sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Convites



Henry Rousseau Arte Fantástica.



Henry Rousseau (1844-1910) Pintor pós impressionista francês nascido em Laval. Era conhecido como Douanier por ser funcionário da Alfândega. Só começou a pintar seriamamente aos 49 anos. Antes, foi condenado à prisão por ter roubado 20 F. Do seu primeiro casamento, teve 5 filhos e, só um sobreviveu. Foi muito criticado pela sua pintura considerada primitiva. Entrou pela arte fantástica e teve reconhecimento e sucesso financeiro.





Carnaval Evening, 1886. The Philadelphia Museum of Art, Filadélfia.




Self-Portrait, 1890. National Gallery, Praga.




The Sleeping Gypsy, 1897. MoMA, Nova York.




Nude and Bear, 1901.




Child with Puppet, 1903. Kunsthalle, Winterthur.




The Wedding Party, 1905. Musée de l'Orangerie, Paris.



Snake Charmer, 1907. Musée d'Orsay, Paris.




Portrait of Joseph Brummer, 1909. Coleção particular.



Luxembourgue Gardens, 1909.




Apens in the Orange Gove, 1909.



The Dream, 1910. MoMA, Nova York.




Negro Attacked by a Jaguar, 1910. Kunstmuseum, Basel.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Conversando sobre Arte entrevistado Chico Fernandes, RJ







Quem é Chico Fernandes?
Nasci aqui no Rio mesmo, em Botafogo, em 1984. Meus pais vieram de Porto Alegre e minha irmã que é dois anos mais velha, também é gaúcha.  
 
Como a arte entrou na sua vida?
 Comecei a pintar com uns 14 anos, de verdade! Não foi na escola. Com 17 anos fiz vestibular para pintura na EBA /UFRJ , até passei na prova de habilidades específicas mas zerei em Física. Fui para Escola de Artes Visauis do Parque Lage, onde fiz cursos com Reynaldo Roels, Viviane Matesco e tive acompanhamento por quatro anos com a Maria do Carmo Secco. Não sei se para o bem ou para o mal, mas com certeza isso foi determinante para todo o meu percurso posterior. 

Que artistas influenciam seu pensamento?
Todo dia eu me apaixono pelo trabalho de um artista diferente, agora estou amando William Kentridge, já conhecia seu trabalho mas esta exposição no IMS está sensacional. Apesar de muitos dos meus trabalhos serem ligados a performance, não vejo artistas performáticos como as maiores referências. Contudo admiro artistas como Marina Abramovic, Cris Burden e Vito Acconci, e na Bienal gostei de ver o holandês Bas Jan Ader e o islandês Sigurdur Gudmundsson. Mas eu acredito mesmo que minha maior influência está nas minhas visitas às Bienais, Inhotim, mostras aqui no Rio ou em viagens, onde vejo obras realmente potentes, que me marcam e me mostram um alto nível de qualidade, excelência, independente de qualquer tema, técnica ou discurso.

Como você descreve sua obra?
Ao longo dos anos utilizei processos e raciocínios variados. Existem coisas que são recorrentes como a utilização do corpo, quase sempre eu realizo as performances, utilizo bastante fotos e videos, criei algumas vezes videoinstalações onde o público imergia no trabalho. No início fazia performances pensadas para a fotografia, criava situações com o corpo no espaço e depois invertia a foto, ou então fazia fotos de saltos, explorando a ideia do instante fotográfico. Atualmente venho desenvolvendo projetos que lidam com a ideia de experiência, um acontecimento. Criar um embate para o corpo.
 

É possível viver de arte no Brasil?
 Eu não sou muito otimista quanto ao mercado de arte e o futuro dos artistas. Eu comparo o fazer artístico com profissões como atletas de alto rendimento ou jogadores de xadrez. A questão é existencial, você faz porque não consegue não fazer, o jogador de xadrez quer ser o melhor, o mais criativo e habilidoso, os atletas querem superar limites para marcar seu nome. A vantagem do artista é que não tem hora pra parar. Alguns artistas conseguem viver de arte e isso é engraçado.

Como um performer é remunerado?
 Quando sou convidado a apresentar uma performance em alguma instituição recebo pró-labore que costuma variar. O mais comum é fazer por prazer, apresentar algo que quero no meu tempo. Como faço muitas performances pensadas para fotografia, estas acabam sendo comercializadas.
 

De que maneira uma performance é construída? Você escreve um roteiro?
 Nunca escrevi um roteiro, acho que a performance tende a ficar teatral, nada contra, adoro o Tunga e a Laura Lima. Mas prefiro pensar a performance como proposição, ficar com a cabeça presa na parede por horas, atravessar o trilho do metrô, entrar na jaula do tigre etc.


Quando você disse: Eu sou um artista?
Não lembro de um momento preciso, mas com certeza foi em 2002, pois foi o ano que comecei a estudar arte e já fiz minha primeira exposição coletiva.

O que é necessário para ser representado por uma galeria?
 Eu estou a mais de um ano sem trabalhar com galeria então imagino que não seja a melhor pessoa pra falar disso. acho que o importante é ter foco, rumo, trabalhar, uma hora acontece.

Quais são seus planos e sonhos para o futuro?  
Apesar da minha falta de otimismo em relação ao mercado de arte, eu gostaria de viver de arte. Não é pelo prazer de vender o que faço, nem ascender economicamente, é poder passar o máximo de tempo fazendo o que amo.
 


Coliseu, 2012. Foto Ronaldo Grossman.


Into the Drink, 2012.


Alegoria Chaparral, 2011-2012. Foto Pedro Victor Brandão.



Cage Rage, 2011. Foto Marcos Bonisson

Cage Rage, 2011. Foto Marcos Bonisson.

Bolha Chaparral, 2011. Foto Silvio Fernandes.
 
 

Arpoador, 2011. Imagens feitas em parceria com Marcos Bonisson. 


Alegoria da Clareira, 2010. Foto Bruno Vieira.


14 de julho, 2007. Foto Andrea Cebukin.


Subways, 2007. Foto Andrea Cebukin.


Subways, 2007. Foto Andrea Cebukin.








Tensões sem Contato, 2006. Foto Silvio Fernandes.



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Conversando sobre Arte Entrevistada Marta Jourdan



 
Com uma câmera de altíssima velocidade que registra até mil quadros por segundo, a artista Marta Jourdan filma a poesia das explosões para sua nova exposição. Jourdan, que já criou objetos e engenhocas para transformar água em vapor, líquido em sólido, desta vez, captura o tempo que a gente não pode ver. A exposição individual “Súbita Matéria”, com abertura marcada na Artur Fidalgo galeria no dia 13 de novembro, traz duas sequências com impressões de quadros do filme, além de uma superprojeção, esculturas e cadernos com estudos da artista.
Para compor essa cena onírica, Jourdan convidou a acrobata Carol Cony e usou dinamites, canhão de ar e quase 30 mil litros de água. As imagens são poéticas. A captura mostra os movimentos no milésimo de segundo, revelando a delicadeza das partículas que surgem de uma explosão, a magia da água na luz, a força de um jato que surpreende uma mulher pelas costas. O som composto por Bruno Queiroz cria a atmosfera de submersão. “É mais um caminho para levar à zona do sonho, desse espaço que não é o real, nosso tempo interior”, diz Jourdan.
Se nos trabalhos anteriores ela já brincava com a transformação dos elementos, molhando quartos e prédios com suas retroprojeções (“zona de lançamento”), sugando com turbinas e evaporando gotas d’água com ferros de passar (“vento” e “líquidos perfeitos”), solidificando gotas (“estanho”) e fundindo imagens (“óleo”), agora ela quer traduzir o tempo.

SÚBITA MATÉRIA, de MARTA JOURDAN
Artur Fidalgo galeria
Abertura: 13/nov , 19h às 22h
Exposição: 13/nov a 5/jan, de seg a sex, 10h às 19h, e sábados, 10h às 13h


Nasci no Rio de Janeiro , vivo e trabalho aqui . Minha formação é diversa. Comecei nas artes através do teatro, estudei no Tablado depois fiz a C.A.L e resolvi fazer uma escola de teatro na França , fui para Paris nos anos 90 , fiquei quatro anos. Em Paris fiz a escola Jacques le Coq, lá na escola havia um ateliê para a construção de objetos cênicos, eram como parangolés, objetos que confeccionavamos para o jogo cênico que serviam tanto como figurinos como objetos para a cena. Comecei a passar mais tempo nos atelies do que no palco. Durante este período trabalhei também no Centro George Pompidou ( beaobourg) . Acho que estas experiências me aproximaram das artes plásticas .
Quando voltei para o Brasil fui trabalhar em produtoras de vídeo e cinema, e fazia minhas "experiências artisticas " em casa, só para mim . Um dia me inscrevi em um curso no Parque Laje e mostrei o que fazia , de lá pra cá , mostro o que faço para todo mundo ....
Minha formação não é nada acadêmica... comecei três faculdades e não terminei nenhuma; psicologia , comunicação social e História . Gosto de ler muita coisa e conforme meu trabalho demanda me debruço sobre os assuntos. Gosto muito de fisica. Estudo sozinha e quando preciso, procuro algum profissional do ramo e troco umas ideias.
Para esta atual exposição "Súbita Matéria" que esta na galeria Artur Fidalgo , eu precisei da ajuda do pessoal da química. Resolvi explodir algumas coisas e estava ficando perigoso confeccionar explosivos caseiramente , então fui até o departamento de química da PUC RJ, e contei o que estava fazendo e eles me deixaram frequentar o laboratório. Acho que eles acharam melhor me manter por perto... no laboratório junto com um orientador, consegui pesquisar alguns materias bem interessantes!
Existem vários artistas que eu gosto . Brancusi , Pippilot Rist ,Doug Aitken , Miranda Julie, alguns surrealistas.
Trabalho em diversas mídias , esculturas , desenho , filme , fotografia .
Esta atual exposição na Artur Fidalgo é a minha segunda individual no Rio e é bastante importante para mim, pois sinto um aprofundamento da minha pesquisa. 
 
 
 









 
 
 
 
 
 



Casa Explodida.


 
 
Marta Jourdan
Súbita matéria evanescente
Artur Fidalgo galeria
 
Esculturas feitas de fluidos, calor, ondas, oscilações. De velocidades, de deslocamentos, de dinâmicas térmicas. A matéria em seus estados alterantes. A matéria dos lapsos de pensamento, que invadem o limite do que para o pensamento sempre já passou: a sensação, o tom, o matiz. Fazer aparecer, na imagem, ao retardá-la até um único frame, esse movimento. O movimento que Marta Jourdan filmou é o do tempo interior. A forma dramática no momento súbito e evanescente de uma epifania.
A água não tem forma. O lugar que a contém, recipiente translúcido, explode. De um estado de contenção, concentração, se passa a outro de expansão, dispersão. A dispersão, a água, porém, já estava lá. De um lado, a entropia, latente, infiltrando desordem no sistema; de outro, a força organizadora, a linha do tempo. Marta cria uma situação em que o movimento é o mais rápido – a explosão, a maior desordem possível –, para colocá-lo mais lento, resistir ao máximo. O balé cine-atômico entre essas duas forças, ao mesmo tempo rápidas e lentas, é esculpido na imagem.
A água que explode reaparece como a chuva, e como o jato violento contra a performer-atriz. Cinescultura de velocidades e temperaturas encenada na clareira. A água, o amorfo, o líquido já tendo minado as estruturas depois de um longo período de infiltração silenciosa, irrompe de dentro das paredes. A casa explode. Roupas pelos ares. Extensões narrativas no ar, sem início ou fim.
A passagem de um estado a outro, transformadora, é ao mesmo tempo cíclica. O movimento lento quer deixar de ser cinema; a imagem parada, montada em séries fotográficas, quer se tornar um cinema de largas lacunas entre os frames, rarefeito.  
A imagem dói mais do que a memória. A imagem busca sua unidade ainda mais dentro do plano, no frame. Matéria fantasmática. Uma vez isoladas num único quadro, imagens de momentos e situações diversas podem ser combinadas em proto-narrativas abertas. Na clareira, a performer-atriz convida para um chá prosaico forças contrárias da natureza. Elas estão infiltradas no dia-a-dia. O cotidiano nunca é naturalizado em 24 quadros por segundo. Se o cinema é a escrita do real como linguagem, como disse Pasolini, e nós vivemos a 24 quadros, Marta Jourdan filmou a 1000 quadros, mil vezes mais lento. O tempo do pensamento. O pensamento não tem tempo.
 
Fernando Gerheim
 
 



 

 

Bio

 

Com formação em teatro e cinema, Marta Jourdan completou seus estudos na Escola

Jacques Le Coq, em Paris (1990/93) onde desenvolveu técnicas de construção de

objetos cênicos. Neste período trabalhou no acervo do Centro George Pompidou, Paris.

 Desenvolve desde 2005 uma série de esculturas cinéticas – engenhocas que transformam

os estados físicos da matéria. Além de esculturas, Marta trabalha em desenhos, fotografias

 e vídeos. Participou da exposição Super 8 na Christopher Grimes Gallery, Los Angeles (2011)

 com a projeção dos vídeos Zona de Lançamento #5. Seus videos foram exibidos no

Jeu de Paume, Paris (2007), no Instituto Goethe de Nova York (2008), Gandy Gallery,

Slovakia (2007) e Kunstverein Hamburg (2001). Participou do projeto Coleções

no Instituto Inhotim, Belo Horizonte (2010), Projeto Respiração na Fundação Eva Klabin,

 Rio de Janeiro (2007), Multiplicidade,Sesc Pompéia, São Paulo (2008),

Nova Escultura Brasileira, Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2011), entre outras.

 Entre as exposições individuais destacam-se:  Galeria Artur Fidalgo, RJ (2012),

Sesc Ipiranga, SP (2009 ) e Galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea, RJ (2008).

 

 

CV

 

Estudou História na Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) em 2005.

Participou dos cursos Arte Hoje na Escola de Artes Visuais do Parque Laje entre 2005 e 2006.

Graduada em Teatro na Escola de Artes de Laranjeiras (CAL) RJ.

Cursou em Paris, França, a escola Jacques Le Coq entre 1991 e 1993 onde desenvolveu

projetos cenográficos. Estudou cinema no Rio de Janeiro, Brasil.

 

 

Exibições individuais

 

2012

Galeria Artur Fidalgo, RJ

 

2009

Sesc Ipiranga, SP

 

2008

Galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea, RJ

 

 

Exibições Coletivas

 

2011

Super 8 – Christopher Grimes Gallery, Los Angeles

Nova Escultura Brasileira, Caixa Cultural , RJ

Projeto Coleções – Escola de Artes visuais do Parque Laje, RJ

SP arte – Artur Fidalgo Galeria, SP

ArtRio – Artur Fidalgo Galeria, RJ

 

2010

Projeto Coleções – Instituto Inhotim, BH

Spa das Artes – Recife, PE

SP arte- Galeria Mercedes Viegas,  SP

Arquivo Geral, RJ

Coletiva de fotografia – Galeria Mercedes Viegas, RJ

Coletiva 10 – Galeria Mercedes Viegas, RJ

 

2009

2 em 1 – Cavalariças – Escola de Artes Visuais Parque Laje (EAV), RJ

Projeto Coleções – Palácio Gustavo Capanema (FUNARTE), RJ

Leilão Bolsa de Arte, SP

SP Arte – Galeria Mercedes Viegas, RJ

Coletiva 09 – Galeria Mercedes Viegas, RJ

 

2008

Oferenda – Rhys Mendes Gallery, BH

H2O – Sesc Flamengo – curadoria Heloisa Buarque de Holanda 

Sentido Centro – Panorama de Dança contemporânea , RJ

Projeto Multiplicidade – Sesc Pompéia, SP

coletiva 2008 – Mercedes Viegas arte Contemporânea, RJ

SP arte, Galeria Mercedes Viegas, SP

Arquivo geral – curadoria Fernando Cocchiarale, RJ

 

2007

Projeto Respiração – curadoria Marcio Doctors – Fundação Eva Klabin , RJ

Gandy Gallery – Bratislava, Slovakia   

Jeu de Paume – Paris, França

Goethe Institut – New York, USA

Projeto Multiplicidade – Oi Futuro, RJ

CEP 20.000, RJ

Espaço Ôrlandia, RJ

Coletiva 2007 – Mercedes Viegas Arte Contemporânea, RJ

 

2006

A.H., Escola de Artes Visuais Parque Lage (EAV) ,RJ

Pylar_, RJ

Limite Fotos – Espaço Re[percursivo] ,RJ

Coletiva 06 – Mercedes Viegas Arte Contemporânea, RJ

 

2005

Pyrata_RJ

Mostra de Desenhos – Galeria A Gentil Carioca, RJ

 

2001

Rio Die Tapes – Kunstverein, Hamburg Holanda

 
 



 



 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Mercedes Viegas Arte Contemporânea


Pieter de Hooch

 
Pieter de Hooch (1629-1684) Foi o pioneiro da escola de Delft e um dos mais inventivos pintores holandeses da sua Era de Ouro. Pouco se sabe sobre sua vida. Nasceu em Roterdam e estudou em Harlem. Foi aluno de Berchen e contemporâneo de Vermeer com quem dividiu os temas e o estilo. de Hooch retratou os costumes de seu país em sua época.
 
 
 
 
The Empty Glass, 1652. Museum Boijmans van Beuningen.
 
 
 
 
 
 
 

A Wooman Preparing Bread and Butter for a Boy, 1660. J.P. Getty, Los Angeles.









Boy Bringing Promegates ou Boy Handing a Woman a Basket in a Doorway,1660-1663. The Wallace Collection, Londres.





The Bed Room, 1658-1560. National Gallery, Washington.


Drinking with Soldiers,1658. Museu do Louvre, Paris.





 
A Dutch Courtyard, 1658-1660. National Gallery, Washington.


At the Linen Closet, 1663 Rijiksmuseum. Amsterdam





 
The Empty Glass, 1680.


 
Sutton P. _Pieter de Hooch Exibition Catalog _ Wadsworth Atheneu, 1999.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Banksy








O lançamento do livro Bansky Guerra e Spray foi o motivador do assunto de hoje. Publicado pela Editora Intrínseca Ltda em 2012, tem 256 páginas com grande número de fotos de trabalhos do artista. Preço R$ 49,00.


Bansky (1973-) É o pseudônimo de Robin Banks. Nasceu em Bristol, Inglaterra. Sua verdadeira identidade é discutida e ele se mantem escondido das mídias. Utilizando-se de estencil tem seus trabalhos, de excelente qualidade, em Londres e muitas outras cidades da Inglaterra e outros países. Seus assuntos prediletos são os sociais e políticos. Alguns de seus trabalhos saem das paredes e são transportados para um supoorte e vendidos em galeria de arte. É cineasta, teve filme exibido no Festival de Sundance. Em 2011, seu filme Exit Trouhgh the Giftshop foi indicado para o Oscar na categoria de documentário.
Cartaz do filme.


























































Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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