segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Presepe di Carta – Coleção Celso Battistini Castro Rosa Museu de Arte Sacra São Paulo



Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, inaugura a exposição Presepe di Carta – Coleção Celso Battistini Castro Rosa, com curadoria de Osley José Viaro. Seguindo uma das maiores tradições cristãs nas festas de fim de ano, aproximadamente 150 presépios de papel da coleção particular de Celso Battistini Castro Rosa - a maior parte deles proveniente da Alemanha e impressos entre os anos de 1890 e 1940 - compõem a edição 2014 da já tradicional mostra de presépios do MAS-SP.

Pequenas maravilhas da litografia. Presépios de papel, dobráveis, antigos e bem conservados perfazem esta importante coleção, exposta pela primeira vez na capital paulistana. Bastante raros, atraem interesse de colecionadores ao redor do mundo, deixando para trás a fama de “presépios dos pobres” – conhecidos desta forma após a proibição de montagens representando o nascimento de Cristo, por Joseph II, imperador da Áustria, em 1782. Pintados e recortados em papel, esses presépios passaram das igrejas, dos palácios e locais públicos para as famílias e suas casas, recriando a cena da Natividade, então, para as pessoas comuns.

Sob influência da tradição barroca do teatro, entre os séculos XVII e XVIII, habitantes das cidades ricas da Itália e da Áustria contratavam artistas para pintar figuras bíblicas em papel. Porém, o ápice dos presépios de papel teve início apenas em meados do século XIX, coincidindo com o desenvolvimento da litografia – para a época, um novo processo de impressão. Houve, assim, um aumento significativo na produção desses presépios, sendo os mais famosos provenientes de Weissenburg (Alsácia, França), Neuruppin (Brandenburg), Mainz e Augsburg – as últimas três regiões localizadas na Alemanha. Para se ter uma ideia da raridade da coleção de Celso Battistini Castro Rosa, entre 1835 e 1900, Gustav Kühn (artista alemão de Neuruppin, 1750-1826) criou apenas 175 diferentes motivos de presépios em papel. Scholz Editor, de Mainz, ofereceu trinta e cinco modelos, em 1912. Weissenburg C. Burckhardt fez quarenta e dois, em 1907.

Com esta exposição inédita, o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP firma sua tradição natalina de trazer ao público os mais variados tipos de presépios, contribuindo com a manutenção dessa cultura popular. Nas palavras do curador, sobre a coleção de Celso Battistini Castro Rosa: “Acomodados em caixas, juntos a cartões de Natal, fotografias e preciosidades pessoais, estas relíquias de papel com seu rico colorido repousam lado a lado, desdobrando-se a cada Natal na pequena Belém de todos nós.”.









Link para visualização e download de imagens: http://bit.ly/1xFf3hA 


Exposição: Presepe di Carta – Coleção Celso Battistini Castro Rosa
Curadoria: Osley José Viaro
Abertura: 6 de dezembro de 2014 – sábado – às 11h
Período: 7 de dezembro de 2014 a 6 de janeiro de 2015
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.3336 – agendamento de visitas monitoradas
Horário: Terça a sexta das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados



MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO EXIBE MOSTRA INÉDITA DE PRESÉPIOS DE PAPEL

O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, inaugura a exposição Presepe di Carta – Coleção Celso Battistini Castro Rosa, com curadoria de Osley José Viaro. Seguindo uma das maiores tradições cristãs nas festas de fim de ano, aproximadamente 150 presépios de papel da coleção particular de Celso Battistini Castro Rosa - a maior parte deles proveniente da Alemanha e impressos entre os anos de 1890 e 1940 - compõem a edição 2014 da já tradicional mostra de presépios do MAS-SP.

Pequenas maravilhas da litografia. Presépios de papel, dobráveis, antigos e bem conservados perfazem esta importante coleção, exposta pela primeira vez na capital paulistana. Bastante raros, atraem interesse de colecionadores ao redor do mundo, deixando para trás a fama de “presépios dos pobres” – conhecidos desta forma após a proibição de montagens representando o nascimento de Cristo, por Joseph II, imperador da Áustria, em 1782. Pintados e recortados em papel, esses presépios passaram das igrejas, dos palácios e locais públicos para as famílias e suas casas, recriando a cena da Natividade, então, para as pessoas comuns.

Sob influência da tradição barroca do teatro, entre os séculos XVII e XVIII, habitantes das cidades ricas da Itália e da Áustria contratavam artistas para pintar figuras bíblicas em papel. Porém, o ápice dos presépios de papel teve início apenas em meados do século XIX, coincidindo com o desenvolvimento da litografia – para a época, um novo processo de impressão. Houve, assim, um aumento significativo na produção desses presépios, sendo os mais famosos provenientes de Weissenburg (Alsácia, França), Neuruppin (Brandenburg), Mainz e Augsburg – as últimas três regiões localizadas na Alemanha. Para se ter uma ideia da raridade da coleção de Celso Battistini Castro Rosa, entre 1835 e 1900, Gustav Kühn (artista alemão de Neuruppin, 1750-1826) criou apenas 175 diferentes motivos de presépios em papel. Scholz Editor, de Mainz, ofereceu trinta e cinco modelos, em 1912. Weissenburg C. Burckhardt fez quarenta e dois, em 1907.

Com esta exposição inédita, o Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP firma sua tradição natalina de trazer ao público os mais variados tipos de presépios, contribuindo com a manutenção dessa cultura popular. Nas palavras do curador, sobre a coleção de Celso Battistini Castro Rosa: “Acomodados em caixas, juntos a cartões de Natal, fotografias e preciosidades pessoais, estas relíquias de papel com seu rico colorido repousam lado a lado, desdobrando-se a cada Natal na pequena Belém de todos nós.”.

Exposição                             Presepe di Carta – Coleção Celso Battistini Castro Rosa
Curadoria                              Osley José Viaro
Abertura                                6 de dezembro de 2014 – sábado – às 11h
Período                                   7 de dezembro de 2014 a 6 de janeiro de 2015
Local                                      Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.3336 – agendamento de visitas monitoradas
Horário                                   Terça a sexta das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso                                 R$ 6,00 (estudantes pagam meia entrada); grátis aos sábados
Número de obras                   Aproximadamente 150
Dimensões                             variadas
 
Imprensa:
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Balady Comunicação - Silvia Balady/ Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br

Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Natália Inzinna – (11) 2627-8162 – ninzinna@sp.gov.br
Jamille Menezes – (11) 2627-8243 – jmferreira@sp.gov.br

O museu
Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista.
A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, ultima chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.
Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 18 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o “Aleijadinho” e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.

Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos
Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros
Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves
Diretora Técnica – Maria Inês Coutinho


PRESÉPIOS
O termo deriva do latim praesaepe, que significa o local para onde o gado é recolhido, estrebaria, curral, estábulo. Na cultura cristã, é uma referência ao nascimento de Jesus - o local e os personagens bíblicos presentes naquele momento. De acordo com a Bíblia, São José e a Virgem Maria estavam em uma viagem, por motivo de recenseamento da Galileia, quando pararam para pernoitar nos arredores de Belém.
Conta a história que Jesus nasceu em uma manjedoura e imediatamente foi visitado por pastores da região, que haviam sido avisados por um anjo. Os animais representam a simplicidade do local. O boi remete a bondade, a força pacífica. O burro, a humildade. Logo em seguida, chegam os Três Reis Magos, vindos do Oriente, guiados por uma estrela, trazendo ouro, incenso e mirra para presentear a criança. Gaspar, Baltazar e Belchior; eram considerados sábios e simbolizam as diferentes raças, representando a universalidade.
Historicamente, temos que o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis, no Natal de 1223. O frade organizou e encenou o presépio na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua intenção foi a de explicar às pessoas mais simples o significado de como foi o nascimento de Jesus Cristo. A partir do século XVIII, a tradição de montar o presépio dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.



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Maurizio Cattelan

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