Numa conversa por telefone com Nelson Leirner, ele falava da sua próxima exposição em Salvador, Bahia na galeria Paulo Darzé. Lembrei-me que havia visto no livro do leilão de Soraia Cals e Evandro Carneiro do espólio de Jorge Amado quatro desenhos. Perguntei por eles. Nelson respondeu ter sido amigo do escritor e ter obras em sua coleção, mas elas haviam desaparecido. Estão aqui no livro respondi. Enviei uma cópia digitalizada e ele ficou feliz em rever trabalhos de 1973, que considerava desaparecidos.
Há dias, fui ver a exposição do Leo Ayres, na Cosmocopa Arte Conteporânea, recebi um folder com fotos e textos o que deixou um registro da mostra.
Há muito venho criticando as galerias e instituições que organizam exposições sem o catálago. Entendo ser a galeria um comércio, que visa o lucro, mas com um pouco de trabalho e boa vontade conseguiriam produzir algo para ficar como memória do trabalho dos artistas.
Coleção Jorge Amado Leilão de Novembro de 2008. Soraia Cals Escritório de Arte Evandro Carneiro Leiloeiro.
Nelson Leirner Trabalhos de 1973.
A história do Nelson e o exemplo da Cosmocopa deveriam servir de modelo para publicação de registros sobre as exposições realizadas.


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