas como Miró e Matisse, Sergio Ferreira apresenta três telas da série Rio Orla, com o cotidiano carioca, e três esculturas em pequeno formato, onde explora a relação do espaço com a figura humana. Solange Palatnik trabalha com tinta acrílica, utilizando técnicas próprias de relevos feitos com colheradas de tinta em grandes formatos. Para a exposição ela leva trabalhos que valorizam o universo feminino, sempre com muitas cores e flores. 

Artista que já participou duas vezes na Bienal de São Paulo, Yolanda Freire apresenta três pinturas a óleo sobre cascas da árvore Birken, trazidas da Europa. Com seu trabalho, lida com temas como metamorfoses, início e término da vida. 


Benjamin Rothstein. A Bicicleta. Óleo sobre tela. 77x98cm.




Gilda Goulart,. Foto gravura e clichê sobre papel_30x64cm. Planeta Terra Futuro Incerto1.


 Sergio Ferreira. Escultura2_acrílica sobre madeira_30 cm de dimensão_Marco Rodrigues.



Solange Palatnik. Primavera. acrílica sobre tela_1,20 de circunferência.



Yolanda Freire. Superação2. 41x29cm. Óleo sobre casca de árvore birken, com aplicação de casca de cigarra, recoberta com ouro 18 quilates.





Serviço – A Arte do Rio 2016
Abertura para convidados: 04 de agosto (quinta-feira), às 19h
Período de visitação: 05 de agosto a 05 de setembro
Local: H. Rocha Galeria de Arte – Av. Atlântica, 4240, loja 333, Shopping Cassino Atlântico, Copacabana. Tel: (21) 2227-1179
Horário de funcionamento: Terça-feira a sábado, das 12h às 19h


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Frase Comunicação
Rita Capell
(21) 3042-5405/ 99294-1935


Maurizio Cattelan

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