sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Juan Gris





Juan Gris (1887-1927) era o nome José Victoriano González-Pérez. Nasceu em Madrid. Estudou Engenharia. Sua formação artística foi na Real Academia de Belas-Artes de São Fernando. Em 1906, mudou-se para Paris, onde fez contato com Appolinaire, Max Jacob, Picasso e Braque, ligou-se ao Cubismo. Morreu aos 40 anos de idade.



Portrait of Pablo Picasso, 1912. The Art Institute, Chicago.


Bottle of Rum and Newspaper, 1913-1914. Tate Gallery, Londres.



The Sumblind, 1914. Tate Gallery, Londres.


Portrait of Amedeo Mogigliani, 1915. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Lamp, 1926. Coleção particular.



Le Moulin à Café, 1920. Museo Reina Sofia, Madrid.


Overlooking the Bay, 1921. Tate Gallery, Londres.




La Fenêtre Ouverte, 1921. Museo Reina Sofia, Madrid.

Pierrot with Book, 1924. Tate Gallery, Londres.


Violin and Fruit-Dish, 1924. Tate Gallery, Londres.


Guitare et Jounal, 1925. Museo Reina Sofia, Madrid.


Le chenteuse, 1926.

Luste Editores lança Paulo Martinez - Moda é F#%@,





Luste Editores lança Paulo Martinez - Moda é F#%@, do editor de moda e stylist, com fotografias, uma auto-biografia narrando sua trajetória e depoimentos de amigos, modelos, estilistas, fotógrafos, além de outras pessoas que cruzaram seu caminho ao longo de 33 anos de carreira no mundo da moda.

Em uma mistura de nostalgia, crítica e com certo humor, o livro é um patchwork dos trabalhos de Paulo Martinez, com fotografias de seu acervo pessoal e de editoriais por ele assinados, contando um pouco de seu background familiar, os fatos mais marcantes em sua carreira, desde os tempos em que produzia a seção de enxovais para uma revista voltada para noivas até sua chegada à FFW Mag!. “Nunca pensei na vida em fazer um livro. Isso nasceu de um convite, fiquei muito lisonjeado, muito honrado, muito apavorado...Mas junto com a Graziela Peres e a Renata Mein o livro foi tomando forma. Contamos também com a colaboração de Waldick Jatoba na curadoria das imagens da FFW Mag!. Fechei meus olhos e confiei.”, comenta o autor.

A publicação ainda traz depoimentos de diversos personagens do circuito fashion, que fazem parte da vida de Paulo pessoal ou profissionalmente, como Alexandre Herchcovitch, Anderson Baumgartner, Bob Wolfenson, Carol Ribeiro, Carol Trentini, Cassio Reis, Costanza Pascolato, Daniel Hernandez, Fabio Bartelt, Giovanni Frasson, Graziela Peres, Jacques Dequecker, João Pimenta, Luciane Franciscone, Marcos Costa, Mariana Weickert, Paulo Borges, Regina Guerreiro e Renato Loureiro, entre vários outros nomes.

Segundo o stylist, sua intenção é criar um registro - “um registro de moda, um registro do coração” – voltado para estudantes, curiosos, apaixonados, modelos, fotógrafos, cabeleireiros, maquiadores, produtores, para todo mundo. “É uma honra ter esse registro. Fico muito agradecido por tudo isso, um verdadeiro luxo. É incrível ver sua vida profissional assim encadernada e de certa forma eternizada.


SERVIÇO
Evento: Lançamento do livro Paulo Martinez - Moda é F#%@
AutorPaulo Martinez
EditoraLuste Editores - http://www.lusteditores.com.br/
Data: 4 de fevereiro de 2014, terça-feira, das 19h às 22h
Local: Livraria Cultura – Shopping Iguatemi           
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano   

LIVRO: Paulo Martinez - Moda é F#%@
Editora: Luste Editores
Patrocínio: Lojas Renner
Número de páginas: 336
Dimensão: 25x34 cm
Preço de venda: R$ 85,00


Zeca
---
Balady Comunicação
Tel.: 11-3814.3382










MODA É F#%@, o registro da carreira de Paulo Martinez

Luste Editores lança Paulo Martinez - Moda é F#%@, do editor de moda e stylist, com fotografias, uma auto-biografia narrando sua trajetória e depoimentos de amigos, modelos, estilistas, fotógrafos, além de outras pessoas que cruzaram seu caminho ao longo de 33 anos de carreira no mundo da moda.

Em uma mistura de nostalgia, crítica e com certo humor, o livro é um patchwork dos trabalhos de Paulo Martinez, com fotografias de seu acervo pessoal e de editoriais por ele assinados, contando um pouco de seu background familiar, os fatos mais marcantes em sua carreira, desde os tempos em que produzia a seção de enxovais para uma revista voltada para noivas até sua chegada à FFW Mag!. “Nunca pensei na vida em fazer um livro. Isso nasceu de um convite, fiquei muito lisonjeado, muito honrado, muito apavorado...Mas junto com a Graziela Peres e a Renata Mein o livro foi tomando forma. Contamos também com a colaboração de Waldick Jatoba na curadoria das imagens da FFW Mag!. Fechei meus olhos e confiei.”, comenta o autor.

A publicação ainda traz depoimentos de diversos personagens do circuito fashion, que fazem parte da vida de Paulo pessoal ou profissionalmente, como Alexandre Herchcovitch, Anderson Baumgartner, Bob Wolfenson, Carol Ribeiro, Carol Trentini, Cassio Reis, Costanza Pascolato, Daniel Hernandez, Fabio Bartelt, Giovanni Frasson, Graziela Peres, Jacques Dequecker, João Pimenta, Luciane Franciscone, Marcos Costa, Mariana Weickert, Paulo Borges, Regina Guerreiro e Renato Loureiro, entre vários outros nomes.

Segundo o stylist, sua intenção é criar um registro - “um registro de moda, um registro do coração” – voltado para estudantes, curiosos, apaixonados, modelos, fotógrafos, cabeleireiros, maquiadores, produtores, para todo mundo. “É uma honra ter esse registro. Fico muito agradecido por tudo isso, um verdadeiro luxo. É incrível ver sua vida profissional assim encadernada e de certa forma eternizada.

SERVIÇO
Evento                       Lançamento do livro Paulo Martinez - Moda é F#%@
Autor                          Paulo Martinez
Editora                       Luste Editores - http://www.lusteditores.com.br/
Data                           4 de fevereiro de 2014, terça-feira, das 19h às 22h
Local                           Livraria Cultura – Shopping Iguatemi           
Endereço                    Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano   



LIVRO                        Moda é F@#%!, de Paulo Martinez
Editora                                    Luste Editores
Patrocínio                   Lojas Renner
Número de páginas    336
Dimensão                   25x34 cm
Preço de venda          R$ 85,00


Ass. Imprensa - Luste Editores - Balady Comunicação – Silvia Balady/Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814.3382 – contato@balady.com.br


Paulo Martinez
Formado em Artes Plásticas pela Belas Artes de São Paulo, completa 33 anos de carreira. Ingressou no meio editorial aos 23 anos, produzindo fotos de decoração. Em seguida, começa a trabalhar na revista Moda Brasil, um marco nos anos 80. Depois, trabalha com Regina Guerreiro na Vogue Brasil, onde atuou por sete anos como produtor de moda. De lá, Paulo se transferiu para Elle Brasil. Em meados da década de 1990, assumiu carreira solo, prestando consultoria, fazendo desfiles, catálogos e campanhas para as principais marcas do país. Editou desfiles de moda, participando ativamente das principais semanas de moda como Phytoervas Fashion, Morumbi Fashion, Amni Hot Spot, SPFW, Fashion Rio e Casa dos Criadores. Em 1997, assumiu o cargo de editor de moda da Revista Vinte. Em 2006, assumiu o cargo de editor de moda da Revista ffw_MAG!, cargo que ocupa até hoje. Registra, também, os bastidores de desfiles e cotidiano do mundo da moda.


Luste Editores
No mercado editorial desde 2007, a Luste Editores dedica-se a projetos voltados à arte e cultural em geral. Com pouco tempo de atuação, foi finalista do Prêmio Jabuti por quatro vezes em três anos consecutivos com os títulos “O Brasil Genial da Oficina de Agosto”, “A Paisagem e o Olhar”, “A Cidade e a Rosa” e “Miro – Artesão da Luz”, e em 2013, novamente indicada com o livro “Conrado Segreto – Moda e Paixão”. A Luste tem direção executiva e editorial de Marcel Mariano, com trabalhos realizados para grandes empresas.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Beato Fra Angélico




Fra Angelico (1387-1445) Seu nome verdadeiro era Guido di Pietro Trosini. Nasceu em Vicchio di Mugello e morreu em Roma. Começou seus estudos com Lorenzi Monaco antes de ser admitido no convento de Fiesole. Um desentendimento com o Papa Alexandre V fez com que toda a comunidade fosse transferida para o convento de São Marcos em Florença. Lá produziu inúmeros afrescos. Foi convocado pelo Papa Nicolau V para decorar a capela do Vaticano. Trabalhou, ainda, em Orvieto. A maior parte de sua obra está no convento de São Marco. Sua pintura é realizada com cores claras e linhas bem definidas e seu tema são os assuntos religiosos. Em 1982, o Papa João Paulo II determinou sua beatificação, passando a chamar Beato Fra Angelico. Ele pintou um painel com nove telas para o altar mor da igreja de São Marcos sobre a vida dos santos gêmeos Cosme e Damião. Quando houve a reforma, o painel foi desmembrado e hoje está dividido em vários museus. Luca Signoretti Portrait of Fra Angelico, 1500.



A Bishop Saint, 1420. Metropolitan Museum of Art, Nova York




Annunciation and Adoration of Magi, 1424. Museo di San Marco, Florença.



The Last Jugement, 1431. Museo di San Marco, Florença.


The Coronation of the Virgin, 1434-1435. Musée des Offices, Florença.


 The Healing of Justinian by Saint Cosmas and Saint Damian, 1438-1440. San Marco Altarpiece, Museo di San Marco, Florença. Justiniano dorme enquanto São Cosme e São Damião entram em seu quarto. Eles trocam sua perna doente por outra sã. Pode ser a primeira menção a um transplante. Os irmãos santos tinham boa formação médica.


Entombment, 1438-1440. Afresco. San Marco Altarpiece, Florença.



San Marco Altarpiece, 1438-1440. Florença.

Baptismo of Christ, 1438-1445. Afresco. Museum of San Marco, Florença.


The Annunciation, 1438-1445. Afresco. Museum of San Marco, Florença.



St Thomas Aquinas, 1447-1451. The Granger Collection, Nova York.




Christ on the Cross, with the Virgin and Saints Mary Magdalena, John the Evangelist, Monica (?) Augustine (?), Peter Martyr, Thomas Aquinas, Francis and Elizbeth of Hungary (?), 1435-1454. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Christ Child from the Madona delle Ombre (detalhe), 1450. Afresco. Museo di San Marco dell'Angelico, Florença.

Centro Cultural Banco do Brasil Amor, Amor, Amor

Centro Cultural Banco do Brasil Rio
abrindo o ano de 2014 em grande estilo inaugura
Amor, Amor, Amor
Exposição internacional de fotografia
Visitação de 5 de fevereiro a 31 de março de 2014
O Centro Cultural do Banco do Brasil Rio marca a abertura das exposições do ano de 2014 com Amor, Amor, Amor, reunindo cinquenta e oito fotografias do acervo da Maison Européenne de la Photographie-MEP - Paris, que representam as mais distintas formas de amor através do olhar de vinte e dois consagrados nomes da fotografia contemporânea mundial. Visitação a partir do dia 5 de fevereiro das 9h às 21h com uma mesa redonda, às 18h30, levando em discussão “Documentação e transcendência na fotografia contemporânea”, com as participações dos curadores Jean-Luc Monterosso e Milton Guran, do fotógrafo francês Claude Nori (integrante da exposição) e do fotógrafo e historiador Pedro Vasquez.  A  mostra ficará aberta ao público até o dia 31 de março, na Rua Primeiro de Março 66, no 2° andar (tel. 3808-2020) e tem entrada franca.

Amor, Amor, Amor apresenta ao público do Rio de Janeiro, do acervo da Maison Européenne de la Photographie de Paris, uma das coleções mais importantes   da fotografia contemporânea do mundo. A proposta dos curadores Jean-Luc Monterosso e Milton Guran é partir de um tema universal para apresentar obras referenciais da história da fotografia contemporânea, raramente ou nunca vistas pelo nosso público.

Ao lado de nomes muito conhecidos do público carioca, como Henri Cartier Bresson e Robert Doisneau, Edourd Boubat, dentre outros, teremos também, entre os 22 autores participantes,  Raymond Depardon, Pierre Verger, Bernard Plossu, Ralph Gibson, Larry Clark, Elliott Erwit, Weege. Dentre os destaques estão as obras do japonês Araki e de Duane Michals  (um dos mais importantes nomes da fotografia em sequencia, que mostrará pela primeira vez no país, em sala privada,  a impactante série “Take one and see Mt Fujiyama”). Completa a mostra um vídeo de autoria do fotógrafo Claude Nori, fazendo a ligação entre a foto fixa e o olhar do fotógrafo sobre o movimento, uma das vertentes mais fecundas da fotografia atual (lista completa no final do release).

SERVIÇO
Amor, Amor, Amor - exposição de cinquenta e oito imagens de 22 fotógrafos da coleção da MEP – Maison Européenne de la Photographie.
Curadoria de Jean-Luc Monterosso MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris e Milton Guran, fotógrafo e diretor do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro.
Centro Cultural Banco do Brasil,
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, 3 salas do 2º andar 
Telefone: (21) 3808-2020
Abertura para convidados: dia 4 de fevereiro, 19h
Visitação do dia 5 de fevereiro até dia 31 de março de 2014 - de quarta a segunda, de 9h às 21h.
Dia 5 de fevereiro, 18h30: Mesa Redonda “Documentação e transcendência na fotografia contemporânea”, com a participação dos curadores, do fotógrafo francês Claude Nori (integrante da exposição) e do fotógrafo e escritor Pedro Vasquez.
Entrada franca.
Metrô: Uruguaiana
Facilidades para deficientes
Curadoria: Jean-Luc Monterosso e Milton Guran
Produção executiva: Vianapole

Assessoria de Imprensa  - Exposição
RS Comunicação & Eventos
Eli Rocha <elirocha246@gmail.com> 
(21) 2547-4953 e  9 9179-4763
Assessoria de Imprensa CCBB Rio
Bianca Mello – 21 3838 2326 / biancamello@bb.com.br

Fotógrafos
.Bernard-Pierre Wolff (França)
.Bernard Plossu (França)
.Claude Alexandre (França)
.Claude Nori (França)
.Duane Michals (EUA)
.Edouard Boubat (França)
.Elliot Erwitt (França)
.Ernestine Ruben (EUA)
.François  Le Diascorn (França)
.Frank Horvat (Itália)
.Henri Cartier Bresson (França)
.Jean-Philippe Charbonnier (França)
.Larry Clark (EUA
.Mohamed Camara (Guiné,)
.Nobuyoshi Araki (Japão)
.Pierre Fatumbi Verger (França)
.Ralph Gibson (EUA)
.Raymond Depardon (França)
.Robert Doisneau (França)
.Sabinne Weiss (Suíça)
.Walter Carone (Itália)
.Weegee (Áustria)


 Entrada franca

Mosteiro da Luz: 240 anos. Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP











Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, exibe Mosteiro da Luz: 240 anos, com curadoria de Maria Inês Lopes Coutinho, pesquisa histórica de Dalton Sala e instalação de Wilson Sukorski. A mostra representa uma celebração do aniversário do Mosteiro e conta sua trajetória - por meio de fotos, mapas, pinturas, esculturas, textos e cronologias -, desde a fundação em 1774 até os dias de hoje, quando se estabelece como um símbolo da cidade e uma referência mundial em história.

Projetado e construído por Frei Antonio de Sant’ Anna Galvão (Frei Galvão), o Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz - ou, simplesmente, Mosteiro da Luz -, é um exemplar significativo da arquitetura de taipa - técnica construtiva que utiliza argila e foi essencial para as edificações coloniais paulistas do início do século XVIII. É tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo), e pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). Hoje, além do Convento das Irmãs Concepcionistas, que dedicam seus dias à oração e ao trabalho, abriga também a Igreja de Nossa Senhora da Luz e o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP.

Nesta exposição, que evidencia a história colonial a partir de documentos primários, o público encontra obras do acervo relativas a esse período e à história do Mosteiro. Como itens de destaque, temos uma instalação audiovisual assinada por Wilson Sukorski, com imagens do Mosteiro e entorno - a partir de mapas, daguerreótipos e imagens aéreas da cidade, entre 1810 e 2013 - e efeitos de áudio (sinos, etc.); o cemitério interno, onde as monjas foram sepultadas, terá sua porta aberta para permitir a visão do público – com certas restrições de acesso; exemplares de numismática do acervo do MAS/SP, como uma moeda de Alexandre (Séc. 4 a.C.) - outros 2 exemplares fazem parte do acervo do Metropolitan Museum of Art e do Harvard Art Museums; as esculturas de Nossa Senhora das Dores, de Aleijadinho, a primeira obra do MAS/SP; e de São Francisco Xavier (final do Séc. XVII, iní cio do Séc. XVIII), .a mais recente aquisição.

Observada a complexidade arquitetônica do Mosteiro, resta a certeza de que o poder da fé imprimiu em São Paulo pegadas iniciais que viriam a se tornar, mais tarde, os alicerces culturais de uma metrópole latina.


ExposiçãoMosteiro da Luz: 240 anos
Curadoria: Maria Inês Lopes Coutinho
Pesquisa histórica: Dalton Sala
Instalação: Wilson Sukorski
Abertura: 2 de fevereiro de 2014, domingo, às 10h
Período: 4 de fevereiro a 9 de março de 2014
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326-5393 - visitas monitoradas
Horário: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados



Zeca
---
Balady Comunicação
Tel.: 11-3814.3382
Mosteiro da Luz: 240 anos

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, equipamento da Secretaria de Estado da Cultura, exibe Mosteiro da Luz: 240 anos, com curadoria de Maria Inês Lopes Coutinho, pesquisa histórica de Dalton Sala e instalação de Wilson Sukorski. A mostra representa uma celebração do aniversário do Mosteiro e conta sua trajetória - por meio de fotos, mapas, pinturas, esculturas, textos e cronologias -, desde a fundação em 1774 até os dias de hoje, quando se estabelece como um símbolo da cidade e uma referência mundial em história.

Projetado e construído por Frei Antonio de Sant’ Anna Galvão (Frei Galvão), o Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz - ou, simplesmente, Mosteiro da Luz -, é um exemplar significativo da arquitetura de taipa - técnica construtiva que utiliza argila e foi essencial para as edificações coloniais paulistas do início do século XVIII. É tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo), e pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). Hoje, além do Convento das Irmãs Concepcionistas, que dedicam seus dias à oração e ao trabalho, abriga também a Igreja de Nossa Senhora da Luz e o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP.

Nesta exposição, que evidencia a história colonial a partir de documentos primários, o público encontra obras do acervo relativas a esse período e à história do Mosteiro. Como itens de destaque, temos uma instalação audiovisual assinada por Wilson Sukorski, com imagens do Mosteiro e entorno - a partir de mapas, daguerreótipos e imagens aéreas da cidade, entre 1810 e 2013 - e efeitos de áudio (sinos, etc.); o cemitério interno, onde as monjas foram sepultadas, terá sua porta aberta para permitir a visão do público – com certas restrições de acesso; exemplares de numismática do acervo do MAS/SP, como uma moeda de Alexandre (Séc. 4 a.C.) - outros 2 exemplares fazem parte do acervo do Metropolitan Museum of Art e do Harvard Art Museums; as esculturas de Nossa Senhora das Dores, de Aleijadinho, a primeira obra do MAS/SP; e de São Francisco Xavier (final do Séc. XVII, iní cio do Séc. XVIII), .a mais recente aquisição.

Observada a complexidade arquitetônica do Mosteiro, resta a certeza de que o poder da fé imprimiu em São Paulo pegadas iniciais que viriam a se tornar, mais tarde, os alicerces culturais de uma metrópole latina.


Exposição                  Mosteiro da Luz: 240 anos
Curadoria                   Maria Inês Lopes Coutinho
Pesquisa histórica      Dalton Sala
Instalação                   Wilson Sukorski
Abertura                     2 de fevereiro de 2014, domingo, às 10h
Período                       4 de fevereiro a 9 de março de 2014
Local                           Museu de Arte Sacra de São Paulo  www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326-5393 - visitas monitoradas
Horário                       De terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso                      R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados


Imprensa:
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Balady Comunicação - Silvia Balady/ Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br

Secretaria de Estado da Cultura
Jamille Menezes Ferreira – (11) 2627-8243 jmferreira@sp.gov.br
Renata Beltrão – (11) 2627-8166 rmbeltrao@sp.gov.br


O museu
Mantido pela Secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista. Seu acervo é composto por coleções do Governo do Estado, da Mitra Arquidiocesana, do Antigo Museu dos Presépios, da Ordem das Concepcionistas e de doações.
A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, última chácara conventual de São Paulo. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.
Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos XVI e XX, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 14 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o “Aleijadinho” e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.

Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos
Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros
Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves
Diretora Técnica – Maria Inês Lopes Coutinho

Projeto Arte Garagem indicado ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro 2012-2013.

Amigos,

Tenho a alegria de informá-los que pela relevância do trabalho para a cultura do Estado do Rio de Janeiro o Projeto Arte Garagem  foi indicado como um dos concorrentes ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro 2012_2013.

Uma Comissão Especial e mista, composta por membros da sociedade civil, de notório saber, e membros da Secretaria Estadual de Cultura, nomeada no DOERJ, por resolução da Secretária Estadual de Cultura, indicou dez concorrentes de cada região, dentre os quais está incluído o seu projeto. Caberá à essa Comissão, definir 2 (dois) premiados dos 10 indicados por região. Porém, essas indicações também serão submetidas ao voto popular, que premiará mais 1 (um) concorrente de cada região, resultando em 3 (três) ganhadores por região, sendo trinta premiados no total.  A relação completa com os dez indicados de cada região, encontra-se disponível para votação, no portal da Secretaria:http://www.cultura.rj.gov.br/premio-de-culturaNessa edição serão 3 premiados por região, 2 definidos pela Comissão e 1 fruto do voto popular.

Votem no Arte Garagem !!!


Obrigada

Claudio Partes
Rosa Damasceno Paranhos






quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Conversando sobre Arte entrevistada Bianca Madruga


Quem é Bianca Madruga? 
 Sou carioca, artista visual e mãe das gêmeas Nina e Sophia. Trabalho com vídeo, fotografia, pintura, objetos e instalações. Possuo um ateliê no Morro da Conceição, centro do Rio. Minha graduação é em Filosofia pela UFF, com pesquisa na área de Estética. Ministro oficinas de artes visuais e filosofia em diversas instituições de ensino.

Como a arte entrou em sua vida?
 Quando pequena, visitei algumas exposições e conheci o trabalho de artistas que me espantaram, como Anna Bella Geiger e Adriana Varejão. Eu costumava perguntar ao meu pai, que também é artista plástico, por que aquelas obras eram consideradas “obras de arte”, já que não pareciam “bonitas”, de acordo com a minha visão infantil. Ele me respondia que a beleza não era a questão mais importante. Mas se essa não era a questão, então qual era? Aquilo se tornou um mistério pra mim. Aos poucos fui descobrindo que beleza estava além dos aspectos superficiais e imediatos. Mas é o mesmo mistério que continua me espantando até hoje.  Aos 9 anos conheci o Claudio Paiva em uma exposição, e como ele sempre foi excepcionalmente gentil e generoso, passou um bom tempo conversando com aquela criança sobre o seu trabalho. Lembro-me com nitidez desse encontro, pois foi o Cláudio quem me incentivou a fazer uma primeira “coleção de nada”.


Qual foi sua formação artística?
 Em princípio, apenas acompanhava o trabalho dos artistas que me atravessavam. Passava horas no ateliê do meu pai, pintando e inventando coisas, pirando, com vontade de participar daquele universo. Logo depois ingressei no Parque Lage, que frequentei durante cinco anos. Foi quando comecei a participar das oficinas do David Cury e do Ronaldo do Rego Macedo, dois dos maiores artistas que já conheci. E ali pude me aprofundar nos problemas da arte, desenvolver uma pesquisa e me apropriar das ferramentas. David e Ronaldo certamente mostraram as coisas mais importante sobre o que é fazer arte, e por que fazê-la.

Que artistas influenciam sua obra?
 Além dos citados acima, sem dúvida devo me referir a Eva Hesse, às Lygias, Hélio Oiticica, Louise Bourgeois, Nuno Ramos, Carmela Gross, Doris Salcedo, Tunga, Sandra Cinto, Francesca Woodman e muitos outros. A lista é grande. Na verdade, essas influências são escolhas conscientes, baseadas numa grande admiração. Isso não quer dizer que o trabalho se desenvolva no sentido de tornar essas influências visíveis.


Como você descreve seu trabalho?
 É sempre melhor falar dos pontos de partida, das motivações do que dos efeitos. Na maior parte das vezes o trabalho escapa às intenções do artista, e na verdade isso é muito bom; pelo menos um indício de que o trabalho aconteceu.  O que tem me interessado até aqui são os quases, as camadas, os desaparecimentos.  Alguns dos trabalhos mostram ações que se repetem incessantemente, outros acontecem pela união de fragmentos de objetos em desuso. Por vezes, um simples deslocamento é suficiente para que o objeto adquira outro modo de estar no mundo. A linha aparece na tentativa de revirar a função da palavra: sentido, limite, contorno das coisas que conhecemos. Mas o que se pretende revirar é o próprio olhar. Como se estivéssemos sempre atrasados no existir, o que se tem de si é sempre o que já escapou. Os empreendimentos, constantemente falidos, são não só uma proposição lírica sobre a transitoriedade da existência, mas também a própria realização do impossível que toda obra de arte parece propor. Retorna a questão da transitoriedade ou do devir, e o tempo do fenômeno é eternizado pela fixidez da imagem. Mas o que o observador encontra é sempre atualizado pelo instante. Nessa tensão entre desaparecimento e resistência o mundo aparece sob o registro de uma presença mínima, do espaço da repetição do mesmo ao lugar da reinvenção, das pequenas conquistas que se dão na sobreposição dos instantes.

É possível viver de arte no Brasil?
 Sim. As dificuldades dizem respeito mais à realização do trabalho que ao comércio das obras. Certamente existem dificuldades ínsitas à realidade cultural brasileira, mas não acredito que seja assim tão diferente do resto do mundo. Viver de arte é um desafio em qualquer parte.

O que você pensa sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los.?
 Os salões são uma boa maneira de divulgar novos artistas e disseminar a arte do país, muito embora o recorte proposto muitas vezes não corresponda ao que tem se produzido e pensado no momento. Quando o trabalho curatorial é preconcebido e se sobrepõe aos fatos de arte, os salões não cumprem seu papel.

Como você poderá ser conhecido em âmbito nacional?
 Não acredito que haja fórmula. Talvez seja questão de tempo, de persistência. O mais importante me parece ser o investimento no próprio trabalho.

De que maneira a sua formação em Filosofia interfere no seu trabalho?
 Por um lado, arte e filosofia se encontram ao se inclinarem mais pelas perguntas do que pelas respostas. Por outro lado, o trabalho artístico se dá primeiro na experiência e no convívio. A teoria vem depois, para desdobrar o acontecimento. Fazer arte é exercitar a liberdade, por isso a filosofia é bem vinda se vier em forma de dúvida, nunca como uma maneira de engessar o trabalho ou de estabelecer regras fixas. As questões teóricas podem ser suscitadas a partir da obra e não como substituto. Na verdade, tudo o que vemos, estudamos, experienciamos acaba virando matéria-prima do trabalho. Trata-se de reinterpretar, inventar, tecer um modo outro de estar no mundo. Nesse caso, pouco importa se fazemos filosofia, engenharia ou marcenaria.

O que é preciso para um artista ser representado por uma galeria?
Não sei exatamente o que é preciso. Mas certamente o que a maior parte dos galeristas prioriza é a confiança na continuidade do trabalho. Quando se faz uma aposta, se espera no mínimo que o artista continue produzindo, amadurecendo e, naturalmente, que a pesquisa vá adquirindo densidade.

Qual tem sido sua experiência com a galeria virtual FaceArte?
 Pertencer a uma galeria virtual é interessante pelo fato de que muitas pessoas acabam tendo um acesso facilitado às obras. Além disso, o artista está sempre confrontando os efeitos do seu trabalho. Não há especialista, não há leigo, há olhante, comentador, interessado. Tudo isso acaba sendo ferramenta da produção. Esse fluxo incessante de comentários e de desdobramentos acaba mostrando questões importantes do trabalho. No caso do FACEARTE isso se torna ainda mais forte e potente porque acima de tudo somos um grupo de artistas com inúmeras afinidades. Nós nos encontramos, debatemos, fazemos projetos em conjunto. Não existem sentimentos hierarquizantes.  Enfim, temos um pensamento de arte muito próximo e compartilhamos, descobrimos, inventamos juntos. A nossa convivência nos torna melhores.

Quais são seus planos para o futuro?
 Poxa, essa pergunta é a mais difícil, porque na verdade não consigo nem saber pela manhã o que farei depois do almoço. Essa é a maior dificuldade dos hiperativos. Mas brincadeiras à parte, no fundo o meu maior desejo é o de continuar trabalhando, que é o que me faz estar de pé.










"A flor produziu raízes imensas (a vontade de amar apesar da morte)"


Tudo se me evapora

Algum Lugar Algum

Dois Pares Espessos

Sem título da série retrato





 Escrito


"Quando os cimos desse céu se unirem, minha casa terá um teto."



Impossível E Necessário

:Repouso




Constelações Provisórias



















Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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