terça-feira, 30 de setembro de 2014

Dieter Roth







Dieter Roth (1930-1998) Nasceu em Hanover, Alemanha Aos 13 anos, mudou-se para Suíça. Lá, em virtude da guerra, foi criado por uma família de Zurique.  Seus trabalhos iniciais foram desenhos, gravuras e pinturas a óleo. Em 1947, começou a executar obras experimentais tais como obras cinéticas, esculturas, filmes e livros de artistas. Viveu em Copenhagem entre 1955 e 1957.Casou-se com Sigridu com quem teve três filhos. Uma delas Björn foi sua colaborada nos trabalhos até sua morte.  Mudou-se para Reykjavik, Islândia. Em 1960, recebeu o prêmio da William and Norma Copley Foudation. Entre 1964 e 1967 viveu nos Estados Unidos, onde foi professor da Yale University. Em 1964, criou a arte biodegradável ao utilizar-se de queijo sobre um retrato. Por algum tempo, fez obras em colaboração com Richard Hamilton. Esteve na Documenta de Kassel e nas Bienais de Veneza e de Gwangiu. É representado pela Hauser and Wirth Gallery. Dieter Roth in his Studio. Foto: MoMA.

 



Ideograme for Material 2, 1959. MoMA, Nova York.



Daily Mirror, 1961. Livro de artista. 2x2 cm.




  
Fruits of a Crash for G + 3, 1965. 




Pocket Room, 1968.  Banana slice over thumbtack on postmark, plastic box in cardboard.




Sonw, 1964-1969. Livro, mesa e duas cadeiras. MoMA, Nova York.



My Eye Is a Mouth, 1966-1969. Tate Gallery, Londres.



Motocilyst, 1969. Hauser and Wirth Gallery.



Cologne, 1970. Tate Gallery, Londres.



Portrait of Artist as Birdseed Bust, 1970. Coleção particular.




Sem título, 1980-1983. Fundação Dieter Roth.




Quartet, 1971. Tate Gallery, Londres.



Sem título, 1971 Tate Gallery, Londres.



Literatur Sausage, 1961-1974. Book of cut-up novel,  water, gelatin and spices insausage casing. Hauser and Wirth Gallery.





Bok 2b, 1981. MoMA, Nova York.





The Floor I Studio Floor from Mofellsbaer, Iceland, 1973-1992.




Chocolat Lion Tower, 1993. Schimmelmuseum.



Garden Sculpture, 1968-1996. Frick Collection, Nova York.


Catálogo da retrospectiva no MoMA, Nova York.



Manoel Novelo -A Cidade Me Guarda. Abertura Hoje.


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Conversando sobre Arte entrevistado o artista Roberto Bernardo







Quem é Roberto Bernardo? 
 Nasci no Rio de Janeiro, em Copacabana, e sempre fui ligado a grupos de dança, teatro e música, e comecei a frenquentar o mercado de artes muito cedo, por que meu pai era marchand. Antes mesmo de começar a estudar e levar a sério a profissão de artista visual, eu trabalhava junto com meu pai, então acostumei a ver desde antiguidades e móveis, até grandes obras modernistas e contemporâneas serem leiloadas.
 Comecei a fazer cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no início dos anos 90, e fui conhecendo mais artistas, galeristas, me aprofundando, lendo como um louco, e me apaixonando cada vez mais, mas ainda faltava coragem para encarar como profissão. No Parque Lage, estudei com feras como Luiz Ernesto, Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale, e a amizade que cresceu com o Luiz Ernesto - que é um grande artista e foi por muitos anos diretor do Parque Lage -, foi importantíssima num momento em que eu só queria saber de me dedicar a pintura, mas tinha uma certa pressão na minha cabeça - muito da educação formal que eu tive -, de negar a ideia de viver somente dos meus trabalhos, e que, na realidade, eu realmente não considerava “maduros” naquela época.
 Acabei me formando em Economia (!), mas continuava fazendo meus cursos de artes, e sempre cercado de gente do mercado, e também de grupos de teatro (que eu adoro), e  lia muito sobre o assunto e não deixava escapar uma exposição importante. Mas a coisa ficou séria mesmo, quando conheci alguns museus no exterior em 1995 e, em 1999, fui morar em Londres para fazer o mestrado de Economia na Universidade de Londres. Quando visitei a National Gallery e a Tate Britain (a Tate Modern ainda não existia), e vi, entres outras maravilhas, os trabalhos do Turner, decidi largar tudo e comecei a estudar como louco, aluguei uma casa que tinha um espaço incrível como estúdio, e acabei passando para o Central Saint Martins que é uma instituição superimportante em Londres, para cursar o meu mestrado, dessa vez em pintura (MA Fine Arts), que, infelizmente, não pude concluir (não entreguei a dissertação), por ter que voltar para o Brasil por motivos familiares. De qualquer forma, os quatro anos que vivi em Londres foram decisivos e fundamentais para minha carreira como artista visual. E, para falar a verdade, a formação de Economia também foi importante, na vida cotidiana e na administração da nova carreira.
 Em 2007, voltei para o Brasil e me mudei para São Paulo, e aqui também muita coisa mudou na minha cabeça. Tudo o que eu tinha visto na Europa e nos Estados Unidos em termos de grafite – quando ainda nem sequer fala-se em colocar esse movimento dentro das galerias de arte – foi muito diferente do que eu encontrei em São Paulo: um movimento mais artístico, e não apenas como demarcador de território ou de protesto, e que acabou trazendo uma nova safra de artístas “de rua” incríveis, e todo esse processo influenciou bastante a pesquisa que eu fazia na época, e acabei assimilando muita coisa desse movimento.     

Que artistas influenciam em sua obra?
Tem uns nomes que vêm rapidamente à cabeça: Basquiat, Warhol, Paladino, Tàpies, Rauschenberg, De Kooning, Moore, Khalo, Richter, Viale, Baselitz, e por aí vai. Não vem do zero, não tem como não ser influenciado. Mas a coisa não para por aí e, é claro, que alguns movimentos importantes como o expressionismo abstrato,  o neo-expressionismo, a arte pop e a street art, fazem parte de um campo imagético que fica na memória da gente e que é parte dessa bagagem, assim como os livros que leio, os filmes, etc.  

Como você descreve seu trabalho? 
 Desde 2010 venho realizando trabalhos que têm como proposta o conceito de autoria e originalidade. Através da massificação de imagens pela internet - que se tornaram “consumíveis” por toda a sociedade -, me aproprio de detalhes de imagens de obras famosas (ou não), ícones e símbolos, e os reproduzo, não de forma
mecânica - como Warhol fazia, por exemplo -, mas através do desenho e da pintura.
 Minha proposta não se refere a uma releitura dos trabalhos apropriados, já que utilizo somente detalhes bem específicos de partes da obra apropriada, que são então reorganizados e “reproduzidos” em grandes dimensões, mudando totalmente sua função original e importância. Dessa forma, construo uma nova narrativa a partir desses fragmentos. Tento apresentar uma independência conceitual e, obviamente, afastar meu trabalho do recorte da obra apropriada.
 Essa apropriação é inerente ao mundo digital e à velocidade e quantidade quase exponenciais de imagens e informações. Até por que, se pensarmos, toda obra de arte se baseia nas fontes culturais existentes, onde não há um ponto zero (talvez as pinturas das cavernas em Lascaux?). É fácil encontrar apropriação e reinterpretação de objetos e/ou imagens em Picasso, Rauschenberg, Warhol, Lichtenstein, Basquiat, até Jeff Koons, Damien Hirst, Cindy Sherman, Barbara Kruger, Jane Hammond, Elaine Sturtevant, e  muitos outros.
 Trabalho em suportes como tela, madeira e papel kraft, e utilizo tintas a óleo e acrílica, além de bastão e pastel a óleo, e muito desenho. Nas séries anteriores também trabalhei bastante com tinta spray, colagem e impressão manual.

O material nacional para pintura já é de qualidade suficiente?
Ainda existe muita diferença de qualidade, mas acho que o pior são os valores cobrados no Brasil. Quando viajo, trago o máximo que posso, principalmente pincéis e lápis, que têm qualidade muito superior e são bem mais baratos.

É possível viver de arte no Brasil?
Estamos nos profissionalizando há bastante tempo, e é impossível não colocar o Brasil quando se fala em grandes eventos do mundo das artes. E não estou falando de feiras e bienais, que a gente já está tirando de letra. Estou falando de qualidade mesmo, de grandes feras conhecidos e outros que estão surgindo com força total e dando show lá fora. Tem muita gente representando bem o Brasil, como artistas, curadores, galeristas, e, além disso, já fazemos leilões de arte  com qualidade que vêm chamando a atenção de colecionadores estrangeiros. As coisas vêm ao seu tempo; como foi Miami, nos Estados Unidos, que ganhou espaço (praticamente dominado por NY), com a área de  Wynwood e a Art Basel, e também muita galeria boa, muito respeito e espaço para os artistas de rua, então é tudo uma questão de trabalho. Se o artista tem um networking legal, sabe usar as mídias de forma profissional e tem uma galeria fazendo um bom trabalho paralelo, dá para viver de arte numa boa.

Qual a importância do seus estudos na Central Saint Martins College of Art and Design?
Eu acho que mais importante do que os professores e a universidade, é a cidade. O que rola em termos de exposições, eventos, museus, centros culturais, etc., em cidades como Londres e NY, apenas para citar duas, é o que faz o grande diferencial, na verdade.

O que você pensa sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los?
O mercado cresceu muito e o interesse das prefeituras, até mesmo de cidades pequenas, para promover esses eventos também cresceu bastante. Tudo é uma questão do fazer, do praticar, é assim com tudo na vida. Alguns desses salões  já fazem parte da “agenda” dos artistas, não só pelo prêmio em dinheiro mas, principalmente, pela projeção que rola, com galerias e curadores sempre de olho nas novas apostas. Tem porcaria, como em tudo na vida, mas melhorou muito e as pessoas estão interessadas em ter os centros culturais ou museus de suas cidades organizando bienais ou feiras, que também são interessantes, ainda que tenham uma característica totalmente diferente. É fazer um trabalho de curadoria sério, com proposta definida, e não apenas amontoar dezenas de artistas dentro de um espaço qualquer e distribuir medalhinha de participação.

Quais são seus planos para o futuro? Algo no Rio de Janeiro?
Essa época tem muita coisa rolando e estou bastante interessado nas residências no exterior. Tem uma bem legal na Itália, onde visitei esse ano, e já estou preparando o projeto. No Rio, ainda não tenho galeria me representando, mas se rolar convite a gente conversa.



Recuerdo Que Ganabas Sempre Ti, 2014, Óleo, acrílico e bastão a óleo sobre painel de madeira. 150x236 cm. Díptico.


Royal Slaves, 2014. Acrílica e bastão a óleo sobre tela. 140x224 cm. Diptico.



Painti Your Palette Blue and Gray, 2014. Óleo, acrílica e bastão a óleo. 150x120 cm. 


To Many Hands on My Time, 2014. Acrílica sobre tela 150x120 cm.


Ninguem Vai Dormir Nossos Sonhos, 2014. Acrílica e bastão a óleo sobre tela. 150x120 cm



Parece Cocaína, Mas É Só Tristeza, 2014. Acrílica e bastão a óleo sobre painel de madeira. 140 x 90 cm.



In God We Trust, 2014. Óleo e acrílica sobre tela. 150 x 120 cm.



Todo Mundo É Parecido Quando Sente Dor, 2013. Bastão a óleo sobre painel de madeira. 115 x 155 cm.


Hapiness Is an Imaginary Condition, 2013. Óleo,  acrílica e markers  sobre tela. 170 x 200 cm. Diptico.



I Took the Worst of the Blow, 2013. Acrílica, bastão a óleo e markers sobre tela. 116 x 180 cm.         




Formação

  • Central Saint Martins College of Art and Design – Londres – Inglaterra
  • Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Rio de Janeiro – Brasil

Exposições

  • 2014 18º SAP - Catanduva - SP
  • 2014 74º SAAP - Araras - SP
  • 2013 72º SAAP - Araras - SP - Prêmio Aquisição
  • 2012 PARTE - Paço das Artes - USP - São Paulo
  • 2012 Biennale d´Arte Internazionale Di Roma - Roma - Itália
  • 2011 Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea – Florença - Itália
  • 2011 Galeria Penteado - Campinas - SP
  • 2010/2011 X Bienal do Recôncavo - Centro Cultural Dannemann - Bahia
  • 2011 Handmade - Galeria nuVem - São Paulo
  • 2011 Nova Perspectivas - Galeria de Arte e Fotografia Solange Viana - SP
  • 2010 Paradiso Sul Mare - Arte Brasiliana – Anzio - Itália
  • 2010 Mostra Mercato d'Arte Moderna e Contemporanea di Padova - Itália
  • 2010 Galeria Penteado - Campinas - SP
  • 2010 III Salão de São José do Rio Preto - Menção Honrosa - SP
  • 2010 Chelsea International Fine Art Competition - New York - EUA
  • 2010 Galeria Belvedere Paraty - Prêmio Belvedere Paraty - Paraty - RJ
  • 2010 61º Salão de Abril - Fortaleza - CE
  • 2009 Biennale Internazionale dell'Arte Contemporanea – Florença - Itália
  • 2008 Museu de Arte do Parlamento de São Paulo - SP
  • 2007 Proarte Galeria - São Paulo – SP
  • 2002 Novíssimos 2002 - Galeria de Arte IBEU - Rio de Janeiro - RJ
  • 2002 X UniversidArte - UNESA - Rio de Janeiro - RJ
  • 2002 Salão Internacional de Pintura - MG
  • 2001 MostraArte II - Galeria Maria Martins - Rio de Janeiro - RJ
  • 2001 Fundição Progresso - Rio de Janeiro - RJ
  • 2001 Escola de Artes Visuais Parque Lage - Rio de Janeiro - RJ
  • 1999 Espaço Cultural Constituição - Rio de Janeiro - RJ
  • 1998 Espaço Bananeiras - Rio de Janeiro - RJ
  • 1998 Interferências Urbanas - 3ª Edição - Santa Tereza - Rio de Janeiro - RJ



domingo, 28 de setembro de 2014

Imagem Semanal: São Cosme e São Damião



São Cosme e São Damião os santos gêmeos. Eles exerciam a função de médicos, praticaram muitos milagres e angariaram prestígio trazendo muitos fiéis para a Igreja Católica. O prefeito Lysis, para atender o imperador Deocleciano, prendeu e torturou os dois mártires. Milagrosamente, eles escaparam da morte por afogamento, crucificação, apedrejamento e fogueira. Acabaram mortos em consequência a decapitação por espada junto com seus irmãos Anthimus, Leontus e Euprepius. A morte ocorreu em 27 de setembro de 287. O imperador Justiniano (527-565) restaurou a cidade de Cirus, onde eles morreram, em homenagem aos mártires. Justiniano foi, segundo a lenda, curado de uma séria doença por ação dos santos gêmeos.

Fra Angelico (1387-1445) Seu nome verdadeiro era Guido di Pietro Trosini. Nasceu em Vicchio di Mugello e morreu em Roma. Começou seus estudos com Lorenzi Monaco antes de ser admitido no convento de Fiesole. Um desentendimento com o Papa Alexandre V fez com que toda a comunidade fosse transferida para o convento de São Marcos em Florença. Lá produziu inúmeros afrescos. Foi convocado pelo Papa Nicolau V para decorar a capela do Vaticano. Trabalhou, ainda, em Orvieto. A maior parte de sua obra está no convento de São Marco. Sua pintura é realizada com cores claras e linhas bem definidas e seu tema são os assuntos religiosos. Em 1982, o Papa João Paulo II determinou sua beatificação, passando a chamar Beato Fra Angelico. Ele pintou um painel com nove telas para o altar mór da igreja de São Marcos sobre a vida dos santos gêmeos Cosme e Damião. Quando houve a reforma, o painel foi desmembrado e hoje está dividido em vários museus.






Saint Cosma and Saint Damian Before Lycias (1439-1440)


Saint Cosma anda Damian Savaged (1440) Alte Pinakothec, Munique




Fra Angelico (1400-1455) Saint Cosmas and Saint Damian Crucified and Stone (1438-1440) Alte Pinakothek


Fra Angelico Saints Cosmas and Damian and Brothers Surviving the Stake,1439-1440. National Gallery, Irlanda.


Beheading of Saint Cosmas and Damian,  Museu do Louvre, Paris.



Sepulchring of Saints Cosmas and Damian, 1483-1480.


The Healing of Justinian by Saint Cosma and Damian, 1438-1440.


Outros artistas

Ilcilio Frederico Ioni (?) Saints Cosmas and Damian and Their Brothers Befre the Proconsul Lycias, s.d. Metropolian Museum of Arts, Nova York.


Master of the Rinuccini Chapel. Matteo di Pacino (ativo entre 1350-1375) Sts Cosmas and Damian, 1370-1375. North Caroline Museum of Art.


Francesco di Stefano (1422-1457) Cosma and Damian Healing the Sick, s.d. Museu do Louvre, Paris.



Artista desconhecido. (Ativo entre 1450-1480 em Colônia) Sts Cosma,  Damian and Pantaleon, 1455. Thyssen-Bornemisza Museum, Madri.



Donatello (1386-1466) Santi Cosma e Damiano, 1434-1443. Basilica di San Lorenzo, Florença.



Jaume Huguet (1415-1492) Beheading of Saints Cosma and Damian, 1460-1461. Altarpiece of  the Saints Abdon and Senen.


Master of Liesborn (?) Saint Cosma and Damian and the Virgin, 1470-1480. National Gallery, Londres.


Gerard Seghes (1591-1651) Saint Cosma and Saint Damian, s.d.. Coleção particular.


Luis de Carvajal (1534-1607) Saints Cosmas and Damian, Physicians, Healing a Sick Person, s.d. El Escorial, Real Mosteiro de San Lorenzo.


sábado, 27 de setembro de 2014

Ben Nicholson






Ben Nichoolson (1894-1982) Nasceu em Denhan, Inglaterra. Era filho do artista Willian Nicholson com quem iniciou seu treinamento. Seu verdadeiro nome era Benjamim Nicholson. Estudou na Slade School of Artt Viajou para França, Itáli e Estados Unidos.Em 1920, casou-se com a artista Winifred Roberts. Em 1931. O casamento durou sete anos até Ben apaixonar-se  e casar-se com a escultora Barbara Hepworth. Suas pinturas iniciais foram naturezas mortas influenciadas por seu pai. Após sua visita a Paris e motivados pelos encontros com Picasso, Brancusi, Miró, Braque e Mondrian  passou a utilizar-se da abstração e do Cubismo para seus novos trabalhos.
Recebeu o prêmio do Carnigie International, Pittsburgh e o prêmio de pintura do Guggenheim Museum e da Bienal de São Paulo. Participou das Bienais de São Paulo e de Veneza. 





1924. First Abstract Painting, Chelsea, 1923-1924, Tate Gallery, Londres.


Still-Life with Fruit II, 1926. Coleção particular.



Mother and Son, 1927. Coleção particular.


1928. Cumberland Landscape - Walton Wood Cottage No 2, 1923.




1932 Bread, 1932. Tate Gallery, Londres.


1932 Crowned Head- The Quenn, 1932.



White Relief, 1934. Monsoon Art Colection.


1934-1936 Painting Still-Life, 1934-1936. Tate Galley, Londres.


Abstract Composition, 1936. MoMA, Nova York.


Painting 1937, 1937. The Courtauld Gallery, Londres



Sem título, 1939. Monsoon Art Collection.




Winter Landscape, 1939-1941.



1943 Painting, 1943. MoMA, Nova York.




1943-45. St Ives, Cornwall, 1943-1945. Tate Gallery Londres.



1945. Stil-Life, 1945. Tate Gallery, Londres.





1946 Window in Cornwall, 1946




Feb 2-54, 1954. Tate Gallery, Londres.



1974 Lucignano, 1974. Tate Gallery, Londres.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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