sábado, 28 de fevereiro de 2015

Wolfgang Tillmans






Wolfgang Tillmans (1968) Nasceu em Remscheid, Alemanha. O início de sua carreira foi em Hamburgo, onde fez sua primeira exposição em  1990. Foi estudar na Bournemouth and Poole College of Art and Design, Inglaterra. Após terminar seus estudos, foi para Nova York, onde encontrou seu companeiro Jochen Klein, pintor alemão com quem viveu até sua morte, por complicações da  AIDS, em 1997. Produz retratos, natureza mora, paisagen, astrofotografia com elas discute a homossexualidade e a identidade de gênero. Utiliza fotos de diferentes tamanhos e formatos. Participou das Bienais de Berlim e de Veneza. Foi o primeiro artista não britânico indicado para o Prêmio Turner, Londres. Recebeu o The Culture Prize of German Society for Photography. Vive e trabalha em Londres e Berlim. É representado pela Maureen Pauley Gallery, Londres. Wolfgang Tillmans, 1990. por Stuart Mentiply.






Grey Jeans over Stair Post, 1991. Guggenheim Museum, Nova York.


Lutz and Alex sitting in the Trees, 1992. Coleção do artista.


Lockers Lutteurs, 1994. Coleção particular.


Deer Hirsch, 1995. Guggenheim Museum, Nova York.


Arkadia, 1996. Modema Museet.


Alex, 1997. MoMA, Nova York.


Anders Pulling Splinter from his Foot, 2004.


Venus Drop.2004.


Zimmerlinde (Michel) 2006.


Lighter 26, 2007.


Lighter 46, 2008. Guggenheim Museum, Nova York.

Dan, 2008.


Your Dogs, 2008.


Concorde, 2008.



Silver Installation VII, 2009. Serpentine Gallery. Foto: Gautier de Blonde.



Collum, 2011.


Astro-Crusto, 2012.


Nite Queen, 2013



Exposição, 2013.  Museo del Banco de la Republica, Bogotá




Book of Architects, 2014. Vídeo com dois canais. Bienal de Veneza.



Instalação, 2014. Bienal de Berlim,

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Juan Luis Moraza





Juan Luis Moraza (1960-) Nasceu em Vitoria, Espanha. Recebeu o doutorado em Belas Artes pela Universidade do País Basco. Foi fundador com Marisa Fernandez do coletivo CVA, 1980-1985. É professor de Escultura da Universidade de Vigo. Participou das Bienais de Veneza e São Paulo Atualmente tem a exposição individual Republica no Museo Reina Sofia, Madrid. É representado pela Galeria Espacio Minimo, Madrid.



Arlma III, 1989.


Ma (Non è ) Donna, 1993


Ectasy, status, Statue, 1994. Guggenheim Bilbao.



Agalma (Espiraloide Tórica), 2002.


Disparidad y Demanda, 2004.



Exitmacy, 2010.



Dividuos, 2010.


Implosão, 2011. Museo Reina Sofia, Madrid


Cérebros, 2011. Museo Reina Sofia, Madrid. 


Arules, 2012. Detalhe. Prêmo Audemars Piguet.


Arules,  2012.


Sem título, 2013.

Endscape, 2013. Coleção do artista.


Coroa Republicana 0. Serie Software, 2014



Corona Republicana I. Serie Software, 2014



Sem título, 2015.



Sem título, 2015.

Lena Bergstein Narrações











quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Luiz Ernesto



"Quis também pensar o que é uma pintura em 2012, incorporar um material que não faz parte da tradição, expandir um pouco essa ideia, e questionar até se isso é uma pintura"

 Luiz Ernesto em entrevista a Catharina Wrede do Caderno de Cultura, O Globo em 8/11/2012.






Luiz Ernesto Moraes (1955-).Nasceu no Rio de Janeiro. Formado em Engenharia Mecânica. Dedicou-se aos estudo de artes plásticas matriculando-se  na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, da qual torna-se-ia professor e diretor. Fez aperfeiçoamento com bolsa do Conselho Britânico na Glascow Print Studio, Escócia. Utiliza-se de diferentes meios tais como pintura, desenho, objeto, fotografia e instalação para seu trabalho. Os temas são objetos comuns do dia a dia..
Sua última exposição individual no Rio foi Pintura Muda na Galeria Silvia Cintra + Box  4, quando foi lançado o  livro Luiz Ernesto Antologia 1982-2012. pela Editora Réptil. Enriquecendo a publicação estão os textos de Guilherme Bueno, Agnaldo Farias e Paulo Sérgio Duarte
Seus trabalhos mais recentes são telas de diferentes tamanhos, todas de resina epóxi, fibra de vidro, impressão inkjet e pigmentos constituídas de figuras de objetos comuns e frases. Essa composição transforma cada tela numa página de poesia, levando ao espectador percorrer seu próprio universo onírico.
Para Guilherme Bueno: "São imagens que exploram um cisco de inusitado na banalidade do cotidiano".
Aguinaldo Farias escreveu: " Embora esses trabalhos de Luiz Ernesto devam ser tratados como pintura, prefiro pensá-los como poesias visuais".
Paulo Sérgio Duarte pensa: " Apesar de suas dimensões, o verdadeiro tema dos quadros é a nostalgia de um mundo sem violência ou nervosismo, onde as coisas calmas pudessem usufruir sua solidão...".
O artista vive e trabalha no Rio de Janeiro e é representado pela Galeria Silva Cintra + Box 4. Em 2014, exposição individual na Galeria Emma Thomas, SP.

http://www.luizernesto.com.br














Instantes de Cor Semeavam a Planície Nua. 






















 

Com a mulher Ceiça e o livro.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
Now