terça-feira, 5 de junho de 2012

Monocromo Vermelho



Para alguns, a pintura monocromática da Kazimir Malevitch Suprematist Composition: White on White, 1918 MoMA. foi conssiderada como o anúncio da morte da pintura. No entanto, o monocromo continuou a ser utilizado por uma enorme número de artistas e  em diferentes movimentos. De acordo com Barbara Rose, organizadora da exposição Monochromes from malevitch to the present, cada cor teria um significado e o vermelho representaria a guerra, o sangue e a paixão. Para outros, o vermelho não passa de uma cor, a mais bela de todas. Alguns exemplos:







Kazimir Malevich (1878-1935) Red Square, 1913  Arte Abstrata





Ad Reinhardt (1913-1967)  Red wall, 1952. Coleção particular.  Expressionismo abstrato.








Lucio Fontana (1889-1968) Conceppto Spaciale Attesse. Coleção Particular





Yves Klein (1928-1962) Sem título. Red monochrome, 1959. Guggenheim Museum, Nova York. Neodadaísta (?).







Mark Rothko (1903-1970) Seagram mural. Expressionismo abstrato






n (1905-1970) Canto XVI, 1963-1964. Litografia





Cildo Meireles (1948-) Desvio para o vermelho, 1967-1984. Inhotin. Arte contemporânea.







Anish Kapoor (1954-) Turning the world upside down, 2010. Kensington Gardens, Londres. Arte contemporânea.







Ellsworth Kelly (1923-) Sem título (Red State III), 1988. Coleção particular.







Andres Serrano (1923-) Red pop, 2007 Fotografia. Arte conceitual.







John McCraken (1934-2011)  Song, 2008.  Coleção particular. Minimalismo.






Paulo Pasta (1959-) Fortuna, 1987.





Donald Judd (1928-1994) Sem título, 1963. Miller-Meigs Collection. Foto: Jeff John. Minimalismo





Frederick Eversley (1941-) Red Lens, 1985. Coleção do artista.









Madalena Abakamowviz (1930-) Abokan red, 1969. Wrocral National Museum, Polôni









Alexander Calder (1898-1976) Flamingo, 1973. Chicago's Federal Plaza.






Guy Lamone (1958-) In 1995, 1170 people were killed in New York City, 1996.





Monochromes from Malevich to present/Barbara Rose _ Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid 2004.

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Maurizio Cattelan

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