quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Recomendações de Livros

Eadward Muybridge The Human and Animal Locomotion Photographs. Taschen US$ 69,69.

Pam Roberts Stieglitz, Camera Work. Taschen. US$ 14.99 Amazon.




Nina Athanossoglei-Kalmer. Editora Phaidon. US$ 69,95.


Kiluanji Kia Henda

Kiluanji Kia Henda

Sem título

Kixima Rimix





Estórias e Diligências Fotografia Sosso Arte







Icarus 13 Projeto com maquete e fotografias sobre a primeira viagem de Launda ao sol.





Kiluanji Kia Henda (1979-) Nasceu em Luanda, Angola. Não tem formação artística formal sendo auto-didata. Seu meio preferido é a fotografia, mas utiliza a escultura, a performance, o teatro e a m úsica para discutir o colionalismo e o pós colionalismo da África. Participou da Bienal de Veneza e recebeu bolsa para especialização na cidade. Vive e trabalha em Luanda. Está na Bienal Internacional de Arte de São Paulo, 2010.

The Flintstones 50 anos


Em 30 de setembro de 1960, foi ao ar na televisão americana o primeiro episódio The Flintstones. A série fez enorme sucesso e, foi encerrada em 1966. Pela primeira vez aparecia num programa infantil um casal dormindo na mesma cama e uma personagem a Wilma ficou grávida. A produção foi dos Estúdios Hanna Barbera. Hoje, comemora-se cinquenta anos do lançamento do programa.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Recomendação de Livro Damien Ortega

Damien Ortega Do it Yourself 208 páginas, capa dura US$ 30,40 Amazon.

Conversando sobre Arte Entrevistado John Nicholson


Tres dípticos 2004-2005
Sem título Aquarela sobre papel 30x30 cm. 2010.




At the Gates of the Kremilin e Sunrize Sunset Acrílica sobre tela 2003.



Woman Seated on the Arm of Sofa Óleo sobre tela 195x130 cm. 2010







Sem título. Aquarela 50x70 cm. 2007.









Saindo. ÓLeo sobe tela 70x50 cm 2007.
John você poderia contar um pouco de sua história?
Meus avós nasceram na Irlanda e meus pais chegaram crianças com suas respectivas famílias aos Estados Unidos e se fixaram em Comanche no Texas. Minha mãe trabalhava como Enferneira e meu pai era advogado. Ele foi eleito procurador público do Condado. Ao término do seu mandato, ele perdeu a eleição e resolveu tentar a vida em outra cidade. Mudamos para Corpus Christi, onde meu pai, advogado criminalista, abriu seu escritório com um sócio. Algum tempo depois, com dificuldades na sociedade, mudamos para um pequeno rancho localizado em Rosemburg. Aí, John falou sobre a saudade da terra branca, da vegetação e dos riachos límpidos de Comanche e o contraste com a cidade atual, plana, terra preta e com vegetação escaça.
Havia alguma exposição à arte nesses locais?
Eu tinha um tio com um cargo de direção na Universidade Estadual em Houston e, nós o visitavamos com alguma frequência. Ele era responsável pelo acervo de arte na Universidade. Com ele eu conheci o Museu de Belas Artes e tive meus primeiros contatos e as lições iniciais com o desenho aos quatro anos de idade.
Como foi sua formação artística?
Eu não tive uma formação formal em arte. Frequentava o Museu de Belas Artes em Houston e fazia os cursos possíveis. Meu pai recebeu como parte de hnorários por serviços prestados a uma família chinesa um curso de caligrafia chinesa para mim. Foi uma bela e importante experiência aprender os desenhos elaborados daqueles símbolos.
O que ocorreu depois?
Aos 16 anos, eu fui morar sòzinho. Precisava ganhar meu sustento e trabalhava no que aparecia, construção civil, desenhos de sofá e muitos outros biscates. Consegui algumas bolsas para cursos de desenhos. Estudei na Universidade do Texas e me formei em Ecologia com especialização em Matemática Aplicada, profissão que nunca exerci.
Então, você decidiu ser artista muito cedo?
Eu acho que aos quatro anos de idade eu já sabia que no futuro eu seria desenhista. A família foi sempre contra, mas no fundo eu já havia tomado a decisão.
O que o levou a vir para o Brasil?
Era tempo da Guerra do Vietnã. Dos treze amigos convocados, quatro retornaram, mas ,apenas, dois em boas condições. Eu participava ativamente de muitas manifestações políticas e discordava do Governo.Durante meu período na Universidade, eu conheci uma brasileira cursando o Doutorado. Começamos a namorar e decidimos nos casar e vir para o Brasil. Assim, Margarida e eu nos casamos pelas leis do Texas.
Quando você chegou ao Rio de Janeiro?
Foi em 1977, numa quarta feira de Cinzas. Fomos morar com minha sogra e como éramos casados pelas leis do Texas, o casamento não tinha valor no Brasil. Eu não tinha documentos brasileiros e não podia trabalhar. Foi um ano muito difícil. O presidente era o General Geisel e as leis contra estrangeiros muito duras. Eu vivi como clandestino, durante uma ano, até poder regularizar minha situação. O tempo livre era aproveitado para continuar a desenhar e estudar.
Que tipo de arte você fazia?
Eu era ligado ao Minimalismo Abstrato. Quando nós nos mudamos para um apartamento no Leblon, eu ia a COBAL e percebia como era importante no Brasil a apresentação exterior das pessoas. As mulheres estavam sempre bem vestidas e a cada dia apareciam com roupas diferentes. A sensação era de ser a aparência externa mais importante importante do que interior do indivíduo.
De que maneira isso influenciou o seu trabalho?
Aquilo me causou uma forte impressão e, eu senti a necessidade de colocar esse sentimanto nas telas. Tomei Rauschenberg como modelo, pois ele continuou a linha de Duchamp sem perder o foco no aspecto pictórico. As apropriações de fotos, as impressões em telas, os objetos, a história da arte e quase um sentimento psíquico aliado ao domínio da cor o tornaram um artista inovador e abriu outras possibilidades para pintura. Foi nesse momento, a minha decisão de ir buscar a figura na pintura.
Que outros artistas, além de Rauschenberg, foram importantes para você?
Cito Oldemberg, Bill Auzalone, pintor texano pouco conhecido, o grande Richard Diebenkorn, Matisse, Degas, Cézanne, Manet e Vermeer.
Quando foi sua primeira exposição?
Foi em 1980, numa galeria chamada Divulgação e Pesquisa com trabalhos em pastel.
E depois?
Tive um contrato com a Galeria Paulo Klabin, onde fiz duas exposições. As exigências de produção eram muito grandes, acima de minha capacidade de produção, razão pela qual deixei a galeria. Passei por outra com contratos temporários. Hoje sou independente.
A galeria ajuda o artista?
Ela tem um papel importante. Ela apresenta você aos colecionadores e consegue inserir o seu trabalho nas Feiras de Arte e outras exposições no Brasil e no exterior. Com essas ações você fica em evidência.
Sobre o curador e o crítico qual é a sua opinião?
Para mim o curador é desnecessário. Alguns querem tomar o lugar do artista. Muitas exposições expressam o seu pensamento e não de quem produziu a obra. A crítica acabou, aqui e no resto do mundo.
Nós estamos conversando diante de várias telas com figuras de mulher. Você poderia falar sobre essa série?
São pinturas a óleo em que estudo a figura da mulher no ambiente do interior de sua casa. Essa série será apresentada em uma exposição programada para novembro. Agora, depois de terminá-las, eu sinto a necessidade de ir para fora de casa e pintar Copacaban. Outra vertente, seria retratar o jardim do Parque Lage, lá você encontra um sistema biológico completo. Plantas nascem, dão flores, envelhencem, mudam de cor, e morrem, representar tudo isso, juntamente com aquelas construções já gastas pelo tempo me tem atraído muito.
Podemos falar um pouco sobre sua participação no ensino da arte?
Ela começou em 1980 na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi um convite de meu amigo Luiz Áquila. Participei d eum curso muito bem estruturado, no qual você deveria observar o programa, que ia do desenho de observação à teoria da cor. Foi uma bela experiência, permitiu-me aprimorar o português e perceber com é possível aprender com os alunos. Alguns eram brilhantes, como o Ângelo Venosa, dedicado e sempre com questionamentos pertinentes e ricos. Permaneci até 1985. Na década de 90, fiquei por mais dois anos e participei por mais quatro semestres em 2003 e 2004. Nesses últimos anos, os alunos já chegavam com uma visão voltada para o mercado e queriam pular o aprendizado inicial, indispensável para formação de um bom artista. Foi muio cansativo.
Você gosta dos trabalhos de pintores atuais?
Citaria o Berliner, a Lúcia Laguna e a Clarisse Tarran essa põe muita dedicação e energia em tudo que faz desenhos, performances e instalações.
Quais são seus planos para o futuro?
Quando eu estou aqui no ateliê diante das questões de pintura eu me realizo. É um mundo que eu adoro. Hoje, eu posso pintar para mim mesmo, fazer o que quero. O meu plano é continuar a pintar sempre acrecentando alguma inovação.
John foi uma tarde inesquecível. Agradeço seu honesto depoimento e fiquei encantado em conhecer Daniel seu gato tão bonito e bem comportado.
A entrevista com John Nicholson foi realizado em seu ateliê localizado em Copacabana em 21 de setembro de 2010.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Alfredo Jaar

Alfredo Jaar

Real Pictures (2005) As fotos de Jaar, documentos do massacre de Ruanda foram queimadas e guardadas em ciaxas negras,



How to Survive as Cary (Newsweek). Impressão digital.





This Fire The Time (1979-2005).







The Eyes of Gutete Emerita-Projeto Rwanda (1964) Guetete estava na igreja quando o massacre começou. Ela viu seu marido e dois filhos menores serem mortos a facadas, ela conseguiu escapar com uma irmã e permaneceu escondida por duas semanas, até poder sair e fazer o relato das atrocidades.









The Eyes of Gulete Emerita-Projeto Rwanda (1996) Milhares de slides correspondendo ao número de mortes em Ruanda servem de documentação e protesto contra a violência.











Alfredo Jaar (1956) Nasceu em Santiago de Chile.Formou-se em Arquitetura. Estudou no Instituto Chileno-Norteamericano de Cultura e na Universidade do Chile, ambas em Santiago. Recebeu bolsa para aprefeicoamento do Guggenheim Museum e da Fundação MacArthur, Nova York. Usa instalações, fotografias e filmes para sua reconhecida obra. Participou das Bienais de Veneza (1986-2007) Instambul (1995) São Paulo (1987-1989), Kwangju (1995-2000) Joanesburgo (1997) e de Sevilha (2006) Seus temas principais são políticos sociais e a guerra Enfatiza a dificuldade da arte em abordar temas como genocídio, epidemias e miséria. Jaar discutiu o genocídio de Rwanda, a exploração do ouro em Serra Pelada no Brasil, a poluição tóxica na Nigéria, a fome no Sudão e os problemas na fronteira entre México e Estados Unidos. Vive e trabalha em Nova York, para onde se mudou durante o regime de Pinochet. Participa da Bienal de São Paulo de 2010.







ctures

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Marina Abramovic´em Nova York


Carlos Bunga


Carlos Bunga

Maxitecture





Ruínas Art Basel.







Sem Título.









Instalação Museu Serralves, Portugal. Foto Elba Benitez.











Carlos Bunga (1976-) Nasceu no Porto, Portugal. Graduou-se na Escola de Artes Plásticas no ESAD, Caldas da Rainha, Portugal. Sua obra é feita por intervenções em lugares escolhidos previamente em que ele modifica as construções com papelão, timta e fita adesiva. Sua carreira despontou no cenário internacional ao receber o prêmio EDP de Novos Talentos do Museu Serralves. Ganhou bolsa para estudar em Nova York. Participou da Manifesta 5, San Sebastian, Espanha, da Bienal de Veneza e está na Bienal de São Paulo de 2010. Vive e trabalha em Madrid e Nova York

ArtRio Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro. Uma Realidade

David Curi Chica Granchi.

Ricardo Becker e Anna Beatriz Britto.



Maria Helena Fonseca, José Carlos e Luliza Osório, Maria Stela e Rodrigo Tocantins.


Liege M Gonzales, Brenda Rossi e colaboradoras da revista DasArtes.



Chica Granchi e Daniel Toledo artistas atuantes do Rio de Janeiro





Brenda Valansi Osório e Elisângela Valadares responsáveis pela ArtRio






As fotos foram gentilmente cedidas pelo amigo das artes Odir http://www.soartecontemperânea.com/




domingo, 26 de setembro de 2010

Imagem Semanal Primavera























Imagem Semanal: Primavera
"Enquanto ela falava, os seus lábios exalavam rosas primaveris: Eu fui Chloris e agora chamam-me de Flora".
Ovídio




















Sandro Botticelli (1445-1510) Pintor renascentista italiano. A Primavera (1478). Galeria della Uffizi. Ao fundo um magnífico jardim coma representação de mais de 500 espécies diferentes de plantas e flores. A figura do meio é Venus tendo acima de sua cabeça Cupido de olhos vendados e apontando sua seta do amor em direção as Graças. À direita, o Vento Oeste é representado por uma figura esverdeada abraçando a ninfa Cholris. à frente dela sua metamorfose para Flora com seu vestido florido e que irá inundar o mundo de flores. À esquerda as Graças (Aglaia, Talia e Eufransiria), filhas de Júpiter, símbolos da sensualidade, da beleza e da castidade. O último personagem é o belo Hermes com sua espada e pronto para enfrentar qualquer perigo.










Giuseppe Arcimboldo (1527-1593) Pintor italiano nascido em Milão. Foi aprendiz de seu pai. Mudou-se para Praga, onde sob o patrocínio do Imperadador Rudolph XI fez grande sucesso e atingiu enorme prestígio. Foi nomeado pintor da corte e recebeu o título de Conde Palatino. Primavera faz parte da representação das quatro estações. Arcimboldo estudava minuciosamente os elementos utilizados para elaboração de suas obras. Na representação de Primavera (1573) Museu do Louvre, Arcimboldo usou enorme quantidade de flores diferentes.










Camille Pissarro (1830-1903) Nasceu nas Ilhas Virgens Americanas. Pintor francês ligado ao Impressionismo. Foi influenciado por Corot e amigo de Cézanne e Monet com quem saía parra pintar. Durante a guerra franco-prussiana, foi morar em Londres. Ao voltar, ligou-se a Cézanne em busca de uma nova maneira de pintar. Foi co-fundador do Impressionismo e, mais adiante tentou p Pontilhismo. O Boulevard de Montmartre apare numerosas vezes representado Pissarro. Aqui ele foi pintado durante a primavera. Boulevard Montmartre aux Printemps (1897). Coleção particular.















Claude Monet (1840-1926) Pintor francês e o grande nome do Impressionismo. Seu aprendizado inicial foi com Boudin. Mudou-se para Paris e estudou Arte na Universidade, mas não se adaptou aos métodos acadêmicos de ensino. Abandonou a academia e foi estudar com Charles Gleyer. Durante a guerra franco-prussiana refugiou-se em Londres. Na volta morou em Le Havre, Argenteuil e Paris. Em 1983, viúvo mudou-se para Giverny. Casou-se pela segunda vez e lá permaneceu até sua morte. Monetrepresentou a primavera diversas vezes e em lugares diferentes. Aqui em Printemps a Giverny (1886) Fitzwilliam Museum Cambridge University, Inglaterra, estão representados seu filho mais velho Jean e sua filha Suzanne sob a sombra de uma árvore frutífera em floração.







Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali Doménech (1904-1989) Pintor surrealista espanhols nascido em Figueres. Iniciou seus estudos na Escola de Desenho Federal. Dono de uma impecável técnica, mudou-se para Madrid, onde cursou a a Academia de Artes San Fernando, não concluiu o curós em virtude de sua expulsão por críticas aos professores. Passou pelo Cubismo, Dadaísmo e tornou-se o grande nome do Surrealismo. Em 1929, colaborou com Brunel no filme Um Chien Andaluz. Casou-se com Gala, que teve influência em sua carreira. Em 1970, iniciou a construção do Teatro Museu Salvador Dali em Figueres. Le Premières Jours Du Printemps (1929) Musée Salvador Dali, St Petersburg, Flórida. Uma paisagem indeterminada com um plano cinza dividido em dois. O primeiro mais alto. A tela é cheia de imagens surrealistas, ao fundo, um homem segura a mão de um menino, seria uma referência ao seu pai contrário a sua carreira artística. No segundo plano, mais baixo, nota-se novamente a representação do pai sentado numa cadeira e de costa para toda cena.





















René François Ghislain Magritte (1889-1966) Nasceu em Lessines, Bélgica. Estudou na Académie Royale dês Beaux-Arts. Trabalhou em propaganda até se firmar como pintor. Influenciado por De Chirico é considerado o grande nome do Surrealismo na Bélgica. Casado, viveu alguns anos em Paris, onde tornou-se amigo de Duchamp, Paul Edouart e Andre Breton. Retornou a Bruxelas, onde permaneceu até sua morte. Printemps (1965) Coleção particular, segue o pensamento doa artista ao representar coisas comuns. Um pássaro voa sobre um céu azul com nuvens brancas. A mesma paisagem preenche o corpo de pássaro, sobre um muro um ninho com ovos. O original foi pintado em óleo e depois reproduzido em litografia com uma tiragem de três.







Sugestões: Dali _ Harry N Abrans, 1968.
Magritte _ Phaidon,1979.











sábado, 25 de setembro de 2010

Carlos Garaicoa. Bienal de São Paulo

Innstalação sobre uma eventual Havana moderna.

Cinema Decaying Cuba Tate Gallery, Londres.



Letters to the Censors (2003) Tate Gallery, Londres





Air







Carlos Garaicoa (1967-) Nasceu em Havana, Cuba. Graduou-se no Instituto Superior de Belas Artes de Cuba. Produz vídeos, objetos, intervenções públicas, fotografia e instalações. Utiliza-se daa obras arquitetônica para discutir a degeneração física, política e social do regime ditadorial cubano. Participou das Bienais de Veneza e de Cuba. Está na Bienal de São Paulo 2010.

Daniel Toledo no Espaço Cultural Sergio Porto

Daniel Toledo Troca Troca Foto Pedro Victor Brandão.

O artista Daniel Toledo inaugurou exposição individual no Espaço Cultural Sergio Porto. A Curadoria é de Ducha e o texto de Domingos Guimaraens. Daniel Toledo um dos próximos entrevistados em Conversando sobre Arte faz parte do Opavivará Coletivo.

ArtRio Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro. Uma Realidade


Elisangela Valadares e Brenda Osório




ArtRio Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro é desde ontem uma realidade. No palácio da Prefeitura do Rio de Janeiro, foi lançada ontem a ArtRio, que terá sua primeira edição em 2011, no zona portuária do Rio de Janeiro. O clima era de grande otimismo entre os secretários de Turismo do estado e do município do Rio de Janeiro. Paticipou, ainda, o secretário municipal de desenvolvimento do Rio. Todos eles deram ênfase a importância para nosso estado de uma iniciativa como essa. A ArtRio será em breve uma atividade tão importante como o Carnaval e Festival de Cinema e em muito contribuirá para o desenvolvimento cultura do Rio. Brenda Osório e Elisangela Valadares após meses de incerteza, de dificuldades, de desafios com competência, coragem, determinação e sacrifício pessoal conseguiram a realização do projeto. Caberá a cada um de nós, envolvidos com a arte, apoiar e divulgar a ArtRio. O blog coloca-se ao lado de Brenda e Elisângela para o que for necessário. Parabéns as duas, ao Rio de Janeiro e aos patrocinadores.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
Now