quinta-feira, 31 de março de 2016

Roberto Burle Marx



Roberto Burle Marx (1909-1997) Pintor, desenhista, tapeceiro, ceramista, escultor e paisagista. Nasceu em São Paulo e veio menino para o Rio. Morou na Alemanha, em virtude de uma lesão ocular, onde estudou pintura. Desde cedo, mostrou interesse pelas plantas. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes. O primeiro projeto de jardim público de sua autoria foi a Praça de Casa Forte em 1934 no Recife. Ganhou fama ao projetar os jardins do Edifício Gustavo Capanema. Recebeu o título de doutor honoris causa da Academia Real de Belas Artes de Haia e do Royal College of Arts em Londres.



Aterro do Flamengo Uma das maiores obras de Burle Marx



Sítio Burle Marx.



Sítio Burle Marx Outra obra do artista.



Pampulha.



Jardim da Residência Gilberto Strumck, Petrópolis. Restauro do jardim Ségio Treitler e Márcia Raposo. Foto: Luiz Claudio Marerto.

Painel em azulejos, Instituto Moreira Sales, R.J.


Instituto Moreira Sales.


Autorretrato.


Tapeçaria. Cidade de Santo André.


Retrato de Oscar Meira, 1940. Foto: Romulo Fialdini.


Piranhas do Amazonas, 1950. Coleção particular.



Sem título, 1959. Guache. Foto: João L. Musa / Itaú Cultural.



Sem título, 1960.


Sem título, 1970. Tapeçaria.


Composição, 1970.


Sem título, 1977. Foto: Rômulo Fialdini.


Sem título, 1981.

Sem título, 1984.

Composição, 1990.

Composição, 1990.


Abstrato


Azulejo











http://sitioburlemarx.blogspot.com

Roberto Burle Marx Uma Experiência Estético: Paisagismo e Pintura _ Frota L.C.;Cavalcanti L.Zappa e Barreto C.: Rio de Janeiro: Design, 2009.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Anaisa Franco - Denise Milan - Kilian Glasner - Luiz Hermano - Martin Paar Galeria Lume na SP-Arte 2016


44o Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto - Santo André. Artistas selecionados e premiados

Artistas selecionados para a Fase Final do 44º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto:
Adriel Visoto
Agnello Augusto
Alessandra Duarte
Alexandre Assaly
Aline Sancovsky
Ana Takenaka Premiado
André Winn
Arthur Arnold
Augusto Fonseca
Bárbara Mangueira
Bete Esteves
Borsa
Brisa Noronha
Bruno Drolshagen Premiado
Bruno Makia
Bruno Novaes Premiado
Cadu Oliveira
Caio Pacela
Carlota Mason
Celestino Neto
Clarice Cunha Premiado
Cristina Suzuki
Daniel Antonio
Deborah Engel
Elisa Bueno
Elton Hipolito
Felipe Seixas
Felipe Vasconcellos
Fernanda Fernandes
Flora Assumpção
Flora Rebollo
Guilherme Boso
Itamara Ribeiro Premiado
João de Sylos
João Gonçalves
João Paulo Racy
Jorge Medeiros
Loro Verz
Louise Kanefuku Premiado
Lucas Costa
Ludmila Porto
Luiz 83
Luiz Martins
Lula Ricardi
Manuela CostaLima
Marcella Camillo
Marcelo Oliveira Premiado
Mariana Mattos Premiado
Mariana Vilela
Marinalva Rosa
Maristela Cabello
Meiko Fukimoto Premiado
Michele Martines
Nario Barbosa
Natasha Ganme Premiado
Nicholas Petrus
Pedro Gandra
Priscila Rampin Premiado
Regis Ribeiro
Renato Castanhari Premiado
Ricardo Alves
Rick Rodrigues Premiado
Rodrigo Linhares Premiado
Rodrigo Martins
Ruana Negri
Simone Fonseca
Siri
Sueli Espicalquis
Sylvana Lobo
Tatiana Cavinato
Thaieny Dias
Thany Sanches
Thiago Toes
Vinicius Duque
William Pimentel Prêmio estímulo

Marcelo Oliveira, RJ Trabalho premiado.
Título da obra: "Quem dorme sonha?? II"
Xilogravura, tinta acrílica e fitas adesivas s/ papel rives 320g/m2
50x35cm - 2015

Portas Vilaseca Galeria - Iris Helena na SP Arte




É com prazer que convidamos a todos a visitar-nos mais uma vez na SP-Arte, entre 6 e 10 de abril,
no Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Na ocasião apresentaremos uma exposição individual de IRIS HELENA, com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, compreendendo obras de arte de 2009 a 2016. Será excepcional! Sejam bem-vindos!


Gabriel Wickbold Studio & Gallery expõe 32 obras da fotografa sérvia Isidora Gajic na mostra Teias e Tramas, com curadoria de Miguel Rio Branco,


Isidora Gajic transforma sentimentos e relacionamentos em fotografias


Teias e Tramas procura mostrar, por meio do tempo, as composições além da descrição simplesmente, chamando para um lugar perdido da memória


Gabriel Wickbold Studio & Gallery expõe 32 obras da fotografa sérvia Isidora Gajic na mostra Teias e Tramas, com curadoria de Miguel Rio Branco, onde o tempo é o fio condutor, a conexão entre os elementos e suas construções.. Nesta série, a escrita e as imagens, juntas, criam outros entendimentos, composições fluídas além da descrição, atingindo outra densidade. Na poética presente, o mar vira lâmina de chumbo, a neve transforma-se em luz celestial, permitindo que as portas da imaginação se abram para outras dimensões, além do que consideramos realidade.
Em Teias e Tramas, o tempo e suas conexões com os elementos, suas construções, criam ficções e fricções: em ritmos suaves quase melódicos, porém com uma densidade dramática. “Na criação fotográfica atual existem equívocos primários, que limitam a nossa alma, que tentam nos levar a um mundo medíocre de selfies”, conceitua Isidora.
Histórias pessoais são o formato favorito do trabalho de Isidora Gajic. Ela transforma sentimentos e relacionamentos em fotografias. Usando imagens como uma forma de poesia visual, que desfoca autobiografia e ficção, ela cria livros artesanais, colagens, e diálogos visuais com imagens. Nas obras da artista, os conceitos básicos que se espera de uma fotografia: onde? Quando? O que é? Não são mais necessárias: a leitura é outra, a emoção prende e leva a um lugar perdido da memória, lugar sem referências. Segundo a fotógrafa, “se tentarmos ver nas imagens aqui construídas em grupos, apenas documentos do que ocorreu, estaremos nos diminuindo, caindo no erro das multidões que nem sequer vivenciar o presente sabem mais, apenas o captam para, congelado, servir de troféu”, diz a artista.
Sobre seu trabalho, o curador Rubens Fernandes Junior diz: “Isidora Gajic faz suas primeiras incursões em seu arquivo e por sua vez reúne algumas pulsões que provocam sensações diversas. Sua imagens – neve, teias de aranha, tramas irregulares, águas em movimentos aleatórios, entre outras situações – são provocativas. Em quase todas elas encontramos aquilo que o poeta russo Vladmir Maiakowski chamou de “fendas do acaso”, ou seja, situações visuais que promovem não apenas associações e situações inesperadas, mas também, distintas possibilidades poéticas e perceptivas”.
Miguel Rio Branco, sintetiza: “A obviedade dos conceitos que são algo por demais presentes na arte contemporânea, algo que facilita a pseudo compreensão dos objetos de arte, não se encontram aqui: temos sim, caminhos abertos a várias interpretações que é a base da verdadeira poesia”.





Exposição:                Teias e Tramas
Artista:                        Isidora Gajic
Curadoria:                  Miguel Rio Branco
Apoio cultural:          Tanqueray
Coordenação:           Gabriel Wickbold
Abertura:                   08 de abril de 2016, quarta-feira, às 19h00
Período:                      09 de abril a 13 de maio de 2016
Local:                         Gabriel Wickbold Studio & Gallery
Rua                             Lourenço de Almeida, 167, Vila Nova Conceição - São Paulo
Tel.:                            11 3051-4919
Horário:                      de segunda a sexta-feira, das 11h às 18h -  Com agendamento


José Guedes - Fendas na Casa D' Alva Fortaleza


SP-ARTE 2016 - STAND J3 DE 07 A 10 DE ABRIL

SP-ARTE 2016 - STAND J3
DE 07 A 10 DE ABRIL
A Zipper Galeria tem o prazer anunciar sua participação na 12ª edição da SP-Arte, evento que acontece no Pavilhão Ciccillo Matarazzo entre os dias 7 e 10 de abril. Com uma seleção de cerca de 20 artistas, a galeria vai estar este ano no estande J3.

Um novo conjunto de trabalhos do artista mineiro João Castilho está entre os destaques apresentados. Aprofundando sua pesquisa com objetos tridimensionais que surgem a partir de uma imagem, ele utiliza, desta vez, materiais como corda, argila e cimento. Na série “Embaraço” – esculturas em concreto que apresentam grandes nós com cordas muito grossas – , Castilho discute questões como a noção do impasse ou de um problema insolucionável.

Janaina Mello Landini, em cartaz até maio com uma exposição coletiva no Palais de Tokyo, em Paris, também exibe uma nova obra em tela da série “Ciclotrama”. Desenvolvido pela artista há cinco anos, o conjunto de trabalho é feito com diferentes tipos de cordas matematicamente desmembradas em espessuras mínimas.

Outro destaque são esculturas feitas em pedra naturais modificadas do artista mexicanoRicardo Rendón. Durante o mês de abril, ele também é tema de uma individual na Zipper Galeria, “Memória Possível”, em que utiliza materiais como pedras, mármores e placas de mdf, misturando práticas industriais e artesanais em superfícies perfuradas.

Participam também os artistas Adriana DuqueBruno KurruBruno NovelliCamila Soato,Camille KachaniDelson UchôaFlávia JunqueiraPedro Varela, entre outros.

Serviço
6 de abril [preview  para convidados]
07, 08 e 09 de abril, das 13h às 21h
10 de abril, das 11h às 19h

Pavilhão Ciccillo Matarazzo [Pavilhão da Bienal]
Parque Ibirapuera, Portão 3
São Paulo, Brasil

Alan Fontes no C.C. Banco do Brasil, R.J.

Amigos divulgando o convite de minha próxima mostra individual no CCBB Rio de Janeiro na semana que vem,com abertura no dia 5 de abril, ficando até 9 de maio. Abraços!



Galeria Lume e a evolução do conceito Arte Contemporânea na SP- Arte 2016



Galeria Lume e a evolução do conceito Arte Contemporânea na SP- Arte 2016
Cinco artistas questionam a arte e seu futuro como contemporânea em meio à evolução tecnológica

Galeria Lume preparou um projeto especial para a SP-Arte deste ano e leva cinco artistas, em suportes diversos, para explorar a evolução do conceito Arte Contemporânea, onde exibe o ponto de vista destes criadores - Anaisa Franco, Luiz Hermano, Kilian Glasner, Denise Milan e Martin Parr - com o seguinte questionamento: há um limite do contemporâneo ou a criação de estilos finaliza a partir do momento que nos liberamos da arte moderna?
Como destaques no espaço da galeria, Anaísa Franco gera relações que interligam o físico com o digital. A artista imprime comportamentos, sentimentos e imaginação nas obras de arte, que interagem com o espectador. Em suas esculturas plenas de organizações tortuosas, relevos e instalações, Luiz Hermano produz uma articulação metódica e rítmica de fios – cobre, alumínio, aço, entre outros. A escultoraDenise Milan, multidisciplinar, utiliza pedra como seu eixo criativo para criar obras em diferentes formatos: escultura, artes cênicas, poesia, impressão, arte pública e vídeo-arte. Martin Parr, um dos grandes estudiosos de novas formas de leitura da fotografia, acredita que tudo passa a ser diferente na fotografia daqui para frente, onde mais de um bilhão de imagens circulam por dia na internet. Kilian Glasner é conhecido por suas pinturas com carvão e pastel, de paisagens criadas de sua cabeça, porém com referências de todos os cantos por onde passou. . “Assim, o artista vai apoderando-se paulatinamente das coisas que pinta, roubando-as do mundo.”, comenta o curador que acompanha seu trabalho.
Diante da cada vez mais rápida evolução tecnológica e da apropriação da arte a estes processos, os meios de produção artística tem alterado com frequência e, cada vez mais se discute se criação artística atual será ainda caracterizada como contemporânea, ou se estamos em um momento de transição, que só será percebido e analisado futuramente.


Denise Milan.


 Luiz Hermano.




Martin Paar.

Galeria LUME – www.galerialume.com
SP-Arte 2016 – Stand B3
Período: 7 a 10 de abril de 2016
Local: Pavilhão da Bienal - Parque do Ibirapuera, Portão 3
Horários: Quinta a Sábado, das 13h às 21h. Domingo das 11h às 19h.
Ingressos: R$ 40,00 [inteira] R$ 20,00 [meia entrada*]
* Portadores do cartão Vale-Cultura, pessoas com necessidades especiais, estudantes, idosos [mediante apresentação de documento válido]

Geometria Invertida - Luiz Hermano na Galeria Lume

Galeria Lume abre mostra que explora sensações reais de movimento


Em Geometria InvertidaLuiz Hermano lança materiais como aço, alumínio e fio de cobre para criar esculturas e objetos que se transformam em diversas formas, causam efeitos visuais e questionam o equilibrio e desequilibrio

Galeria Lume inaugura a mostra Geometria Invertida, primeira exposição individual do artista plástico Luiz Hermano em seu espaço, com 16 obras de sua série homônima, inédita e curadoria de Paulo Kassab Jr., onde “o artista analisa a geometria na arte, invertendo seus conceitos e percepções”, define o curador. Trabalhos com formas mais limpas, desprovidos de intervenções pictóricas, iniciam a fase “branca”, onde a inexistencia da cor o branco influi na questão ótica. 
Com base em cálculos matemáticos precisos e uma extensa pesquisa visual, o artista simula sensações reais de movimento e profundidade através de um jogo geométrico. “Um cubo se contorce e transforma-se em distintas formas, mantendo sempre uma proporção harmônica que explora os efeitos visuais por meio dos movimentos do espectador”, declara Paulo Kassab Jr.
No início da carreira, o artista trabalhou objetos e esculturas em materiais filiformes, depois disso a figura do cubo passa a merecer destaque em sua obra. Nela, a lógica associada a esse formato geométrico é subvertida pela fragilidade construtiva. Com as estruturas vazadas, enredadas no espaço, suas séries exploram questões ligadas ao equilíbrio e desequilíbrio, discutindo temas ligados a religião, consumismo e tecnologia, de forma delicada, não explícita, onde os temas são entrelaçados nos fios de arame, no aço e no alumínio.
Com articulação metódica, Luiz Hermano impressiona pela sua habilidade manual para exercer a conexão entre objetos pré-existentes no mundo, que ele coleta para agregar ao seu trabalho. A fragilidade aparente das obras advém tanto dos materiais utilizados como do processo de construção. Segundo Paulo Kassab Jr, “o artista busca nas diferentes culturas, as estruturas para suas composições intrincadas, forjadas à mão, pensando as tramas com diferentes materiais”. A genialdade criativa de Luiz Hermano busca, e encontra a transcendência no próprio cotidiano.


Exposição: Geometria Invertida
Artista: Luiz Hermano
Curadoria: Paulo Kassab Jr.
Coordenação: Felipe Hegg e Victoria Zuffo
Abertura: 5 de abril de 2016, terça-feira, às 19h
Período: 6 de abril a 7 de maio de 2016
Local: Galeria LUME – www.galerialume.com
Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jd. Europa – São Paulo, SP
Tel.: (11) 4883-0351
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h / Sábado, das 11h às 15h


Oficina de Narratividade, com Rodrigo Petronio




Oficina de Narratividade, com Rodrigo Petronio
A Oficina de Narratividade tem o objetivo de abordar algumas das principais teorias narrativas dos séculos XX e XXI. O objetivo é traduzir esses modelos narrativos em exercícios práticos, de modo que os alunos desenvolvam uma narrativa ao longo do curso.

De 13 de ABRIL a 29 de JUNHO de 2016
Quartas-Feiras, das 19h às 22h

Brechó das Acácias

Amigos,
Mais uma edição do Brechó das Acácias -  e contamos com vocês!
Será no dia 2 de abril, sábado, das 10hs as 20hs  - com a renda totalmente revertida para o NAPEC que atende as familias do Instituto Fernandes Figueira e para a Creche do Salgueiro em São Gonçalo.
A sua presença é muito importante!
Até lá!
Ana Lins e Leticia Tandeta




terça-feira, 29 de março de 2016

"Transtorno onírico” de Thais Albuquerque Braga, com curadoria de Claudinei Roberto. na Galeria Tato


Galeria TATO  tem o prazer de convidar para a abertura  da  exposição individual “Transtorno onírico” de Thais Albuquerque Braga, com curadoria de Claudinei Roberto.
Dia 01 de abril às 17h00
A partir da prática como diretora de arte (vídeos clipes, curta-metragens, conteúdo digital e publicidade), Thais desenvolve sua poética pessoal. São colagens, pinturas e desenhos cujo foco é a memória e os artefatos que utilizamos para mantê-la. 
Esperamos você!



Geometria Invertida, Luiz Hermano na Galeria Lume






Galeria Lume abre mostra que explora sensações reais de movimento

Em Geometria InvertidaLuiz Hermano lança materiais como aço, alumínio e fio de cobre para criar esculturas e objetos que se transformam em diversas formas, causam efeitos visuais e questionam o equilibrio e desequilibrio


Galeria Lume inaugura a mostra Geometria Invertida, primeira exposição individual do artista plástico Luiz Hermano em seu espaço, com 16 obras de sua série homônima, inédita e curadoria de Paulo Kassab Jr., onde “o artista analisa a geometria na arte, invertendo seus conceitos e percepções”, define o curador. Trabalhos com formas mais limpas, desprovidos de intervenções pictóricas, iniciam a fase “branca”, onde a inexistencia da cor o branco influi na questão ótica. 
Com base em cálculos matemáticos precisos e uma extensa pesquisa visual, o artista simula sensações reais de movimento e profundidade através de um jogo geométrico. “Um cubo se contorce e transforma-se em distintas formas, mantendo sempre uma proporção harmônica que explora os efeitos visuais por meio dos movimentos do espectador”, declara Paulo Kassab Jr.
No início da carreira, o artista trabalhou objetos e esculturas em materiais filiformes, depois disso a figura do cubo passa a merecer destaque em sua obra. Nela, a lógica associada a esse formato geométrico é subvertida pela fragilidade construtiva. Com as estruturas vazadas, enredadas no espaço, suas séries exploram questões ligadas ao equilíbrio e desequilíbrio, discutindo temas ligados a religião, consumismo e tecnologia, de forma delicada, não explícita, onde os temas são entrelaçados nos fios de arame, no aço e no alumínio.
Com articulação metódica, Luiz Hermano impressiona pela sua habilidade manual para exercer a conexão entre objetos pré-existentes no mundo, que ele coleta para agregar ao seu trabalho. A fragilidade aparente das obras advém tanto dos materiais utilizados como do processo de construção. Segundo Paulo Kassab Jr, “o artista busca nas diferentes culturas, as estruturas para suas composições intrincadas, forjadas à mão, pensando as tramas com diferentes materiais”. A genialdade criativa de Luiz Hermano busca, e encontra a transcendência no próprio cotidiano.



 



Exposição: Geometria Invertida
Artista: Luiz Hermano
Curadoria: Paulo Kassab Jr.
Coordenação: Felipe Hegg e Victoria Zuffo
Abertura: 5 de abril de 2016, terça-feira, às 19h00
Período: 6 de abril a 7 de maio de 2016
Local: Galeria LUME – www.galerialume.com
Rua: Gumercindo Saraiva, 54 – Jd. Europa – São Paulo, SP
Tel.: (11) 4883-0351
Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h / Sábado, das 11h às 15h
Número de obras: 16
Técnica: Alumínio, aço, fio de cobre
Dimensões: Variadas




Alice Ricci - Grifos - Alpharrabio



\Jovens Artistas Contemporâneos são destaque em exposições na Alpharrabio

Projeto aposta em novos talentos e dá todo o suporte para que produzam e exponham seu trabalho


Projeto Arte Contemporânea para o Alpharrabio, uma iniciativa da artista visual Cristina Suzuki, apresenta uma série de três exposições de jovens artistas dedicados a arte contemporânea. No próximo dia 2 de abril tem início a primeira destas exposições: Grifos, de Alice Ricci. A artista utiliza basicamente o papel como suporte e exibe também um jogo feito em madeira e dois desenhos sobre tela. Ao todo serão 10 obras, sendo que em duas delas o público poderá manipular.
O termo, Grifosestá relacionado aos procedimentos que Alice Ricci usa para construir os trabalhos, como a de alguém que grifa um texto, que tem a intenção de evidenciar algo. "A repetição é algo constante nos trabalhos que faço, penso que é necessário e sempre possível repetir e rever algo que já passou, como se esse refazer permitisse uma nova ‘digestão’, um novo descobrimento”, define a artista. A utilização da cor amarelo fluorescente evidencia a relação com o título da exposição por ser a cor mais usada para marcação de textos, além do vermelho e azul que ela também aplica com essa finalidade.
Em seus trabalhos mais recentes, Alice retoma técnicas, materiais, suportes e temáticas utilizados anteriormente, a exemplo do projeto Vice-Versas, no Museu de Cananéia, onde ela usou a cor amarelo fluorescente na pintura de materiais naturais, como uma concha de praia.
Para Alice sua influência ao utilizar o preto e branco vem muito da sua relação com o cinza da cidade. Assim como as cores vermelho e azul vem da vivência em ambientes burocráticos e o amarelo neon do contato com a arte contemporânea espanhola.
Muito da inspiração da artista vem das viagens em busca da experiência de estar num lugar desconhecido, do estranhamento, tentando sempre trabalhar com elementos e recursos locais. “Acredito que é no desconforto que consigo entender melhor o que eu faço. Quando estou num lugar estranho me pergunto: - Que sentido faz aqui o que faço? E destes questionamentos, muitas vezes início procedimentos novos e descobertos através da experimentação de novos materiais, encontros, diálogos e de novas dúvidas”, explica ela. 
Projeto Arte Contemporânea para o Alpharrabio foi contemplada pelo Programa de Ação Cultural (ProAc), da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, que promove a ampliação e a diversificação da produção artística por meio de ICMS  e editais.


Serviço

Exposição: Grifos
Artista: Alice Ricci
Curadoria: Cristina Suzuki
Abertura: 02 de Abril de 2016 – sábado - às 10h30(conversa com artista às 12h)
Período: de 04 de Abril a 04 de Junho de 2016
Local: Alpharrabio Livraria e Editora
Rua: Rua Eduardo Monteiro 151- Santo André - SP - BRASIL
Tel: (11) 4438-4358
Horário: seg a sex 13h às 19h | sáb 9h30 às 13h

Projeto Zip'Up: Zé Carlos Garcia - Ganimedes




PROJETO ZIP'UP: ZÉ CARLOS GARCIA - GANIMEDES
ABERTURA - 02 DE ABRIL, DAS 14H ÀS 18H
A utilização de penas em estruturas tridimensionais tem sido um dos objetos de pesquisa na obra de Zé Carlos Garcia. Em sua primeira individual em São Paulo, o artista carioca dá continuidade ao trabalho com escultura plumária e apresenta uma peça de grande formato que ocupará integralmente o espaço expositivo. Com curadoria de Raphael Fonseca, vencedor do prêmio Marcantônio Vilaça de curadoria em 2015, a mostra “Ganimedes” abre também o calendário deste ano do Zip’Up. O programa acontece na sala superior da Zipper Galeria desde 2011 e é destinado a produções experimentais e projetos curatoriais inéditos.

A pesquisa artística de Zé Carlos se desenvolve principalmente no campo da escultura e da instalação. Suas peças contrastam o trabalho da mão humana para fins escultóricos com um caráter por vezes visceral e incontrolável da utilização de material orgânico. Para tal configuração da imagem, materiais como madeira e metais são justapostos a penas e corpos de animais. Os fazeres da marcenaria e da metalurgia caminham, portanto, juntamente com a colagem, a costura, e convidam à exploração desses corpos estranhos pelo corpo do espectador.

Serviço
Exposição: “Ganimedes”
Abertura: 02 de abril, das 14h às 18h
Visitação: até 30 de abril de 2016
R. Estados Unidos, 1.494, Jardim América - Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h

Memória Possível - Ricardo Rendón




RICARDO RENDÓN - MEMÓRIA POSSÍVEL
ABERTURA - 02 DE ABRIL, DAS 14H ÀS 18H
Pensar a escultura como uma performance talvez seja uma das principais propostas do mexicano Ricardo Rendón para sua segunda individual na Zipper Galeria. O título, “Memória Possível”, reflete sobre as inúmeras probabilidades de se dialogar com uma obra de arte, pensando o objeto não apenas como elemento estático, mas como algo que pode ser remodelado pelas pessoas. “Mais que objetos terminados, vejo em minha produção o desenvolvimento de uma forma em contínua evolução, uma forma determinada pelo ato criativo e pelas diferentes condições dos ambientes de trabalho”, afirma o artista.

Em suas produções, o mexicano utiliza diversos tipos de materiais como gesso, feltro e cimento, misturando práticas industriais e artesanais. Seus trabalhos instigam os sentidos por meio do contraste e da flexibilidade de seus elementos, e estimulam o pensamento ao refletir sobre as ausências que moldam a vida. Ao discutir sobre prática escultórica da arte contemporânea, Rendón parte da matéria para discorrer sobre a velocidade da sociedade na qual vivemos.

"Contra o pano de fundo de uma visão social que continua bastante clara na maneira como o ato do trabalho físico é entendido, o artista parece voltar a enfatizar o valor escultórico da sua produção. Evidentemente, as obras de Rendón nunca deixaram de ser propriamente escultóricas, ocupando, de maneira ineludível, o espaço expositivo, mas o que vemos aqui é uma nítida preocupação com questões específicas da escultura, notadamente o tratamento do peso, ou a maneira como o peso da peça não é acessório, mas central na constituição do trabalho. Ao suspender fragmentos de chapas de pedra e de madeira, Rendón coloca essas questões em pauta, ao passo que sugere um diálogo com referentes da história recente da escultura ocidental, como a série das Gravitaciones de Eduardo Chillida, entre outras possíveis referências, que justifica a sua reivindicação de um papel central para a escultura no panorama artístico contemporâneo." (trecho do texto crítico de Jacopo Crivelli Visconti sobre o artista).

Serviço
Exposição: “Memória Possível”
Abertura: 02 de abril, das 14h às 18h
Visitação: até 30 de abril de 2016
R. Estados Unidos, 1.494, Jardim América - Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h 

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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