domingo, 31 de maio de 2015

Imagem Semanal: O Globo






Donato Bramante (1444-1514) Heraclitus and Democritus, 1477. Pinacoteca di Brera, Milão.



Ventura di Archangelo Salimbeni (1568-1613)  Glorificationof the Eucharist, s.d. San-Pietro Montoclacino.

Gregor Erhart (1460-1540)  Christ Child with the Terrestrial Globe, 1500. Museum für Kunst und Gewere, Hamburgo.



Andrea del Sarto (1486-1530) The Holy Family with the Young Saint  John Baptist, s.d. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Gerhard Emmoser (ativo 1556-1584) Celestial Globe with Clockwork, 1579. Meropolitan Museum of Art, Nova York.



João Duck (1600-1667) Laughting Democritus Seated Next to a Terrestrial Globe, s.d. Coleção particular.


Anthony van Dyck (1599-1637) Lucas van Uffel, 1622. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Jusepe de Ribera (1591-1652) Astronomer in his Study, s.d. Plimouth City Council: Museum and Art Gallery.


Nicolaes Eliasz Picckenoy with a Celestial Globe (1588-1650) Man with a Celestial Globe, 1624. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Gerrit Dou (1613-1675) Astronomer by Candlelight, 1652.



Johannes Vermeer (16332-1675) The Astronomer, 1668. Museu do Louvre, Paris.


Sir Joshua Reynolds (1723-1792) Sir Josepha Banks, Bt, 1773. National Portrait Gallery, Londres.




Autor desconhecido () A Philosopher with a Celestial Globe, s.d. Wellcome Collection, Londres.


Daniel Huntington (1816-1906) The Atlantic Cable Projectos, 1895. New York City Museum




Nicanor-Piñole (1878-1978) Aleogoria de las Artes, 1929




Nelson Leirner (1933-) Globo da séria Assim é...se lhe Parece, 2003. Coleção particular.


Michelangelo Pistolletto (1933-) Mappamondo Spinoso, 1966-2005. Bienal de Sidney. 


Bharti Kher (1969) Not All iwho Wander Are Lost, 2010.


Jan Fabre () The Globe, 2011. Museum of Modern Art, Bruxelas.




Ynka Shonibare MBE (1962-) Rage of the Ballet Gods. Poseidon, 2015. James Cohan Gallery.


Em 1940, Charles Chaplin interpretou o Grande Ditador criando uma cena épica com um globo.

sábado, 30 de maio de 2015

Corin Hewitt







Corin Hewitt (1977-) Nasceu em Burlington, Vermont.  Escultor, fotógrafo e performista. Graduou-se na Oberlin College e obteve o Mestrado na Milton Avery School of Art, Bard College.  Estudou, ainda, na Staatliche Akademie der Bildenen Kunst, Karlsrue, Alemanha e na Skowhegan School of Painting and Sculpture, Maine. Usa a história pessoal para explorar a relação entre a memória pública e privada. Exposições individuais em galerias comerciais e na Serpentine Gallery e no Seattle Museum e Whitiney Museum of American Art. Recebeu o Roma Prize, Bolsa do Guggenheim Museum e da Joan Mitchell Foudation. É professor de Escultura na Virginia Commonwealth Universith. É membro do Artist Pension Trust. Vive e trabalha em Richmond.  É representado pela Laureen Gitlen Gallery.





Union Street, 2004.


Mould with Moustache, 2005.


Legacy, 2005.


Slug, 2008. Múltiplo.



Seed Stage, 2008. Instalação no Whitney Museum of American Art, Nova York Foto Sheldon Colin.


Sem título # 24 Seed Stage, 2008 Digital pigment print.


Cast Carth, 2008. Wanas Foudation. Kinistinge.

Sem título # 1 from Drying Flowers with Microwaves, 2010.


Sem título # 1 from Drying Flowers in a Microwave, 2010.




Instalação, 2010. Jessica Silverman Gallery.



Wall, 2010. Joan Mitchel Foundation.


Starting Block # 10, 2013. Laurel Gilten Gallery



Make Up for Ever, 2014. Laurel Gilten yGaller


The Third Station, 2014. Instalação na Laurel Gilten, Nova York.


Daniel Lie - Pacto com o Futuro C.C. São Paulo

 
 
 
 
“Daniel Lie - Pacto com o Futuro”
Abertura: 30 de maio de 2015, das 10h às 18h
Centro Cultural São Paulo
 

Projeto da instalação "Pacto com o Futuro"
Daniel Lie ocupa o átrio do Centro Cultural São Paulo com obra que questiona a passagem da vida

O Centro Cultural São Paulo tem o prazer de apresentar, a partir de 30 de maio de 2015, a exposição “Pacto com o Futuro”, do jovem artista Daniel Lie. A mostra se trata de uma instalação que ocupa o vão entre as passarelas de acesso dos pisos Caio Graco, Flávio de Carvalho e a Biblioteca. Tendo minerais, plásticos, plantas e frutas como elementos relativos, Daniel Lie pretende discutir a relação do tempo, a existência das coisas e a passagem da vida. A exposição “Pacto com o Futuro” integra a programação do Programa de Exposições do CCSP. Em 13 de junho de 2015, às 11h, o artiusta inaugura exposição na Casa Triângulo.
Dois grandes cristais (quartzo fumê e turmalina negra), oito plantas tropicais (banana de macaco ou Guaimbé), uma estrutura com cocos verdes e outras duas de frutas tropicais estarão penduradas por cordas amarelas em diversos pontos  e alturas desde o teto da edificação até o ponto de visão dos espectadores. A cor amarela dialoga com a sinalização tátil do piso da instituição, desenhando linhas geométricas no ar.
Flutuantes, as pequenas florestas de plantas, representam o tempo orgânico, que necessitam de cuidados para manter a vida. Os cristas, assim como os plásticos (utilizados como suporte) representam o tempo inorgânico, que pode perdurar por milhares de anos. Por outro lado, as frutas, dispostas em duas estruturas de plástico, uma fechada a vácuo e outra apenas fechada, evidenciam a passagem do tempo, que ao parecer, marcam a chegada da morte, uma primeiro que a outra.
Além desta exposição no Centro Cultural São Paulo, Daniel Lie também está em cartaz na Oficina Cultural Oswald de Andrade e na Casa Triângulo, criando uma trilogia de exposiçoes na cidade. Na Oswald, ele exibe a exposição “Meus Sentimentos”, composta por uma única instalação no espaço externo da instituição, a obra é constituída por um círculo formado por 12 cavaletes de pintura, onde 12 coroas de flores (usadas em velórios) e uma estrutura com frutos tropicais suspensos, convidam o público a presenciar o processo natural de decomposição. Em cartaz até 27/05/15. Na Casa Triângulo , ele apresennta “Lie Liong Khing”. O eixo central da exposição é uma instalação de grandes proporções que ocupa toda a sala principal da galeria, onde minerais, plantas e frutas suspensas por um mecanismo de roldanas, relacionam o tempo da vida, seja pela ancestralidade dos minerais, os ciclos vísiveis das plantas ou até mesmo pela efemeridade das frutas perecendo no decorrer da exposição.
Nas três exposições, que chegam a ficar expostas simultaneamente, o artista exibe projetos específicos de grande escala, criados especialmente para cada espaço. Cuidadosamente planejados e calculados, são compostos por estruturas de plantas e frutas tropicais que se interligam através de um sistema de cordas e roldanas, o artista exibe produção que se utiliza de disciplinas como engenharia, física, química e botânica, flertando ciência e religião.

SERVIÇO:
"Daniel Lie - Pacto com o Futuro"
Abertura: 30 de maio de 2015, às 14h
Período Expositivo: 30/05/15 a 09/08/15
Centro Cultural São Paulo
Paraíso: r. Vergueiro, 1.000, tel. (11) 3397-4002. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.centrocultural.sp.gov.br

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Gego





Gego Gertrud Goldschmidt (1912-1994) Nasceu em Hamburgo, Alemanha de família judia. Formou-se em Arquitetura pela Universidade de Stuttgard. Com o advento do nazismo, mudou-se para a Venezuela, em 1938. Recebeu a cidadania venezuelana no ano de 1952. Começou sua carreira, ligada ao Concretismo, produzindo desenhos, aquarelas e gravuras. Mais adiante, inspirada por Otero e Jesus Sotto passou a construir esculturas como sequência de seu trabalho bi dimensional. Alem de artista dedicou-se ao ensino como professora da Universidade Central da Venezuela e do Instituto de Design de Caracas. Fez curso de Especializaçao de Pedagogia na Berkeley University, California. Foi casada duas vezes, a segunda com o artista venezuelano Gerd Leufer, seu companheiro por toda vida. Recebeu inúmeros prêmios inclusive o Prêmio Nacional de Artes plasticas. Participou da Bienal de São Paulo. A Fundación Gego já realizou 60 exposições em diferentes museus do mundo.




Sphere, 1959. MoMA, Nova York.


Split. 1961. MoMA, Nova York.


Sem título, 1960. Gravura. MoMA. Nova York.






Sem título, 1961. Monotipia. Fundação Gego.



Ocho cuadrados, 1961. Coleção Cisneros, Caracas.


Sphere II, 1964.



Sem título, 1966. Litogravura. MoMA, Nova York.


Lineas, 1966.


Sem tíitulo, 1966. Litogravura. MoMA, Nova York.


Reticuláres, 1969. Museo de Bellas Artes, Caracas.


Horizontal Square Reticularia, 1971. Tate Gallery, Londres.


Sem título. 1973. MoMA, Nova York.





Sem titulo, 1974. Museo Nacional Centro de Artes Reina Sofia, Madrid.


Reticularia, 1975. Museum of Fine Arts, Houston.



Dibujos sin papel, 1976, Coleção Cisneros, Caracas.


Sem título, 1975. Tate Gallery, Londres.


Bichito, 1984. Fundación Gego.








Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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