sábado, 30 de abril de 2011

Jess

Trinity's Trine (1964) MoMA, Nova York

Cover for a Lesbian Estate (1977) MoMA, Nova York

Narkissos: The Last Tranlation (1978-1991) MoMA, Nova York.

Will Wonders Never Cease: Translation No 21 (1969)


A Western Prospect of Egg and Dart  (1988)


The Traveller's Borne Translation No 13 (1965)

The Mouse Tale (1951-1954) San Francisc Museum of Modern Art, São Francisco.

Handing Me one the Halves the spoke the Single Word: Drink (1969) Whitney Museum of American Art, Nova York.
Jess Collins (1923-2004) Nasceu em Long Beach. Graduou-se em Química e após ser escalado para trabalhar com plutônio, sonhou que a bomba atômica acabaria com o mundo. Deixou a profissão, brigou com a família e abandonou o sobrenome passando a ser conhecido com Jess. Estudou na California Scholl of Fine Arts, San Francisco. Foi um dos mais importantes pintores de São Francisco. Em 1951, conheceu seu companheiro o conceituado poeta Robert Duncan, que influenciou sua obra. Para alguns, Jess foi um dos precurssores da POP Art, algo negado pelo artista. Junto com Duncan e o pintor Harry Jacoby abriu a Kung Ubu Gallery, espaço alternativo para as artes. Jess trabalhava preferentemente com colagens de revistas abordando como temas prediletos a química, a alquimia e a beleza masculina. Suas obras estão nos grandes museus americanos.
Maverick Modernist A current retrospective explores four decades of paintings, drawings and collages by Jess, a Bay Area who uses found images to construct an idiosyncratic of mith and fantasy _ Duncan M._ Art in America , november 1994.

Jess

Convite Black Tie Curadoria Daniela Labra. Obra Andréa Facchini


Ponto de Equilíbrio Colagem 110x220 cm.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

The Art of Niki de Saint Phalle

Le Jardin du Tarot

Cabeza    Missouri Botanic Garden

Shooting Painting (1961) Tate Gallery

Ana Lena en Grèce (1965-1967)  Coleção particular.

Les Trois Grâces (1999) Coleção particular

Nana and Serpent (1992) Metropolitam Museum of Art, Nova York

Niki Sain Phalle (1930-2002) Nasceu em Neuilly-sur-Seine e foi criada nos Estados Unidos. Em1965, criou as Nanás, esculturas feitas de algodão, papel marché e arame. Sua arte incorpora memórias da infância e do seu universo feminino. Trabalhou como modelo. Aos 18 anos, casou-se com Harry Matheus e começou a produzir suas primeiras pinturas. Em 1952, com o marido e o filho mudou-se para Paris. Um quadro depressivo levou-a a internação em hospital psiquiátrico. Quando melhorou, começou seus estudos com o pintor Hugh Weiss. Visitou Barcelona e foi influenciada por Gaudi. Após sua separação, conheceu Jean Tinguely com quem veio a se casar e colaborou com eles em algumas obras. Fez inumeras exposições na Europa e nos Estados Unidos. Separou-se do escultor Tanguely e em virtude de doença pulmonar, mudou-se para San Diego na Califórnia, onde viveu até sua morte. Com as doações de várias obras de sua propriedade, foi possível inaugurar o Museu Jean Tangely em Basel, Suiça.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Carlos Bevilaqua na Artur Fidalgo galeria




Carlos Bevilacqua Artur Fidalgo galeria


VOLTA



Nas esculturas apresentadas em “VOLTA”, as partes estabelecem entre si uma relação necessária, essencial e, se poderia dizer, natural. Elas só fazem o que os materiais – madeira, ferro e pedra – permitem. Há nelas um modo de operar concreto, construtivo. E a força das partes se anula para construir a leveza da forma, como nas esferas de diferentes dimensões que se entrecruzam suspensas por linhas de “Inclinação Horizontal”.

A mostra é composta de seis esculturas. A linha e a esfera ou seus segmentos são recorrentes. Mas o que volta nas obras nunca é igual. Além de recorrências formais cada peça individualmente parece nos mandar de volta a atenção que lhe enviamos como numa parábola. Em sua forma abstrata e interrelações geométricas, o todo cria símbolos tridimensionais cujo sentido se aproxima do nada. O próprio título “VOLTA” devolve ao leitor, como sentido, o movimento que a palavra lhe dirige enquanto signo. Mas o que volta também pode ser o que há em comum, semelhanças. As esculturas investigam, de modo poético, o que nos faz humanos: a dimensão espiritual e o processo de abstração pelo qual criamos linguagem, relacionando o particular em idéias gerais. Uma idéia geral é sempre uma potencialidade. O seu modo de ser é in futuro. O artista põe a matéria a serviço do imaterial, mas não faz isso negando-a, e sim considerando-a como uma realidade concreta.

Tanto os materiais utilizados como as relações de proporção e distância são encontrados na natureza. Bavilacqua utiliza ainda objetos: chumbo de pesca – que mostra o fio de prumo em “Ek momento” – e redoma de vidro, em “Meu canto”, que parece pôr uma aura sobre o ponto de encontro das linhas horizontal e vertical ao envolvê-lo com o elemento imaterial do ar. O artista alia o suprasensível à esfera do imanente e do natural, ao que há de inalienável em cada um.







Fernando Gerheim

Jean Tinguely O Escultor das Máquinas

Débricolage (1970) Tate Gallery, Londres.

Chaos (1972) Tate Gallery, Londres.

Fragment from Homage from New York (1960) MoMA, Nova York.

Meta-Malevitch

Baluba III

Meta_Matic

Méta-Harmonie (1987) Museu Jean Tingely, Basel.

Lago Igor Stravinsky, Paris

Museu Jean Tinguely





Jean Tinguely (1915-1991) Escultor suiço nascido em Friburgo. Cresceu em Basel, onde frequentou a Basel School of Art. Mudou-se para Paris e, lá frequentou a Avant guarde e o Dadaísmo. Sua obra utiliza-se de objetos do dia a dia desprezados e com eles cria máquinas de funções diversas, mas sem utilidades. Essas esculturas marcam o início da Arte Cinética. Em 1960, juntamente com Arman, Cesar Raymon, Yves Klein e o crítico Pierre Restory criou o Novo Realismo. Em 1996, foi inaugurado o Museu Tinguely, localizado em Basel. O projeto foi do amigo e escultor suiço Mario Botta. O museu foi possível com a doação de 55 obras da viuva de Tinguely, a  artstista Niki de Saint Phalle.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Fernanda Lopes Grupo Rex Bienal de São Paulo



Sala do Grupo Rex da Bienal de São Paulo de 2010 responsável a curadora, jornalista e pesquisadora Fernanda Lopes.

Conversando sobre Arte. Entrevistada Fernanda Lopes

Fernanda Lopes jovem e vitoriosa curadora. Sua formação de jornalista a levou para a área cultural e como passo seguinte à curadoria. Participou da última Bienal de São Paulo sendo responsável pela sala do Grupo Rex. Faz parte da equipe de curadoria do Centro Cultural São Paulo. É autora do excelente livro: A Experiência Rex "Éramos o time do Rei" com a qual recebeu o prêmio Marco Antônio Vilaça. Obrigado Fernanda por sua participação.







Fernanda Lopes





Fernanda, conte algo sobre sua vida.
Eu nasci no Rio de Janeiro, em 13 de junho de 1979. Estudei no Isntituto Metodista Bennett e fiz Comunicação Social (Jornalismo) na PUC-Rio. Nessa época, eu acreditava que devia aproveitar as disciplinas eletivas que devia fazer na graduação para me especializar em alguma área no jornalismo. Comecei fazendo um curso de ênfase em Relações Internacionais, porque minha vontade era trabalhar com jornalismo político e econômico. Acabei descobrindo no meio do caminho o jornalismo cultural. Fiz algumas aulas de história da arte e estética ainda na faculdade. Quando comecei a trabalhar no site Obraprima.net, em dezembro de 2000, ingressei nos cursos de história da arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Durante alguns anos, escrevi para o site matérias sobre exposições e entrevistei artistas. Definitivamente, além de todos os cursos que fiz, essa experiência foi fundamental para a minha formação.

Você é carioca, estudou na PUC e na EBA, UFRJ e acabou em São Paulo. Por que a escolha?
Desde que comecei a trabalhar cobrindo a cena de artes plásticas, passei a vir com freqüência para São Paulo. Via exposições, acompanhava aberturas, visitava ateliês de artistas... Em determinado momento eu comecei a ter ofertas de trabalho mais interessantes em São Paulo, por isso me mudei. Estou aqui há dois anos, e há um trabalho como parte da equipe de curadoria de artes visuais do Centro Cultural São Paulo. Trabalhar em uma instituição tão interessante quanto o CCSP, com arte, música, cinema, teatro, dança e literatura, tem sido um grande aprendizado.


Que artistas influenciaram em seu pensamento?
Muitos, com certeza! Muito difícil escolher. Além de todos aqueles que fazem parte da história da arte, como Velazquez, Manet e Volpi, por exemplo, me influenciaram muito os artistas que já entrevistei, como Anna Maria Maiolino, Waltercio Caldas, Artur Barrio, Fernanda Gomes, Rosangela Rennó, Cildo Meireles, Paulo Pasta, Nelson Leirner, Dan Graham, Leon Ferrari, e outros. O Grupo Rex também foi muito importante para a minha formação. Durante três anos estudei o tema, o que me possibilitou mergulhar em um período tão importante para a arte brasileira (os anos 1960) e também em como pesquisar e abordar um tema.


Você escreveu um livro, que ganhou o Prêmio de Artes Plásticas Marco Antônio Vilaça, A experiência Rex "Éramos o time do Rei" resultado de seu trabalho de tese, por que a escolha do tema?
A primeira vez que ouvi falar do Grupo Rex foi em 2002, quando recebi o material de divulgação de uma exposição individual do Nelson Leirner, junto com o livro Arte e Não arte, de Tardeu Chiarelli, sobre a obra do artista. Uma parte de um dos capítulos falava rapidamente sobre a atuação fo grupo – principalmente a ação final, quando Nelson fez uma exposição que as pessoas podiam levar as obras para casa se conseguissem tira-las da galeria. Fiquei muito interessada nessa história e quando comecei a pesquisar mais sobre o grupo, vi que não existia nenhum estudo específico sobre eles. Foi quando decidi transformar o Grupo Rex em meu objeto de estudo primeiro na Especialização em História da Arte e da Arquitetura no Brasil, da PUC-Rio, e depois no Mestrado em História e Crítica da Escola de Belas Artes da UFRJ.

Na última Bienal de São Paulo, você foi a curadora do trabalho sobre o Grupo Rex, como foi a experiência?
Foi um desafio pensar em uma curadoria para uma exposição do porte da Bienal, assim como foi um desafio transformar um estudo de três anos em uma exposição. O que mais define esse grupo enquanto grupo não é uma produção plástica assinada coletivamente, nem uma afinidade estética. Ao contrário, cada um dos artistas vinha de influências e caminhos bem diferentes dentro da história da arte, o que torna a produção plástica bastante heterogênea. São preocupações comuns, que rondavam a produção geral da época, mas que se materializava de maneiras diferentes em cada um deles. Acredito que o Grupo Rex não esteja nas obras e sim no funcionamento, na ideia da galeria, nos eventos que foram criados. Isso é muito complicado de materializar em uma exposição, sem teatralizar. De qualquer maneira, essa foi a primeira exposição feita sobre o grupo. Espero que seja a primeira de muitas.

O venezuelano Luis Pérez-Oramas foi o escolhido para ser o curador da próxima Bienal de São Paulo, há vantagem em ter um curador geral estrangeiro?
Acredito que a vantagem de verdade seja a possibilidade de a cada edição um novo curador propor um novo recorte, um novo ponto de vista.

O que é mais fácil organizar uma exposição coletiva ou uma individual?
Não acho que uma é mais fácil que outra. A dificuldade no fim das contas é a mesma, porque no fundo a preocupação é a mesma: a melhor maneira de apresentar aqueles trabalhos, de estabelecer relações entre eles.


O Brasil não teve nenhum artista escolhido para a próxima Bienal de Veneza. O que aconteceu?
Não saberia responder... De qualquer maneira, não acho que essa ausência seja necessariamente ruim. É só um ponto de vista entre tantos.


No Brasil, as funções de curador e crítico se fundem, isso é bom ou mal?
Acredito que elas são naturalmente fundidas. Um curador é quase como um crítico, que lança suas idéias e leituras não em um texto, mas em uma exposição, seja individual ou coletiva.

Quais são seus planos para o futuro?
Eu quero entrar no doutorado daqui algum tempo. Tenho procurado um tema que me interesse a pesquisa por quatro anos.

Seu tempo livre é gasto de que maneira?
Tenho tentado acompanhar outras manifestações artísticas, como música e cinema. E descansar, claro.


Livro A Experiência Rex "Éramos Amigos do Rei"


Nelson Leirner um dos fundadores do Grupo Rex fotografada durante seu depoimento a Fernanda Lopes.

Adoração Altar Roberto Carlos Obra de Nelson Leirner, Grupo Rex, Bienal de São Paulo.



O Nome do Cadeado É: As Circunstâncias e Seus Guardiôes   (1966) de Wesley Duke Lee Grupo Rex Bienal de São Paulo.










































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Fernanda Lopes

http://fernandalopes.wordpress.com/

terça-feira, 26 de abril de 2011

Convite Exposição Proposição Luciana Caravello Galeria

Ellen Gallagher

Odalisque (2005)

Grasy (2011) tinta, óleo, grafite e papel impresso sobre tela 202x188 cm.

Deluxe  (portofolio of 60) (2004-2005) Coleção particular.

Nightlamp (1999) Coleção particular.


Watery Ecstatic (2006)

Ichthyosaurus Freud Museum of London.

IGBT (2008)



Ellen Gallagher (1965-) Nasceu em Rhode Island. Estudou no Oberlin College, Ohio, School of the Museum of Fine Arts, Boston e Sckowhegan School of Art, Maine. Apareceu na cena artística nos anos 70. Influenciada pelo Minimalismo de Agnes Martin, apropria-se de narrativa dos anúncios para suas telas de médios e grandes tamanhos. Usa, ainda, instalações. É artista de grande sucesso sendo representada pela Gagosian Gallery. Recebeu o American Academy of Award in Art e a Joan Mitchell Fellowship. Participou da Bienal de Veneza e tem participado de exposições em grandes museus mundiais. Vive e trabalha em Nova York e Roterdam, Holanda.

















segunda-feira, 25 de abril de 2011

Obituário Paulo Reis






Paulo Reis
Paulo Reis era um conceituado curador. Em 2005, mudou-se para Portugal, onde fundou o Carpe Diem _ Arte e Pesquisa. Seu último grande trabalho no Brasil, foi a curadoria da Paralela 2010 realizada em São Paulo concomitantemente com o Bienal. Faleceu em Lisboa e seu corpo será cremado hoje.

Pedro Reyes





Pedro Reys Artista mexicano formado em arquitetura. Suas obras faz o cruzamento entre arte e arquitetura. Usa cenários casuais discutindo utopia, fantasias individuais, aspirações coletivas e espiratualidade. Participou das Bienais de Lyon, Shangai, Mercosul e Veneza. Exposições em importantes museus da Europa e Estados Unidos. Vive e trabalha na Cidade do México.



Floating Pyramide (2004)

Jardim Vertical (2002)

La Torre dos Ventos (1996-2001)

Zic Zac (2004)

Palas por Pistolas Instalação (detalhe) (2008) Bienal de Lyon.

Cápsula Kleins Bottle (2008)

Leverage 2006




Pedro Reys Artista mexicano formado em arquitetura. Suas obras faz o cruzamento entre arte e arquitetura. Usa cenários casuais discutindo utopia, fantasias individuais, aspirações coletivas e espiratualidade. Participou das Bienais de Lyon, Shangai, Mercosul e Veneza. Exposições em importantes museus da Europa e Estados Unidos. Vive e trabalha na Cidade do México.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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