sábado, 31 de julho de 2010

Willie Cole

Post Black and Blue

Sem título.



Solebrother number 1





Reverse Evidence (1992) MOMA







Made in the Philippines









Les Balls











Willie Cole













Willie Cole (1955-) Nasceu em Newark, New Jersey. Artista conceitual e visual afro americano. Estudou na Boston University School of Fine Arts e na Art Students League of New York. Usa objetos domésticos do dia a dia ou usados para construir suas obras. Apropria-se do imaginário americano e afro americano associando-o aos ready-made dos dadaistas e aspectos dos Sulrealistas. Tem obras em grandes museus e importantes coleções americanos

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Janice Melhem Santos Local de Resgate

Galeria Marcia Barrozo do Amaral

Leonilson Bibliografia


Leonilson São Tantas as Verdades: Lisete Lagnado _ São Paulo: DBA, 2000.


Leonilson Use, é lindo, eu garanto: Ivo Mesquita _São Paulo: Projeto Leonilson: Cosac & Naify, 1957.

Leonilson


Se Você Sonha Com as Nuvens (1991) Bordado sobre voile. MAM, São Paulo. Foto: Eduardo Brandão.

Leonilson Foto Pablo de Giulio



Sem título (1993) Bordado sobre camisa, piquet sobre camisa de madeira. Coleção particular Foto Eduardo Brandão.






Bordados-voile Projeto Leonilson.









Sem título (1989) Fios de seda.











Ninguem













Roxo com Bulbos Verdes (1988)















Viagem Secreta (1987)

















José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993) Nasceu em Fortaleza. Em 1961, tansferiu-se com a famílai para São Paulo. Ingressou no curso de Licenciatura da Fundação Armando Álvares Penteado, onde foi aluno de Julio Plaza, Nelson Leirner e Regina Silveira. Estudou aquarela com Dudi Rosa Maia. Abandonou o curso em 1980. No ano seguinte, realizou sua primeira individual em Madrid. Em 1982, retornou a Europa expondo em Bolonha. Em 1985, participou da XII Nouvelle Bienale em Paris e da Bienal de São Paulo. Recebeu o prêmio Brasília de Artes Plásticas. Em 1983, teve o diagnóstico de AIDS vindo a falecer em 28 de maio de 1993. Trabalhou com pintura, desenho, objeto, bordado e instalação. Para perpetuar sua obra foi criado o projeto Leonilson.


Leonilson Use, é lindo eu garanto _ Cosac & Naify Edições, 1997.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Rachel Harrison



Posh Floored as Ali Tackles Becks (2003)



Jonhy Depp





Nose Saatchi Gallery, Londres







Fats Domino (2006) Coleção particular









Rachel Harrison (1966-) Nasceu em Nova York, onde vive e trabalha. Escultura, fotografia e instalação são seus meios preferidos. Graduou-se em Fine Arts na Wesleyon University. Conceituada artista americana contemporânea trabalhando com esculturas em que combina história da arte e cultura pop. Individual no MOMA de São Francisco. Participou da Whitney Biennial de 2008.
Whitney Biennial 2008 _ Whitney Museum of Art, 2008.





quarta-feira, 28 de julho de 2010

Monica Barki Galeria Anna Maria Niemeyer


Exposição de Mônica Barki na Galeria Anna Maria Niemeyer

FaceArte Arte Artistas continuação

As artistas Úrsula Tautz e Letícia Tandeta

Jimson Vilela Elemento.



Helena Pessoa Autoretrato.





Helena Bach







Claudio Montgna









Augusto Herckenhoff August 3

















Analu Cunha Nefelibata.













Karla Gravina Sem título.















Patizia d'Angelo Blue Sight Web.








Conversando sobre Arte FaceArte Arte


Virginia Paiva Tudo foi Naufágio.



Úrsula Tautz Série Tapumes.

Rosane Franco





Rita Manhães







Patrícia Norman









Ni da Costa Subindo pela Parede.











Mirella Farias







Maria Rosa















Maria Helena Bastos

















Marcos Vasconcelos



















Letícia Tandeta





















Duas amigas e artistas sem galeria Letícia Tandeta e Úrsula Tautz criaram a FaceArte Arte. No início, foi difícil, a falta de experiência e a corrida atrás de artistas desconfiados em pertencer à nova experiência digital. Nada as desanimou. Hoje, elas representam vinte e um artistas.
Quando e como foi criado o FaceArte Arte?
Há uma enorme quantidade de artistas competentes sem galeria, isso traz uma enorme dificuldade para divulgar o trabalho de cada um. Era o nosso caso. Pensamos inicialmente em criar um site virtual para venda de obras de arte. A idéia foi adiada em virtude dos custos envolvidos, muito acima de nossas possibilidades. Surgiu, então, a possibilidade de aproveitar o Facebook e a sua rede já instalada. Convidamos alguns artistas, que apoiaram o projeto e, em novembro do ano passado foi lançado o FaceArte Arte.

Vocês tiveram dificuldades em convecer os artistas a apostar na idéia?
Muito pouca. Alguns não aceitaram por motivos de outros compromissos, a maioria aceitou bem.. Depois daqueles artistas convidados, vieram os indicados e outros por demanda espontânea. Hoje temos vinte e um artistas representados.

A FaceArte Arte faz alguma limitação de preço, tipo ou tamanho das obras de seus artistas?
Não existe nenhuma limitação. Nós temos trabalhos cujos preços variam entre R$ 150,00 a R$ 25000,00. Os tamanhos são variáveis e comercializamos desenho, pintura, gravura, escultura, objeto, instalação, fotografia e vídeo.

Como é feita a seleção dos artistas?
Nós funcionamos como curadoras. Conversamos com os artistas, analisamos os currículos, visitamos o ateliê, trocamos idéias sobre o pensamento e mostramos o que podemos oferecer. Por sermos artistas o contato é facilitado e o acordo é finalizado.

Qual a comissão cobrada pela FaceArte Arte?
É de 25% sobre o valor da obra, muito abaixo do cobrado habitualmente, o que torna o produto mais barato.

Como funciona a divulgação do artista?
De segunda a sexta feira, publicamos a foto de uma obra nova de um artista. Alguns aparecem mais do que os outros, pois atualizam com mais frequência o seu acervo. Cada artista tem pelo menos a foto de um trabalho publicado por mes.

Há contrato de exclusividade?
Não existe, ele pode ser representado por outra galeria. É claro, que os trabalhos são diferentes.

Existe a possibilidade de aumentar o número de artistas representados?
Nós temos algumas limitações. Não temos condições de aumentar significativamente o número de representados, mas pensamos em crescer progressivamente.

Além do Facebook há outros meios de divulgação?
Sim, fazemos a divulgação pelo Flickr e pelo Twitter.

O comprador pode financiar a obra?
Sim, para valores mais elevados nós dividimos o pagamento.

Como funciona o mecanismo de compra?
É muito fácil. O interessado envia uma mensagem e faz o depósito em conta bancária. Ele receberá a obra em casa. Os custos do envio cabem ao comprador.
A compra pode ser paga com cartão de crédito?
Infelizmente não. Esse é um dos limitadores de nosso crescimento.

Não é complicado para um comprador, que não conhece vocês adquirirem uma obra por meio de depósito bancário para depois receber o produto?
Acreditamos ser esse um problema a ser resolvido. Há sempre um grau de desconfiança. Não tivemos, ainda, nenhum problema, mas isso pode ser um limitador para o aumento de venda.

Há possibilidade do comprador examinar a obra?
Existe. Quando artista e cliente moram no Rio, podemos agendar o encontro entre os dois.
Qual o perfil do comprador?
Não temos esse perfil definido.


O que levou uma galeria virtual a promover uma exposição real numa galeria?
Uma coisa complementa a outra. Quanto mais ações pudermos fazer, melhor. A galeria é virtual, mas os trabalhos não. Foi uma maneira de divulgar o trabalho dos nossos representados. A experiência foi ótima. O público pode interagir com os trabalhos ao vivo e a cores. A maioria dos artista estava presente e o público teve a oportunidade de conversar com eles.

Qual foi o resultado?
Foi excelente. Vendemos super bem, o número de visitantes superou nossa expectativa, a exposição foi elogiada pelo profissionalismo dos trabalhos e da montagem. Houve, também, um maior acesso de interessados em nossa página.

Há algum crítico ou curador trabalhando com o FaceArte Arte?
Não. No momento, por razões relacionadas a custos é impossível. Na organização e montagem da exposição real, fomos assessoradas por nosso amigo e grande artista David Cury. Grande parte do sucesso da mostra deveu-se ao trabalho dele.


De que maneira as galerias poderiam contribuir para absorção de novos artistas?
Abrindo as portas de maneira mais democrática e menos excludente aos artistas, sabendo encarar um bom trabalho sem preconceitos ou protecionismo.

Quais são os planos para o futuro?
Vamos evoluir para construção de um site próprio. Com ele poderemos aumentar o número de artistas representados, enviar mala direta, disponibilizar o pagamento por cartão de crédito, conseguir linhas de financiamento e fazer parcerias com outras galerias e outras instituições ligadas à arte. É um passo significativo, mas para crescermos temos que dá-lo.

Esse ano acontecerá a Bienal de São Paulo, FaceArte Arte terá alguma participação?
Diretamente não, mas estamos preparando uma surpresa para nossos amigos e cliente durante a Bienal.
Letícia e Úrsula agradeço a entrevista e gostaria de cumprimentá-las pelo trabalho desenvolvido. Para mim, a galeria virtual organizada pelos próprios artistas é a única alternativa para divulgar e comecializar os trabalhos dos artistas, que não são representados por galerias. A entrevista foi realizada em junho na Casa da Tata.

































terça-feira, 27 de julho de 2010

Amalia Giacomini Vazio Inventado


Abertura da exposição da artista Amalia Giacomini Vazio Inventado Mercedes Viegas Arte Contemporânea Rua João Borges, 86 31 de julho de 2010 16h.

Zhang Huan Livro

Editado pela Phaidon o livro sobre a obra do artista chinês Zhang Hung. Preço US$ 45.00

Takashi Murakami

Tadashi Murakami


Inochi (2004)

Instalação Museu de Brooklyn.







DOB in the Strange Forest (1999) Guggenheim Bilbao





Bolsa Louis Vuitton

Takashi Murakami (1962-) Nasceu em Tóquio. Cursou a Tokio National University of Fine Arts and Music, onde recebeu o Doutorado em Nihonga, arte do século XIX. Para seu trabalho apropriou-se do anime e manga estilos japoneses utilizados nas animações e quadrinhos. Influenciado por Andy Warhol retirou aspectos da cultura okatu, por ser ela mais compatível com a vida moderna japonesa e criou o Paku (Pop + otaku). Com isso ele trouxe uma nova ordem a arte contemporânea japonesa. O sucesso de seus trabalhos foi tão grande, que ele expandiu para criação de utilitários criando sua própria fábrica. Fez um contrato com a Louis Vuitton para lançamento de um lote limitado de bolsas e valises dessa tradicional marca.
Murakami _ The Museum of Contemporary Art, Los Angeles, 2008.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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