sábado, 31 de janeiro de 2015

Eliseu Visconti





Eliseo d'Angelo Visconti (1886-1944) Nasceu em Giffoni Valle Piana, Itália. Foi aluno de Vitor Meireles no Liceu Imperial de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, com José Maria Medeiros, Zeferino da Costa e com os pintores do Grupo Benardellei, Henrique Bernadelli e Amoedo. Em 1982, recebeu o prêmio de viagem a Paris. Lá estudou na Escola de Belas Artes e a Escola de Artes Decorativas. Em 1901, recebeu sua primeira exposição individual na Escola Nacional de Belas Artes. No seu retorno ao Brasil, 1905,  foi convidado para decorar o Teatro Municipal. Pintou o pano de boca e o foyer. Entre 2007 e 2013, foi professor da Escola Nacional de Belas Artes em substituição a Henrique Bernadelli. Desligou-se da ENBA para viajar a Pais. Seus filhos e sua mulher Louise serviram como modelo para suas pinturas. 



No Verão, 1894. Museu Nacional de Belas Artes, R.J.


Gioventù.1898. Museu Nacional de Belas Artes, R.J.


Oreadas, 1901.


Nu Feminino, 1901.


Auto-Retrato, 1904. Coleção particular.


Parque de Luxemburgo, 1905.





Beijar, 1909.


Meu Filho Tobias, 1910.


Crianças Brincando, 1913. Coleção particular.


Trigal, 1913-1914.


Meditando, 1916. Coleção particular.



Ninando no Jardim, 1916. Museu Castro Maia, R.J.


 Volta às Trincheiras, 1917. Coleção particular.


Flores, 1917. MASP, S.P.

Retrato de Julinho, 1927.


Autorretrato em três posições, 1938. Coleção particular. 


Escola Higino da Silveira, 1940. Aquarela. Coleção particular.


Roupa Estendida, 1944. Coleção particular.


Maternidade, s.d. Coleção particular.


Auto-Retrato, s.d. Pinacoteca do Estado de São Paulo.



Eloá Carvalho Como se os Olhos não Servissem para Ver









Queridos,


Gostaria de convidá-los para minha próxima exposição individual, que acontecerá dia 10/02 às 18 hs na Galeria do Lago, Museu da República. 

Esta exposição é o resultado de 1 ano de pesquisa e trabalho junto à curadoria, desenvolvendo um projeto específico para esta galeria que propõe um diálogo entre o trabalho do artista e a história do Palácio do Catete, atual Museu da República.

Gostaria de agradecer imensamente a todos os amigos que aceitaram participar diretamente desse projeto, cuja proposta será o resultado de uma parte dessa exposição. Obrigada, vocês foram fundamentais!

Espero vocês lá!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A Galeria Vilanova exibe Taste Wild Water, do artista plástico Dino Pazzanese




Galeria Vilanova exibe Taste Wild Water, do artista plástico Dino Pazzanese, com curadoria de Bianca Boeckel. As 6 telas que compõem a exposição mostram figuras femininas com histórias nada óbvias e traços marcantes, ora em cenários claros ora escuros, secundários à profundidade dos olhares e sofrimentos retratados.

A inspiração de Dino Pazzanese para esta série encontra-se em diversas fontes: desde a natureza e nossa relação com ela, até conflitos entre anseios e necessidades com os nossos instintos; a loucura que a sociedade impõe e subtrai das nossas verdadeiras inclinações e sonhos. Com estilo que acredita ser inerente à individualidade de sua própria alma, emTaste Wild Water, o artista pinta mulheres com contornos retilíneos e traços fortes, transmitindo mais que meros sentimentos em suas feições, envolvidas em atmosferas que denotam paz, aprisionamento, melancolia ou até mesmo sensualidade. Caracterizada por suas figuras e histórias de inclinação mitológica, a pintura de Dino Pazzanese pode também representar situações políticas, emocionais e românticas, enquanto persegue a história do mundo. Sobre seu trabalho, o artista comenta: “Em relação às cores, são representações também de elementos geralmente naturais, com bastante vontade de buscar as cores do sol ou da luz da lua, da terra ou das plantas, e as forças e exuberância do corpo e os lampejos da alma.”.

Por opção e propositadamente, Dino Pazzanese se desvincula da arte contemporânea, por acreditar e apostar sempre em sua verdade pessoal. Conceitos à parte, eis uma oportunidade única de conhecer este mundo peculiar do artista. Nas palavras de Bianca Boeckel: “Com esta mostra, oferecemos um mergulho em novas sensações visuais e percepções. Um passo ousado para a Galeria Vilanova, que visa sempre surpreender com novas temáticas.”.

  
Exposição: Taste Wild Water
Artista: Dino Pazzanese
Curadoria: Bianca Boeckel
Abertura: 7 de fevereiro de 2015, sábado, às 19h
Período:  9 de fevereiro a 5 de março de 2015
Local: Galeria Vilanova – http://www.galeriavilanova.com.br
Rua Domingos Leme, 73 – Vila Nova Conceição – São Paulo, SP
Tel.: (11) 2691-1190
Horário: Terça-feira a sábado, das 12 às 18h

Fábio Carvalho parte mais uma vez para Portugal, onde fará a Residência e Ocupação Artística HS13rc, de fevereiro a março, em Lisboa.



Fábio Carvalho parte mais uma vez para Portugal, onde fará a Residência e Ocupação Artística HS13rc, de fevereiro a março, em Lisboa.O projeto consiste ao mesmo tempo de uma Residência Artística e uma Ocupação, pois os trabalhos decorrentes da residência artística serão expostos, no próprio estúdio, à medida que forem ficando prontos. Durante os 35 dias da residência artística, o artista receberá convidados em seu estúdio para acompanhar a produção, trocar ideias, debater sobre suas questões em arte, ou qualquer outro assunto que possa surgir.

Num primeiro momento, o artista pretende dar desdobramento a sua série de trabalhos mais recente, chamada "Delicado Desejo". Nesta série, onde vemos armas de fogo compostas por um patchwork de rendas diversas, o artista faz uma reflexão da mistura de fascínio e repulsa que muitos têm pelas armas de fogo, em especial no continente americano. Tal como nos EUA, também no Brasil as armas de fogo são símbolos de poder e força. No crime organizado, quanto maior o calibre e o poder de destruição de uma arma, maior é o status do indivíduo dentro da organização. E consequentemente, maior seu poder e território comandado.


Desejo Delicado | rendas diversas | 2015A série "Delicado Desejo" é ainda uma crítica aos estereótipos de masculinidade, uma vez que as armas de fogo são também uma demonstração ostensiva da virilidade de um sujeito. Só que aqui as armas são feitas de rendas delicadas, florais, que originalmente são produzidas para serem usadas como apliques e ornamentação de roupas femininas.

Além de desenvolver os desdobramentos da série, Fábio Carvalho pretende registrar como os portugueses reagem a estas imagens, e buscar paralelos e oposições entre estas reações com as do público brasileiro. 

Para registrar o processo da residência e ocupação artística, e permitir a quem está fora de Lisboa acompanhar o desenvolvimento do projeto, e até mesmo participar através de mensagens e bate-papos online, será criado um álbum no facebook ( link >>) e um blog ( HS13rcLisboa.blogspot.com.br), onde fotos e anotações do dia a dia serão publicadas regularmente.

A ocupação irá também se espalhar pelas imediações.O artista está preparando um novo projeto de intervenção urbana, chamado "Cowboys and Angels", que será distribuido por postos estratégicos na área da antiga freguesia dos Anjos, onde fica o estúdio que será ocupado pelo artista. Anjos é uma antiga freguesia portuguesa em Lisboa, instituída em 1564. A região de Anjos em Lisboa possui vários espaços culturais, muitos de caráter independente, com exposições, concertos, dança, poesia, etc., de forma que as visitas ao estúdio do artista poderão ser "esticadas" depois até um destes espaços culturais.

Cabe lembrar que em junho de 2014 Fábio Carvalho fez uma intervenção urbana na cidade, durante as tradicionais Festas dos Santos Populares de Lisboa, que correspondem às festas juninas brasileiras, acrescentando bandeirinhas de papel de seda com seus "Monarcas" - soldados em uniforme camuflado, com asas de borboleta saindo de suas costas - às decorações já existentes pelas ruas.




Fábio Carvalho | Migração Monarca - Lisboa
impressão (tinta acrílica) com carimbos s/ papel de seda, linha, cola | 2014
Além da Residência e Ocupação Artística, Fábio Carvalho ainda participa de fevereiro a abril da exposição coletiva Prometheus Fecit, em dois espaços na cidade de Óbidos: no Museu Municipal de Óbidos e na Galeria novaOgiva Arte Contemporânea.

As duas obras que Fábio Carvalho apresentará ("Em Pele de Cordeiro" e "Gêmeos") são resultado da residência artística realizada em junho de 2014 na Cerâmica PP&A São Bernardo, em Alcobaça. Portugal.




Fábio Carvalho | Em Pele de Cordeiro | 2014
foto: Francisco Queiroz
A exposição, que já passou pelo Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, Portugal, um dos mais importantes daquele país, agora será ampliada para se criar um diálogo com a obra da importante pintora portuguesa do século XVII Josefa d'Óbidos, especialista na pintura de flores e naturezas mortas, bem como de cenas religiosas cercadas por densas molduras florais, que se dedicou ainda à estampa, gravura, modelagem do barro, desenho de figurinos, padrões para tecidos, acessórios vários e a arranjos florais.

O projeto, que tem curadoria de Maria de Fátima Lambert (Portugal), conta com um total de 15 artistas brasileiros e portugueses, entre estes Albuquerque Mendes, Carolina Paz, Estela Sokol, Fábio Carvalho, Gabriela Machado, Isaque Pinheiro e Sofia Castro.  

contatos: fabiocarvalho2105@gmail.com




Largo das Artes tem o prazer de convidar para a abertura da exposição "A Nacionalidade dos Objetos", que irá reunir os trabalhos das artistas Tamirys Araújo e Camila Cañeque

Tamirys é carioca e foi selecionada para a segunda edição do Programa Claraboia. Durante dois meses, a artista ocupou um dos nossos ateliês de residência e recebeu suporte curatorial e artístico para o aprofundamento de suas investigações sobre o espaço pictórico e a cultura popular brasileira, resultando numa série de pinturas tridimensionais que irão ocupar a galeria do Largo das Artes. 


Já a espanhola Camila Cañeque, foi selecionada para mais um ciclo do nosso Programa Internacional de Residências Artísticas, e irá ocupar um prédio abandonado no centro histórico do Rio de Janeiro com o seu projeto de intervenção pública "". Este trabalho parte de um ideograma chinês que significa “pavilhão", e aborda questões como o processo de "chinificação" global e a deriva histérica na qual estamos todos imersos.

Suporte Curatorial
Fernanda Lopes

LargoLAB
Felippe Moraes

Para mais informações sobre as artistas, visite:
http://www.tamirysaraujo.com/
http://camilacaneque.com/

SERVIÇO
Exposição "A Nacionalidade dos Objetos"
Abertura: quinta-feira, 29 de janeiro, a partir das 19 horas
Exposição segue até o dia 31 de janeiro
(visitação - sexta: das 10 às 19 horas e sábado, das 10 às 17 horas)
Intervenção pública segue até o dia 13 de fevereiro
Onde: Largo das Artes + Largo São Francisco de Paula
Rua Luis de Camões, 2 - Sobrado, Centro - Rio de Janeiro, RJ
Tel: (21) 2224 2985
Entrada gratuita

SOBREOcupando um casarão do século XIX no centro histórico do Rio de Janeiro, o Largo das Artes é um centro independente
de arte contemporânea com galeria, cursos, ateliês e programas de residências artísticas.
Para mais informações, acesse o nosso blog / site em: http://www.largodasartes.com.br 


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{{ English version }}

Largo das Artes is pleased to invite to the opening of the exhibition "The Nationality of the Objects", which will bring together the works of artists Tamirys Araújo and Camila Cañeque.

Tamyris is a Rio de Janeiro based artist selected to the second edition of our Programa Claraboia. During two months, she took one of our residency studios and received curatorial and artistic support for the deepening of her investigation about the pictorial space and Brazilian popular culture, resulting in a series of three-dimensional paintings that will take Largo das Artes gallery space.

On the other hand, Spanish artist Camila Cañeque was selected for another cycle of our International Art Residency Programme and will occupy an abandoned building in the historical city center of Rio de Janeiro with her public intervention project "". This work comes from a Chinese ideogram meaning "Pavillion" and it addresses issues such as the process of global "chinification" and the hysterical drift in which we are all immersed.

Curatorial support
Fernanda Lopes

LargoLAB
Felippe Moraes

For more information about the artists, visit:
http://www.tamirysaraujo.com/
http://camilacaneque.com/

SERVICE
Exhibition "The Nationality of Objects"
Opening: Thursday, 29 Jan, from 7pm
Exhibition runs until 31 Jan
(Friday: from 10am to 7pm and Saturday from 10am to 5 pm)
Public intervention will continue until 13 Feb
Where: Largo das Artes + Largo São Francisco de Paula
Rua Luis de Camoes, 2 - Sobrado, Centro - Rio de Janeiro, RJ
Tel: (21) 2224 2985
Free admission
ABOUTLargo das Artes is an independent contemporary arts centre located in the historical city centre of Rio de Janeiro.
It houses ten studios, a gallery and a residency programme in a 400m² XIX century b

Exposição Sítio




Prezados,
gostaríamos de convidá-los para a 2edição da exposição SITIO. A coletiva de 19 artistas, dentre eles GABRIEL SECCHIN, representado pela PORTAS VILASECA GALERIA, ocupará a nova casa da Comuna, com visitação a partir do dia 31 de janeiro, sempre aos sábados e domingos das 11h às 19h. 

Até lá!

Cordial abraço,

Jaime Portas Vilaseca. 


www.portasvilaseca.com.br

Our mailing address is:
galeria@portasvilaseca.com.br

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Conversando sobre Arte entrevistado o artista Eduardo Recife




Quem é Eduardo Recife?
Nasci em Belo Horizonte em 1980. Na infância, passava boas temporadas e finais de semana na casa de campo de um amigo, o que me fez hoje escolher morar um pouco mais afastado da cidade em meio a natureza. Aos 14 anos de idade comecei a me interessar muito pelo grafite e pichação. O universo das letras me chamou muito a atenção e dai começou uma paixão que me levou até à criação de famílias tipográficas digitais (o que tenho feito até hoje). Dos 16 até os 18 anos fiquei muito interessado por  desenhos realistas e foi um exercício constante até que, em meados de 1998, deixei de lado a prática e comecei a desenhar com a mão esquerda, rejeitando a busca pela perfeição e  buscando um traço mais solto e próprio. Neste período, até 2003, trabalhei em uma agência de Design Gráfico em Belo Horizonte, a Voltz, e, paralelamente, foi uma época de bastante experimentação com diversos tipos de materiais e técnicas, talvez o meu período de maior produção até os dias de hoje.  Depois disso, comecei a trabalhar como ilustrador freelancer e também pude dar uma enfase maior ao meu trabalho pessoal com as colagens digitais, analógicas e também nos trabalhos sobre madeira em técnica mista.


Como a arte entrou em sua vida?
Fui muito influenciado por minha mãe que sempre teve um grande talento para o desenho e artes manuais. Me lembro de pedir a ela para desenhar super-heróis para mim e de pensar como era mágico o processo de criação; como poderia dar vida a imagens usando apenas um lápis e papel. Com isso, desde muito pequeno, estava sempre desenhando; meus cadernos e livros de escola eram sempre decorados com desenhos ao redor das páginas e passava boa parte do dia com o lápis nas mãos. 

Qual foi sua formação artística?
Sou formado em Design Gráfico pela FUMEC, mas o desenvolvimento do meu trabalho pessoal e todo o processo criativo foi intuitivo e auto-didata, pelo velho método de tentativas e erros.

Que artistas influenciam em sua obra?
Foram tantos! Mas acho que inicialmente fui muito influenciado pela estética grunge dos anos 90 e também pela arte DADA que me abriu as portas para as colagens. Hoje sou influenciado pela pintura clássica (Bouguereau, Greuze, Klimt, Sargent...) mas também por artistas como Cy Twombly.

Como você descreve seu trabalho? 
Meu trabalho é um reflexo do que estou vivendo, pensando e/ou questionando; faz parte da minha busca. Não me expresso muito bem com as palavras e por isso gosto de criar para externalizar aquilo que está do lado de dentro. Os assuntos são diversos, mas muitas vezes recorrentes como o Amor, a Felicidade, a busca pela Verdade e tudo o que nos aproxima ou afasta desses ideais. Tenho uma natureza introspectiva e isto acaba se evidenciando na minha criação.

Alguns trabalhos são feitos em Técnica Mista (acrílica, óleo, pastel, lápis, pigmentos, colagem...) e outros são feitos digitalmente a partir de fragmentos de desenhos, texturas, pinturas e imagens scaneadas e montadas no computador.

Você poderia falar sobre a diferença entre um ilustrador e um artista?
É bastante complexo separar essas categorias em definições distintas, já que muitas vezes elas se interrelacionam e compartilham de uma base comum. Muitos conceitos de ilustração a definem como um meio de criação subordinado a uma historia ou conceito, mas esta definição poderia facilmente se aplicar, por vezes,  como parte do processo artístico também. Na minha prática, trabalhar com ilustração significa criar algo para suprir uma demanda de um cliente e estar sujeito a receber interferencias de todo tipo durante o processo criativo. Já nas artes, a tendencia é que o artista tenha mais liberdade e controle sobre o seu próprio processo de criação e concepção da obra.

É possível viver de arte no Brasil?
Tudo é possível, mas não é um caminho simples ou fácil. A grande maioria dos artistas possuem algum tipo de trabalho paralelo, relacionado as artes ou não.




Como você estuda e se atualiza?
Um boa parte do aprendizado é simplesmente praticar e experimentar coisas novas. Mas gosto muito de livros e estou sempre estudando, pesquisando e praticando. Tenho feito aulas de desenho e pintura, além de, raramente, mas sempre que possível, participar de workshops.


O que é necessário para um artista ser representado por uma galeria?
Não existe uma receita e os requezitos podem variar de galeria para galeria, mas alguns fatores que podem influenciar são: trabalho consistente, produção constante, autenticidade, estética que dialogue com os demais trabalhos da galeria, reconhecimento, perseverança, sociabilidade, marketing, sorte, amizades, etc.

O que você pensa sobre os salões de arte, alguma sugestão para aprimorá-ós

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo dedicar o meu tempo integralmente as artes plásticas e possivelmente estudar pintura e desenho em um escola na Itália. Além de tudo isto, quero continuar caminhando e buscando uma paz interior.




Allis Vanity.


Awake.


In Your Garden.


Joy.


Last Wish.


Love.


Pleasures of the Word.


Joy.

ER9 TWB.


X.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Conversando sobre Arte entrevistado o artista Guilherme Callegari






Quem é Guilherme Callegari? 
Nasci em Santo André - SP, no dia 5 de Fevereiro de 1986.
As lembranças que tenho da minha infância, eu estava na rua andando de bicicleta, soltando pipa ou estava em casa desenhando. Lembro que nessa época eu já desenhava todos os dias. Essas lembranças são bem nítidas na minha mente. Hoje com 28 anos, prestes a completar 29 ainda pinto e respiro meu trabalho todos os dias. Lembro que na adolescência passei a colar lambe-lambe nas ruas da região do ABC, junto com amigos que estão ao meu lado até hoje.
Tenho uma família incrível que sempre me apoiou em todas as minhas decisões. E  tenho uma menina (namorada) incrivelmente linda, ao meu lado que me apoia e me ouve muito também.

Como a arte entrou em sua vida? 
Como todas as crianças, eu sempre desenhei desde pequeno. Eu apenas levei isso um pouco a sério e faço isso até hoje.
Lembro que em um dia em uma aula de Educação. Artística, uma professora me mostrou as pinturas de Kandinsky. E ai comecei ir atrás desses artistas e pesquisar em livros, outros artistas. Naquela época conheci Miró, Francis Bacon, Yves Klein, Basquiat e Warhol. E foi como se eu tivesse entrado em outro mundo.

Qual foi sua formação artística?
 Eu não tenho formação artística acadêmica, sou formado em Design Gráfico com ênfase em tipografia. Acho que minha formação foi essencial para minha pintura caminhar para o que ela.

Que artistas influenciam em sua obra?
 Cy Twombly, Franz Kline, Francis Bacon, Christopher Wool, Luc Tuimans, Robert Rauschenberg, Michael Majerus e Michael Borremans

Como você descreve seu trabalho?
 Minha pintura é um compilado de histórias e pensamentos que tenho no decorrer do dia-a-dia no ateliê, não existe uma única história em cada tela, mas sim milhares de historias em uma única tela. Como se fosse um caderno de anotação.
Eu tenho a necessidade de usar diversos tipos de tintas nas pinturas, desde acrílica, até esmalte sintético, passando por tinta serigráfica, óleo e carvão. Em alguns trabalhos eu uso resina, mas como um elemento a mais e não como um material p protege o trabalho. Já cheguei a usar tinta automotiva, mas não gostei muito. Quero começar a usar encáustica agora. Eu sempre procuro usar tinta mais grossa que eu encontro, que seja mais massuda e não tão liquida.


O material brasileiro para pintura já tem a qualidade desejada?
 O material brasileiro já tem uma qualidade sim, mas ainda precisa de mais diversidade. Temos poucos materiais bons no mercado.

É possível viver de arte no Brasil?
 É possível sim. O pessoal vê isso como impossível, o que é errado. Temos que nos manter organizado e saber o que estamos fazendo e onde pisar com seu trabalho. Estar nos lugares certos. E antes de tudo, ser sincero com seu trabalho.

Como você estuda e se atualiza?
 Livros, exposições, livros, exposições, livros e internet.

Como foi participar de exposição na Gentil Carioca, RJ? Alguma diferença do público de São Paulo?
 A exposição na Gentil foi bem legal, o pessoal da galeria é super profissional, estava sempre ali para me ajudar no que eu precisava. A exposição tinha bons artistas também.
E abertura da exposição foi uma semana antes do carnaval, então o publico estava bem "animado". Agora não sei se a "animação" era por causa do carnaval ou por causa da abertura da exposição. rs

Qual sua opinião sobre os salões de arte, alguma sugestões para aprimorá-los?
 Salões de arte é a peça-chave para o começo de todo artista. É praticamente impossível ter uma carreira sólida no mercado sem ter passado por salões, sem ter ganhado alguns "não" em salões. As inscrições dos salões precisam se modernizar, não da mais para ficar enviando projeto por correio.

O que é necessário para um artista ser representado por uma galeria?
 Eu acho que o que é necessário para um artista, é trabalhar bem, ser sincero com o trabalho, pesquisar, ler, se atualizar, participar de exposições, salões. Mas antes de tudo, respirar o seu trabalho, saber bem o que está fazendo e fazer disso a sua vida. Galeria é conseqüência de tudo isso.

Quais são seus planos para o futuro?
 Meus planos são simples, apenas trabalhar todos os dias e respirar meu trabalho 24h por dia. Pretendo fazer essas duas coisas até o dia que eu morrer.



Antilhas Holandesas. 90 x 120 cm.



Aston Hino. 150 x 180 cm.



Hodie. 150 x 130 cm.




Dente. 56 x 80 cm.


Ibitipoca 35 x 55 cm.


Bal 179 x 189 cm.



 Unutilizar. 150 x 70 cm



Por Junto Aproximar-se. 207 x 105 cm.


Remanejo. 229 x 200 cm.







Nome Artístico: Guilherme Callegari
Portfólio online: www.guilhermecallegari.com


Formação

- 2008 - 2011 - Design Gráfico com ênfase em tipografia - Universidade Anhembi Morumbi
- 2013 - Curso História da Arte - Rodrigo Naves
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Exposições Individuais

- 2014 (Setembro - Outubro) - “errata” - Galeria Arterix - São Paulo - SP
- 2014 (Agosto - Setembro) - “Audaturdir” - Casa da Cultura - Paraty - RJ
- 2011 (Fevereiro - Março) -  “Impermanências” - Casa do Olhar - Santo André - SP
- 2009 (Outubro) - “FORTE” – Piola Art Inside/Piola Higienópolis Brasil
- 2009 (Junho – Julho) “Completo3” – Museu de Santo André – Santo André – SP
- 2009 (Junho) – Exposição Guilherme Callegari – A Casa Galeria – São Paulo
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Exposições Coletivas

- 2014 ( Dezembro - Janeiro) - Nós / Ninguém - Casa Nova - São Paulo - SP
- 2014 (Dezembro - Janeiro) - Frequentes conclusões falsas - Galeria Orlando Lemos - Nova Lima - MG
- 2014 (Maio - Junho) - 13º Salão Nacional de Arte de Jataí - MAC Jataí - Jataí - GO
- 2014 (Fevereiro - Março) - ABRE ALAS - Galeria A Gentil Cariosa - Rio de Janeiro - RJ
- 2014 (Janeiro - Fevereiro) - 5º Salão dos Artistas Sem Galeria  - Zipper Galeria - São Paulo - SP
- 2013 (Julho - Agosto) - 1ª Mostra de Arte Contemporânea do ABC - Salão de Arte - Santo André - SP
- 2012 (Outubro - Novembro)  - Arte Londrina - Estratégias Pictóricas - Londrina - PR
- 2012 (Setembro - Outubro) - Liceu de Artes e Ofícios - Arte para todos - São Paulo - SP
- 2012 (Fevereiro - Março) -  Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto - Santo André - SP (prêmio aquisição)
- 2011 (Fevereiro - Março) - 20 e Poucos anos - Galeria Baró - São Paulo - SP
- 2010 (Abril – Junho) – Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto – Santo André (prêmio menção honrosa)
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Premiações

-    2012 (Abril - Junho) -  Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto – Santo André
-   2010 (Abril – Junho) – Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto – Santo André (prêmio menção honrosa)
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Assistente do artista Rodolpho Parigi de outubro de 2011 até maio de 2013
Assistente dos artistas Sandra Cinto e Albano Afonso de maio a outubro de 2013
2013 - Acompanhamento de Projeto com Albano Afonso e Sandra Cinto, Ateliê Fidalga
2013/2014 - Acompanhamento de Projeto com Bruno Mendonça, Carolina Paz e Douglas de Freitas, Atelie 2e1
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Domenico Ghirlandaio




Domenico Ghirlandaio (1449-1494) Seu nome era Domenico di Tomasso Curradi di Doffo Bigordi. Nasceu em Florença. Foi aluno de Alessio Baldovinetti. Trabalhou em Florença em Roma, onde, sob encomenda do papa Sisto IV, criou um afresco para Capela Sistina. Em Florença seus trabalhos mais conhecido foram os afrescos para a capela Santa Maria Novella. Foi professor de Michelangelo. Pinturas religiosas foram sua especialidade. Seu nome vem de sua habilidade em executar guirlandas. Morreu de peste e foi enterrado no cemitério da capela de Santa Maria Novella. Head of a Shepherd. Self-Portrait from Adoratin of  the Shepherds.


Virgem de Misericordia, 1472. Afresco. Igreja Ognissanti, Florença.

Esequie di Santa Fina, 1475.



A Legende of Saints Justus and Clement of Volterra, 1479. National Gallery, Londes.



Cenacolo di Santo Marco. Ultima Cena, 1480. Afresco. Museo Nazionale di San Marco, Florença.


St Jerome, 1480. Ognissanti, Florença.

The Calling of the Apostles, 1481 Capela Sistina, Vaticano.


Study, 1486. National Gallery, Londres.



Adoração dos Magos, 1487.



Francesco Sassetti and His Son Teodoro, 1488. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Giovanni Tornabuoni y Francesca Pitti, 1485-1490. Afresco. Igreja de Santa Maria Novella, Florença.


The  Birth of the Virgin, 1486-1490.  Santa Maria Novella, Florença.




Retrato de Giovanna Tornabuoni, 1489-1490. Museo Thyssen-Bornemisza, Madrid.



Portrait of an Old Man with a Youn Boy ou Portrait of a Old Man and His Grandson, 1490. Museu do Louvre, Paris .



St Catherine of Siena, 1490-1494. Alte Pinakothek, Munique.


Sain Christopher and the Infant Christ, s.d. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Portrait of a Man, s.d. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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