quarta-feira, 30 de abril de 2014

Anna Bella Geiger na Dinamarca.


 
 


Dinamarca expõe obras de Anna Bella Geiger


Anna Bella Geiger continua exportando sua obra para museus e galerias de todo o mundo. No próximo dia 09 de maio, se inaugura, no Museum of Contemporary Art, na Dinamarca, a coletiva "Before normal: concept after concept", com obras da artista brasileira ao lado de John Baldessari, Henriette Heise, Kristine Kemp, Louise Lawler, dentre outros. Com curadoria de Lars Bang Larsen, a exposição mostra exemplos, a partir da década de 1960 até os dias atuais, da variedade da arte conceitual, que surgiu como uma crítica das imagens e instituições de arte. Representada pela Galeria Murilo Castro, Anna Bella Geiger vai participar com quatro vídeos dos anos 70 e peças das séries "Burocracia", "Equações" e "América Latina".



Biografia


Em todos os momentos relevantes da arte contemporânea de nosso país é marcante a presença de Anna Bella Geiger. Na superação dos postulados informais dos anos 1950, na construção figurativa da pop art no Brasil dos anos 1960, nos movimentos experimentais da década de 70, na recuperação das técnicas tradicionais que caracterizam a arte dos anos 1980, ou no pluralismo estético da sociedade pós-industrial da última década do milênio – Anna Bella mostrou-se sempre uma artista autêntica e de vanguarda.


A artista realiza sua obra com gravura, pintura, desenho, fotomontagem e vídeo. Na década de 1950, foi morar em Nova York, estudando História da Arte no Metropolitan Museum e Sociologia da Arte, na Universidade de Nova York, com a historiadora alemã Hannah Levy Deinhard.


Tem participado de inúmeras mostras internacionais em museus e nas bienais de São Paulo, Veneza e de fotografia da Bélgica. Em 1982, recebeu o prêmio da Fundação Guggenheim (NY) e, em 2000, a Bolsa VITAE de pesquisa em Artes Plásticas. Obteve vários prêmios internacionais, como da Casa de las Américas (Havana), da Bienal de Desenho de Buenos Aires, da Bienal de Cuenca e, mais recentemente, o Prêmio da Crítica (ABCA) por sua trajetória artística.



Fábio Cezanne
CEZANNE COMUNICAÇÃO
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Charline von Heyl



Charline von Heyl (1960-) Nasceu em Mainz, Alemanha. Estudou na Hochschule für Bildende Künst , Hamburgo e na Kunstakademie, Dusseldorfe. Tornou-se assistente do artista Jörg Immebdorff em Dusseldorfe. Na década de 90, mudou-se para Nova York. Lá, casou-se com o artista Christoff Wool. Vive e trabalha em Nova York e Marfa, Texas. Pinturas, gravuras e colagens.  Participou da Whitney Biennial. Individual na Tate Liverpool e no Institute of Contemporary Art, Filadélfia. É representada pela Petzel Gallery, Nova York e pela Galerie Gisela Capitain, Colônia.


Sem título, 2003.


Secession, 2004. Foto: Mathias Hermann


Pink Vendetta, 2009. Petzel Gallery.

Woman #2, 2009.

Black Stripe Mojo, 2009.

Momentino, 2009.

Yellow Guitar, 2010.

Dusty Drafi, 2011. Aspen Art Museum. Foto: Fredrik Nilsen.


Folk Tales, 2013. Whitney Biennial. Whitney Museum of American Art, Nova York. Foto: Jason Mandella.

Blacksmile, 2013. Pretzel Gallery.



A artista em seu ateliê no Texas.


terça-feira, 29 de abril de 2014

Oskar Kokoschka



Oskar Kokoschka (1886-1980) Nasceu em Pöchlarn. Estudou na School of Arts and Crafts de Viena. Filiou-se ao Expressionismo. Paisagens e retratos são seus assuntos prediletos. Grande nome do Modernismo de Viena. Foi poeta e escritor. Relacionou-se amorosamente com Alma Mahler, mas ela se casou com outro, quando ele estava na guerra. Foi professor na Universidade de Dresden. Mais adiante, casou-se com Olda, sua companheira até sua morte.. Em virtude da guerra, mudou-se para Praga, Moscou e finalmente  Londres e tornou-se cidadão inglês em 1946.  De lá, instalou-se na Suíça, onde permaneceu até sua morte. Em 1978, recuperou a cidadania austríaca. Em 1988, Olda Kokosah viuva do artista criou a Oskar Kokoschka Foudation para preservar sua obra. A Fundação está abrigada no Musée Jenisch Vevey, Suíça.



Self-Portrait, 1906. Coleção particular.

Rider and Saiboat, 1907. MoMA, Nova York.


Childrem Playing, 1909. Wilhelm Lembruck Museum. Duisburg.

Hans TIetze and Erica Tietze-Conrat, 1909. MoMA, Nova York.


 Two Nudes, Lovers. 1913. Museum of Fine Arts, Boston. Retrato do artista com Alma Mahler.

The Bride of Wind, 1914. Kunstmuseum, Basel.


Knight Errant, 1915. Guggenheim Museum, Nova York.


The Artist, 1917. MoMA, Nova York.


 The Power of Music, 1919. Stedelijk Van Abbe Museum, Eidhoven.


S
Portrait of Frau Reuthner, 1921. Paul Simom Foudation, Passsadena.


 
Self-Portrait as Degenerate Artist, 1937. National Gallery of Scotland.


Polperro II, 1939. Tate Gallery, Londres.

Marianne Maquis, 1942. Tate Gallery, Londres.

Ambassador Ivan Maisky, 1942-1943. Tate Gallery, Londres.

Prometeu, 1950.  Courtauld Institute of Art Trípico Aba direita.

View of Tamisa, 1942. Tate Gallery, Londres.





Exposição em comemoração aos 20 nas do Kunstmuseum, Wolfsburg. Double Portrait of Hans Mardersteig and Carl George Heise, 1919. Collection Museum Boijmans Van Beuningen.
 

Fernando Ferreira de Araujo Rennants Gabinete D, SP.



A mostra “Remnants” do artista plástico pernambucano, Fernando Ferreira de Araujo, residindo atualmente em São Paulo,   estará aberta ao público do dia 10 de maio a 07 de junho no Gabinete D, na Rua Estados Unidos 273, no Jardim Paulista. A abertura será sábado, dia 10 de maio das 12h00 às 17h00.
Pintando há mais de 20 anos, a trajetória do artista data desde 1989, um marco na sua carreira, quando duas de suas obras foram selecionadas pelo MAC – Museu de Arte Contemporânea de PE para o Salão de Novos daquele ano. Em 2001 Fernando Ferreira de Araújo passou a se dedicar à pintura de forma integral e profissional. Em 2003, mergulhou no cenário internacional, participando de várias mostras individuais, coletivas e leilões nos Estados Unidos e Europa. Membro do The Art Students League of NY, se mudou para Nova York em 2003, onde montou o seu atelier em Manhattan. Desde então vem solidificando a sua presença no mercado internacional. As suas obras podem ser encontradas em importantes coleções privadas nos EUA e Europa assim como no acervo permanente do MAC-PE.  Em 2010 foi listado como um dos 100 brasileiros mais influentes de Nova Iorque pela revista Vogue em conjunto com a BrazilFoundation. Para esta mostra o curador, Eduardo Machado, selecionou 26 obras todas em papel de algodão - 300g a 640g - montadas em caixa de madeira e vidro. A grande maioria é inédita e produzida entre 2012 e 2014. No entanto uma pequena parte, fase seminal do conjunto da obra, participou de uma mostra individual do artista no MAC-Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, no ano passado (abril-junho, 2013).

Na vida nômade que o persegue, ou perseguida por ele, como ele mesmo diz, Ferreira de Araújo resolveu coletar parte dos pedaços que deixa para trás e representá-los em texturas que falam por cada centímetro. Ele aborda aspectos que há muito tempo queria focar como tema principal: 'Textura' e a dimensionalidade a partir do detalhe. Neste distanciamento do pictórico, o artista busca o encontro com o caos, com o desordenado, mas, que o norteia em cada gesto, cada passo. Nesta série ele coleta fragmentos do seu passado (recortes, rebocos de paredes de antigos estúdios, recibos, embalagens, fotos e o que mais tiver passado no seu caminho) e os integra, com impastos, ao momento presente da obra através de um depoimento gráfico-caligráfico, que inicia o seu trabalho, mas ao mesmo tempo é quase soterrado pelas reminiscências e sobreposições de camadas. Neste processo o todo é tão importante quanto o detalhe que originou a obra, e que na maioria das vezes encontra-se quase que completamente soterrado sob as várias camadas de matérias. Aqui o foco é ampliado sobre o ângulo sem perder a visão macro e sem necessariamente expor, por completo, o detalhe seminal. Fernando reforça que muitas vezes, ou na maioria delas, os detalhes, os fragmentos os agradam mais do que a obra finalizada. A sua obra é abstrata por essência e, comumente o observador se depara com detalhes que sobrepõem a visão macro.


Este processo orgânico e visceral leva a uma textura e tridimensionalidade fragmentada que não é para ser entendida, apenas sentida. O desgaste da matéria é refletido literalmente nas pontas dos dedos do artista que ficam tão gastos quanto o aspecto intencional e autobiográfico da obra










Texto de apresentação por J. Wair de Paula para a mostra “Remnants” do Artista Plástico pernambucano, Fernando Ferreira de Araujo, residindo atualmente em São Paulo. A mostra estará aberta ao público do dia 10 de maio a 07 de junho no Gabinete D, na Rua Estados Unidos 273, no Jardim Paulista. A abertura será sábado, dia 10 de maio das 12h00 às 17h00.
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‘REMNANTS’
Papéis pintados, colados, reprocessados, rebocos de paredes, camadas de sedimentos de ordem quase geológica e a pureza que pode estar contida no acúmulo. O título desta série de Fernando Ferreira de Araujo poderia, à primeira vista, encaminhar nosso olhar e sentidos para o fato dele se utilizar de sobras, restos, para compor a intrincada superfície de suas obras. Mas uma análise mais acurada vai nos levar a outro significado deste termo – resquícios. Fernando trabalha com o tempo, com vestígios, com sua própria história (a gênese deste trabalho data de mais de uma década, desenvolvida no período em que o artista morava em New York) para criar superfícies matéricas, intensas, meticulosamente edificadas sob uma aparente desordem. Reforça na arquitetura arqueológica de seu trabalho o pensamento de Mario Quintana, de que o passado não reconhece o seu lugar, pois está sempre presente. Mas, ao contrário do procedimento arqueológico, em que os sedimentos são minuciosamente retirados para que se descubra o objeto histórico, aqui o método é igualmente meticuloso, mas oposto – a sucessão de pequenos elementos, fragmentos de uma (outrora) mesma área que vão compondo um panorama cujas referências parecem encontrar paralelo na obra filosófica de Jacques Derrida, em sua necessidade de levar ao limite os contrastes, à desconstrução ante a forma. Resíduos intensamente carregados de camadas e camadas de tinta junto a fragmentos de embalagens industriais, em franco contraponto em suas essências, criam uma dialética única, onde visualmente, neste processo, o paradoxo se impõe ante à desconstrução – parecendo que as obras foram escavadas, não construídas.
Desta forma, o artista visita seu repertório e revisita seu método de forma analítica, escavando de sua própria narrativa pictórica os elementos imprecisos que sugerem o caminho, reforçando o dogma de que definir é matar, sugerir é criar.


j. wair de paula 



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Conversando sobre Arte entrevistada Vick Garaventa



Quem é Vick Garaventa e como a arte entrou em sua vida?
 Nasci em junho de 1989, em São Paulo. Minha mãe e meu pai sempre se interessaram por arte, os dois chegaram a pintar em algum momento da vida, mas nunca exerceram como profissão.
Eu sempre gostei de criar, desenhar e construir coisas, me pareceu muito natural trabalhar com arte, quando eu cresci. Ainda assim, eu tive um momento de dúvida e prestei vestibular para medicina e artes plásticas, juntos. Mas logo percebi que meu interesse pelo corpo, por mais que se aproximasse da ciência, era artístico.

Qual foi sua formação artística?
 Estudei artes plásticas na FAAP, me formei em 2010.

Que artistas influenciam em sua obra? 
O trabalho da Marlene Dumas me marcou muito, assim que conheci. Também me interessa muito a relação que Kiki Smith estabelece com o corpo, em muitas de suas obras. Gosto também das pinturas da Jenny Saville, a maneira como ela constrói o corpo, as camadas de tinta que evidenciam o processo (quase uma narrativa da tinta), algo realista e ao mesmo tempo gestual, e também a relação com a escala.

Como você descreve seu trabalho? 
 Eu trabalho com pintura, desenho, gravura, objeto e, algumas vezes, fotografia também. Acredito que cada trabalho pede um suporte e uma finalização diferente. Minha pesquisa gira em torno do corpo, e a possibilidade de reconfiguração dele. O corpo como processo, o orgânico e mutável, a idéia de manipulacão, a relação entre natural e artificial.

É possível viver de arte no Brasil?  
 Sim. Mas não é fácil, é uma vida instável. Acho que em muitos casos, os artistas encontram outras maneiras de ganhar dinheiro, dando aula, fazendo projetos paralelos...

O que você pensa sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los.?
 Eu gosto muito da idéia de ter editais que estimulem a produção de jovens artistas, não apenas salões, mas qualquer tipo de edital, para residência, exposição, etc. 
Me incomoda um pouco o modelo antigo que alguns salões ainda adotam, de dividir as inscrições por suporte (pintura, escultura, gravura, desenho), isso não faz mais sentido na arte contemporânea, muitos projetos podem incluir mais de uma mídia ou simplesmente não se encaixam em nenhuma dessas opções.
E sou contra os editais que exigem pagamento para realizar a inscrição. Já investimos muito no trabalho (e no transporte, muitas vezes).

Na sua opinião, qual o exato papel do curador?
 Acredito que cada curador trabalha de uma maneira, mas cabe à ele pensar na exposição como um todo, sua concepção física e conceitual, montagem, etc. Ele deve estar familiarizado com o(s) artista(s) escolhido(s), para poder se aprofundar nas questões de cada trabalho e pensar como isso funciona no espaço que é realizada a exposição.

O que é necessário para um artista ser representado por uma galeria? 
Acho que são vários fatores que influenciam. Mas acho que todo artista que entra em uma galeria deve ter muito claro quem ele é como artista, o que é realmente importante para ele e quais são seus limites.

Você está inaugurando uma exposição na Zipper Galeria, SP, qual a sua perspectiva?
 Por ser minha primeira exposição individual, pensei que seria interessante ter um pouco de tudo o que eu faço, incluindo alguns trabalhos mais antigos, que mostram minha trajetória como artista. Fico muito feliz em poder mostrar esse recorte da minha produção. Acho muito legal a iniciativa do projeto Zip'Up, o espaço é ótimo e o projeto tem um caráter mais experimental (que não é tão comum no espaço de galeria), e é focado em artistas jovens que não são representados por galeria.

Quais são seus planos para o futuro? 
Continuar produzindo, sempre. Tenho vontade de fazer residências em outros lugares do mundo, trocar experiências e ver como isso afeta o meu trabalho.

Artículos dos apêndices de artrópodes ou falanges, 2013 Nanquim sobre papel 15 cm x 30 cm.



Better living through chemistry, 2012 Óleo sobre tela 150 cm x 100 cm .

 
Cabra cega, 2013 Acrílica e óleo sobre tela 70 cm x 70 cm

 
 
Sem título, 2014 Dois crânios ligados por fita crepe sobre prateleira de madeira 5 cm x 15 cm x 5 cm.

 
 
Sem título, 2014 Nanquim sobre papel 31 cm x 25 cm.
 
 
Por una cabeza, 2012 Óleo sobre tela (tríptico) 53 cm x 76 cm.

 

Tegumento (Jabba The Hutt) - da série Star Wars, 2009  Acrílica sobre tela 160 cm x 150 cm.  Aquém, 2014 Nanquim sobre papel 38 cm x 33 cm Los Angeles, 2013 Ampliação fotográfica

 
Aquém, 2014 Nanquim sobre papel 38 cm x 33 cm.

 
 
 
 Los Angeles, 2013 Ampliação fotográfica.







 
BIO

Artista plástica brasileira, nascida em 1989 na cidade de São Paulo.
Formada em Bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP, em 2010. Participou da 41ª e 42ª edições da Anual de Arte da faculdade, ganhando prêmio máximo de bolsa de estudos.
Realizou duas exposições individuais e fez parte de diversas exposições coletivas, incluindo no Museu de Arte Brasilera (MAB), em São Paulo, e no programa de exposições do Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP).
Paralelamente, trabalhou como assistente de artistas como José Roberto Aguilar, Rodolpho Parigi e Adrian Villar Rojas.
Foi também assistente de montagem para exposição no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo.
Atualmente produz seus trabalhos em seu estúdio, em São Paulo.



Especular Marcio Zardo. Dez ao Cubo no Estúdio Dezenove


domingo, 27 de abril de 2014

Imagem Semanal Serviços Domésticos

Às vésperas do dia do Trabalho, a Imagem Semanal faz uma homenagem às trabalhadoras domésticas. Para Angelina Neves de Lima  e Maria Santana de Araújo verdadeiras irmãs.


Frans Halls (1582-1666) A kitchen Interior with a Maid and a Lady Preparing Game. Coleção particular.


Diego Velasquez (1599-1660) Kitchen Maid, 1618-1622. The Art Institute of Chicago.


Rembrandt (1606-1669) Bathsheba at her Bath, 1643. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Nicolaes Maes (1634-1693) Interior with a Sleeping Maid and his Mistress. The Idle Servant, 1655. National Gallery, Londres.


Quiingh Gerritsz (1622-1669) A Kitchen Interior with a Maid Peeling Turnips, a Woman Tending to a Baby and a Boy Warming his Hand by the Fire. Coleção particular.



Gabriel Metsu (1629-1667) Woman Peeling an Apple, 1655-1657. Museu do Louvre.


Gerard Ter Borch (1617-1681) Young Woman at her Toilet  with a Maid, 1660. Detroit Institute of Arts.



Johanes Vermeer (1632-1675) Lady Writing a Letter with her Maid, 1670-1671. National Gallery of Ireland, Dublim



Jean-Siméon Chardin (1699-1779) The Scullery Maid, 1738. Willian A. Clark Collection.


Joshua Reynolds (1732-1792)  George Clive and his Family with an Indian Maid, 1765. Staaliche Museen, Munique. St


Camille Pissaro (1830-1903) The Maid Servant, 1876. Chrisler Museum.



Berth Morisot (1841-1895) The Little Maid Servant, 1886. Coleção particular.




Edgard Degas (1834-1917) Ironing Woman, 1887. National Gallery of Art, Washington.



Pablo Picasso (1881-1973) Woman Ironing, 1901. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Paula Rego (1935-) The Maids, 1987. Saatchi Gallery, Londres.


Irma Stern (1955-1984) Maid in Uniform, 1957.


Banksy (1974-) Under the Carpet, Sweep at Hoxton, 2006.

 



   



Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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