segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Presépios: Um Olhar, uma História. Museu de Arte Sacra de São Paulo.








O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, seguindo uma das mais fortes tradições cristãs nas festas de fim de ano, inaugura a exposição Presépios: Um Olhar, uma História. Com curadoria de Cristina Ferraz, texto de Cesar Giobbi e expografia de Antonio Ferreira Jr., esta representa a maior mostra sobre o tema já realizada no MAS/SP e conta com um seleto grupo de 42 pessoas – entre designers, arquitetos, artistas plásticos, colecionadores e nomes da sociedade paulistana -, os quais foram convidados a montar suas próprias versões deste símbolo natalino, resultando em 35 presépios. A exposição traz, ainda, uma sala do museu toda ambientada com peças de arte barroca e presépios do acervo da família Landmann, montados por Jorge e Julio Landmann em homenagem à sua mãe, Edith Landmann.


Com toda sua sensibilidade, Cristina Ferraz fez o convite a alguns amigos para eles reproduzirem, nesta mostra, as emoções e as memórias afetivas envoltas em seus rituais familiares de montagem dos presépios. Unindo pessoas com diferentes crenças, histórias e tradições, um traço de extrema delicadeza permeia a exposição, pois leva tais informações emotivas recriadas em presépios que podem ser considerados verdadeiras obras de arte.


As boas vindas à exposição são dadas por Gica Mesiara com a instalação Poder Divino, Poder Humano, onde projeta uma imagem de Jesus em um jardim vertical de estrutura metálica com os dizeres “...aquele que crê em mim, esse fará também as obras que eu faço e fará ainda maiores...”. Os painéis de textos da mostra contam com delicados traços de Paulo von Poser, alusivos a data.


Um epaço especial - Sala Edith Landmann – é uma homenagem do MAS/SP à matriarca da família Landmann, composta por itens de sua coleção de arte barroca e de presépios. Seus filhos, Jorge e Julio Landmann, fazem a curadoria dessas peças, de forma a mostrar ao público um pouco das tradições de seus familiares. A coleção de presépios foi iniciada há cerca de 35 anos, sendo muitos desses objetos adquiridos em viagens ou recebidos como presente de amigos e de membros da família. Sobre as lembranças dessa época festiva, Julio Landmann descreve: “Estes presépios eram colocados um mês antes do Natal, ao longo de toda a sala de estar no apartamento dos meus pais. Era um trabalho que ela mesma (Edith) fazia questão de executar pessoalmente e o fazia com muito amor, carinho e bom gosto. A mensagem do presépio era sempre renovada, Natal após Natal, para todas as crianças, sejam netos ou bisnetos”.


Compostos tanto por peças de coleções particulares como por itens do acervo do MAS/SP, estão em exibição presépios de nacionalidades e épocas distintas, feitos de diferentes materiais como argila, madeira, papel, tecido, barro cozido, aniagem, etc. Presépios: Um Olhar, uma História é o resultado de um esforço coletivo, onde cada convidado abre seu coração e representa uma história universal do nascimento de Jesus.


Convidados:

Alessandra Campiglia, Angelo Derenze, Antonio Ferreira Jr., Baba Vaccaro, Beatriz Moura Andrade Araujo, Beatriz Monteiro de Carvalho, Bruna Carvalho, Brunete Fraccaroli, Chris Ayrosa, Eduardo Machado, Esther Giobbi, Esther Schattan, Fatima Salton, Francesca Alzati, Glorinha Baungart, Graziella Leonetti, Irene Ravache, Jóia Bergamo, Jorge Brandão, Lilian Bomeny, Lourdes Bottura, Marcelo Lima, Margarethe Abussamra, Maria Adelaide Amaral, Maria Pia Trussardi, Maria Thereza McNair, Olga Krell, Pedro Ariel, Priscila Pacey, Regina Carvalho, Roberto Sansão, Sabina de Libman, Sandra Penteado, Simone Goltcher, Sonia Diniz, Toninho Mariutti, Valéria Beraldin, Vic Meirelles, Vilma Eid, Virginia Lamarco, Wair de Paula e Walkiria Tesssari Derenze.





 



Exposição: Presépios: Um Olhar, uma História

Curadoria: Cristina Ferraz

Texto: Cesar Giobbi

Expografia: Antonio Ferreira Jr.

Desenhos: Paulo von Poser
 
 
Presépios: Um Olhar, uma História – em exposição no Museu de Arte Sacra de São Paulo
 
O Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, seguindo uma das mais fortes tradições cristãs nas festas de fim de ano, inaugura a exposição Presépios: Um Olhar, uma História. Com curadoria de Cristina Ferraz, texto de Cesar Giobbi e expografia de Antonio Ferreira Jr., esta representa a maior mostra sobre o tema já realizada no MAS/SP e conta com um seleto grupo de 42 pessoas – entre designers, arquitetos, artistas plásticos, colecionadores e nomes da sociedade paulistana -, os quais foram convidados a montar suas próprias versões deste símbolo natalino, resultando em 35 presépios. A exposição traz, ainda, uma sala do museu toda ambientada com peças de arte barroca e presépios do acervo da família Landmann, montados por Jorge e Julio Landmann em homenagem à sua mãe, Edith Landmann.
 
Com toda sua sensibilidade, Cristina Ferraz fez o convite a alguns amigos para eles reproduzirem, nesta mostra, as emoções e as memórias afetivas envoltas em seus rituais familiares de montagem dos presépios. Unindo pessoas com diferentes crenças, histórias e tradições, um traço de extrema delicadeza permeia a exposição, pois leva tais informações emotivas recriadas em presépios que podem ser considerados verdadeiras obras de arte.
 
As boas vindas à exposição são dadas por Gica Mesiara com a instalação Poder Divino, Poder Humano, onde projeta uma imagem de Jesus em um jardim vertical de estrutura metálica com os dizeres “...aquele que crê em mim, esse fará também as obras que eu faço e fará ainda maiores...”. Os painéis de textos da mostra contam com delicados traços de Paulo von Poser, alusivos a data.
 
Um epaço especial - Sala Edith Landmann – é uma homenagem do MAS/SP à matriarca da família Landmann, composta por itens de sua coleção de arte barroca e de presépios. Seus filhos, Jorge e Julio Landmann, fazem a curadoria dessas peças, de forma a mostrar ao público um pouco das tradições de seus familiares. A coleção de presépios foi iniciada há cerca de 35 anos, sendo muitos desses objetos adquiridos em viagens ou recebidos como presente de amigos e de membros da família. Sobre as lembranças dessa época festiva, Julio Landmann descreve: “Estes presépios eram colocados um mês antes do Natal, ao longo de toda a sala de estar no apartamento dos meus pais. Era um trabalho que ela mesma (Edith) fazia questão de executar pessoalmente e o fazia com muito amor, carinho e bom gosto. A mensagem do presépio era sempre renovada, Natal após Natal, para todas as crianças, sejam netos ou bisnetos”.
 
Compostos tanto por peças de coleções particulares como por itens do acervo do MAS/SP, estão em exibição presépios de nacionalidades e épocas distintas, feitos de diferentes materiais como argila, madeira, papel, tecido, barro cozido, aniagem, etc. Presépios: Um Olhar, uma História é o resultado de um esforço coletivo, onde cada convidado abre seu coração e representa uma história universal do nascimento de Jesus.
 
Convidados:
Alessandra Campiglia, Angelo Derenze, Antonio Ferreira Jr., Baba Vaccaro, Beatriz Moura Andrade Araujo, Beatriz Monteiro de Carvalho, Bruna Carvalho, Brunete Fraccaroli, Chris Ayrosa, Eduardo Machado, Esther Giobbi, Esther Schattan, Fatima Salton, Francesca Alzati, Glorinha Baungart, Graziella Leonetti, Irene Ravache, Jóia Bergamo, Jorge Brandão, Lilian Bomeny, Lourdes Bottura, Marcelo Lima, Margarethe Abussamra, Maria Adelaide Amaral, Maria Pia Trussardi, Maria Thereza McNair, Olga Krell, Pedro Ariel, Priscila Pacey, Regina Carvalho, Roberto Sansão, Sabina de Libman, Sandra Penteado, Simone Goltcher, Sonia Diniz, Toninho Mariutti, Valéria Beraldin, Vic Meirelles, Vilma Eid, Virginia Lamarco, Wair de Paula e Walkiria Tesssari Derenze.
 
 
Exposição                             Presépios: Um Olhar, uma História
Curadoria                              Cristina Ferraz
Texto                                     Cesar Giobbi
Expografia                            Antonio Ferreira Jr.
Desenhos                              Paulo von Poser
Instalação                             Gica Mesiara
Crédito de Imagem              Victor Tronconi e Sonia Balady
Abertura                                26 de novembro de 2013 – terça-feira – às 19h
Período                                   27 de novembro de 2013 a 06 de janeiro de 2014
Local                                      Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br
Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo
Tel.: (11) 3326.5393 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas
Horário                                   terça a sexta das 9h às 17h, sábado e domingo das 10h às 18h
Ingresso                                 R$ 6,00 (estudantes pagam meia); grátis aos sábados
Número de obras                   35
Dimensões                             variadas
 
Imprensa:
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Balady Comunicação - Silvia Balady/ Zeca Florentino
Tel.: (11) 3814-3382 – contato@balady.com.br
 
Secretaria de Estado da Cultura
Giulianna Correia – (11) 2627-8243 gcorreia@sp.gov.br
Renata Beltrão – (11) 2627-8166 rmbeltrao@sp.gov.br
 
 
O museu
Instituição da Secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das mais importantes instituições do gênero no país. É fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar ala do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz, na avenida Tiradentes, centro da capital paulista.
A edificação é um dos mais importantes monumentos da arquitetura colonial paulista, construído em taipa de pilão, raro exemplar remanescente na cidade, ultima chácara conventual da cidade. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1943, e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Estado de São Paulo, em 1979.
Tem grande parte de seu acervo também tombado pelo IPHAN, desde 1969, cujo inestimável patrimônio compreende relíquias das histórias do Brasil e mundial. O Museu de Arte Sacra de São Paulo detém uma vasta coleção de obras criadas entre os séculos 16 e 20, contando com exemplares raros e significativos. São mais de 18 mil itens no acervo. O museu possui obras de nomes reconhecidos, como Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Antonio Francisco de Lisboa, o “Aleijadinho” e Benedito Calixto de Jesus. Destacam-se também as coleções de presépios, prataria e ourivesaria, lampadários, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas, livros litúrgicos e numismática.
 
Presidente do Conselho de Administração - José Roberto Marcellino dos Santos
Diretor Executivo - José Carlos Marçal de Barros
Diretor de Planejamento e Gestão - Luiz Henrique Marcon Neves
Diretora Técnica – Maria Inês Coutinho
 
 

PRESÉPIOS
O termo deriva do latim praesaepe, que significa o local para onde o gado é recolhido, estrebaria, curral, estábulo. Na cultura cristã, é uma referência ao nascimento de Jesus - o local e os personagens bíblicos presentes naquele momento. De acordo com a Bíblia, São José e a Virgem Maria estavam em uma viagem, por motivo de recenseamento da Galileia, quando pararam para pernoitar nos arredores de Belém.
Conta a história que Jesus nasceu em uma manjedoura e imediatamente foi visitado por pastores da região, que haviam sido avisados por um anjo. Os animais representam a simplicidade do local. O boi remete a bondade, a força pacífica. O burro, a humildade. Logo em seguida, chegam os Três Reis Magos, vindos do Oriente, guiados por uma estrela, trazendo ouro, incenso e mirra para presentear a criança. Gaspar, Baltazar e Belchior; eram considerados sábios e simbolizam as diferentes raças, representando a universalidade.
Historicamente, temos que o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis, no Natal de 1223. O frade organizou e encenou o presépio na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua intenção foi a de explicar às pessoas mais simples o significado de como foi o nascimento de Jesus Cristo. A partir do século XVIII, a tradição de montar o presépio dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

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Maurizio Cattelan

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