domingo, 4 de março de 2012

Imagem Semanal Maçã









“O tema pode ser aquilo que se quiser. Bonito ou feio. A beleza da obra de arte reside na obra de arte em si mesmo”.
Robert Henri

A fruta mais representada na pintura deve ser a maçã, símbolo do pecado original ela aparece em todos os quadros sobre Adão e Eva e, serve como modelo para numerosas naturezas mortas, na arte contemporânea está presente em diferentes pinturas e instalações.








Albrecht Dürer (1471-1568) Nasceu em Nurembergue. Aprendeu o ofício de ourives com seu pai. Aos 15 anos, começou como aprendiz de Michel Welgemut, o maior gravador holandês. Dürer viajou duas vezes a Itália e uma vez aos Países Baixos, sendo influenciado pelos artistas renascentistas. Ao retornar, foi nomeado pintor da corte do imperador Maximiliano I. O artista foi gravador, pintor, ilustrador, escritor, teórico de arte e matemático. Foi o grande mestre da aquarela e o maior nome da Renascença do Norte.  Adam and Eve, 1504. Gravura




No mundo contemporâneo, a maçã mordida foi apropriada pelo designer, numa alusão ao desejo  e transformada na  marca registrada da mais extraordinária empresa, aquela que mudou o mundo _ a Apple, de Steve Jobs.






Steeve Jobs Apple




A maçã aparece, ainda, em praticamente em  todos os movimentos da Arte.




Jacques Blanchard (1600-1638) Pintor barroco francês. Sua formação foi em Bologna e Veneza. Antes de retornar a Paris, trabalhou na corte de Turin. Foi influenciado pot Ticiano, Tintoretto e Veronese. Ficou conhecido por suas pinturas religiosas de pequeno tamanho. The Virgin with child Jesus with St Anne offer an apple.






Camile Pissaro (1830-1903) Nasceu nas Antilhas. Pintor francês auto didata. Em 1885, estabeleceu-se em Paris, onde manteve contato com Cézanne e Monet. Durante a guerra Franco Prussiana viveu em Paris. É considerado um dos fundadores do Impressionismo e um dos grandes paisagista da história da arte. Apple picking at Erayny-sur-Ept, 1886. Ora Museum of Art, Okayama, Japão.



Vincent van Gogh (1853-1889)  Pintor pós impressionista holandês. Iniciou sua vida profissional trabalhando para um comerciante de arte, sua boa atuação levou-o a Paris e Londres. Abandonou a atividade e dedicou-se ao estudo de Teologia, tornou-se pastor na Bélgica. Em 1880, dedicou-se à pintura retratando a vida dos trabalhadores rurais de seu país. Em 1886, mudou-se para Paris, morando com seu irmão Theo, onde conviveu com Bernard, Toulouse Lautrec, Gauguin e Degas. Dois anos após, instalou-se em Arles, onde pintou os girassóis. As manifestações de doença psiquiátrica tornaram-se mais constantes com períodos de depressão e agressividade levando-o a várias internações. Em 1889, mudou-se para Paris, onde cometeu o suicídio.  Gardener near Gnarled apple three, 1883. Litografia. Localização desconhecida.





Rene Magritte (1898-1967) Foi o maior pintor surrealista belga.  Trabalhou numa fábrica de papel de parede e desenhando cartazes e anúncios, até se dedicar exclusivamente à arte. Foi influenciado por de Chirico. Por algum tempo, viveu em Paris e foi amigo de Duchamp, Éluard e André Breton. Ceci n'est pas unne pomme, 1964. Coleção particular.













Claes Oldenburgo (1929-) Escultor nascido na Suécia e naturalizado americano. Graduou-se na Latin School Of Chicago e aperfeiçoou-se na Yale Universitye no Institute of Arts of Chicago. No início da carreira, participava de Happenings e estava ligado ao Expressionismo Abstrato. Mais tarde, dedicou-se às esculturas de objetos do dia a dia em escala monumental. Apple (2006) Israel Museum, Jerusalém.




Katharina Fritsch (1956-) Nasceu em Essen, Alemanha. Vive e trabalha em Dusseldorf. Utiliza-se de objetos do dia a dia fora de escala para construção de sua obra com objetos e instalações. Apple, 2010.
Sugestão: Katharina Frischt _ Tate Gallery, 2002

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Maurizio Cattelan

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