sábado, 17 de setembro de 2016

A Máquina do Mundo na Z42 - Projeto Santart



A MÁQUINA DO MUNDO abre o espaço Z42
Primeira exposição com a curadoria da SANTART


A partir do dia 25 de setembro, a mostra coletiva A Máquina do Mundo ocupará os cinco espaços expositivos da Z42, no Cosme Velho. Inspirados no poema de Carlos Drummond de Andrade e Luís de Camões e na fortuna crítica sobre eles, os curadores Sergio Mauricio Manon e Clara Reis, editores da premiada publicação SANTART, instituíram as figuras dos dois grandes poetas da língua portuguesa como uma espécie de curadores imaginários. O resultado poderá ser conferido em 26 obras, entre pinturas, esculturas, instalações e fotografias de 22 artistas.
Seguindo a linha editorial da SANTART, a mostra será integrada por múltiplos artistas e curadores. Fruto de uma imersão e mediação dos curadores  entre os artistas residentes da Z42 ARTE e alguns da coleção do Fabio Szwarcwald. O resultado é uma narrativa poética que mescla o verbo e as imagens, na tentativa de capturar o espírito do tempo: Zeitgeist. Para trazer o tempo poético para o processo criativo da mostra, os curadores organizaram rodas de leitura e análises sobre os poemas entre alguns artistas. 
Artistas :: Anthony Goicolea, Cadu, Charlie White, Conrad Schawcross, Erwin Wurm, Henrique Oliveira, Isaque Pinheiro, João Castilho, Jorge Barata, José Bechara, Katia Wille, Leda Catunda, Marcio Atherino, Maria Lucia Fontainha, Mariana Palma, Mauro Piva, Reginaldo Pereira, Rodolpho Parigi, Rona, Sergio Mauricio, Talitha Rossi e Walmor Corrêa.
Universos paralelos :: a experiência da “Máquina do Mundo” vai além de uma exposição convencional nas galerias expositivas. Todos os espaços da Z42 foram concebidos como ambientes para mostras – a fim de convidar o expectador para uma imersão artística. Os oito artistas residentes vão apresentar uma montagem especial em seus ateliês, batizados de Universos Paralelos e o espaço do colecionador Fabio Szwarcwald vai abrigar uma mostra do Projeto Aurarte.

A MÁQUINA DO MUNDO: De 25 de setembro a 18 de dezembro. De terça à sexta de 11h às 19h. Sábado e domingo de 12h às 18h. Endereço: Rua Filinto de Almeida, 42, Cosme Velho. Tel. (21) 3269.3216.  www.z42arte.com.br. Entrada franca. 

SANTART
Criada em 2008, a SANTART é um projeto editorial de curadoria, imagem, texto e qualidade gráfica. Visual e contemporânea, a cada edição apresenta uma coletânea criteriosa, independente e relevante de artistas do mundo – aos moldes de uma exposição coletiva. Cada página é tratada de modo a proporcionar ao leitor informação e experiência estética única. SANTART é um híbrido entre uma revista galeria e um livro de arte. Colecionável e atemporal. É um veículo único para difundir e instigar a criação, provocar inteligência, reflexão crítica e conhecimento. É um múltiplo colecionável, tratada por seus leitores como uma obra de arte em si mesma. 
Sergio Mauricio Manon, participou com coletivo Rádio Novela na Mostra iconográfica Como vai você geração 80 e de diversas exposições individuais e coletivas ao longo dos anos 90 e 2000. Realizou como curador diversas exposições, inclusive a Mostra Geração Digital no Museu de Belas Artes em 2001. Em 2008 criou a revista SANTA ART MAGAZINE e até aqui publicou 10 edições, 170 artistas, 140  curadores e pensadores e em 2013 ganhou o prêmio Benny Awards - Best of category winner, The Premier Print Awards, como melhor publicação de arte do mundo. Atualmente retira das gavetas projetos de pinturas, sendo que o primeiro deles é a série Jardim das Sinapses.

Clara Reis é jornalista, sócia e editora adjunta da SANTART que até aqui publicou 10 edições, 170 artistas, 140  curadores e pensadores e em 2013 ganhou o prêmio Benny Awards - Best of category winner, The Premier Print Awards, como melhor publicação de arte do mundo. Colaborou com publicações como Bazaar Art, The Beach, Time Out e Vogue Brasil e é co autora do livro Anônimos + Famosos (Arte e Ensaio, 2014).

Curadores: Clara Reis e Sergio Maurício.


Maria Lucia Fontainha. Sudário.


Sérgio Maurício. Vera, Vida e Morte nos Jardins das Máquinas.

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Maurizio Cattelan

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