terça-feira, 31 de agosto de 2010

Lisette Lagnado Sobre Curadoria e Critica de Arte


Lisette Lagnado é Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e Doutora em Filosofia pela USP. Foi Curadora da XXVIIa Bienal de São Paulo. É autora do livro Leonilson São Tantas as Verdades. Sobre o papel do crítico e dos curadores ela disse: "An art critic or curator can sustain a certain impartial distance (though this is not always true) to lead to an ethical position, which to me is fundamental". Ice Cream Contemporary Art in Culture _ Phaidon Press Limited, 2007.

Diango Hernández

Diango Hernández.

Reading the City (2009) Gallery Michael Wiesehöfer.



Happy Birthday President (2008) Gallery Michael Wiesehöfer.








La Histora, My Juguito Preferido.








Spies (2006) Instalação.











Sem título, from WAke Me (2006)













Diango Hernández (1970-) Nasceu em Santi Spiritus, Cuba. Graduou-se em Desenho Industrial na Faculdade de Desenho Industrial de Havana, Cuba. Prêmios de Residêcia em Möuchengladback, Alemanha, Santo Antônio, Texas e Ludwig Forum für Internationale Kunst, Alemanha. Sua obra aborada as relações entre Cuba e os Estados Unidos. Discute com os objetos feitos pelos homens, utilizados em suas obras, temas políticos e revolucionários. Participou das Bienais de: Cuba, São Paulo, Sevilha, Sidney, Veneza e Liverpool. Vive e trabalha em Dusseldorf, Alemanha e Trento, Itália. Expressa-se por meio de desenhos, objetos, instalações, vídeos e instalações sonoras.







Diango Hernández. Diamonds and Stones: My Education _ Damiani, 2009.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Gabriel Orozco


O catálago publicado pelo MOMA, Nova York em 2009. Gabriel Orozco é um dos mais intrigantes artistas contemporâneo. Nascido no México é sucesso em todo mundo. US$ 37,12 na Amazon.

Jennifer Allora + Guillermo Calzadilla

Jennifer Allora + Guillermo Calzadilla.

Infinite Island Vídeo.



Land Mark (Footprints) (2001) C-print 51x61 cm.





Amphibious Login Logout Vídeo realizado no Pearl River, China. Seis tartarugas tomam sol sobre um tronco. Eles filmaram as margens, de início algo deserto com pescadores e barcos, a medida que descem o rio começa a aparecer povoados até chegar a um aglomerado de edifícios.A sensação criada é de que as tartarugas andam no espaço e no tempo.







Stop, Repair, Prepare: Variations on Ode to Joy for a Prepared Piano. Um buraco no piano permite que a concertista execute o 4o movimento da 9a sinfonia de Beehoven, conhecida como Ode to Joy. A música é alterada do original pelas alterações feitas no piano.















Hoppe Hippo (2005) Performance. Sentado sobre hipopótamo,um homem lê jornal em silêncio, de tempos em tempos ele assovia. Bienal de Veneza.





















Jennifer Allora (1974) Nasceu na Filadélfia Guillermo Calzadilla (1971) Nasceu em Havana, Cuba. Jennifer graduou-se na Richmond University, Virginia e fez o Mestrado no MIT. Guillermo graduou-se na Escuela de Artes Pásticas, San Juan, Porto Rico. O título de Mestre foi obtido na Band College. Desde 1995, vivem e trabalham juntos em Porto Rico. Utilizam fotografia, vídeos, performances e instalações. Estiveram na Bienais de São Paulo, Havana, Veneza e Whitney Biennial. Exposições Institute of Contemporary Arts, Boston e Chicago. tate Modern, Londres, Palais, Tóquio, Stedeljik Museum, Holanda. A obra conceitual mistura engajamento político e social, o poder e suas relações com a sociedade contemporânea.






Ice Cream _ Phaidon, 2007

domingo, 29 de agosto de 2010

André Sheik [Focelular: visibilidades ]








André Sheike
artista multi mídia inaugurou a exposição Fotocelular: Visibilidades na Galeria Tac. A curadoria e o texto são de Alberto Saraiva. Uma coleção de fotos feitas com celular. Fui visitá-la no sábado. Recebido com a habitual gentileza de Gus, impressionou-me a beleza do conjunto da exposição e de cada obra. Como disse Alberto Saraiva: ...Luz e sombra são os elementos centrais das pequenas narrativas...", pois foram elas que me remeteram a juventude, quando procuravamos os locais pouco iluminados para as primeiras experiências afetivas. As imagens sem a figura humana despertou-me, ainda, um sentimento de solidão. É uma bela e imperdível mostra. André, Alberto e a Galeria Tac estão de parabéns. Os preços muito convidativos certamente são mais um atrativo para aquisição de obras de qualidade.


Imagem Semanal A Rainha Elizabeth II













































"…Full saturate colours have an emotional sigficance, I wish to avoid".









Lucien Freud









Alexandra Mary de Windsor (1926-) Rainha Elizabeth II, filha do Rei Jorge VI e Eliabeth Bowes-Lyon. Foi educada em casa. Estudou História e linguas modenas. Em 1947, casou-se com Phillip de Mounbouten. Tiveram quatro filhos Charles, Anne, Andrew e Edward. Com a morte de seu pai, após um ano de luto, foi coroada Rainha em 1953 na Abadia de Westminster. Não é uma apaixonada por artes, mas sua coleção particular tem mais de 500 000 itens, incluindo obras de Van Eyck, Leonardo da Vinci, Michelângelo, Vermer até o contemporâneo Lucien Freud. Durante seu longo reinado, Elizabeth II foi fotografada e retratada por diferentes artistas. Algumas dessas obras:









Time Magazine Capa (1929) Fotografia de Elizabeth aos dois anos (1928) feita pelo fotógrafo real Marcus Adans e publicada pela revista Time. FotoI
Philip Alexius de László (1869-1937) Nasceu em Budapeste e morreu em Londres. Estudou em sua cidade natal e em Munique. Pintor húngaro dedicado à pintura de retratos especialmente da aristocracia real. Em 1907, mudou-se para Londres, onde se fixou. Substituiu o grande retratista americano John Singer Sargent. É considerado um grande pintor, mas ficou esquecido em virtude de sua obra tão específica. Foi descoberto recentemente com uma exposição e o lançamento do catalogue raisonné. Princess Elizbeth of York (1923) Retrato da rainha aos sete anos. Coleção da Rainha da Inglaterra. FotoII
Sir William Dargie (1912-2003) Um dos mais famosos pintores australianos especializado em retratos. Foi comissionado para pintar o retrato da Rainha Elizabeth II em sua primeira visita a Austrália. "wattle painting" of Queen Elizabeth (1954) A pintura mostra a rainha sentada usando um vestido com motivos de bambu bordado em ouro. É o mais famoso retrato da Austrália. William Dargie serviu no exército durante a Segunda Guerra e recebeu o título de Sir. FotoIII
Andy Wahrol (1928-1987) Pintor e cineasta americano. Foi o grande nome da Pop Art. O retrato faz parte da série Reigning Queens. O retrato foi baseado numa fotografia para comemorar o jubileu de prata de sua coroação em 1977. Queen Elizabeth II (1985) Andy Wahrol Foudation for Visual Arts. FotoIV
Gerhardt Richter (1932-) Nascido em Dresden é um dos mais respeitados artistas dos séculos XX e XXI. Formou-se na Dresden Art Accademy . Com Polke e Fischer-Lueg fundaram o grupo Capitalismo Realista. Apresentou-se na Bienal de Veneza e na Documenta de Kassel. Teve retrospectiva no MOMA, Nova York . O Queen Elizabeth II, baseado numa foto de jornal, faz parte de sua série de retratos. Offset print on lightweight callboard (1966). Tate Gallery. Vive e trabalha em Colônia. Foto V
Lucien Freud (1922-) Nasceu em Berlim. Em 1933, mudou-se com a família para Londres. Em 1933, tornou-se cidadão britânico. É considerado o maior pintor figurativo vivo. Estudou na Central School of Art e na Goldsmith School of Arts. Freud retomou uma tradição dos monarcas ingleses serem retratados pelos maiores nomes de suas épocas. Holbein retratou Henrique VII, Ticiano Charles V e van Dyck Charles I. A rainha posou para Freud usando a tiara de diamantes e o retrato pertence a sua coleção particular. O retrato sofreu severas críticas por ele te-lo feito em seu estilo. Foto VI
King Dong Yoo (1965-) Artista coreano do sul. Seu estilo é da Pop Art. Fez uma série de retratos a óleo de diferentes personalidades incluindo o da Rainha Elizabeth II . Quenn Elizabeth II VS Diana (1997). Coleção particular Foto VII









Annie Leibovitz (1939- ) Nasceu em Westford, Connecticut. Famosa fotógrafa americana conhecida por seus retratos em que busca a colaboração entre o artista e o modelo. Fez uma série de retratos da Rainha Elizabeth II. Annie Leibovtz ganhou fama trabalhando nas revistas Rolling Stone e Vanity Pair.Publicou seis livros. Assumiu publicamente sua ligação amorosa com Suzan Sontag Foto VIII


















Sugestões: Andy Wahrol. Mr. America _ Pinacoteca, 2010.

sábado, 28 de agosto de 2010

Tim Gardner

Tim Gardner

So and Nick im Pub



Mobile Home (2001)





Family Portrait 2 (2004)







The New York City Boy (2009) 303 Gallery, Nova York









S, Brad & Nick (2001) Aquarela. Coleção particular.











Swimming Hole (1999) Aquarela. Coleção particular.













Tim Gardner (1973) Nasceu Yowa. Mudou-se com a família para Winnipeg, onde cresceu. Estudou na Art School Manitoba. Fez o Mestrado na Columbia University. Ele trabalha com aquarela, ólio e pastel. Seu trabalho hiperealista aborda o comportamento masculino na infância, adolescência e juventude registrando sua família, seus amigos das escolas, festas, encontro em bares, esportes. Numa grande parte dos trabalhos estão as paisagens do Canadá. Gardner disse: "Trough recreating certain images, I can project myself into those situations". Ele é representado pela 303 Gallery em Nova York. Principais exposições PS1, Long Island, MOMA, São Francisco, Indianopolis Museum of Art, Museum of Contemporary of Art, Shangai e The National Gallery, London. Vive e trabalha em British Columbia, Canada.







Cream 3 _ Phaidon, 2003.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Caravaggio The Complete Works

A Editora Phaidon lançará brevemente o livro Caravaggio The Complete Works. US$ 150,00

Elmegreen and Dragset

Michael Elmgreen and Ingar Dragset

The Kiss (2008) National Memorial for the Homosexual Victins of Nazi Regime. Tiergarten, Berlin.



Please Keep Quite (2003) Instalação Galleri Nocolai Wallner, Copenhaguem.





Just Single Wrong Move 0u Sparrow with Boy (2004) Instalação Tate Modern, Londres.







Boy Scout (2008)









Prada Mafra (2005) Instalação permanente no deserto do Texas.











When a Country Falls in Love with Itself (2008) Laserchrome print 200x150cm.













Shephud Boy (Tank Top) (2008) Laserchrome color print. 200x150cm.















Elmegreen and Dragset Michael Elmgreen (1961) Nasceu em Copenhaguem, Dinamarca. Ingar Dragset (1968) Trondheim, Noruega. Vivem juntos desde 1965. O casal trabalha em conjunto. Em 1997, mudaram-se para Berlim, onde vivem e trabalham. Utilizam objetos, instalações, fotografias, filmes e intervenções urbanas em suas obras nas quais discutem sexualidade, política e aspectos sociais atuais. Participaram da Bienal de Veneza. Exposições no Centre George Pompidou, Paris, Tate Modern e Serpentine Gallery, Londres.








Cream 3 _ Phaidon, 2008.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Julie Moos

Rodrant Gender with Arms on Hip (2009) Polaroid.

Série Domestics Mae and Margareth (2001) C-print.



Série Monsanto Ralph and Doug (2000) C-print.


Série Freinds and Enemies Kristen and Alby (1999) C-print.



Série Hat Ladies Mrs Taylor and Mrs Pool (2001) C-print.



Série Hat Ladies Mrs Taylor and Mrs Bryan (2001) C-print.


Série Hats Ladies Mrs Forman and Mrs Daniels (2000-2001).








Julie Moos (1966) Nasceu em Otawa, Canadá. Teve impecável formação acadêmica na International Center of Photography, Nova York, New York University, Sorbone University, Paris e McGrill University, Montreal. Seu meio é a fotografia. A maioria dos trabalhos é feita em série, colcocando duas pessoas lado a lado e permite ao espectador achar as individualidades e as diferenças. Em seu pensamento são todos iguais. Suas séries mais conhecidas são Hat Ladies mulheres membros da New Pilgrim Bapist Church no Alabama. Monsanto trabalhadores da empresa conhecida por suas sementes geneticamente modificadas, fotografados em fazendas. Friends and Enemies realizadas com alunos da High School no Colorado. Domestics estudou a relação entre donas de casa e empregadas em Birmingham. Julie Moos vive e trabalha em Birmingham, Alabama. Ela escreve sobre arte.








Cream 3 _ Phaidon, 2009.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Conversando sobre Arte Entrevistada Ni da Costa

0:10:07+2 (2005).

Série Plano Fixo Rafael e Gabriela (2010)



Me Myself and I (1999)





Dois (2004)







Série Quem? Ângela e Otávio (2007)









Ni da Costa nasceu no Rio de Janeiro. Seu pai analista de sistema. Mãe funcionária pública. Estudou no Colégio Bennett. Em 1989, graduou-se em Gravura pela Escola de Belas Artes, UFRJ. Suas principais participações em exposições foram: Tempo-Luz -Museu da República- 2003, 10d 2001 -Escola de Artes Visuais do Parque Lage - 2001, Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo- 2001, 13o Salão de Arte da Bahia- 2006, Posição 2004- Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Bienal de Gravura de Curitiba e Bienal de San Juan de Grabado Latino Americano y El Caribe.

Ni como foi sua formaçãona Escola de Belas Artes da UFRJ?
Minha formação foi em Bacharelado em Gravura. Guardo a lembrança do grande professor Kazuo Iha sempre muito motivado e incentivador dos alunos. Farei uma referência a professora Lígia Pape pela liberdade dada aos estudantes, era a contemporaneidade incluída numa escola acadêmica.

O que você fez após a formatura?
Durante cerca de cinco anos, eu fiz gravura e desenhava, mas sem um objetivo definido. Cansei da gravura e dediquei-me mais ao desenho.

Foi quando você descobriu a pintura?
Pensei ser a pintura uma motivação e uma maneira de ampliar as possibilidades de desenvolvimento pessoal. Fui procurar o aprendizado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Que cursos frequentou?
Durante seis meses fui aluna de Daniel Senise. No semestre seguinte, esudei filosofia e arte com o próprio Daniel e com Marcos Veloso.Quando terminnou o curso, matriculei-me nas aulas de Beatriz Milhazes. Foi um período de grande aprendizado. A Bia incentivava a trabalhar, sempre sugerindo o olhar os trabalhos de artistas que tinham a ver com nosso pensamento.
E depois?
Foi um ano no Curso Arte Produção e Conceito com enfoque na análise dos trabalhos realizados pelos alunos. Completei minha formação no Aprofundamento, onde tinhamos atividade teóricas e práticas. Ambos, realizados na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.
Você poderia comentar seu método de trabalho?
Enfoco questões como tempo e a memória, trabalhando com pintura e fotografia. Interessa-me muito a ilusão da imagem em movimento, uso isso nas sobreposições e nas sequências. O trabalho sempre começa por uma fotografia. Faço as fotos pensando no que irei fazer depois, em como as usarei. Projeto-as sobre a tela e crio a imagem. Nos trabalhos atuais, tenho sempre a idéia do que quero fazer, não sobra muito espaço para o acaso.

Você utiliza como meios o desenho, a fotografia e a pintura. Tem alguma preferência?
Não, essas escolhas se dão pelo o que eu espero como resultado final. Na verdade não me considero uma pintora, mas uma artista plástica.
Que artistas têm influenciam em sua obra?
David Hockney, Robert Rauschenberg, Andy Warhol, Francis Bacon, Wesley Duke Lee, David Salle, Louise Bourgeois, Cindy Scherman Edward Weston, Rosângela Rennó, Luiz Zerbini e Jean Michel Basquiat. Gostaia de citar os professores Kazuo Iha, Ligia Pape e Beatriz Milhazes. Como você percebe, muita gente me faz pensar.

Você é representada por alguma galeria?
Pertenço ao grupo de artistas da galeria virtual FaceArte e tenho trabalhos na Galeria Arte em Dobro, mas sem vínculo.

Você consegue viver da venda dos seus trabalhos? Que outras fontes de renda ajudam?
Não consigo viver exclusivamente da venda de meus trabalhos. Realizo atividades relacionadas à arte como fotos de trabalhos e web design.

Como seria possível reverter essa situação?
Mudar a situação só com uma melhor educação. Num prazo mais longo, a formação de um público educado para as artes plásticas.

Qual sua opinião sobre os preços das obras no Brasil?
Comparando com aqueles dos países desenvolvidos são baixos.

Qual a importância do curador e do crítico?
Acho importante quando formam um pensamento sobre arte e trabalham sobre o que os artistas estão fazendo e com isso ajudam a informar o público. As curadorias auxiliam na formação do olhar e a criar uma forma diferente de se ver e de se pensar sobre arte.

As galerias contribuem para o desenvolvimento da arte?
Sim, aquelas que investem nas Feira de Arte promovendo a divulgação e promovem publicações sobre seus artistas representados.

Qual sua opinião sobre as Feiras de Arte?
São grandes vitrines. Elas dão visibilidade aos artistas fora de suas cidades, por isso acho que as galerias presentes nas Feiras contribuem para divulgação dos artistas fora de seus centros.

O que sugere para divulgar a arte?
Acho que estamos num momento em que a arte e as outas áreas tem uma forma de divulgação e exposição que é a internet e suas ferramentas de pesquisa, está tudo aí para quem quiser ver. É preciso ensinar ao público utlizar essas possibliidades.

O artista deve ter educação continuada?
Claro. A maneira de fazer é uma questão pessoal. Alguns precisam de ter um grupo ou um orientador. Outros estudam sozinhos, lêem, pesquisam e frequentam palestras. Acho que cada um encontra seu jeito.

Que outras atividades contribuem para ampliar a visão do artista?
Viagens, livros, internet, palestras, exposições e visitas ao ateliê de outros artistas.

Quais são seus hobies?
Andar de bicicleta, caminhar, ir ao cinema e conviver com os amigos.

Quais são seus planos para o futuro?
Para dizer a verdade, eu nunca trabalhei de uma maneira profissional. Participava de salões e exposições semp reocupação maior com o mercado. Agora, preciso aumentar o espaço num novo ateliê para não haver limitação do tamanho dos trabalhos.

Ni, muito obrigado por me ter recebido e pela oportunidade de conhecer um pouco mais de sua história e do seu trabalho.
A entrevista com Ni foi realizada em 21 de julho de 2010 no seu ateliê.










Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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