dotART galeria recebe exposições individuais dos artistas Marina
Saleme, Alvaro Seixas, Daniel Lannes e Roberto Freitas em agosto
Importantes nomes da arte brasileira contemporânea ganham mostras em
Belo Horizonte. Abertura será no dia 16 de agosto, com entrada gratuita.
Com quase 40 anos de atividades
ininterruptas, a dotART galeria (Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários), precursora em trazer para a capital
mineira obras de grandes nomes da
pintura brasileira como Manabu Mabe, Volpi, Iberê Camargo, Ianelli, Siron
Franco, entre outros, prepara uma programação especial para o mês de agosto.
Quatro importantes artistas contemporâneos terão seus trabalhos expostos em
Belo Horizonte: Marina Saleme, Alvaro Seixas, Daniel Lannes e Roberto
Freitas. A abertura oficial será no dia 16 de agosto e contará com a participação dos artistas. As quatro
exposições têm curadoria assinada pelo diretor artístico da dotART galeria,
Wilson Lázaro, e poderão ser conferidas
pelo público de 17 de agosto até o dia
1º de outubro. A entrada é franca.
O ser e sua real posição no mundo, a
vulnerabilidade da existência, a presença e, principalmente, a ausência de
todas as coisas frente ao tempo e o espaço são temas primordiais no trabalho de Marina Saleme. Seu processo é lento e
reflexivo: suas pinturas são feitas em camadas, assim como seus desenhos e
fotos, também não imediatos. Trabalhando
predominantemente com pintura, desenho e fotografia, a artista tem seus
trabalhos em coleções públicas e particulares, como no Museu de Arte Moderna do
Rio de Janeiro, no Instituto Itaú Cultural e no Museu de Arte Moderna de São
Paulo.
Na exposição “Purple Clouds e Outras Nuvens”, apresentada na dotART galeria,
Belo Horizonte receberá um recorte da produção da artista, com trabalhos realizados
nos últimos anos, incluindo obras inéditas. Sobre expor na cidade, Saleme
comenta: “Estou muito feliz de retornar à
capital mineira. Gosto muito de Belo Horizonte, cidade que me acolhe tão bem
desde o início da minha carreira. Gosto da paisagem: tudo é meio Guignard na
paisagem e na janela, um lugar muito importante para a área.”.
A dotART galeria também apresenta “Tristes
Trópicos”, de Daniel Lannes.
É a primeira vez que Belo Horizonte recebe uma mostra individual do artista.
Composta por pinturas em diversas dimensões, a exposição tem seu nome inspirado
na obra de Claude Lévi-Strauss. Nas
pinturas realizadas para a mostra, Lannes pega emprestado o título do livro de
Levi-Strauss não para realizar uma mera ilustração dos conceitos formulados
pelo pensador francês, mas para promover um universo poético singular, capaz de
conciliar melancolia e hedonismo – aspectos aparentemente contraditórios –
presentes na vida e na cultura de um país de extremos como o Brasil.
“O Artista Que Queria Ser Rei” é o nome da terceira exposição que a
dotART galeria apresenta em agosto, com
trabalhos do artista Alvaro Seixas,
também expostos pela primeira vez em Belo Horizonte. Serão exibidas pinturas em
diferentes técnicas e formatos. O título da mostra remete ao livro de Rudyard Kipling que virou filme em 1975,
tendo Sean Connery e Michael Caine como protagonistas. Nas
pinturas apresentadas nesta exposição individual, o artista se vale de densas
camadas de tinta à óleo que muitas vezes transbordam da superfície da tela, conferindo
aos trabalhos certa dimensão escultórica.
Já o artista Roberto Freitas apresenta a mostra “Hiato Velado ou Poema no Meio”,
no espaço “Sala Pensando”. A exposição é composta por desenhos, pinturas
e esculturas que abrem ao público a organização de seu pensamento plástico. O
trabalho do artista cria um problema inicial de movimento, que vai tomando
forma em diferentes linguagens – sobretudo desenhos, pinturas e esculturas –,
quase sem hierarquia durante o processo de composição.
Roberto Freitas é o segundo artista a
expor no espaço “Sala Pensando”, inaugurado em abril, com trabalhos do mineiro Ronaldo Fraga. A proposta da dotART ao
apresentar este espaço é proporcionar um lugar que propicie o diálogo e a
experimentação entre o pensamento contemporâneo e todas as formas de criação e
manifestação na arte. A ideia é que este espaço possa abrigar obras de diversas
áreas artísticas como moda, música, literatura, artes visuais, artes cênicas,
audiovisual e tecnologia, transformando-se numa rede contínua de troca de
movimentos, atitudes e ações dos artistas, trazendo um frescor para o ambiente
de galeria de arte. Dessa forma, a dotART pretende resignificar a relação do
público com a galeria, convidando-o a participar do processo.
:: dotART galeria inaugura novo espaço cultural em Belo Horizonte no
dia 20 de agosto ::
A dotART galeria prepara outra grande
novidade para o mês de agosto, com a inauguração da CASA dotART (Rua São Paulo,
249 – Centro), que, em parceria
com a Revista Ernesto, presenteia a
cidade com um novo espaço cultural. A inauguração será no dia 20 de agosto e contará abertura de três exposições individuais, do
panamense Jhafis Quintero e dos
brasileiros Roberto Freitas e Alvaro Seixas. Freitas e Seixas também tem exposições na dotART galeria no mês de
agosto.
:: Sobre os artistas ::
Marina Saleme se formou em Artes Plásticas na Faap em 1982 e deu aula de pintura e
seus processos criativos durante 10 anos no Instituto Tomie Ohtake. A artista
trabalha desde então predominantemente com pintura, desenho e fotografia.
Destacam-se as exposições individuais e coletivas no MAM Museu de Arte
Contemporânea do Rio de Janeiro, Paço Imperial (Rio de Janeiro), Paço das Artes
(São Paulo), Centro Universitário Maria Antônia (São Paulo), MAM (São Paulo) no
Palácio das Artes (Belo Horizonte), Musée d'art contemporain de Baie-Saint-Paul
(Canadá), na Embaixada doBrasil na França (Paris), entre outras. Suas obras
estão em coleções públicas e particulares de destaque como o Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro, a Coleção Instituto Figueiredo Ferraz (Ribeirão
Preto), o Instituto Cultural Itaú, São Paulo, o Museu de Arte Moderna de São
Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Alvaro Seixas é doutor em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ e
vem se consolidando como um dos pintores mais relevantes da sua geração. Dentre
suas exposições recentes se destacam a X Bienal do Mercosul (Porto Alegre,
2015); Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (São Paulo, 2015) e
Paintbrush (Rio de Janeiro, 2015). Em 2012 foi contemplado juntamente com os
artistas Rafael Alonso e Hugo Houayek com o Prêmio Projéteis Funarte de Arte
Contemporânea, Rio de Janeiro, que resultou na exposição coletiva Palácio,
realizada no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro. Em 2011, publicou o
livro “Sobre o Vago”. Possui obras em diversas coleções particulares, com
destaque para a Coleção Diógenes Paixão. O artista vive e trabalha no Rio de
Janeiro.
Daniel Lannes é mestre em Linguagens Visuais pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro e tem se mostrado um dos nomes proeminentes da nova geração da pintura
nacional. Dentre suas exposições individuais recentes destacam-se República, no
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Só Lazer, na Galeria de arte IBEU
(ambas em 2011); Dilúvio e Costumes, na Galeria Luciana Caravello ( 2012 e
2014); Colônia, na Galeria Baró, SP ( 2015). Dentre as coletivas destacam-se
Tarsila e as Mulheres modernas, no Museu de Arte do Rio, com curadoria do Paulo
Herkenhoff ( 2015) e HOHENRAUSCH, na Galeria Eigen + Art, Berlim (2016). O
artista foi indicado ao Prêmio PIPA (2011 e 2013); Contemplado com o prêmio
FUNARTE Arte Contemporânea, 2012. Indicado à 10 edição do Programa de prêmios e
Comissões da Cisneros-Fontanals Art Foundation (CIFO) 2013. Selecionado para a
Short List do livro “100 Painters of Tomorrow”, editora Thames & Hudson,
2013. Realizou residências artísticas no programa no The Idyllwild Arts Program
Painting’s Edge, California, EUA, 2008, por indicação de Beatriz Milhazes e no
programa Sommer.frische.kunst, em Bad Gastein, Áustria, em 2015. Possui obras
em coleções públicas tais como: MAR (Museu de Arte do Rio de Janeiro);
Instituto Figuereido Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; MAM RJ (Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro). Dentre as coleções privadas destacam-se: Cleusa
Garfinkel, São Paulo; Luiz Crisóstemo, Rio de Janeiro; Maria Cristina
Burlamarqui, Rio de Janeiro; Vik Muniz, Rio de Janeiro; Mariano Marcondes
Ferraz, Rio de Janeiro; Roberto Muylaert, São Paulo.
Roberto Freitas é artista plástico com
individuais no Sesc Palladium, Sesc Pompeia, Galeria Virgílio, MIS
Campinas, MIS-SC, Museu Victor Meirelles, Instituto Meyer Filho e Casarão
da Lagoa. Também participou de algumas
exposições coletivas na Espanha, Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela, Peru,
Colômbia, Sérvia, México e alguns outros países. Ganhou alguns prêmios, como o
Prêmio Rumos Itaú 2016, Prêmio Elisabete Anderle Artes Visuais 2015, Projeto
Redes Artes Visuais Funarte 2014. Fez residências na Servia, México, Dinamarca,
Argentina e no Brasil (Redbull Station e Ja.Ca, entre outras). Em sua
trajetória artística, tem trabalhado entre artes plásticas, performance,
cinema, dança e teatro, com inúmeras realizações nessas áreas em parcerias com
O Grivo, Cena 11 Cia de dança, de Florianópolis, Luis Garay Cia de dança, de
Buenos Aires, com a performer Monica Siedler e o Grupo Kurokos. Sua formação
inclui graduação em artes plásticas e mestrado em teoria e crítica da arte.
:: Sobre a dotART galeria ::
Inaugurada pelos colecionadores Feiz
Bahmed e Maria Helena Bahmed em 1978, recém chegados de São Paulo onde
residiram por uma década, a DotART Galeria de Arte foi a primeira em Minas a
trazer para o seu acervo(e disponibilizá-lo ao público) nomes da pintura
brasileira ainda pouco conhecidos na capital mineira como Manabu Mabe, Volpi,
Iberê Camargo, Ianelli, Siron Franco, entre outros. Com o trabalho dos filhos
Leila e Fernando, a galeria se destaca no mercado de arte com obras de artistas
que passam pelo modernismo, concretismo, neoconcretismo e arte contemporânea
nacional e internacional.
:: Redes ::
Instagram: @galeriadotart
:: Serviço ::
dotART galeria apresenta exposições de Marina Saleme, Alvaro Seixas,
Daniel Lannes e Roberto Freitas
De 17 de agosto a 01 de outubro
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911
– Funcionários – BH/MG
Horários de visitação: De segunda a sexta, das 09h às 19h e
aos sábados, das 09h às 13h
Entrada Franca
dotART galeria inaugura novo espaço cultural em Belo Horizonte, a CASA
dotART, que recebe exposições individuais dos artistas Jhafis Quintero, Roberto
Freitas e Alvaro Seixas
Em parceria com a Revista Ernesto, a CASA dotART está localizada no
hipercentro da capital mineira. A inauguração do espaço e abertura das
exposições será no dia 20 de agosto, com entrada gratuita.
Criada nos anos 70, a dotART foi pioneira
na divulgação e promoção da arte em Belo Horizonte e em Minas Gerais. A galeria
prepara uma grande novidade para o mês de agosto, com a inauguração da CASA dotART (Rua São Paulo, 249 – Centro),
que, em parceria com a Revista
Ernesto, presenteia a cidade com um novo espaço cultural. A inauguração
será no dia 20 de agosto e contará
com a abertura de três exposições individuais, do panamense Jhafis Quintero e dos brasileiros Roberto Freitas e Alvaro Seixas. As visitas,
inclusive na abertura, devem ser agendadas
pelo e-mail: agendamentocasadotart@dotart.com.br. A
entrada é gratuita.
Localizada no hipercentro da capital, a
CASA dotART fica na rua São Paulo, na esquina com avenida Santos Dumont, é
resultado do encontro e da partilha entre a dotART galeria e a Revista Ernesto. O prédio fica a quatro
quarteirões da Praça Sete, ponto de maior movimento da cidade. A CASA está
totalmente inserida em um ambiente de efervescência urbana, cultural e política
de Belo Horizonte. Além de abrigar mostras e exposições, o espaço, composto por
8 salas, será também um lugar voltado para residências artísticas,
possibilitando que criadores ultrapassem as fronteiras da criação e da forma de
pensar a arte. A partir do próximo ano, a CASA dotART irá iniciar seu programa
de residências artísticas. A proposta é que os artistas acolhidos possam
transformar o local em atelier, experimentando cotidianamente temas como centro, território e conviver junto,
de forma específica, e criação, de
forma geral. A CASA dotART pretende proporcionar aos artistas e público uma
oportunidade única de integração com o processual, culminando com a exposição
dos trabalhos produzidos ao longo de cada processo.
Para a sua inauguração, a CASA dotART
recebe uma mostra de vídeos do
artista panamense Jhafis Quintero. O
trabalho de Quintero é fortemente influenciado por experiências vividas durante
um regime de prisão. Sua carreira artística teve início durante regime de reclusão. Encontrou na arte uma
maneira de nutrir e re-canalizar o apetite pela transgressão. Sua prática
artística deriva de uma extensa experiência no mundo do encarceramento – o
silêncio, a insegurança – mas também da imaginação e da criatividade como
formas de buscar uma espécie de escape do ambiente prisional.
Quintero apresenta uma percepção
particular da passagem do tempo e suas implicações para um corpo imerso neste
espaço – a prisão – e neste tempo particular. Uma visão acerca dos limites
físicos e mentais do encarceramento e uma constante reflexão sobre a morte na
vida dos detentos. Entre os trabalhos selecionados para esta exposição estão Spiders (Aranhas – 2014), em que, através das rachaduras no concreto, uma
parte do corpo de um prisioneiro escapa da arquitetura institucional de
confinamento e vai de encontro ao outro lado, como uma espécie de última
tentativa de preservar a sua humanidade; e We
only exist when we communicate (Só existe “Nós” quando nos comunicamos –
2010), inspirado no chamado “confinamento solitário”, prisão punitiva especial
sem qualquer possibilidade de comunicação, expondo a prisão como uma alegoria
da nossa necessidade absoluta e do nosso medo infinito de interagir com o
outro.
Também na programação de inauguração da
CASA dotART, Roberto Freitas
apresenta a instalação "Três", que oferece uma
visão da dança enquanto objeto de exposição. Roberto dedicou 3 anos de pesquisa
para a instalação (2012-2015), rendendo uma série de desenhos, uma pintura e
várias versões de esculturas. Na criação das estruturas escultóricas que
compõem obra, foram usadas marcenaria, mecânica, vídeo e eletrônica digital.
Sobre o processo de trabalho, Freitas comenta: “Pela primeira vez eu optei em fazer uma série de esculturas de maneira
menos artesanal. Depois de prototipar tudo a mão, eu desenhei em vetor e mandei
cortar a laser. Assim, as peças podem ser substituídas de maneira mais
eficiente durante a exposição. Como as caixas se batem bem forte, é inevitável
que elas quebrem, mas dai é só cortar uma peça e substituí-la, para que elas
continuem em sua luta.”
Já Alvaro
Seixas apresentará na CASA dotART uma mostra trazendo a sua mais recente
produção de desenhos, que surge como um trabalho paralelo às suas pinturas.
Inicialmente feitos em pequenos cadernos, estes desenhos assumiram outras
superfícies e suportes: Postados incessantemente no perfil do artista em redes
sociais, como o Facebook e o Instagram (@alvaroseixas), constituem um
ágil e ácido canal crítico e teórico, seja com relação ao sistema artístico ou
a própria produção e persona de Seixas. Nas palavras do próprio artista: “Estes desenhos buscam fugir do clichê -
imposto por si próprio ou pelo meio de arte - do jovem ou promissor pintor
abstrato”. Nesse sentido, seus
desenhos, que na maioria das vezes associam texto e imagem, não são meros
estudos visuais para suas pinturas ou instalações, mas sim embates poéticos e
conceituais com a ideia de arte e sua relação com o mundo.
:: Sobre os artistas ::
Jhafis Quintero nasceu em 1973 em La Chorrera (Panama). Começou sua carreira como
artista durante sua sentença de prisão de 10 anos, pela mão de Haru Wells, uma
mulher determinada em demonstrar que a arte era uma substituta eficaz para o
crime. Wells ensinou a arte para Jhafis, que encontrou nesse caminho a natureza
de uma disciplina para nutrir e re-canalizar o apetite por transgressão que o
levou ao crime, e para encontrar uma maneira de ser ele mesmo, sem prejudicar
os outros. Enquanto estava na prisão, participou de concursos de arte nacionais
e exposições em San José (Costa Rica) com trabalhos que foram premiados com
menções honrosas. Sua experiência na prisão desempenha um papel de liderança no
seu trabalho. Há uma percepção particular da passagem do tempo e suas
implicações para um corpo imerso nesse período de tempo particular, uma questão
de limites físicos e mentais, e uma constante reflexão sobre morte que desliza
sobre a vida dos detentos.
Alvaro Seixas é doutor em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ e
vem se consolidando como um dos pintores mais relevantes da sua geração. Dentre
suas exposições recentes se destacam a X Bienal do Mercosul (Porto Alegre,
2015); Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (São Paulo, 2015) e
Paintbrush (Rio de Janeiro, 2015). Em 2012 foi contemplado juntamente com os
artistas Rafael Alonso e Hugo Houayek com o Prêmio Projéteis Funarte de Arte
Contemporânea, Rio de Janeiro, que resultou na exposição coletiva Palácio,
realizada no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro. Em 2011, publicou o
livro “Sobre o Vago”. Possui obras em diversas coleções particulares, com
destaque para a Coleção Diógenes Paixão. O artista vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Roberto Freitas é artista plástico com
individuais no Sesc Palladium, Sesc Pompeia, Galeria Virgílio, MIS
Campinas, MIS-SC, Museu Victor Meirelles, Instituto Meyer Filho e Casarão
da Lagoa. Também participou de algumas
exposições coletivas na Espanha, Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela, Peru,
Colômbia, Sérvia, México e alguns outros países. Ganhou alguns prêmios, como o
Prêmio Rumos Itaú 2016, Prêmio Elisabete Anderle Artes Visuais 2015, Projeto
Redes Artes Visuais Funarte 2014. Fez residências na Servia, México, Dinamarca,
Argentina e no Brasil (Redbull Station e Ja.Ca, entre outras). Em sua
trajetória artística, tem trabalhado entre artes plásticas, performance,
cinema, dança e teatro, com inúmeras realizações nessas áreas em parcerias com
O Grivo, Cena 11 Cia de dança, de Florianópolis, Luis Garay Cia de dança, de
Buenos Aires, com a performer Monica Siedler e o Grupo Kurokos. Sua formação
inclui graduação em artes plásticas e mestrado em teoria e crítica da arte.
Marina Saleme.
Daniel Lanes. Tempestuosa Travessia II.
Jafhis Quintero. We Only Exist when we Communicate.





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