sábado, 31 de agosto de 2013

Bordalianos do Brasil Poeira


Schoeler Editions Urban Landscapes Michael Grecco

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A Schoeler Editions lança o portfólio Urban Landscapes, do fotógrafo norte americano Michael Grecco. Com número limitado a 33 exemplares, o portfólio traz 11 fotos panorâmicas de cenários urbanos noturnos, sendo que as 10 primeiras caixas recebem uma foto extra, assinada pelo artista.
Seguindo a proposta de elaborar projetos editoriais de luxo, com materiais e prints da mais alta qualidade, a Schoeler Editions apresenta o portfólio de Michael Grecco. As fotos vêm acondicionadas em uma caixa - “The Box” -, criada por Claudia Haguiara, em resina de polimetilmetacrilato - material de alta resistência e durabilidade. Em cor branca, possui oito possibilidades de cores nos detalhes de acabamento, a escolha. Este estojo contém capa interna, texto curatorial sobre os trabalhos assinado pelo nova iorquino W. M. Hunt - colecionador de fotografia, curador e consultor -, onze fotos legendadas, além de um certificado de autenticidade, numerado e assinado por Grecco.
Em Urban Landscapes, captando o drama que surge espontaneamente com o cair da noite, as lentes de Michael Grecco deslizam sobre a complexidade da natureza humana e oferecem uma amostra gráfica dos mistérios que envolvem a noite. Ao fotografar nas locações mais exóticas do mundo, Grecco usa sua câmera Hasselblad panorâmica para criar imagens fortes e colorações impactantes, auto explicativas, atraindo os olhos do observador.

Evento: Lançamento do portfólio de Michael Grecco – Urban Landscapes
Realização: Schoeler Editions
Data: 31 de agosto de 2013, sábado das 11h às 15h
Local: Espaço Leica Schoeler
Al. dos Jamaris, 100, cj. 301 - Moema
 


Michael Grecco
 
 
 
 


 

 


 
 


 
 
 
 
 
 
 

Schoeler Editions lança o portfólio Urban Landscapes, de Michael Grecco
 
 
A Schoeler Editions lança o portfólio Urban Landscapes, do fotógrafo norte americano Michael Grecco. Com número limitado a 33 exemplares, o portfólio traz 11 fotos panorâmicas de cenários urbanos noturnos, sendo que as 10 primeiras caixas recebem uma foto extra, assinada pelo artista.
 
Seguindo a proposta de elaborar projetos editoriais de luxo, com materiais e prints da mais alta qualidade, a Schoeler Editions apresenta o portfólio de Michael Grecco. As fotos vêm acondicionadas em uma caixa - “The Box” -, criada por Claudia Haguiara, em resina de polimetilmetacrilato - material de alta resistência e durabilidade. Em cor branca, possui oito possibilidades de cores nos detalhes de acabamento, a escolha. Este estojo contém capa interna, texto curatorial sobre os trabalhos assinado pelo nova iorquino W. M. Hunt - colecionador de fotografia, curador e consultor -, onze fotos legendadas, além de um certificado de autenticidade, numerado e assinado por Grecco.
                       
Em Urban Landscapes, captando o drama que surge espontaneamente com o cair da noite, as lentes de Michael Grecco deslizam sobre a complexidade da natureza humana e oferecem uma amostra gráfica dos mistérios que envolvem a noite. Ao fotografar nas locações mais exóticas do mundo, Grecco usa sua câmera Hasselblad panorâmica para criar imagens fortes e colorações impactantes, auto explicativas, atraindo os olhos do observador.
 
Evento                       Lançamento do portfólio de Michael Grecco – Urban Landscapes
Realização                 Schoeler Editions
Data                            31 de agosto de 2013, sábado, das 11h às 15h
Local                          Espaço Leica Schoeler
                                    Al. dos Jamaris, 100, cj. 301 - Moema
Tel.: 11 2659-0994 – RSVP e agendamento de visistas
            http://www.schoelereditions.com/
No de exemplares      33
No de fotos                  11
Técnica                       Fotografia

Dimensão das fotos   50cm x 19,5cm

Dimensão da caixa    58cm x 25cm x 4cm            

Valor                           R$6.200,00


 
Assessoria de Imprensa
Balady Comunicação - Silvia Balady/ Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br
 
 
Michael Grecco
Ganhador de vários prêmios e internacionalmente conhecido, Grecco fotografa retratos de celebridades, campanhas e editoriais publicitários, coleções particulares e fine art. Sua concepção visual e iluminação conhecidamente dramática criam imagens distintas, sofisticadas, irônicas e cômicas. Conhecido não apenas por sua linguagem estética altamente conceituada, sua habilidade nata de se conectar com cada tema permite nuances surpreendentes e um aspecto conceitual que torna seu trabalho inesperado e novo. Como um dos Hasselblad Masters, ele também viaja o mundo frequentemente, dando palestras e fazendo workshops.
 
 
Schoeler Editions
 
Alberto Ferreira, Christian Maldonado, David Carvalho e Marcelo Greco, amigos de longa data e amantes da fotografia autoral, unem-se num mesmo ideal de inovar no desenvolvimento do mercado de fine art photography, no Brasil e no mundo, para a criação de um novo conceito na comercialização e disseminação da fotografia autoral. Propondo uma nova abordagem de printmaking studio para portfólios, livros artesanais e impressões fine art, o trabalho de artistas brasileiros e internacionais encontra uma nova maneira de disseminação. Este é o propósito maior da Schoeler Editions: abrir novos espaços para a fotografia autoral e artes visuais.
 
Destinados a colecionadores, investidores, apreciadores da fotografia, da história contemporânea, da arte visual, poesia e literatura, todas as obras da Schoeler Editions são exclusivas e em tiragens numeradas, certificadas e assinadas pelo autor.



Prearo e Martin Paar Galeria LUME ArtRio


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A Galeria LUME participa da edição 2013 da ArtRio destacando, em seu stand, fotografias de importantes profissionais como o brasileiro Penna Prearo e o britânico Martin Parr, ambos seus representados. Nas fotografias selecionadas, temos as séries Falange Ciclope e Ballerinas, de Prearo, e Parr, com The Last Resort. Com estes dois artistas em destaque, a proposta da galeria consiste em traçar uma analogia entre as artes documental e conceitual.
Especialmente no Brasil, verifica-se uma forte tendência ligada à tradição jornalística/documental, geralmente relacionada ao registro das injustiças e mazelas sociais que afligem a maior parte da população brasileira, ou, por outro lado, das ricas paisagens encontradas no vasto território nacional. Por sua vez, a fotografia autoral, no sentido de construir imaginários comprometidos com o estranho, o onírico e o improvável, sofre por não conseguir uma divulgação adequada, mesmo dentro do país.
Para a ArtRio 2013, a discussão estabelecida toma corpo ao confrontar os universos dos dois artistas (Parr e Prearo) que, apesar de serem conceitualmente opostos, possuem elementos em comum, respeitados os estilos próprios - Parr na fotografia documental e Prearo na arte conceitual. Nas palavras de Paulo Kassab Jr., diretor artístico da Lume: O inglês Parr é quase um cronista da nossa geração. (...) suas fotografias parecem exageradas ou até grotescas, com um abuso nas cores e perspectivas incomuns a um fotojornalista. Penna trabalha a imagem fotográfica nos limites do documento e da quimera, do supostamente verdadeiro e do construído. Suas imagens (...) fundem realidade e ficção, transcendem o habitual ou o verossímil, buscando potencializar a capacidade de significação da imagem.
Por meio da identificação de tais similitudes entre os artistas, a Galeria Lume apresenta uma discussão sobre as relações e paradoxos existentes entre as duas vertentes da fotografia, tendo como princípio a decodificação da sociedade em seus sinais.
 
 
 
Martin Paar



Martin Paar
 
 
 


Penna Prearo
 
 
 


Penna Prearo
 
 
 
 
SERVIÇO – Galeria LUME – www.galerialume.com
ArtRio 2013 – Galpão 2 - Vista
Período: de 5 a 8 de setembro de 2013
Local: Pier Mauá
Avenida Rodrigues Alves, 10 - Praça Mauá - Rio de Janeiro – Brasil
Horário: Das 13h às 21h.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada)


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Zeca - Balady Comunicação
Tel.: 11-3814.3382













Vânia Mignone Merdes Viegas Galeria


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Kandinsky



 
Vassily Kandinsky (1866-1944) Nasceu em Moscou, cresceu em Odessa e morreu em Neuilly-sur-Seine. Graduou-se em Direito pela Universidade de Moscou, tornando-se professor assistente nessa instituição. Casou-se com sua prima Anya Chimiaken. Abandonou o Direito e mudou-se para Munique com o intuito de dedicar-se ao estudo da pintura. Em 1900, tornou-se aluno de Franz von Stuck na Academia de Arte de Munique. No ano seguinte, criou o grupo Phalanx e, mais adiante o Der Blaue Reiter, que atuou até o início da Primeira Guerra Mundial, quando voltou a Rússia. Em 1922, a convite de Walter Gropius retornou a Alemanha para integrar a Bauhaus. Em 1933, com o fechamento da Bauhaus instalou-se em Paris tornando-se cidadão francês. Kandinsky foi influenciado pela Teosofia, que refletiu em sua pintura e nos seus livros publicados: Do Espiritual da Arte, O Cavaleiro Azul e Ponto e Linha sobre Plano. Monet, Siley e Paul Klee tiveram influência sobre ele.
 
 
 
Der Blauer Reiter, 1903.
 

View of Murnau, 1908. Hermitage Museum, São Petesburgo.


Improvisação 6, 1909. Stadlische Galerie.
 


Autumn in Bavaria Centre Georges Pompidou, Paris.


Black Spot I, 1912. The Hermitage Museum, São Petersburgo
 
 
Composition VI, 1913. Hermitage Museum, São Petersburgo.
 
 
Red, Yellow, Red, Blue, 1929.  Centre Georges Pompidou, Paris.
 
 
Composition IX, 1936. Centre Georges Pompidou, Paris.
 .
 
 

Composition VII,1939.  Guggenheim Museum, Nova York.


Composition X, 1939.  Kunstsammlung, Dusseldorf.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cecily Brown




Cecily Brown (1969-) Nasceu em Londres. Graduou-se em Fine Arts Slade School of Art. Estudou na Drawing and Printmaker Class Marley College e B-TEC Diploma in Art and Design, Epson School of Art, Surrey, England. Participou da Whitney  Biennial, Nova York. Vive e trabalha em Nova York. Suas pinturas falam sobre sexualidade com figuras abstratas ou abstratas expressionidas de representações de fotos retiradas de revistas pornográficas. Influenciada por De Kooning, Philip Guston, Joan Mitchel e Oskar Kokosha. Suas obras estão em importantes museus americanos e europeus.  É representada pela Gagosian Gallery.



The Girl Who Had Everything 1998.



Night Passage, 1999. Saatchi Gallery, Londres.





The Skin Game, 1999. Gagosian Gallery



Teenage Wild Life, 2003. Gagosian Gallery, Londres.



Dodgy, 2004.


Thanks, Roody Hooster, 2004.




Sem título, 2012. Two Palms, Gallery.



Sem título Blood Thicker than Mud, 2012. Gagosian Gallery.




Sem título, 2013. Two Palms Gallery.





quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Franz Ackermann




Franz Ackermannn (1963-) Nasceu em Neumarkt, Alemanha. Estudou na Akademie der Bildenden Kunst, Munique e Hochschule für Bildende Kunst, Hamburgo. Usa pintura e instalações para discutir a política internacional e o turismo de massa. Participou das Bienais de Veneza e de São Paulo. É representado pela White Club Gallery e no Brasil pela Fortes Vilaça. Vive e trabalha em Berlim.


Mental Map: Evasion V, 1996. Saatchi Colection, Londres.
 
 
Sem título. Pacific No 48: Time to Go Home, 1998. MoMA, Nova York.





Zooropa, 2001. Saatchi Gallery, Londres.




Epicentre X, 2001. White Club Gallery. Foto: Paolo Vandraschi.


Coming into the Rising Son, 2002. Ruben Familly Collection, Miami.
 
 
 
Faceland II, You Better Keep the Light on,  2002. Instituto Inhotin.


Room Service, 2002. Ruben Familly Collection, Miami.
 
 
 
Mental Map: St Gallen Projection, 2004. MoMA, Nova York.
 
 

 
Wait, 2010.
 
 

 
My Personal Everithing, 2010. White Club Gallery. Foto: Todd White Art Photography.

 
The Citizen, 2010. White Club Gallery. Foto: Todd White Art Photography.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Conversando sobre Arte entrevistado Andrey Zignnatto

Andrey participa do 45o Salão de Arte de Piracicaba tendo recebido o prêmio especial do Salão.


Quem é Andrey Zignnatto. 
Sou natural de Jundiaí-SP, onde vivo até hoje. Trabalho em ateliê na Vila Madalena-SP  capital. Tenho 32 anos, casado com uma mulher e bailarina maravilhosa com quem tenho um filho, maior prêmio da minha vida. 

Como a Arte entrou em sua vida?
Ainda criança já tinha certeza de que queria trabalhar com Artes Visuais. Com 6 anos ganhei meu 1o. premio, além de outros em idade escolar.

Como foi sua formação artística?
Com 15 anos comecei a participar de oficinas e cursos da Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí. Com 19 anos participei de meu primeiro Salão de Artes, comecei a lecionar em cursos de artes visuais pela mesma instituição. Hoje, participo do grupo de discussões de projetos no Ateliê Hermes, com orientação de Nino Cais e Marcelo Amorim. Também participei do "Colônia de Férias #4" do ateliê 397 em SP capital.

Como você descreve sua obra? 
Sendo artista autodidata, permito que tanto a escolha dos materiais, quanto o sistema do processo de produção sejam definidos segundo a demanda específica de cada ideia. No caso específico da série "Under Construction", retornei a uma empresa de tijolos que frequentava em idade pré-adolescente, quanto na época trabalhava de servente de pedreiro de meu avô. No desenvolvimento das ideias desta série, parti da observação do desenho e da matéria do "tijolo baiano, explorando seu design, a versatilidade do material e dos equipamentos que fazer parte do processo de fabricação, e situações durante meu período de permanência na fábrica. Para a produção das obras, manipulei os equipamentos da fábrica (prensas, guilhotinas, fornos, etc). Assim, muitas ideias também surgiram de forma espontânea através do contato direto com o processo de produção.

Você foi premiado pelo 45o Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, qual o significado para sua carreira?
Um prêmio oriundo de um evento tão tradicional e já estabelecido no circuito nacional das artes visuais claramente vai acrescentar muito em meu histórico profissional, e, acredito, que a experiência de estar em contato com artistas de outras regiões enriquecerá minha visão pessoal sobre este segmento.

Que artistas influenciam seu pensamento?
Nelson Leiner, Wesley Duke Lee, Hélio Oiticica, Mira Schendel, Edith Derdyk, Joseph Beuyes (Alemanha), Gordon Matta Clark (EUA) dentre muitos outros... não sei se influenciam meu pensamento, mas são alguns que admiro muito. Mesmo assim, o que mais influencia meu pensamento parte de reflexões sobre minhas próprias experiências pessoais.

Como você estuda e se atualiza?
Procuro manter contato constante com outros segmentos artísticos, principalmente dança contemporânea, teatro e literatura. Participo de programas de acompanhamento de projetos, realizo muitas experiências com diversos tipos de materiais, e vou constantemente a exposições de outros artistas.

Você mora em Jundiaí, como é o mercado de arte em sua cidade?
Bom...mercado praticamente não existe. Agora, o cenário cultural vem melhorando através dos esforços dos próprios artistas.

O que é ser um pintor no século XXI?
Isso vou ficar devendo, pois não sou pintor (rsrsrsss)!!! Mas, a arte contemporânea permite ao artista uma liberdade tão grande no que se trata da escolha de métodos e materiais de produção, quanto a formação de uma poética pessoal. Mas, em contraposição, a responsabilidade é muito grande quanto a verdade do que o artista trata em sua obra.

É possível viver de Arte no Brasil?
Só da produção e vendas de obras ainda é muito difícil; para poucos; mas, eu consigo viver de meu trabalho com arte já a bom tempo, entre vendas de obras, cursos, curadoria e gestão de projetos culturais. 

Qual a sua opinião sobre os salões de arte? Alguma sugestão para aprimorá-los?
Acredito que os salões ainda seja um dos únicos mecanismos para a sociedade de uma região ter contato com obras de artistas de outras localidades; para artistas tornarem seu trabalho conhecido do público em geral e dos profissionais do segmento; como também um bom instrumento de intercâmbio cultural. O problema não está ter ou não ter salões, mas na escassez de programas que fomentem a "formação de público" para as artes visuais, como também a aproximação do público com o evento, como visitas guiadas para grupos fechados, ações continuadas em escolas de ensino fundamental e médio, dentre outras
O material para pintura fabricado no Brasil já tem a qualidade desejada?
Dos materiais tradicionais ainda falta muito...gasto muito com materiais importados que proporcionam aos trabalhos qualidade técnica e resistência a ação do tempo. 

Quais são seus planos futuros?
Por um bom tempo, pretendo investir muito na produção de novas ideias, realizar pelo menos 2 residências artísticas em outros países, e, me estabelecer no cenário nacional das artes visuais



Tensão Estrutural # 1, 2012. Escultura lajota cerâmica, prumo de pedreiro e barbante 55x28x160 cm (lajota), 7x5 cm (prumo), barbante dimensões variáveis.
Detalhe: Escultura de lajota produzida pelo artista em indústria de tijolos, através de processo semi-artesenal.



Vista Exposição Individual. Galeria Fernanda Milani. Teatro Municipal, Jundiaí. Edital Ocupação, 2013.



Relógio Solar: 9h, 11h, 13h, 15h, 17h, 2012. Aguada de argila, látex carbono, spray e recorte sobre papel 42x30 cm. cada desenho (poliptico 5 desenhos).
Em todo período  durante minha permanência na fábrica de tijolos, me chamou atenção o fato dos operários marcarem as horas através dos fachos de luz no chão, que eram formados pelas frestas entre milhares de tijolos empilhados. Com base nessa observação foi desenvolvida a obra intitulada Relógio de Sol.

Detalhe 15h e 17h.


Vista Exposição Individual, 2013. Museu de Arte de Goiânia. Edital Ocupação 2013.



Desenho Estrutural #1, 2012, Estrutura de tijolo bahiano de cerâmica  e pintura spray. 13x28x45 cm.

Desenho Estrutural #1, 2012, Estrutura de tijolo bahiano de cerâmica  e pintura spray. 13x28x45 cm.


Desenho Estrutural #2, 2012, Estrutura de tijolo bahiano de cerâmica  e pintura spray. 30x28x36 cm.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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