quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Jean Michel Basquiat

Jean Michel Basquiat


Earth

Self Portrait (1982) Coleção particular












Jean-Michel Basquiat (1960-1988). Nasceu e cresceu no Brooklin, filho de mãe porto riquenha e pai haitiano. Aos seis anos foi matriculado por sua mãe na Escola de Arte para jovens do Museu do Brooklin. Aos 17 anos, abandonou a escola e saiu de casa. Morou na rua e com amigos. Começou a fazer com o amigo, Al Diaz, grafite nas paredes de prédios abandonados de Manhattan com a assinatura SAMO ou SAMO shit (Same old shit). O denso conteúdo de suas mensagens chamou a atenção das pessoas e da imprensa. O projeto acabou em 1978 com a mensagem SAMO is dead Vivia da venda de camisetas. Formou a banda Gray com Vicent Gallo. Em 1981, um artigo publicado na imprensa sbre seus trabalhos, abriu as portas para sua penetração no círculo comercial. Participou de coletivas com Keith Haring e Bárbara Kruger. Conviveu com Julian Shnabel, David Salle e Andy Wharoll de quem se transformou em amigo e colaborador. Foi namorado da desconhecida Madona. Em 1985, foi capa da revista do New York Time inteiramente dedicada a ele.
Tornou-se conhecido internacionalmente no início dos anos 80. Ele representava um tipo de vida de Nova York. A sua morte prematura em 1988, de uma over dose de heroína, não ofuscou o seu excepcional talento. A importância de sua artística contribuição continua a expandir-se e o crescimento da compreensão de sua obra tornou a valorizada e muito disputada entre colecionadores e museus. Participou da Bienal de São Paulo.




Os trabalhos de Basquiat caracterizam se por uma densidade de imagens gráficas e palavras. Seus assuntos preferidos são: a cultura dos negros, os esportes, a política e a morte. Um dos seus símbolos mais importante e freqüente é a coroa de três pontas considerada por alguns críticos como uma referência a ele mesmo como rei de Nova York.
















































































Basquiat Taschen, 2002.




Basquiat Serpentine Gallery, 1996



















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Maurizio Cattelan

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