quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Artur Fidalgo Galeria ArtRio

Conversa de Artista Amarelonegro Arte Contemporânea

Conversando sobre Arte Entrevistado Florival Oliveira



Florival Oliveira

Não conhecia a bela obra de Florival. Tomei conhecimento dela, por sua participação no Prêmio Pipa 2011. É com enorme alegria que divido com os leitores o pensamento e os trabalhos do baiano Florival Oliveira da cidade baiana de Riachão do Jacuipe. Com todas as dificuldades em viver e trabalhar no interior da Bahia, Florisval construiu uma trajetória digna de respeito e admiração. Obrigado Florival.

Florival, conte, por favor, um pouco de sua história pessoal.
Nasci em Riachão do Jacuipe - Bahia em 18 de agosto de 1953, filho de Raulinda Oliveira Carvalho, estilista e Florival Ferreira de Carvalho, Funcionário Publico Federal (IBGE), artista plástico, geógrafo, conhecedor de agrimensura, arquitetura e professor de desenho (falecido em 1972). Vivo e trabalho na cidade de Riachão do Jacuipe.  Cursei os primeiros cinco anos no Colégio Osvaldo Cruz, ginásio e segundo grau no Colégio João Campos, Noturno (Contabilidade).

Como foi sua formação artística?
Em 1976 dei início ao curso de Licenciatura em Desenho e Plástica pela EBA/UFBa concluindo em 1980. Neste interim, fiz cursos livres de cinema, teatro, introdução à música, cinema de animação e gravura.

O que influi em sua obra?
Há de início uma busca constante e um aprendizado nos processos artezanais, "oficinas" e pequenas fabricas do utilitários (Cordoaria,Alfaitaria, Sapataria,Celarias, Olarias etc), junto aos Pedreiros Carpinteiros e Macineiros, na labuta do Vaqueiro com o curral. A padaria no encantador  existir do batuque no cortar com as facas as bolachas d'agua sobre a madeira. Dona Chica no fazer das panelas de barro.  O Sr. Francisco na confecção de pilões e colheres de pau, no movimento do machado no cortar a lenha, no carro de boi com o seu eixo cantante, com o ferreiro Luiz, João Cedraz, José da Laje Nova alem de que o meu olhar busca constante relação com a percepção e o desenho. A minha leitura vinha dos jornais trazido todos os dias ao meio dia, esse informativo,"grande livro". Utilizava a Biblioteca Machado de Assis e a particular do meu pai. Música de cantoria viola, aboio e repente, samba duro e a piega, dança de movimento sicopado e o parmeado. As Filarmônicas Lira 8 de Setembro e Euterpe Jacuipense e os Barbeiros de Pé de Serra além de que as festas religiosas e profanas construiram um universo imaterial, um teatro constantes de manifestações populares. Desenhadas nas capas de provas finais, o referêncial de Oscar Niemayer e Lúcio Costa a arquitetura de Brasilia, o Museu Regional de Feira de Santana com as pintura da modernidade Di Cavalcante, pintores Ingleses além de todo um imaginário da cultura do Boi.,,O cinema com as grandes chanchadas e clássicos de cinematografia mundial a exemplo de Felline, Glauber, Godard, Bunuel, Pasolina,Herzog, Cinema Novo etc. No teatro como o Teatro Livre da Bahia, Clube de Cinema e as Jornadas de Curta Metragem, Grupo de Musica(canto Coral) Laialaia. Clube de animação e na construção de uma referência na Xilogravura em 1980 "prémio Funarte".As Oficinas do MAM deram a sua contribuição na formação de gerações de artistas durante estes trintas anos, permanecendo na função de supervisor, Coordenador e professor de Gravurea.
As influências são constantes e as relações cronológicas ficam com a história da Arte. Posso afirmar uma sequêcia de nomes mas observo que das primeiras relações com o contemporâneo surge o movimento semana esperimental de arte. O Neo construtivismo é visivel nesta relaçao em 1978.A Instalação e a performase revela uma nova maneira de pensar: Bandejas com copos de água coloridas servidas por gaçons, Varal de papel Jornal estendidos (espremendo e saindo sangue) grafitando o jornal e colados sobre paredes 1978, a utilização de material dascartavel a exemplo de placas de maderites apodrecidas utilizadas como matrizes para a xilogravura. A transversalidades relacional, Um porquinho de cerâmica sequencionado com dois cadeados nos extremos, forma romboides, das pastilhas aos pinos , o movimentos de uma linha que enrola enrolando a linha. Uma sequência que se organiza do caos, as amarras que geram estabilidades aos solidos, variações de formas do infinitos e linguas de salamandras etc.

Gravuras, desenhos, pintura, objetos, instalações e fotografias, como elas se complementam?
Muitas das vezes elas não se complementam, geram transtornos, equívocos, quebra cabeças, perfomance dolorosas e resultados que reservo o direito para uma proxima vez! Enquanto não esvair das possibilidades, o percurso fica sobre a responsabilidade e exigência constante, labuta, luta no entender o que ela está para dizer.

Que exposição sua, você considera a mais importante?
Trinta dias arrumando folha sobre folha de jornal, "Obelisco"1º Salão da Bahia 1994. 4º Salão da Bahia. Individual no MAM, 1998 e Galeria do ACBEU em 2002 Acredito que estas quatro mostras foram as mais importantes.

Como você vê o ensino da Arte?
Não sou professor da Universidade. O ensino da arte, do analógicos ao tecnológicos a teoria é uma só para todos os meios possíveis da linguagem. As academias ficaram vazias e o virtual. meio que simbolicos, ainda o tempo do Neo!

Como você descreve o mercado de arte na Bahia?
Para poucos e poucos são os artistas. O mercado é grande!

O fato de viver e produzir fora do eixo Rio/São Paulo afetou sua carreira?
Sim, afeta e como afeta a todos os que são impedidos por uma ideologia de dominação.
O estímulo para comer, beber, dormir, fazer todas as necessidades fisiologicas, ter casa, saúde, uma renda fixa suficiente e digna, Educação em boas escolas, acesso aos meios de circulação de conteudos culturais, artisticos, literarios e cientificos. Como viver de educação? Não tenho pretenções em desenvolver rotinas mas certificar-me das necessidade e responsabilidade com as coisas que acredito e faço!

A mulher e o homem tem o mesmo tratamento do mercado de Arte?
É visivel a dinâmica empreendida e a busca constante por uma formação e ações contextualizadas e isso é muito bom! Sinto-me tomado pelas referências das mulheres, grandes ações políticas e mudanças radicais.Como conter a alienação e a massificação, neste grande jogo das mídias dominantes?
Digo que as ações desenvolvidas com a linguagem devam ter primeiramente o cunho cultural e que as ferramentas e dinâmica tenham valores enquanto estímulo e valoração do artista. A arte não obriga e não resolve o problema do outro a arte é por si só veículo da linguagem.

O que você pensa sobre as Bienais e as Feiras de Arte
Quero dizer que nunca fui em uma bienal! E que as feiras são realizações que o mercado se responsabiliza enquanto dinâmica e circulação da obra de arte!

O que significou para você a indicação para o Prêmio Pipa?
Aconteceu o ano passado, vi pelo Facebook. Despertou interesse como processos na mídia virtual. Importante na circularides de ações democraticas, na dinâmica curatorial e no processo de avaliação de todos os participantes.

Quais são seus planos para o futuro?
Não posso afirmar nada, gosto que aconteçam as ações e que inserindo-me no contexto, seja verdadeiro.O artista é uma constante ação de desconforto!

O que você faz em suas horas livres?
Não tenho horas vagas, brinco. Uma exigência orgânica psíquica e social é uma grande brincadeira que faz você chorar!

Florival Oliveira - 19/08/2011



Xilogravura

Xilogravura



Ninhos


Infinito

Infinito


Gaiola com Ovos.


Objeto poético (1988)

A Lingua da Salamandra.
 

Obelisco (1994)

 
Instalação (1996)
 
 
Circunscrito
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rosana Ricalde A Beleza e a Verdade Cosmocopa Arte Contemporânea

Conversando sobre Arte Entrevistado Colecionador Ribamar Sabóia de Azevedo



José Ribamar Sabóia de Azevedo é natural de São Luiz, Maranhão.Fixou-se no Rio de Janeiro para estudar Medicina tendo se graduado em 1968 pela antiga Faculdade Nacional de Medicina, onde atingiu o cargo de Professor Adjunto IV após obter os títulos de Mestre e o Doutor em Cirurgia Geral, UFRJ. Membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Academia de Medicina do Rio de Janeiro, Fellow do American College of Surgeon e Fellow do International College of Surgeon.. É um dos mais conceituados cirurgiões brasileiros. Ao longo dos anos formou, em sua clínica privada, grande número de novos e competentes cirurgiões. 90% do seu tempo é destinado à cirurgia e ao estudo. Em seus raros momentos de lazer, aprofunda-se no conhecimento da arte e à música. Sua coleção inclui, entre desenhos, gravuras, pinturas, fotografias e esculturas os artistas: Aguilar,  Amilcar de Castro, Anita Malfatti, Antônio Dias, Bruno Gioigio, Cícero Dias, Daniel Senise, Di Cavalcanti, Gonçalo Ivo, Katie van Scherpenberg, Maurino Araujo, Miró, Nelson Felix, Nelson Leirner, Newton Mesquita, Patrícia Gouveia, Picasso, Portinari, Salvador Dali e Vic Muniz. Ela divide os espaços de sua residência e do seu consultório com móveis do colonial brasileiro e ingleses do Arnaldo Danemberg e objetos de arte decô num interessante e belo diálogo entre os estilos. Nossa amizade vem de 1961, quando começamos o curso de Medicina, ao longo desse período eu fui testemunho do seu comportamento ilibado e de sua competência como médico e de sua enorme generosidade com os doentes, familiares, colegas e amigos.   

Como se deu o seu interesse pela arte?
Tenho a sensação que "vocação" para um virtuoso já vem embutido no seu DNA ; um pianista, um pintor, um escultor, um cirurgião, um piloto, um compositor etc quando se tornam virtuosos nada fazem além de lapidarem o seu código genético para se identificarem com aquilo que trazem nas sua competências;é lógico ,que no meu caso,longe de me achar um previlegiado julgo-me uma pessoa sensível que gosta de conviver com o belo..

A sua coleção representa seu gosto pessoal ou há orientação de um curador?
A relação de quem possue uma obra é quase que afetiva;você gosta,adquire e com o tempo  aumenta ou diminue a sua relação;se ,de alguma maneira você delega a terceiros a escolha daquilo que vae lhe acompanhar ,talvez pelo resto de sua vida com certeza esta relação não  será harmoniosa e agradável; em outra palavras,prefiro eu mesmo escolher...uma ressalva importante o meu grande amigo Márcio Fonseca é sempre convocado para dar a sua avalizada opinião.

O que o leva a comprar uma obra?
A intuição e o amor a primeira vista;é lógico que o valor da artista tem que ser levado em conta,como o tipo de trabalho,a colocação nos meus ambientes e também do meu orçamento. Enfim, é um conjunto de fatores que se entrelaçam e me levam a adquirir um trabalho.


O que você pensa sobre o mercado de arte no Rio?
Acompanho que estão inaugurando uma série de galerias e acontecendo leilões de representação nacional no Rio assim como os acontecimentos esportivos previstos para a cidade contribuem para a melhoria do poder econômico e consequentemente para o aquecimento do mercado.


O preço da arte no Brasil é justo?
O preço de um trabalho obedece a fatores objetivos e subjetivos; no final quem dá o valor final é o mercado; tenho acompanhado alguns artistas com valorizações expressivas tais como: Jorge Guinle, Ianelli, Iberê Camargo, Amilcar de Castro etc A minha sensação é que o investimento em arte é sempre considerado pelo comprador.

Você prefere adquirir suas obras em leilões ou galerias?
Não tenho preferência; a oportunidade é que proporciona o momento de adquirir a obra.

Quais são os artistas que compoem sua lista para o futuro?
Ah, são tantos que compraria um local somente para colocá-los e saboreá-los; Ismael Nery( meu sonho de consumo), Beatriz Milhazes,Thomie Othake, Bandeira, Jorge Guinle, Ianelli, Iberê Camargo etc,etc,etc

Existe alguma obra que seja sua preferida?
Todas têm uma história de amor;lembro-me de cada detalhe de cada compra;tenho preocupação de não "ofender" nenhuma das que eu tenho; é como se fossem parte de mim e que interagem comigo proporcionando momentos agradáveis;apontá-las seria como se você estivesse fazendo uma distinção entre seus filhos; gosto de dizer que o amor é igual, o que difere são as afinidades.

Além de pinturas,esculturas e desenhos,você gosta de objetos arte deco, eles conseguem um dialogo com as obras modernas e contemporâneas?
O belo é atemporal; se é bonito, lhe agrada, lhe traz felicidades então as obras dialogam principalmente comigo; não tenho a menor preocupação de agregar épocas e estilos e sim o belo com o belo.

Videos estão em seus planos?
Por enquanto não...mas respeito muito o trabalho.




Agumas obras da coleção Ribamar Sabóia de Azevedo



Anita Malfatti



Cicero Dias Sonho Onírico


Nelson Leirner Futebol

Maurino Araujo Cabeça de Cristo



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bruno Miguel Have A Nice Day Luciana Caravello Arte Contemporânea




Bruno Miguel em sua individual na Luciana Caravello Arte Contemporânea. O artista é um dos participantes de Conversando sobre Arte nesse Blog.

Richard Wright O Afresco Contemporâneo





Richard Wright (1960-) Nasceu em Londres, mas bem cedo mudou-se para Glascow, onde vive e trabalha. Estudou nas Universidades de Edimburgo e de Glascow. A maioria dos seus trabalho é efemero, pintado com tinta e folhas de ouro diretamente sobre a parede. A obra dura o tempo da exposição. Utiliza-se, ainda, com obras em papel de grandes tamanhos. É repesentado pela Gagosian Gallery. Foi vencedor do Prêmio Turner, Tate Gallery.



Sem título Gagosian Gallery


Sem título (2009) Aquarela e guache sobre parede.


Sem título ( 2009) Aquarela e guache sobre papel.



Sem título Dean Gallery Festival de Arte de Glascow



Sem título (03.03.08) Guache e aquarela sobre papel.


Richard Wright em produção.


domingo, 28 de agosto de 2011

Imagem Semanal Pintura de Gênero

É a representação de cenas da vida diária comum. Há eliminação do conteúdo investigativo e maior foco na observação de pessoas e costumes. É o tipo de pintura que transcende o tempo, aqui vamos de 1500 a 1960.




 


Quentin Metsys (1465-1530) Um dos grandes nomes da Escola de Antuérpia. Foi um dos introdutores da representação do homem fora do contexto religioso. The Money-Linder and his Wife (1514) Musée Louvre, Paris.


Pieter de Hooch (1629-1694) Courtyard of a House in Deft (1658) National Gallery, Londres. Foi um dos grande nomes da pintura de gênero na época de ouro da arte holandesa. Nasceu em Roterdã e trabalho em Hague, Leiden e Deft, onde foi contemporâneo de Vermeer.





George Mortland (1763-1804) Before the Taverne (1792) Tate Gallery, Londres. Pintor, gravador e restaurador inglês especializado em animais e cenas de gênero rústicas. Estudou na Royal Academy, Londres. Uma cena típica de sua época em que dois personagens conversam na porta de uma taverna do interior da Inglaterra e um deles bebe cerveja.





John G. Brown (1831- 1913) Nasceu na Inglaterra. Em 1853, emigrou para os Estados Unidos, fixando-se no Brooklin, onde realizou vitoriosa carreira com suas pinturas realistas de cenas de gênero. Era conhecido por seus trabalhos com meninos em cenas alegres de rua. Com o sucesso financeiro, abriu seu ateliê em Nova York. Foi presidente da Academy of Design. Don't Move (1907)





Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) Nasceu em Albi. Foi pintor pós-impressionista e gravador. Tinha grande habilidade em retratar as pessoas em seu ambiente de trabalho. Sua obra utilizou-se da vida boêmia de Paris, ambiente freqüentado por ele. Devido à sífilis e ao alcoolismo morreu aos 36 anos. A Corner of the Moulin de La Galette.





Edward Hopper (1882-1967) Drug Store (1927) Museum of Fine Arts, Boston. Pintor norte Americano conhecido por sua representação da solidão humana em ambientes urbanos e rurais da vida moderna Americana. Nasceu e estudou em Nova York. Foi influenciado pelo Cubismo e pelo Realismo.



sábado, 27 de agosto de 2011

Kara Walker






Kara Walker



Kara Walker (1969-) Nasceu em Stockton, Califórnia. Vive e trabalha em Nova York. Cursou o Mestrado na Columbia University. Artista afro descendente. Explora raça, gênero, sexualidade, violência e identidade. Sua principal característica é trabalhar com instalações utilizando recortes de silhueta em papel preto construindo uma cena ou história. Foi influenciada por Andy Warhol. Suas imagens são retiradas de livros históricos. Recebeu a bolsa Mc Arthur. É considerada uma das mais influentes artistas americanas.



No Word ( from An Unpepled Land Unchaste Waters (2010)  Gravura.


Instalação From the Bowel to the Boston SFMoMA.


Escaveted from the Black Heart of Negress (2002)



Burn (1998) Metropolitan Museum  of American Art, Nova York.

Sem título


The Emancipation Aproximation (Scene 15) (1999-2000)


MoMA, Nova York






sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Migrações do Ferro ao Fogo A pintura de Vera Hermano.





Casa de Cultura Professor Almir Paredes. Rua Benjamin Constant, 48 Glória. RJ


Allan McCollum A Arte da Repetição


Allan McCollum




Allan McCollum (1944-) Nasceu em Los Angeles. Vive e trabalha em Nova York. Seu núcleo familiar incluia vários artistas de teatro e cantores. Mudou-se para Essex, Inglaterra para realizar um curso para atores. Não teve motivação e retornou para Venice Beach, California. Começou a trabalhar com a produção de comida industrial para empresas aéreas e percebeu serem os pratos muito parecidos e em grande quantidade. A partir de 1967, iniciou os estudos de arte dedicando-se a leitura dos textos do movimento Fluxus e do Estruturalismo começando sua produção artística. Já realizou mais de 100 exposições individuais e suas obras pertencem ao melhores museus do mundo. Participou das Bienais de São Paulo e Veneza e da Whitney Biennial. No Brasil realizou individual na galeria Luciana Brito, São Paulo. A maioria dos seus trabalhos são compostos de numerosas peças aparentemente iguais, mas com pequenas variações entre elas. Com isso, ele pretende  mostrar o que nos cerca inclusive n´s mesmos, somos diferentes. É, ainda, uma maneira de contestar a peça única, a exclusividade tão desejada em nossa sociedade.




Three Perfects Vehicles (2004) Central Park, Nova York.


Drwings (1988-1993) Grafite sobre cartão Centre D'Art Contemporaim,
 Shapes for Hamilton (2009-2010)



Surrogate Painting (1978-1979)


Over 10 000 Individual Works. Kunstmuseum Wolfsburg.


Lost Objects (1991) Carnige Museum of Natural History, Pittsbourg.


Mount Signal and Its Sands Spirits (1999-2000)


Perfect Vehicles (1988) Bienal de Veneza

One Hundred Plaster Surrogates (1982-1990) Museum van Hedendaagse Kunst Antwerp, Bélgica.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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