domingo, 30 de junho de 2013

Imagem Semanal Cavalos.

O cavalo  um dos mais belos e úteis animais está representado em toda história da arte.



Autor desconhecido Pegasus,79 AD. Afresco romano antigo de Pompéia,  Naples Archaeological Museum.


Autor desconhecido. Mosaico de Alexandre com Bucéfalo (detalhe) Bucéfalo teria nascido no mesmo dia de Alexandre e foi montado nele, que o grande estrategista conquistou suas maiores vitórias.


Han Gan (715-781) O Branco Resplandecente da Noite. Cavalo favoroto do imperador Xuánzang da Dinastia Tang



Leonardo da Vinci () Study for Horse, 1490. Royal Library, Windsor.



Autor desconhecido. Estátua de Incitatus e Calígula. O cavalo adorado pelo Imperador Romano Calígula (37-41 d.C)  transformado em cônsul. Dormia num estábulo de mármore, usava mantos reais e joias.


Giulio Romano (1499-1546) The Horse Morel Favorito, 1526. Afresco Sallone dei Cavalli, Palazzo del  Tè, Mantua.



Giovanni Baptista Tiepolo (1696-1770) The Procession of Trojan Horse into Troya, 1760. National Gallery, Londres.




George Stubbs (1724-1806) Horse Devorouds by a Lyon, 1763. Tate Gallery, Londres




George Morland (1763-1804) Old Horses with Dog in a Stable, 1791. Yale Center for British Art, Londres


Jacques-Laurent Agasse (1746-1849) The White Horse in Pasture, 1806.


Alvan Fischer atribuído. (1792-1863) Napoleon's Horse, 1818-1825. Coleção particular.




Rosa Bonheur (1822-1899) The Horses Fair, 1852-1855. Metropolitam Museum of Art.




Edgard Degas (1834-1917) Race Horses, 1885-1886. Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Alexander Calder (1898-1976) The Horse, 1928. MoMA, Nova York


Fernando Botero (1932-) Horse, 1992. Coleção particular.


Maurizio Cattelan (1960-) Novecento, 1997. Guggenheim Museum, Nova York.





Imagem Semanal Batalhas

Muitas batalhas da história mundial foram imortalizadas em obras de grandes mestres.


Autor desconhecido Battle of Issus Mosaico de Alexander, Século II BC. Museo Nazionale, Napoli. Faz alusão a batalha de Issus em que Alexandre, o Grande derrotou  Dario III em 333 a.C.


Leonardo da Vinci (1452-1519) The Battle of Anghiari, 1505 Pintado em cartão para depois ser transformado em afresco para Palazzo Vechio, Florença. A cena representa a tabalha em que os florentinos venceram Milão. Parece ter sido o trabalho coberto por uma pintura de Vasari numa das reformas do palácio. Há inúmeros estudos sobre a pintura de Leonardo e em 2012, foi achado na parede um cartão com a obra do grande gênio.



Paolo Ucello (1397-1475) The Battle of San  Romano, 1438-1440. Painel esquerdo. National Gallery, Londres. A batalha entre Florença e Siena, 1432 foi pintada em três painéis. Inicialmente estavam no Palazzo Medici, hoje estão divididos em instituições diferentes.


Paulo Ucello (1397-1475) The Battle of San Romano, 1438-1440. Painel central. Galleria degli Uffizi, Florença.


Paulo Ucello (1397-1475) The Battle of San Romano, 1438-1440. Painel esquerdo. Museu do Louvre, Paris.





Peter Paul Rubens (1577-1640) The Battle of Amazon, 1618. Alte Pinakothek, Munique.


Benjamin West (1738-1806) The Battle of La Hogue, 1778-1806. Coleção particular. Batalha naval ocorrida na costa da Normandia em que as forças Anglo Holandesas derrotaram  a França em 1692.



François Gérard (1770-1837) The Battle of Austerliz, 1810. Em 2 de dezembro de 1805, na Morávia, o exército francês derrotou a coligação austro-russo liderada pelo Czar Alexandre, Rússia e o imperador Francisco II, Áustria. A batalha ficou conhecida como a Batalha dos Três Imperadores.



Horace Vernet (1789-1846) Painting of Battle at Soufflot barricades at Rue Soufflot Street on 24 June 1848.


Autor desconhecido. Fotografia da Battle of Gettysburg, julho de 1863. Uma das mais conhecidas batalhas da Guerra Civil Americana ocorrida na Pensilvânia.




Victor Meirelles (1832-1903) Batalha de Riachuelo, 1872. Museu Histórico Nacional. Uma das mais importantes batalhas navais da Guerra do Paraguai.



Pablo Picasso (1887-1973) Guernica, 1937. Museu Reina Sofia, Madrid. Pintado em branco cinza e preto, o grande painel representa o horror, o sofrimento e a destruição consequente ao bombardeio sofrido pela cidade de Guernica.

sábado, 29 de junho de 2013

Xeque-Mate: Um Século do Ready-Made 1913-2013


XEQUE-MATE: UM SÉCULO DO READY-MADE. 1913-2013
Projeto contemplado pelo Edital Conexão Artes Visuais Minc/Funarte/Petrobras 2011 por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o ciclo de palestras Xeque-mate: um século do ready-made. 1913-2013 acontecerá em Goiânia, entre 02 e 18 de julho, no Teatro do Centro Cultural UFG, sempre às 20 horas.
O ciclo de palestras comemora o centenário de criação do ready-made pelo artista francês Marcel Duchamp (1887-1968), promovendo seis encontros para refletir, revisar, criticar, discutir e debater temas de grande relevância, que surgem da obra singular de Duchamp e de sua ligação com a produção de artistas contemporâneos que trabalham no campo da apropriação de objetos, imagens e mensagens prontas.
O ready-made consistiu na negação da obra de arte segundo as categorias tradicionais e na sua substituição pelo produto industrial. O primeiro ready-made criado por Duchamp foi a Roda de Bicicleta (1913) que resultou do acoplamento de objetos com funções opostas: uma roda de bicicleta encaixada sobre um banco de madeira.
Segundo o curador goianiense Divino Sobral, autor do projeto, “o ciclo de palestras oferecerá ao público o laboratório para pensar muitos dos problemas que envolvem a prática da apropriação na arte produzida no exterior, no Brasil e em Goiás. E para isso foram convidados profissionais que atuam como críticos, historiadores, curadores e artistas comprometidos com as questões da arte contemporânea, formando um grupo heterogêneo para permitir a abordagem aprofundada e diversificada sobre o tema.
O ciclo será inaugurado no dia 02 de julho pelo crítico paulistano Tadeu Chiarelli que discorrerá sobre o uso de imagens de segunda geração feito por artistas brasileiros a partir dos anos 1980. Um dos principais nomes da crítica de arte do país, autor de inúmeros livros publicados, Tadeu Chiarelli é professor do Programa de Pós-Graduação de Artes Visuais da ECA/USP, foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e é o atual curador do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo., implantando agora o Museu em sua nova sede.
No dia 04 de julho o artista plástico carioca Gê Orthof discutirá o papel que a apropriação desempenha em seu processo experimental de criação artística que transita entre categorias diversas envolvendo a produção de objetos, instalações e performances. Gê Orthof é pós-doutor em performance e instalação, e atua como professor do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília.
No dia 09 de julho o curador recifense Moacir dos Anjos apresentará a obra da artista paulistana Jac Leirner, a partir da experiência de curadoria da exposição realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 2011, agraciada com o Prêmio de Melhor Exposição, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Moacir dos Anjos é coordenador de artes visuais da Fundação Joaquim Nabuco, foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife, curador do pavilhão brasileiro na 54ª Bienal de Veneza, da 29ª Bienal de São Paulo e da 6ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre.
No dia 11 de julho, o artista israelense radicado em Vitória, Yiftah Peled, abordará o deslocamento do conceito de ready-made do campo do objeto para o território da performance, propondo a incorporação à cena performática de cenas prontas e de acontecimentos pertencentes ao mundo comum. O artista que atualmente faz doutorado em Poéticas Visuais na ECA/USP, participou da XXII Bienal Internacional de São Paulo, do Panorama de Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Festival Performance Arte Brasil.
No dia 16 de julho, o artista e curador goianiense Carlos Sena abordará um grupo de obras que problematizam as relações entre arte e consumo, discutindo a importância da estética da publicidade e das referências da indústria cultural na produção de artistas nacionais e locais. Carlos Sena é professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG e diretor do Centro Cultural UFG, dirigiu a Galeria da FAV/UFG e foi curador do I Salão de Arte Contemporânea do Centro-Oeste.
O curador carioca Felipe Scovino encerrará o ciclo de palestras no dia 18 de julho. Ele estabelecerá diálogos entre o ready-made e a apropriação praticada por artistas brasileiros de três gerações, levando em consideração questões como circuito de arte, ironia e cinismo. Felipe Scovino é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da EBA/UFRJ, pós-doutor em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e autor do livro Arquivo Contemporâneo publicado pela 7Letras.

PROGRAMAÇÃO DO CICLO DE PALESTRAS

02/07. 20h. Tadeu Chiarelli. Imagens de segunda geração.

04/07. 20h. Gê Orthof. Sem nome, sem alfabeto: o caderno safado sorridente

09/07. 20 h. Moacir dos Anjos. Jac Leirner e o sorriso do gato. Ou: para onde foi o ready-made que estava aqui?

11/07. 20 h. Yiftah Peled. Ready-made de performance

16/07. 20 h. Carlos Sena. O artista embalado.

18/07. 20 h. Felipe Scovino. A beleza da indiferença: Três possibilidades de diálogos com Duchamp.


Local: Centro Cultural UFG. Av. Universitária, 1533, Setor Universitário, Goiânia/GO.
Coordenação Divino Sobral


Liu Wei

Liu Wei (1965-) Nasceu em Pequim. Graduou-se pela China Academy of Art, Pequim. Trabalha com pintura, vídeo, instalação e performance discutindo as transformações no mundo. Participou das Bienais de Veneza e Pequim. É represntaddo pela Lehmann Maupan Gallery.


Sem título, 2006.


Stone, 2007.


Love it Bite, 2006-2007.


Outcast, 2007.


Merely a Mistake II No 1, 2009.


Sem título, 2009.


Don't Touch, 2011.


Sem título, 2912.


Mao Misseis.


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Purple III No 6. Coleção particular.

Coletiva Galeria Laura Marsiaj


Passeios Culturais


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Fragmentos do Cotidiano Exposição Coletiva


Mark Dion




Mark Dion (1961-) Artista americano. Escultura e instalações. Graduou-se e recebeu o Doutorado Honorário da University of Hartford School. Estudou, ainda, na School of Visual Art, Nova York e no programa independente do Whitney Musum of American Art, Nova York. Usa noções científicas em suas instalações. Sua obra engloba as fronteiras entre história natural, a ciência e a arte e captura a representação cultural da natureza. É professor da Columbia University. Recebeu o Laury Aldrich Foundation Art Award. Exposições em grandes museus, entre eles MoMA, Nova York e Tate Gallery, Londres.Vive e trabalha em Nova York e Pensilvânia.
 
 
Toys 'R'. U.S' Série When Dinosaurs Ruled the Earth, 1995. Skarstedt Fine Art.
 
 
 
 
Polar Bear and Toucans from Amazon to Svolbard,1999. Tania Banak Gallery
 
 
Tate Thames Dig-Locker, 2000. Tate Gallery, Londes.


The Great Ash Dump Dig (Flusihing Meadows) 2001. 
 
 
 
Tate Collection Dig, 2001. É o seu trabalho mais importante. Com um grupo de colaboradores recolheu o lixo do rio Tâmisa em frente a Tate Gallery e construiu dois moveis para mostra os achados. Tate Gallery, Londres.
 
 
Providence Cabinet, 2001.
 
 
New England Dig, 2002.
 
 
 The Collector , 2003.
 
 
 
American Politics, 2004.
 
 
 
 
The Curiosity Shop, 2005. Tanya Bonak Gallery.


The Curiosity Shop, 2005. Vista interna.


Travels of William Bartram Reconsideret Cabinet, 2008.

 



Mobile Ranger Library, 2008.



Plastic Guns Christo.
 


Hornbill Oakland Museum, California.
 


Litogravura.
Scala Naturae.




 


Mark Dion _ Phaidon, 1997.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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