sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Conversando sobre Arte entrevistado o artista David Almeida







Quem é David Almeida?
Sou David Almeida, nasci em Brasília, tenho 24 anos. Vivo e trabalho na cidade, mais especificamente no Guará, uma das cidades satélites de Brasília. Sou formado em artes visuais na Universidade de Brasília desde 2012. Além de produzir no meu ateliê tenho uma banda, a gente toca de vez em quando. Na verdade sou bem envolvido com música, tenho alguns projetos alem da banda, mas nada profissional. Me envolvi com alguns projetos independentes de artes visuais, fiz algumas produções culturais, algumas curadorias. Mas passo boa parte do meu tempo no meu ateliê mesmo. 

Como a arte entrou em sua vida?
Decidir estudar artes visuais e assumir como vocação é algo relativamente recente. Não tive muitas experiências em artes durante a minha infância, ou adolescência. Decidi enquanto estava pensando nas possibilidades do vestibular e escolhi sem pensar muito depois que visitei uma exposição no Espaço Ecco que tinha uma obra maravilhosa do Nelson Felix, aquela das vigas douradas de poesia sustentando blocos quadrados de mármore, e no piso de cima uma mostra com os oratórios do Reza. E desde que tive essa experiência percebi que isso deveria fazer parte da minha vida de maneira direta. Não sei exatamente se houve algum encantamento pelas possibilidades materiais ou poéticas que me surgiram quando vi aqueles trabalhos, mas queria tentar gerar essas experiências com as minhas próprias mãos.

Qual foi sua formação artística?
Como citei lá em cima, estudei bacharelado em Artes Plásticas na faculdade, na Universidade de Brasília. Durante a minha formação tive contato com artistas professores e colegas jovens artistas da universidade que me influenciaram muito. Trabalhar 4 anos com programas educativos em espaços expositvos também foi extremamente determinante pra minha formação como artista. Entender o olhar e as possibilidades de fruição do outro sobre um objeto sensível, que na maioria das vezes não tem interesse comercial algum como no caso do público escolar, me fez entender bem o propósito mais sincero do objeto de arte. Dividi ateliê durante boa parte de minha graduação também. E acho que essa 'formação informal’, é que foi determinante pra me formar como artista. 

Que artistas influenciam em sua obra?
Nossa, muitos. Acho que o primeiro que me vem à cabeça nesse momento é o Cildo Meireles, com sua longa série de cantos. Na verdade pensei nele, porque estava com o livro dele e do Waltercio Caldas do lado enquanto respondia as perguntas, então nem sei se é a minha principal referencia diante de tantos outros que acesso diariamente. O Amilcar me faz pensar na condição da forma, o Richard Serra me fez entender a gravidade do preto. Frank Stella, na divisão pictórica de suas formas concêntricas que não se tocam, me faz olhar pros encontros das lajotas do meu chão de ardósia. Adriana Varejão, na sua série de saunas me atiça quanto a possibilidade arquitetônica da pintura. Daniel Senise da mesma forma, me fazendo olhar o chão com freqüência. David Hockney, Gerhard Richter e Lucian Freud no inicio da minha formação. Acompanho muito alguns pintores novos como a Gisele Camargo, que articula espaço em pintura como ninguém, Rafael Carneiro, Ana Elisa Egreja. Tatiana Blass, que é uma das minhas pintoras favoritas atualmente. Estudo muito pintura à partir de Paulo Pasta, também. Ah! E poxa, tenho um banco de imagens não autorizado só com os amigos e conhecidos de Brasília: Alice Lara, Clarice Gonçalves, Fabio Baroli, Camila Soato, Moisés Crivelaro, Hermano Luz, Pedro Ivo Verçosa, Rodrigo Cruz. Tem muita gente que eu olho todo dia.

Como você descreve seu trabalho?
Meu trabalho é a minha experiência de tempo e estado com o meu espaço simbólico, com o meu ateliê no caso. É uma tentativa de entender esse lugar que me é intimo como um espaço que me diz respeito, como extensão de mim enquanto corpo, mas também como um lugar que pode dizer respeito a outros, que pode vir a ser ou ser identificado como de vivência do outro. E essa relação se manifesta como objeto nas pinturas da série do ‘quarto vazio’, que são pinturas figurativas de imagens fragmentos do meu ateliê. Esse interesse veio do próprio movimento de se fazer pintura, que surgiu da minha relação com amigos pintores. Percebia como a imagem que era produzida dentro de meu atelie se alterava de acordo com o grau de intimidade que eu tinha com aquele lugar. E cada vez que minha relação se estreitava com meu lugar de trabalho, mais ele se manifestava, tanto no meu olhar, que já procurava pequenos refúgios e superfícies sensíveis, quanto na pintura em processo, instalada na parede sem cavalete. Então entendi a pintura como meio, e como linguagem do espaço também. Engraçado que é um processo inverso ao do contato com o lugar novo, do estado de viagem e da surpresa com o que desconheço, onde todas as imagens são meio que sensíveis e ausentes de familiaridade. Acho que tem muito a ver com esse exercício de enxergar a si mesmo com o espaço, com essa insistência e necessidade de pertencimento. Acho que to indo embora na conversa, né?

É possível viver de arte no Brasil?
Ah, acho que sim. É processo um pouco lento, mas a medida que seu trabalho é visto e inserido ele vai se pagando e sustentando por conta própria. E uma oportunidade de visibilidade leva a outra e assim por diante. Creio que é um processo natural da profissionalização do artista, da assimilação do trabalho dele pelo mercado, e acho que não é muito diferente aqui do resto do mundo. Afinal, é uma profissão como qualquer outra e precisa ser remunerada, mesmo no Brasil com um mercado tão heterogêneo e mutável.

Qual sua opinião sobre o desenvolvimento da arte contemporânea em Brasília?
Não sei se consigo falar tanto do desenvolvimento da arte contemporânea na minha cidade, do que era antes e do que é agora. Sou tão novo nessa cena que já passou por tantas gerações. Sei que existe muita gente produzindo coisas incríveis na cidade e responsáveis por uma identidade cultural que se fortalece a cada dia. Tem uma produção incrível de performance, corpo e política. Tem uma escola não formal de pintura na cidade recentemente mapeada e mostrada na exposição ’20 - Pintura e Pictorialidade em Brasília’ que aconteceu no TCU. Existe uma produção crescente, forte e quase epidêmica de publicações independentes que tem ganhado visibilidade no Brasil inteiro. Fora que tem crescido o número de espaços autônomos e independentes de arte que estão se sustentando por conta própria e fomentando boa parte dessa produção local. Claro, não está ideal. Ainda está se formando consumidores de arte contemporânea na cidade, os artistas ainda estão aprendendo a lidar com um mercado ainda em formação. Não se compara ainda a estrutura e a circulação do mercado de São Paulo, por exemplo. Mas em termos de produção, não fica nem um pouco atrás. Isso tudo estou falando porque vejo isso no meu dia-a-dia, no momento presente, no meu contato diário com os colegas de percurso. Imagina quem já observa a cena a anos e participou de vários momentos dela.

Você acabou de ser selecionado para o Salão Anapolino, que você pensa sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los? 
Eu acho uma plataforma necessária. É um meio de ser visto, do seu trabalho ser identificado por curadores, ser pinçado por galerias. E é bem aquilo que eu falei também, um salão te leva a outro e assim você vai sendo visto por pessoas que precisam ver seu trabalho. E é um modo de se mostrar firme com sua produção. Um ano você não é selecionado, mas no ano seguinte o mesmo curador verá a regularidade de sua produção, a entender de uma outra forma. Bom, sou bem novo nesse circuito, mas talvez abrir mais espaço pra produções fora do eixo. Alguns salões de SP acabam sendo bem fechados, por exemplo.

O que é necessário para um artista ser representado por uma galeria?
Acho que o que é necessário pra um artista ser representado por uma galeria seria o próprio interesse da mesma na poética do artista e do potencial dele de mercado. E isso vem desse processo de visibilidade também. As vezes acontece de ele ser identificado pelas galerias em pleno inicio de carreira, ou do galerista gostar do trabalho dele numa análise de portifólio. Não sei se tem muito segredo. 

O material nacional para pintura já tem qualidade adequada?
Você diz material artístico? Poxa, quebra um galho, eu diria. Eu tenho usado muito em meus trabalhos. Claro, não chega a ter uma qualidade primorosa de pigmento e aglutinante como é o caso de algumas tintas internacionais. Mas é complicado trabalhar com tinta internacional, principalmente em Brasília. Elas são muito caras e como tem pouca procura acabam envelhecendo nas prateleiras. E quando você compra, elas já estão ressecadas e são difíceis de se diluir. Ainda mais quando você trabalha com grandes formatos. Então as nacionais me atendem bem pela praticidade, mas a qualidade ainda é bem ok.
Mas se estiver falando sobre material acadêmico, de estudo e tradição de pintura no Brasil, nossa não sei se é preciso falar. 

Qual o significado da Residência Artística na FAAP, para o qual você foi selecionado?
A experiência da Residência da FAAP é uma oportunidade incrível de troca. Acho que toda as residências tem esse principio de troca com seus pares, com a cidade que não é familiar, de entrar em contato com outras manifestações culturais. Acho que o que eu mais espero dessa experiência é entender como a minha pesquisa e meu interesse pelo espaço se manifestará num lugar que não faz parte do meu cotidiano, que terei que tecer relações num curto período de tempo, onde poderei entender todas essas coisas que me movem de uma outra maneira. Se bem que não é um lugar tão estranho assim, já tenho algumas memórias e vivências com a cidade. Mas essa experiência de deslocamento sempre te faz entender o porque de você carregar algumas bagagens consigo.

Quais são seus planos para o futuro?
 Os planos pro futuro? Continuar produzindo, enquanto isso for verdade pra mim.



Anapolino 2.




Anapolis 1.



Remota 10.



Remota 18.



Altered.



Remota 11.



Remota 12.


Remota 17.
Remota 1.





David Almeida

Bacharel em artes plásticas pela Universidade de Brasília. Durante sua formação teve contato com os professores artistas Pedro Alvim, Elder Rocha, Marília Panitz e Vicente Martinez, responsáveis pela formação de grande parte da geração atual de artistas atuantes em Brasília. O seguimento ‘ele estava  de pé em um quarto vazio’ passou pela orientação de Gê Orthof, no segundo semestre de 2012. Em 2013 foi premiado no 12º Salão de Arte de Jataí, e participou, no mesmo ano, dos salões  19º Salão  Anapolino de Arte, 20º Salão de Arte de Praia Grande e da feira de arte Novos Eixos, realizada pela Referencia Galeria de Arte.

 Currículo

 2010 - Presença das Idéias – Exposição coletiva – Galeria UnB
2011 – 1º Salão Universitário Paralelo de Artes Visuais – Galeria UnB
2011 – 2º Salão de Artes Visuais das Regiões Administrativas do DF – Galeria Van Gogh
2012 – Havia um ar de Leveza – Exposição coletiva – Aliança Francesa
2013 – Exposição de Diplomação 2/2012 – Espaço Piloto
2013 – 12º Salão de Arte de Jataí – MAC Jataí – Artista Premiado
2013 – 19º Salão Anapolino de Arte
2013 – 20º Salão de Arte de Praia Grande
2013 – Referencia Feira de Arte – Novos Eixos – Referencia Galeria de Arte
2014 – Exposição coletiva BRAZIL: ARBEIT UND FREUNDSCHAFT – Espaço Pivô
2014 – 42º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto
2014 – Iverossímeis, Diálogos – Exposição Coletiva – Espaço Piloto
2014 – SP ARTE – Brasília – Stand Referencia Galeria de Arte
2014 – Elogio ao Obstáculo – Exposição Individual – Galeria Inverso
2014 – 20º Salão Anapolino de Arte – Artista Premiado
2014 – Retrato Brasília – Exposição Coletiva – CCBB Brasília
2014 – Feira Artigo – Stand da Orlando Lemos Galeria – Finalista do Premio Obra Revelação
2014 – 20 - Pintura e Pictorialidade em Brasília de 2000/2014 – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça




Release curto:

 Formado pela Universidade de Brasília em 2012, construiu uma formação em pintura durante toda a graduação. Através de sua pesquisa mais recente, ‘ele estava de pé em um quarto vazio’, uma análise do espaço intimo por meio de pinturas-instalações, participou de importantes exposições nos últimos dois anos. Premiado em 2013 no 12º Salão de Arte de Jataí e em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte, esteve presente em coletivas como BRAZIL: ARBEIT UND FREUNDSCHAFT no Espaço Pivô, em São Paulo, SP ARTE – Brasília e Retrato Brasília no CCBB Brasília.


Adriano de Aquino Pinturas Recentes






A Mercedes Viegas Arte Contemporânea inaugura, no próximo dia 15 de Outubro, exposição individual com pinturas inéditas de Adriano de Aquino.

Adriano de Aquino compreende a cor como matéria. Dando segmento à pesquisa pictórica iniciada em 2007, o artista aprofundou seus experimentos sobre os suportes metálicos e sintéticos – aço / alumínio e acrílico – e intensificou sua busca pela transparência cromática, explorando as possibilidades expressivas de pigmentos e substratos de última geração. As obras da mostra foram realizadas utilizando resina sintética Poliuretano Uretane (PU) sobre placas de aço carbono ou alumínio.

Segundo Aquino, ‘as obras dessa exposição são como espelhos / imagem que, pra lá da interpretação subjetiva, refletem situações mutáveis da obra no plano físico. Incorporando ao campo da pintura as ocorrências simultâneas que acontecem nos encontros entre observador e objeto. As cores e formas intrínsecas à pintura estão presentes, todavia, a superfície espelhada reflete os acasos e incita no olhar estímulos mutantes provenientes das mudanças de luz e do entorno onde nos deparamos com os objetos no mundo real”.
O ambiente circundante é sugado pra dentro, tomado pela cor da tela

Adriano de Aquino atua no campo das artes desde os anos 60, quando participou da lendaria exposição Opinião 65, no MAM-RJ. Após um periodo de 7 anos em Paris, retornou ao Rio na década de 80 onde, além de seguir como artista, foi presidente da Associação de Artistas Plásticos Profissionais e Secretário de Cultura do Estado (2000 – 2003). 

Arquivo Urbano, 100 anos de Fotografia e Moda no Brasil


JUSSARA ROMÃO ABRE EXPOSIÇÃO COM FOTOS DE SEU ARQUIVO URBANO

Luste Cultural abre, no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, a mostra Arquivo Urbano: 100 anos de Fotografia e Moda no Brasil, da editora de moda, artista plástica e designer de jóias Jussara Romão, que também assina a curadoria e a expografia. Composta por 120 fotografias, a exposição apresenta um panorama dos hábitos e costumes dos brasileiros nos últimos 100 anos, com ênfase na moda feminina cotidiana.
Durante amplo período de pesquisa iconográfica, feita por Goya Cruz, foram resgatadas fotografias – oriundas de álbuns de família, instituições, museus e acervos particulares – que traçam uma análise social e histórica da sociedade brasileira, ao longo dos últimos 100 anos. Além de fotógrafos anônimos, que registraram o dia a dia de suas famílias, a pesquisa inclui imagens de nomes consagrados, como Augusto MaltaJean Manzon e Marcio Scavone. Com este material, e partindo do pressuposto de que “Tudo o que acontece na sociedade se reflete na forma de vestir”, surgiu o projeto Arquivo Urbano, composto por um livro (lançado em 2013, pela Luste Editores), e pela presente exposição. O livro – que é finalista do Prêmio Jabuti 2014 na categoria Arte e Fotografia -, traz as imagens acompanhadas por um texto de autoria de Mario Mendes, e relatam comportamentos difundidos por fontes como cinema, rádio, jornais, revistas e televisão, desvendando o país antes e depois do advento da indústria da moda. Agora, as fotografias mais interessantes e emblemáticas ocupam o Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, em Porto Alegre, em ampliações e reproduções - as imagens que contam a história até os anos 2000 são impressas em tecido e exibidas em móbiles espalhados pelo museu; as mais recentes são mostradas em tela, representando um novo tempo, a tecnologia e a velocidade que a comunicação atinge o público.
Com isso, é contada uma história do Brasil. Não a história oficial de políticos e homens importantes para o país, mas a vida cotidiana dos brasileiros e sua evolução - um tema de interesse para os mais diversos públicos. A exposição representa, desta forma, um importante registro não apenas para historiadores e estudantes, mas também para o público em geral, uma vez que traz imagens curiosas, que contam a trajetória do país de modo pouco usual.

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Exposição: Arquivo Urbano, 100 anos de Fotografia e Moda no Brasil

Idealização, curadoria e expografia: Jussara Romão
Abertura: 3 de novembro de 2014, segunda-feira, às 19h
Período:  4 de novembro a 3 de dezembro de 2014
Local: Museu da Comunicação Hipólito José da Costa
Rua dos Andradas, 959 - Porto Alegre/RS
Tel.: (51) 3225 8757
Horário: Terça-feira a sábado, das 9h às 18h

Miguel Gontijo - Ressignificações (Livros, Homens, Bichos e Coisas)


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

George Grosz



George Grosz (1893-1959) Nasceu em Berlim. Entre 1901-1911 estudou na Escola de Belas Artes, Dresden tendo aulas com Richard Müller, Robert Stert. Completou seus estudos para a escola de Artes e Ofícios, Berlim. Em 1913, mudou se para Paris , sendo influenciado pelo Impressionismo, Cubismo e Futurismo. Entre 1914-1916, integrou o Exército na Primeira Guerra Mundial, foi dispensado por motivos de saúde. Foi desenhista e pintor. Fez parte do movimento Dada até 1920. Depois integrou o grupo Nova Objetividade com Otto Dix e Max Beckman, cujas obras retratavam a vida da República de Weimar. Fez parte do Partido Comunista e antes do Nazismo emigrou para os Estados Unidos, onde foi professor em Nova York e recebeu a nacionalidade americana. Seu trabalhos foram considerados pelos nazistas como arte degenerada. Em 1959, retornou a Berlim, onde permaneceu até sua morte no mesmo ano.



The End of the Road. Out of Fear of Starvation, 1913. Aquarela. MoMA, Nova York.


Suicide, 1916. Tate Gallery.Londres.


The Lovesick Man, 1916.


Metropolis, 1917. MoMA, Nova York.


Explosion, 1918. MoMA, Nova York.


Germany, A Winter's Tale, 1918.


In Front of the Barraks, 1918.



Exéquias, 1917-1918.


Café, 1919.


Nu, 1920. Aquarela.



Republican Automatons, 1920. Guggenheim Museum, Nova York.



The Mirror of the Bourgeoise, 1925. Desenho. Tate Gallery, Londres.



Plate XVI from Ecce Homo, 1922-1923. MoMA, Nova York.



Portrait of the Author Max-Hermann-Neisse, 1925.


Eclisse di Sole, 1026.


Toilette, 1927. Peggy Guggenheim Museum, Veneza.


Restaurant, 1928.


A Married Couple, 1930. Tate Gallery, Londres.



Ghosts, 1934.


Wanderer, 1934.


Peace II, 1946. Whitney Museum of American Art, Nova York.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Ghada Amer





Ghada Amer (1963-) Nasceu no Cairo, Egito. Sua família mudou-se para Paris e ela começou seus estudos de arte graduando-se e recebendo o título de Mestre no Institute Vila Arson, Nice. Participou das Bienais de Joanesburgo, Sidnei, Kwagju, Veneza e do Whitney. Seu trabalho com costura remete à feminilidade e ao senso de família. Utilizando-se da pornografia, ela reagiu contra  o fundamentalismo islâmico procurando questionar o papel da mulher seu poder e suas potencialidades sexuais. Vive e trabalha em Nova York. É representada pela Gagosian Gallery.


Two Pillows, 2005.


Sem título, 1997.


Red Diagonales, 2000. Coleção particular.



Encyclopedia of Pleasure, 2001


Drips with Big Figure, 2001.


Grey/Iman, 2001


New Alberts, 2002. Coleção da Artista.


The Dance on Red Rhytm, 2004.


KSKC, 2005.


A Kiss Yellow Wallpaper, 2005.


Barbie Love Ken Ken Love Barbie, 1999-2005.



Le Salon Courbe, 2007.

Snow White without the Dwarves, 2008.


The Woman Who Failed To Be Sherazade, 2008.


E-Hayden, 2009.



E-Kit, 2009.



Miley and Mandy, 2009.


Lisa and Britney, 2009. Aquarela.





Diamanda, 2009. Aquarela

:

Told / Untold /Retold, 2013.


Norah, 2014.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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