sexta-feira, 31 de julho de 2015

Luciana Caravello Arte Contemporânea na ARTRIO


A Leica Gallery São Paulo promove sua inauguração com a mostra Del Mondo, do músico e fotógrafo inglês Andy Summers,




LEICA GALLERY SÃO PAULO É INAUGURADA COM MOSTRA INÉDITA DE ANDY SUMMERS

A galeria fica aberta ao público a partir de 5 de agosto de 2015, quando acontece o vernissage da exposição Del Mondo, que traz imagens inéditas do músico e fotógrafo Andy Summers, feitas ao redor do mundo, entre 1978 e 2014.


Leica Gallery São Paulo promove sua inauguração com a mostra Del Mondo, do músico e fotógrafo inglês Andy Summers, e curadoria de Karin Rehn-Kaufmann. A exposição, composta por 42 imagens em preto e branco, feitas entre 1978 e 2014, apresenta registros da vida do artista em viagens que fez ao redor do planeta, evidenciando um estilo de fotografia de rua emotivo e atento.

Desde 1978, Andy Summers exercita, com a fotografia, um olhar afiado. Quando os membros da banda The Police decidiram cada um seguir seu próprio caminho, em meados da década de 1980, o guitarrista se aproximou do jazz e da música clássica e, simultaneamente, passou a dedicar ainda mais tempo à câmera fotográfica. Sua produção artística é influenciada tanto por viagens, da Tanzânia a Shangai, quanto por seu profundo interesse pela música, experimentando diferentes tipos de filmes fotográficos, lentes, ângulos e composições. Saindo noite após noite, vagando pelas ruas com sua câmera, Andy Summers registrava cenas noturnas em lugares como Los Angeles, Tóquio, Londres, Bali, Nepal, Macau ou por onde quer que passasse. “É você e o mundo ao redor. Reagindo a isso. Olhando para isso. Se eu saio pela rua, estou olhando, estou procurando. Vendo o que aparece. Poderia ser uma forma, um movimento.”, comenta o fotógrafo.  

Neste contexto, Del Mondo apresenta fotografias de vendedores, pedestres, motoristas, quartos de hotel, garçons e até do próprio artista. Cenas espontâneas, que o fotógrafo encontrava em suas andanças pelo mundo.

Esta mostra inédita no Brasil marca a inauguração da Leica Gallery São Paulo, a primeira na América do Sul, e traz ao país Karin Rehn-Kaufmann, responsável pela curadoria de todas as unidades daLeica Gallery no mundo. A partir de agosto, o público encontra um lugar dedicado à fotografia, localizado em uma região privilegiada de Higienópolis, entre universidades e escolas de arte e design. Construída em um edifício da década de 1930 - em processo de tombamento como Patrimônio Histórico -, a galeria reúne o estilo Art Deco da fachada com um espaço interior bastante moderno, complementado por dois containers, anexos ao edifício em uma área externa. A proposta da Leica Gallery São Paulo é apoiar artistas, promover workshops e encontros, no intuito de gerar uma relação íntima entre fotografia, espectador e espaço expositivo.








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Leica Gallery










Evento: Inauguração da Leica Gallery São Paulo e abertura da exposição Del Mondo
ArtistaAndy Summers
CuradoriaKarin Rehn-Kaufmann
Coordenação: Luiz Marinho e Valéria Blay
Data: 5 de agosto de 2015, quarta-feira, às 19h
Período expositivo6 de agosto a 5 de outubro de 2015
Local: Leica Gallery São Paulo – www.leicagallerysp.com.br
Rua Maranhão, 600 – Higienópolis – São Paulo, SP
Tel.: (11) 3512-3909
HorárioTerça-feira a sábado, das 11 às 19h

João Castilho Porcelana e Vulcão.


JOÃO CASTILHO | PORCELANA E VULCÃO
ABERTURA | QUINTA-FEIRA, 06 DE AGOSTO, DAS 19H ÀS 22H
Um dos nomes de maior destaque da fotografia brasileira contemporânea, João Castilho é tema de uma nova individual na Zipper Galeria. Em cartaz a partir da próxima quinta-feira, seis de agosto, a mostra "Porcelana e Vulcão" reúne uma série de obras inéditas que aprofundam sua pesquisa conceitual e formal no campo da fotografia e do vídeo. Além disso, o artista apresenta ainda obras de inspiração escultórica, uma nova vertente de sua produção.

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De acordo com ele, os trabalhos reunidos relacionam-se com ideias e imagens associadas aos materiais apontados no título – entre a leveza e delicadeza da porcelana e o peso e fúria do vulcão. Há uma vontade de ruptura com a permanência das coisas e dos seres no mundo. Porém, a angústia da estagnação não é um estágio que possa ser vencido com facilidade; é um estado permanente.

Na foto-instalação Corte (2015), dezenas de fotografias de tamanhos variados exibem fendas, fissuras e cortes em esculturas de ferro. A escultura em resina Cão (2015), por sua vez, mostra um cachorro tentando morder a própria cauda. No vídeo Alvo (2015), vemos um suporte atingido por várias flechas simultaneamente. Outra série iniciada pelo artista este ano são as colagens Dinheiro Pintado (2015), feita com um conjunto de notas de R$ 10 manchadas com uma tinta vermelha quando retiradas de caixas eletrônicos em tentativas de roubo. Já o grupo três esculturas em cerâmica Irreversíveis (2014) mostra jabutis posicionados de cabeça para baixo.

A exposição traz ainda duas fotografias da premiada série Zoo (2014-2015), contemplada com o prêmio ZUM, do Instituto Moreira Salles, em 2013, e com o prêmio da Fundação Conrado Wessel de Arte, em 2014.

Sobre o artista:
João Castilho é artista visual e trabalha com fotografia, vídeo, escultura e instalação. Seus trabalhos têm inspiração no cinema, na literatura, na cultura popular e em temas da atualidade. Tem obras em museus como Musée du Quai Branly, Paris; Pinacoteca do Estado, em São Paulo; Coleção Pirelli/MASP de Fotografia, São Paulo; e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Ganhou prêmios da Fundação Conrado Wessel de Arte, em 2014; e a Bolsa de Fotografia ZUM, do Instituto Moreira Salles, em 2013. Foi um dos artistas selecionados para a 10a Bienal do Mercosul e  19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, ambos em 2015.

Serviço
Porcelana e Vulcão de João Castilho
Abertura:  06 de agosto, das 19h às 22h
Visitação: 07 de agosto a 12 de setembro de 2015
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábados das 11h às 17h

Derivações, sobre as palavras nas cidades Roberto Müller SESC Sergipe.


Derivações, sobre as palavras nas cidades
Roberto Müller
06 de Agosto a 18 de Setembro
Galeria de Arte Sesc Sergipe

“Novos Talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil” Caixa Cultural, R. J. Curadoria Vanda Klabin.

Caros amigos (as), gostaria  convidá-los para a abertura da exposição “Novos Talentos: Fotografia Contemporânea no Brasil”,  com minha curadoria,  que se realizará no dia 12 de agosto de 2015, quarta-feira, às 18:30h, na Caixa Cultural, Av. Almirante Barroso 25/ Centro.  
Abraços > Vanda Klabin

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Michaël Borremans





Michaël Borremans (1963-) Nasceu em Geraardsbergen, Bélgica. Estudou em Hogeschool voor Wetenschap en Kunst, em Gent Iniciou a sua carreira como fotógrafo e designer gráfico. Posteriormente, dedicou-se ao desenho e à pintura figurativos e, mais recentemente, ao filme. O artista trabalha com telas de pequenos e grandes formatos, referindo-se à pintura holandesa e a seus mestres Vermeer, Ter Boch  de Hooch e Velásquez. Parecem cenas sombrias, verdadeiras composições teatrais. É representado pela David Zwirner Gallery, Londres e pela Zeno X Gallery, Antuérpia. Vive e trabalha em Gent, Bégica. Atualmente exposição Black Mould na David Zwirner, Londres e no Dalas Art Museum.




The Constellation - Ten Flemish Actors, 2000. MoMA, Nova York.


The Cabinet of Souls, 2000. MoMA.


The Swiming Pool, 2001.



The Pupils, 2001. Zeno X Galleery, Antuérpia.


The Preservation, 2001. Coleção particular.


The Marvel, 2001. Coleção particular


Hood, 2007.


The Load, 2008. David Zwirner Gallery.




Sleeper, 2008.


Lakei, 2010. Zeno X Gallery


The Duck, 2010.


The Nude, 2010.


Red Hand, Green Hand, 2010 MA Fine Art Falmouth.


The Wooden Skirt, 2011. David Zwirner Gallery.




The Hovering Wood 2011.



The Lid, 2011.


The Wind,  2011.


The Loan, 2011.


The Devil's Dress, 2011.


The Egg, 2012. Dalas, Texas.


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The Angel, 2013.Zeno X Gallery, Antuérpia


Skirt Sculpture, 2014. Zeno X Gallery

Horse, 2015. Zeno X Gallery.


Exposição Black Mould, 2015. David Zwirner, Londres.

Pablo Ferretti e Rafael Perez Evans - Luz Negra no Largo das Artes


Largo das Artes tem o prazer de convidar todos para a abertura da exposição "Luz Negra", que irá acontecer na próxima quinta-feira, dia 30 de julho, a partir das 19 horas.

Nesta exposição, os artistas Pablo Ferretti e Rafael Perez Evans confrontam práticas pictóricas que transitam entre a abstração e o figurativo, partindo das relações entre história e memória individual, entre superfície e profundidade. Em um exercício de arqueologia subjetiva e coletiva, ambos lançam luz sobre aquilo que Giorgio Agamben chama de "a escuridão do presente".

Com curadoria de Bernardo José de Souza"Luz Negra" fica em cartaz até o dia 14 de agosto. O horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 11 às 19 horas e a entrada é gratuita.

Na mesma noite, marcando o encerramento do ciclo de julho do nosso Programa Internacional de Residências e a quarta edição do Programa Claraboia, as artistas Hannah Hughes (EUA), Julia Guzman (REP DOM/EUA) e Hanae Mura (RJ
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BRASIL) irão apresentar os seus trabalhos finais ou em processo, que reúnem vídeos, esculturas, performances e instalações.

E no comando das pick-ups do Largo, a dulpa Fred/Lipp
e irá trazer
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mais uma seleção musical de fina estirpe para entreter todos os convivas.

Esperamos vocês!


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Sobre os artistas

EXPOSIÇÃO LUZ NEGRA

Rafael Perez Evans é um artista espanhol/britânico que vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formado em Belas Artes pela Universidade Goldsmiths de Londres, seus trabalhos já foram exibidos no México, Estados Unidos, Londres, Berlim, Madrid e São Paulo. Explorando a pesquisa etnográfica na sua prática, Rafael lida com histórias locais e coletivas, que irão resultar em instalações de técnica mista, sobre as quais incidem fotografia, mobiliário, vídeo, pinturas abstratas e imagens coletadas. Esta reunião de elementos díspares visa produzir uma nova confusão nas histórias e possíveis problemas inerentes à sua leitura. Algumas obras em vídeo e outras ações ativam um exercício de rastreamento, algo como seguir os passos, cavar a informação. A arte como arqueologia.

Pablo Ferretti é um artista gaúcho que vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua pesquisa em pintura trabalha com questões de acúmulo e suspensão, controle e impermanência. Graduado em pintura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS (2001), com Mestrado em Pintura pelo Royal College of Art, Londres, Inglaterra (2006-08). Em 2008, ganha bolsa anual para desenvolvimento do trabalho pelo Ridley Scott Associates, RSA Films Artist in Residence. Indicado em 2012 a Destaque em Pintura no VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, em Porto Alegre, RS. Em 2014, é indicado ao Prêmio Investidor Profissional de Arte – PIPA.

PROGRAMA INTERNACIONAL DE RESIDÊNCIAS (CICLO: JULHO 2015)

Hannah Hughes vive e trabalha em Santa Fé, no estado norte-americano do Novo México. A sua prática artística está concentrada na performance e em questões que lidam com a fisicalidade do corpo e com o tempo “real”. Recentemente, Hannah se apresentou no Centro de Arte Contemporânea, em Santa Fé, e na Academia Americana, em Roma. Nesta última, participou como artista residente pesquisando a relação das artes performáticas com a tradição das esculturas públicas romanas. Graduada em História da Arte pelo Mills College, Hannah também é mestre em Filosofia da Mídia pela European Graduate School, Saas-Fee, Suíca, Em 2014, publicou pela editora Atropos o livro “Together to the beach”, uma coleção de ensaios sobre o tema “férias” e sua relação com a arte, literatura e filosofia. Também participou do curso de pintura no Hunter College, em Nova York, sob orientação de Robert Morris. Durante a sua residência no Largo das Artes, Hannah realizou uma serie de experimentos performativos, atraída pelas ruínas da cidade do Rio de Janeiro e seus espaços anacrônicos que misturam passado, presente e futuro. Na mostra final, a artista irá apresentar uma performance em que o corpo
se

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coloca em um estado de vulnerabilidade, ativado por uma tensão
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justaposta entre possibilidade e necessidade.

Julia Guzman nasceu na República Dominicana (RD) e
​ ​
atualmente
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vive e trabalha em São Francisco, EUA. Graduada em Belas Artes pela Escola de Desenho Altos de Chavón (RD), Julia está atualmente concuindo seus estudos de escultura no San Francisco Art Institute. Além de sua produção artística, também tem trabalhado na industria do cinema, publicidade e vídeos musicais, principalmente como diretora de arte. Recentemente, participou de uma mostra individual de fotografia intitulada “Filogenia”, em Santo Domingo (RD), e também tem participado de uma serie de mostras coletivas no seu país e nos Estados Unidos. Hoje a sua prática está concentrada na escultura e nas relações dos materiais com o tempo e o espaço. Durante a sua residência no Largo das Artes, a artista desenvolveu uma serie de instalações tendo como base a linguagem natural de determinados materiais, resultando em um estudo de tensão, equilíbrio e ativação do espaço vazio.


PROGRAMA CLARABOIA (4ª EDIÇÃO
​ ​|
 JUNHO
​-​
JULHO 2015)


Hanae Mura é uma artista paulista que vive e trabalha no Rio de Janeiro. A sua prática passa pela pintura, escultura, arte performática, dança e fotografia. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela FAU USP e é pós graduada em arte japonesa pela Sofia Itchigaia University (Japão) e psicoterapia pela International School of Biosynthesis (Suíça). Atualmente, Hanae trabalha seguindo os princípios do Círculo Aletheia. Seu campo de pesquisa tem como fundamento os fatos e os relacionamentos reais de sua vida, considerando as tensões resultantes de sua origem. A partir daí, surgem proposições para o seu aprofundamento artístico, que é revelado por meio das histórias de seus antepassados e das relações sócio-culturais contemporâneas. No Largo das Artes, a sua residência de dois meses no Programa Claraboia chega ao fim, com a apresentação de uma performance especial e uma serie de vídeo-projeções.

Serviço
Abertura da exposição "Luz Negra"
Artistas: Pablo Ferretti e Rafael Perez Evans
+
Mostra final Programa Internacional de Residências e Programa Claraboia
(com os trabalhos das artistas Hannah Hughes, Julia Guzman e Hanae Mura)
Onde: Largo das Artes (Rua Luis de Camões, 2 - Centro - Rio de Janeiro)
Data: 30 de julho 
Horário: 19 horas
Entrada Gratuita

Exposição "Luz Negra" segue até 14 de agosto, visitação de terça a sexta-feira, das 11 às 19 horas.


Ocupando um casarão do século XIX no centro histórico do Rio de Janeiro, o Largo das Artes é um centro independente de arte contemporânea com galeria, cursos, ateliês e um programa de residências artísticas. Para mais informações, acesse o nosso site: www.largodasartes.com.br

Lançamento da edição No 1 da ST 024

LANÇAMENTO DA EDIÇÃO NÚMERO 1 DA ST.024



Chega ao circuito cultural a edição número 1 da ST.024, portfólio de imagens em formato de revista que será lançada na Zipper Galeria, com ensaios de João CastilhoLuiz Braga, Julio BittencourtAlexandre Battibugli e Drago, além de uma agenda dos eventos de fotografia. A proposta do publisher Renê de Paula é oferecer uma experiência tátil com a fotografia, um contato lento e sensível com a imagem impressa – tão incomum nos dias de hoje, especialmente em razão da quantidade infinita de imagens disponíveis no ambiente virtual.

Disponibilizada unicamente em versão impressa, a ST.024 não possui textos, apenas fotografias, e reúne todos os recursos técnicos disponíveis em sua criação, para que a reprodução das imagens fique o mais próximo possível do que se encontra no arquivo original, produzido pelo fotógrafo. A publicação ainda possui um encarte, em formato de pôster, com duas imagens selecionadas entre os principais editoriais de cada edição. “Os leitores vão encontrar na St.024 um ambiente plural, pautado sempre pela qualidade e pela busca de proporcionar experiências transformadoras para aqueles que, de alguma forma, se comunicam através de imagens.”, comentaRenê de Paula. Em um primeiro momento, a ST.024 terá periodicidade bimestral e poderá ser encontrada nas principais bancas e livrarias de São Paulo, e muito em breve em todo o Brasil. A edição número “zero” foi lançada em novembro de 2014, e teve Andy Summers como fotógrafo convidado, autor da imagem de capa e do editorial principal.



SERVIÇO

Evento: Lançamento da edição número 1 da revista ST.024
Data: 6 de agosto de 2015, quinta-feira, às 19h
Local: Zipper Galeria
Endereço: Rua Estados Unidos, 1494 – Jardins – São Paulo / SP
Tel.: (11) 4306 4306
  
REVISTA  ST.024
Número de páginas: 40
Dimensões: 41 x 27,5 cm
Preço de venda: R$ 19,80

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Barnett Newman



Barnett Newman (1905-1970) Nasceu e morreu em Nova York. Filhos de imigrantes judeus poloneses. Estudou Filosofia no City College. Trabalhou com seu pai em confecção de roupas. Dedicou-se à pintura, mas somente a partir de 1940 ele começou a estabelecer seu próprio estilo, caracterizado por grandes áreas de cor separadas por pequenas listras verticais de outras cores. Oment 1, 1948 foi a primeira tela com sua marca clássica. Produziu 18 litografias denominadas Cantos evocando a música. Newman está classificado como artista ligado ao Expressionismo Abstrato e, ainda, ao Color Field e ao Minimalismo. Sua viuva Analle Newman criou a Fundação Barnett Newman para divulgar sua obra. Construiu poucas esculturas sendo a mais conhecida o Broken Obelisk. A Barnet Newman Foundation lançou o catalogue raisonne com a obra do artista.





Gea, 1944-1945. The Art Institute, Chicago.




Onement, 1948. MoMA, Nova York



Concord, 1949. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Covenant, 1949.



Promise, 1949, Whitney Museum of American Art, Nova York.


Eve, 1950. Tate Gallery, Londres.



Day One, 1951-1952. Whitney Museum of American Art, Nova York.



Cathedra, 1951. Barnet Newman Foudation.


Adam, 1951-1952. Tate Gallery, Londres.


Onement VI, 1953. Considerada uma das principais obras do artista. Atingiu o preço de US$ 43,84 milhões.


Sem título, 1963. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Black Fire I, 1961. Coleção particular.




Broken Obelisk, 1963. University of Washington. Red Square.


Canto II, 1963. The Art Institute, Chicago.



Canto IX, 1964. MoMA, Nova York.


Canto XIII, 1964-1964 Tate Gallery, Londres.


Station of Cross, 1958-1966. National Gallery, Washington.


Who's Afraid of Red, Yellow and Blue III, 1967-1968.

Yellow Edge, 1968. National Gallery of Canada.


Shimmer Bright, 1968. Metropoltan Museum of Art, Nova York

Jericho (1969-1969) Centre Pompidou, Paris



Catalogue raisonne

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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