segunda-feira, 31 de março de 2014

Alfredo Jaar





Alfredo Jaar (1956) Nasceu em Santiago de Chile. Entre 5 e 16 anos morou na Martinica. Formou-se em Arquitetura. Estudou no Instituto Chileno-Norteamericano de Cultura e na Universidade do Chile, ambas em Santiago. Recebeu bolsa para aprefeicoamento do Guggenheim Museum e da Fundação MacArthur, Nova York. Usa instalações, fotografias e filmes para sua reconhecida obra. Participou das Bienais de Veneza (1986-2007) Instambul (1995) São Paulo (1987-1989, 2010), Kwangju (1995-2000) Joanesburgo (1997) e de Sevilha (2006) Em 2013, recebeu o prêmio de artes plásticas do Chile. Seus temas principais são políticos sociais e a guerra Enfatiza a dificuldade da arte em abordar temas como genocídio, epidemias e miséria. Jaar discutiu o genocídio de Ruanda, a exploração do ouro em Serra Pelada no Brasil, a poluição tóxica na Nigéria, a fome no Sudão e os problemas na fronteira entre México e Estados Unidos. Realizou mais de sessenta intervenções em diferentes cidades do mundo. Em 2012, retrospectiva em Berlim na NGBK e na Berlinische Galerie. Vive e trabalha em Nova York, para onde se mudou durante o regime de Pinochet.





The Eyes of Gutete Emerita-Projeto Rwanda, 1964. Guetete estava na igreja quando o massacre começou. Ela viu seu marido e dois filhos menores serem mortos a facadas, ela conseguiu escapar com uma irmã e permaneceu escondida por duas semanas, até poder sair e fazer o relato das atrocidades.




The Eyes of Gulete Emerita-Projeto Rwanda, 1996.  The Museum of Fine Arts, Houston. Milhares de slides correspondendo ao número de mortes em Ruanda servem de documentação e protesto contra a violência.


Laments of Images, 2002. Louisiana Museum of Modern Art.


Buscando a Marcel Duchamp, 2004. Galeria Cadaqués.


Real Pictures, 2005. As fotos de Jaar, documentos do massacre de Ruanda foram queimadas e guardadas em ciaxas negras.

One Million Points of Lights, 2005. Goodman Gallery.



How to Survive as Cary (Newsweek). Impressão digital.





This Fire The Time , 1979-2005.



The Geometry of Conscience, 2010. San Francisco Art Institute.


Waiting, 2011. Fotografia única. Hosfelt Gallery.

Instalação na 55a Bienal de Veneza, 2013.


Instalação na 55 Bienal de Veneza, 2013.




Milan, 1946: Lucio Fontana Visits His Studio on his Return from Argentina, 2013. Fotografia em caixa iluminada. Galerie Thomas Schülte.

http://www.alfredojaar.net














domingo, 30 de março de 2014

Imagem Semanal Fauvismo

Fauvismo

Na França, no início do século XX, alguns pintores quebraram as regras do Impressionismo. O movimento pregava a simplificação das formas, a intensa utilização das cores com diminuição de graduação entre elas. Era pela cor a marcação dos espaços com criação da perspectiva. O seu auge foi entre 1905 e 1907 e seu maior nome Henri Matisse.
A primeira apresentação foi no Salão de Outono em 1905. Coube ao crítico Louis Vauxcelles, em 1906, no Salão do Indepentes denominá-los de Fauves (feras). Entre seus principais componentes estão: Albert Marquet, André Derrain, Maurice de Vlaminck, Raoul Dufy, George Rouault além de Matisse. De alguma maneira participaram Georges Braque, Henri Manguin Jean Puy e Louis Valtat.

 

André Derrain (1880-1954)




La dance, 1906. Courtauld Institute, Londres.








Porto de Londres, 1906. Tate Gallery, Londres.


Henri Matisse (1869-1954)


Le Jardin de Luxembourg, 1901. The Hermitage Museum, São Petersburgo.


. Portrait of Madame Matisse, 1905. Statens Museum for Kunst.


 View of Colliure, 1905. Hermitage Museum, São Patersburgo.

Le Bonheur de Vivre (The Joy of Life), 1905-1906. Barnes Foudation, Merion.



Maurice de Vlaminck (1876-1958)




Boats on the Seine at Chatou, 1906. The Metropolitam Museum of Art, Nova York.



 Barges on the Seine Near Le Pecq,



 The Blueu House, 1906. Mursée d'Orsay, Paris.




Raoul Doufy (1877-1953)
 
 
 
Le Bateau Pavoisé, 1905.
 
 
 

Sur la Plage, 1906. Coleção particular.


The Beach at Saint-Adresse, 1907. Saint Louis Museum.

sábado, 29 de março de 2014

Luciana Caravello Arte Contemporânea sp-arte/2014.


Dorothy Cross




Dorothy Cross (1956-) Nasceu em Corck, Irlanda. Estudou na Crawford Municipal School of Art, Corck. Graduou-se pela Leicester Polyttechnic. Obteve o título de Mestre pelo  San Francisco Art Institute, Califórnia. Escultura, objetos, instalações, vídeos e fotografias.cute a sexualida e a subjetividade em diferentes culturas. Participou das Bienais de Veneza, Liverpool e Istambul. Retrospectiva no Irish Museum of Modern Art.  É representada pela Kerllin Gallery, Dublim e  Frith Street Galery, Londres.  
 
 
 


Basking Shark Currach, 2013, Kerllin  Gallery. 
 
 
 
Curvy Foxglove, 2013. Frith Street Gallery.
 
 


Everest Shark, 2013. Bronze. 


Tabemacle, 2013. Kerlin Gallery.


Earth, 2011.


Stalicitite, 2010. Frith Street Art Gallery, Londres.
 
 


Currache, 2009.
 


Forge, 2007.
 
 
Girl with Whale Bone, 2007.


Travel Case Date, 2005. Coleção particular.
 

Paracure, 2005.


Bibble, 2005.


Rubggy Ball, 2005. Irish Museum of Modern Art.


Eye Camera, 2004. Bronze. Coleção particular.


Spurs, 2003. 




Stilletos, 1994.


Virgin Shroud, 1993. Tate Gallery, Londres.


Amazon, 1992. Avrill Giacobri Collection.


Sharck Lady in Ball Dress, 1998. Collection Hughi Lane Municipal Gallery, Dublin. Foto: John Kellet.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Robert Kelly Mercedes Viegas Arte Contemporânea sp-arte 2014


Anna Maria Maiolino




Ana Maria Maiolino (1942-) Nasceu na Itália. Mudou-se com a família para Venezuela, onde  em 1958 matriculou-se na Escola Nacional Cristobal Rojas, Caracas.   Em 1960,  veio para o Brasil e fixou-se no Rio de Janeiro. Frequentou cursos livres   no Museu Nacional de Belas Artes. Participa do movimento Nova Figuração. Em 1968, tornou-se cidadã brasileira. Viajou para Nova York, onde em 1971, recebeu bolsa da Pratt University. Ao regressar ao Brasil, passou a utilizar-se de outros meios, além da gravura para construir sua obra. Pintura, desenho.gravura, objetos, instalações, performance, livro de artista e vídeo. Possui um rico currículo com exposições nos grandes museus do Brasil e no exterior. Participou das Bienais de São Paulo e do MercoSul e da Documenta de Kassel.Em 2005, foi realizada grande retrospectiva sobre sua obra na Pinacoteca, SP. Em 2012, recebeu o prêmio MASP/Mercedes Benz. Morou por longo tempo no Rio de Janeiro. Vive e trabalha em São Paulo.


Afcções, 2012. Exibição no MASP, SP.


Casa ocupada pela artista na Documenta de Kassel, 2012.


Here and There, 2012. Documenta de Kassel.


Here & There, 2012. Documenta de Kassel.


Performance, 2012. Projeto Respiração, Museu Eva Klabin, RJ.


Quase Nada, 2009. Museu do Açude. Fundação Castro Maia, RJ.



Arroz e Feijão Fome Zero, 2007.


Among Many, 2005. Instalação na  retrospectiva na Pinacoteca do Estado de São Paulo


Sem título. Uns e Outros, 2001-2002.


Série Vestígios, 2000. MoMA, Nova York.


Instalação, 1998. Bienal de São Paulo.


Sem título. Série Codificações Matéricas, 1997. Bienal do MercoSul, Porto Alegre.


Sem título, 1995. Serigrafia.



Entrevidas, 1981. Performance.



Trajetória, 1976.


Por um Fio, 1976.


  Black Hole, 1974.   MoMA, Nova York.



Livro Anna Maria Maiolino _ CosacNaify, 2012.


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Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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