quarta-feira, 21 de março de 2012

Conversando sobre Arte entrevistado Leonardo Ramadinha.

















Leonardo Ramadinha fotógrafo, artista e professor de fotografia. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Obrigado Leonardo pela impecável obra e excelente entrevista.



Leonardo, conte um pouco de sua história pessoal.
Nasci em 77 no Rio, onde moro até hoje. Meus pais são professores universitários, os dois com uma vida acadêmica de sucesso. Me formei em Comunicação Social pela PUC, fiz uma pós-graduação em Fotografia e Ciências Sociais e depois uma outra em Artes Visuais. Hoje sou professor de fotografia no Ateliê da Imagem, tenho dois projetos em web, o Verbete.art, que é uma revista eletrônica de artes visuais e a Galeria Três, uma galeria virtual de venda de arte contemporânea. Tenho meu trabalho representado aqui no Rio pela galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea.



Como foi sua formação artística?
Na verdade foi tudo meio sem querer, as coisas foram acontecendo e quando vi já estava trabalhando com fotografia. Durante os primeiros períodos da faculdade, por um erro da administração, os horários não batiam e existiam buracos as vezes de três horas entre uma aula e outra. Descobri a extinta FotoRiografia, uma escola de fotografia que era vizinha da PUC e tinha aula nesses mesmos horários. Acabei fazendo para não ficar a toa. Entrei para fazer um curso de dois meses e acabei ficando quase dois anos. Emendava um curso no outro. A fotografia me permitiu ver outras coisas e mais ainda ver as coisas de uma outra maneira. Aquela forma de expressão foi uma descoberta muito intensa pra mim. Depois dessa formação básica fiz inúmeros cursos livres sobre fotografia, arte, cinema...



 Que artista influenciam seu pensamento?
Acho complicado nomear isso, na verdade tudo é influência. Pra mim, todo artista que eu gosto é uma influência no meu trabalho. Na fotografia, os primeiros nomes que me vêem a cabeça são Miguel rio Branco, Mario Cravo Neto, Rosangela Rennó e Claudio Edinger.  Gosto muito  da Nan Goldin, Francesca Woodman, dos japoneses Nobuyoshi Araki e Daido Moriyama. A delicadeza e a potência do trabalho do Nazareno e do Leonílson me emocionam.  Acho os questionamentos levantados pelo trabalho do Damien Hirst muito interessantes para o momento. Enfim, todos esses e mais um monte influenciam de alguma maneira o meu trabalho.  Uma coisa que que quero muito é um dia poder ter um trabalho de cada um desses artistas na minha casa. Ter na parede um pouquinho de cada um que influencia meu trabalho.




Como você descreve sua obra? E quais são seus temas prediletos?
O meu processo criativo surge quase sempre de uma imagem produzida.  Eu vejo alguma coisa que me é interessante e fotografo. Olho uma cena, um espaço, um instante e por algum motivo que eu não sei explicar qual, eu fotografo.  Depois estudando e revendo essas fotografias de arquivo, começo a juntar imagens e trabalhar as idéias. Trabalho bastante com a natureza, espaços vazios, não identificados de múltiplas interpretações.
Me interessa muito mais a fotografia como passagem para uma outra interpretação, outra viagem. Quero produzir uma obra aberta de interpretações, híbrida, que permita a quem está vendo experimentar sensações que não necessariamente sejam as mesmas que me motivaram a produzir aquela imagem ou aquela série.
É mais interessante pra mim sugerir isso de uma forma delicada e sutil no meu trabalho do que deixar explícito como uma palavra final.  É por isso que essas paisagens não são identificadas, para não deixar claro e não amarrar. Aquela imagem pode ter sido feita ontem ou há anos, no portão da minha casa ou num outro país, tanto faz.
Existe uma questão inconsciente no meu trabalho.  Uma imagem pode levar anos guardada, maturando, amadurecendo e só depois o conceito pode aparecer.  Daí vem essa coisa de não identificar os espaços, da presença do vazio, do que eu chamo de “não-lugar” da imagem.
O vazio é uma constante no meu trabalho e me interessa muito como conceito, porque ele pode ser carregado de outros significados. Uma nova possibilidade de interpretação. É uma experiência de usar a fotografia para fazer o registro da ausência, daquilo que não está ali.
Esse processo de criação me permite descobrir outras coisas subjetivas que muitas vezes se mostram fortes nesse instante de construção. Construir a partir de imagens de arquivo, pra mim é quase como um garimpo, ir olhando juntando pedacinhos de uma outra história e reescrever a partir daí. E quando essas séries começam a aparecer e o trabalho tomar corpo é uma descoberta e uma surpresa pra mim. Toda essa loucura me permite juntar imagens que no ato fotográfico não foram pensadas para trabalhar juntas e criar uma outra história. Algumas são imagens da vida cotidiana, cenas banais, vestígios que quando saem das circunstâncias banais acabam por criar um outro valor e juntas viram uma nova possibilidade de interpretação.
Minhas fotografias não têm uma leitura única. Eu não sou ingênuo de achar que alguém que veja o meu trabalho vai pensar exatamente aquilo que pensei quando criei. Nem quero isso. Existe uma poética e uma carga emocional grande ali, é a minha maneira de ver as coisas. E fico feliz de poder expor isso e as pessoas buscarem referências em si mesmas para criar uma nova leitura. Quero produzir uma obra aberta, alguma coisa que permita uma reflexão sobre um assunto e não algo fechado, formatado com uma interpretação única.




Fotografia digital ou com filme?
Fotografia, seja ela qual for, tanto faz; o que for melhor para o trabalho. Hoje em dia existe uma tendência a usar mais o digital por todas as facilidades que ele traz, mas na verdadade, não me importo de onde vem ou como foi feita, me interessa o que aquela imagem, aquele trabalho tem a dizer. Se me emociona, se mexe comigo o resto é o de menos. Eu tenho trabalhos feitos com câmeras analógicas, câmeras digitais compactas e até câmeras rudimentares...  O que ficar melhor para aquele trabalho eu uso.

Como você vê a afirmação de alguns que a obra em papel não serve para o clima úmido do Rio?
Eu não acredito nisso, vejo as vezes um exagero nessas preocupações. Se você pensar em 15 anos atrás não existia nenhum material apropriado para isso. O mais comum era colocar eucatex por trás de uma fotografia e sabe-se lá como isso era colado. Hoje em dia se tem inúmeros suportes, materiais e produtos de alta tecnologia e maneiras de fazer a coisa que garantem uma vida útil muito longa a um trabalho em papel. Não da pra se pensar um trabalho a partir de uma idéia dessas. Uma pintura é viva, com o passar do tempo as cores mudam, o contraste muda, com a fotografia é assim também e eu acho isso saudável.  Eu produzo meus trabalhos com materiais de qualidade, com boas montagens, faço o máximo possível para garantir a maior vida útil.



Você tem rotina de trabalho?
Sou professor de fotografia no Ateliê da Imagem, tenho projetos pessoais, meu trabalho como artista...  Existe uma rotina ,claro, mas não aquela coisa que se repete exatamente igual todos os dias.  O processo de produção de um trabalho as vezes é bem complicado. São várias idas e vindas em estúdio de impressão, ateliê, montagem...  Fora que dependendo do trabalho, tem série em que eu fotografo mais outras menos, depende muito. Eu gosto muito de dar aula, a convivência com pessoas tão diferentes é um aprendizado diário.



Você escreve sobre seu trabalho?
Não muito, mas escrevo quando necessário. Eu não gosto daquele tipo de texto explicativo, como se tivesse explicando o trabalho. Acho careta. Uma outra coisa também é que não gosto de parecer que estou indicando a leitura que eu desejo que o observador tenha do meu trabalho, prefiro um trabalho livre de explicações. Me interessa um trabalho que possa ter uma leitura múltipla, que aquilo toque em cada pessoa de uma maneira diferente. Quando é para escrever, prefiro muito mais que outras pessoas escrevam sobre meu trabalho, que vejam coisas que eu posso não ter visto, que criem outras interpretações, acredito que fique uma leitura mais ampla e livre do trabalho.



Além dos estudos sobre arte, o que serve de inspiração?
Eu sou um apaixonado pela imagem. A imagem me inspira e a fotografia é a conseqüência disso. Posso me inspirar em qualquer coisa, num quadro, numa paisagem, numa palavra. As vezes chego a usar a palavra como um elemento de criação do meu trabalho, em algumas séries, chegando a aparecer junto a imagem.  Uma outra coisa que me inspira muito é a delicadeza. A delicadeza que se apresenta no dia-a-dia, o cotidiano, no urbano, em cenas banais mas que quando trabalhadas e retiradas daquele contexto surgem como uma potencia enorme e deixam de ser banais.



 O que representa para sua carreira ser representado pela Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea?
Tenho uma parceria já de alguns anos com a Luciana, desde a época da Arte em Dobro.  O espaço físico da galeria é maravilhoso, isso é importante para o trabalho exposto. Gosto de trabalhar com ela e da maneira como ela trata a relação do artista, trabalho e mercado. No meu ponto de vista, o papel da galeria é muito importante para o artista que tem interesse nesse mercado. Ser bem representado é fundamental para quem quer pensar uma carreira mais sólida no mercado de arte.  E outra coisa importantíssima pra mim, estar entre um time de artistas como Eliane Prolik, Nazareno, Marcelo Solá, Luiz Hermano é uma vivência e tanto.


É possível viver de Arte no Brasil?
Acredito que sim, mas não é nada fácil. Há de se ter resistência e perseverança. Encarar como um trabalho, que demanda esforço, investimento, suor e que um dia pode dar retorno.  Tem que acreditar muito no próprio trabalho e reinventá-lo sempre. Dou aula e vejo muito entre alunos uma visão completamente errada do artista contemporâneo. Aquela coisa do tipo: “sou criativo, tenho uma câmera profissional e vi uma exposição que as fotos custavam bem caro. Quero ser artista.” Eu pergunto se ele faz idéia de quanto tempo aquela pessoa estudou para estar ali, o quanto ela investiu da vida dela, seja em grana ou em tempo de dedicação para alcançar aquele patamar. É importante pensar nisso.

 Quais são seus planos para o futuro?
Tenho um projeto de ateliê com outros artistas que está se concretizando nos próximos meses.  Quero produzir algo em vídeo também.  A linguagem em movimento me atrai e quero estudar mais isso para conseguir produzir algo que goste. Estou também começando a pensar na produção da minha exposição individual em Outubro na Galeria Luciana Caravello Galeria de Arte.




Para ver do alto quando criança Série Sobre memórias e sonhos. Pigmento mineral sobre papel fine-art. 110x160 cm.




Eram meus todos os jardins secretos Série Sobre memórias e sonhos. Pigmento mineral sobre papel fine-art. 60x70 cm.







Marés # 3 Série Parte de mim é arte. Metacrilato 55x280x4 cm.









Luminoso Maré # 1 Série Parte de mim é arte. Caixas de alumínio, fotografia, acrílico e led. 20x80x05 cm.






Light box horizonte #1 Série: Parte de mim é mar. Caixa de acrílico, fotografia e lâmpada fluorescente. 51x39x12,5 cm.







Pipa Série:  Instantes depois da tempestade. Metacrilato. 100x150 cm.







Neblina Série: Instantes depois da tempestade. Metacrilato. 100x150 cm.




Assim construí meus sonhos. Série: Love Story. Pigmento mineral sobre papel de algodão e caixas de arílico. 15x60 cm.





Fleur de Monet. Série: Diários. LedPrint. 50x80 cm.




Quando o Caranaval passar. Série: Diários. Pigmento mineral sobre papel fine-art. 62x91 cm.






De todas as coisas que maltratei pelo caminho uma delas fui eu mesmo. Série: Pelo caminho. Inkjet sobre papel de algodão e caixa de acrílico. 30x45 cm. Coleção Joaquim Paiva.





De todas as coisas que maltratei pelo caminho uma delas fui eu mesmo. Série: Pelo caminho. Inkjet sobre papel de algodão e caixa de acrílico. 30x45. Coleção Joaquim Paiva.






Leonardo Ramadinha





Leonardo Ramadinha, nascido em 1977, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formado em Comunicação Social pela PUC, cursou especialização em Artes Visuais na Unesa e é pós-graduado em Fotografia e Ciências Sociais pela UCAM. Participou de exposições coletivas e individuais no Brasil, Argentina, EUA, Colômbia, Alemanha e Eslovênia.


Em 2000 foi um dos artistas premiados pelo Prêmio Rio Jovem Artista. Em 2003 participou do Encuentros Abiertos, festival filiado ao Festival da Luz, sendo um dos vencedores da convocatória e selecionado pelo Centro Cultural da Recoleta em Buenos Aires para uma mostra individual. De 2003 a 2006 participou de grupos de estudos coordenados pela artista plástica Denise Cathilina e pelo artista visual Marcos Bonisson. Em 2011 teve o trabalho “Assim Construí meus Sonhos” selecionado pelo I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea.


É um dos editores da revista eletrônica de artes visuais Verbete.art. O artista é representado no Rio de Janeiro pela Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea e seus trabalhos integram coleções particulares tais como a Coleção Joaquim Paiva, Coleção Julia e Luiz Porchat e a Coleção Márcia e Eduardo Lopes Pontes e fazem parte do acervo da Pequena Galeria de Artes Cândido Mendes e do Centro Cultural Recoleta em Buenos Aires.
Leonardo Ramadinha lives and works in Rio de Janeiro.


Ramadinha has exhibited collectively or individually in Brazil, Argentina, U.S.A., Colombia, Germany and Slovenia. In 2003 participated in the Encuentros Abiertos festival affiliated with the Paris Festival of Light, and was one of the award winners and selected by the Centro Cultural Recoleta in Buenos Aires for a solo show. He is one of the editors of the electronic visual arts magazine Verbete.art.


His works are part of private collections such as Joaquim Paiva Collection, Julia and Luiz Porchat Collection and Márcia and Eduardo Lopes Pontes Collection and are part of the public Collections of Pequena Galeria de Artes Candido Mendes and the Centro Cultural Recoleta Collection in Buenos Aires. The artist is represented in Rio de Janeiro by Luciana Caravello Contemporary Art.












Expos Individuais | Solo Exhibitions
2009. Diários – Centro Cultural Ateliê da Imagem – Rio de Janeiro
2006. E de Verdade, Dói e Não Sai – Tocayo – Rio de Janeiro
2003. Doutores da Alegria – FotoRio – Bienal Internacional de Fotografia – Galeria de Arte Candido Mendes
2003. Imagens da Loucura – Centro Cultural da Recoleta – Buenos Aires – Argentina
2003. Imagens da Loucura – Ateliê da Imagem, Projeto Sexta Livre – Rio de Janeiro
2000. BRASIL 500 – UFRRJ – Rio de Janeiro
1999. Outras Imagens – Pilotis – PUC – RJ – Rio de Janeiro


Expos Coletivas | Group Exhibitions
2011. Centopéia – Museu do Ingá – Niterói
2011. Urbano Avesso - Luciana Caravello Arte Contemporânea – RJ
2011. Equivalentes a Stieglitz - Aeroporto Santos Dumont – RJ
2011. SP-Arte - Caravello Arte Contemporânea – SP
2011. Proposição – Luciana Caravello Arte Contemporânea – RJ
2011. EDNO – Atelie da Imagem/Galeria Arthur Fidalgo – RJ
2010. Objeto: fotografia – Instituto Kreatori – RJ
2010. Transmutação – Galeria Solar Meninos de Luz – RJ
2010. Sobre Solos – Parque das Ruínas – RJ
2010. SP-Arte – Galeria Arte em Dobro – SP
2010. Vida – Museu Histórico do Pará – PA
2009. A Criação do Mundo, Da Beleza Transfigurada – Micasa – SP
2009. SP-Arte – Galeria Arte em Dobro– SP
2009. Linguagem de Travessia – Centro Cultural da Justiça Federal – RJ
2008. ArtBO (Feira Internacional de Arte de Bogotá) – Colômbia
2008. Art Santa Fe (Feira Internacional de Arte de Santa Fé) – USA
2008. Formato Polaroid – Galeria Meninos de Luz – RJ
2008. VG Verdadeira Grandeza – Galeria Atelie da Imagem – Rio de Janeiro – RJ
2008. Luz – Galeria Solar Meninos de Luz – Rio de Janeiro – RJ
2007. Heterodoxia – Galeria Murilo Castro – Belo Horizonte – MG
2007. Arraial Fotográfico – Arraial d´Ajuda – BA
2007. Noturnos – Casa do Saber – Galeria Tempo – RJ
2007. MOLA – Mostra Livre de Artes – Circo Voador – RJ
2007. Urban Space Brasília – FotoArte – Brasília, DF
2007. Movimento Luminoso – Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – RJ
2007. Urban Space Eslovenia – FotoPub – International Photo Festival – Eslovenia
2007. Suporte – Coletivo Buraco – Galeria Jaime Vilaseca – RJ
2007. Urban Space Berlin – New Life Shop Gallery – Berlin
2007. Urban Space Rio – OI Futuro – RJ
2007. Universidarte – UNESA – RJ
2007. Verbete #3 – (Revista Eletrônica de Artes Visuais) – www.verbete.art.br
2007. Pajelança – org. Denise Cathilina – Centro Cultural Ateliê da Imagem – RJ
2006. Os Trabalhos – org. Marcos Bonissom – Galeria do Ateliê – RJ
2006. Marte é Aqui – Juliana Monachesi e Kika Nicolela – São Paulo
2006. Tocayo – Galeria Jaime Vilaseca – Rio de Janeiro, RJ, 2006
2006. Nano Exposição – Galeria Espaço Universitário – UFV – Vitória, ES
2005. Salão da Paz – EAV Parque Lage – Rio de Janeiro
2005. Nano Exposição – ArtBO (Feira Internacional de Arte de Bogotá) – Colômbia
2005. Verbete #1 – (Revista Eletrônica de Artes Visuais) – www.verbete.art.br
2005. Nano Exposição – Galeria Murilo Castro – Belo Horizonte
2005. Nano Intervenção – Ateliê da artista Eliane Prolik – Curitiba
2004. Recortes Recentes – Ateliê da Imagem – Rio de Janeiro
2002. Fotografia é Arte? – Galeria de Arte – UVA – Rio de Janeiro
2002. São Paulo Te Quero Linda – Galeria de exposições ACM – São Paulo, SP
2001. Prêmio Rio Jovem Artista – Espaço Cultural Sérgio Porto – Rio de Janeiro
2000. 30K – Galeria de Arte Câmara Clara – Rio de Janeiro
2000. Imagens da Loucura (projeção) – CAL Centro de Artes de Laranjeiras – RJ
1996. Parque da Cidade – Shopping da Gávea – Rio de Janeiro


Feiras | Fairs
2011. ART Rio - Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea - RJ
2011. SP-Arte - Galeria Luciana Caravello Arte Contemporânea - SP
2010. SP-Arte – Galeria Arte em Dobro – SP
2009. SP-Arte – Galeria Arte em Dobro – SP
2008. ArtBO (Feira Internacional de Arte de Bogotá) – Colômbia
2008. Art Santa Fe (Feira Internacional de Arte de Santa Fé) – USA
2007. FotoPub – International Photo Festival – Eslovenia


Coleções | Collections
Coleção Joaquim Paiva - RJ
Coleção Márcia e Eduardo Lopes Pontes – RJ
Coleção Julia e Luiz Porchat – SP
Centro Cultural Candido Mendes – RJ
Centro Cultual Recoleta – Buenos Aires


Prêmios e Seleções | Awards & calls
I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea – Brasília – 2011
Obra selecionada: “Assim Construí meus Sonhos”


Urban Space Rio-Berlin – Rio de Janeiro / Berlin – 2007
Projeção – Wooloo Independent Curator Program
New Life Shop Gallery – Berlin, 2007
OI Futuro – Rio de Janeiro, 2007


Convocatória Casa da Cultura da América Latina – Brasília – 2007


Convocatórias Centro Cultural da Recoleta – 2003
Imagens da Loucura
Individual – Buenos Aires, Argentina


São Paulo, Te Quero Linda – 2002
Coletiva em homenagem aos 447 anos da Cidade de São Paulo
São Paulo – SP


Prêmio Rio Jovem Artista 2000
Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e RIOARTE.
Menção honrosa


http://www.ramadinha.com.br

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Maurizio Cattelan

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