quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Enviado em: 15/08/2018 | 10:21 Dynamic Encounters New York / Últimas Vagas


Habitat - Nelson Porto Galeria Vila Nova, SP


Amigos, sábado que vem, dia 18, inauguro “Habitat”, minha segunda exposição individual na @galeriavilanova, com duas séries distintas de imagens - que em conjunto falam sobre a relação conturbada do ser humano com sua casa / cidade / planeta. “Ruína Carioca” traz imagens de um icônico prédio abandonado como metáfora visual para o momento do Rio de Janeiro. “Forest Creatures” mostra o espelho da natureza se revelando em criaturas curiosas que nos encaram de volta. Quem estiver em São Paulo, espero vocês lá!
.
GALERIA VILANOVA INAUGURA INDIVIDUAL DE NELSON PORTO 

"Habitat” exibe duas séries do fotófrafo, “Ruína Carioca” e “Forest Creatures”, e faz parte da programação especial da galeria para sua primeira participação na SP-Arte/Foto 

Galeria VilaNova inaugura “Habitat", do fotógrafo brasileiro Nelson Porto, sob curadoria de Bianca Boeckel. A mostra faz parte da programação especial da galeria para sua primeira participação na SP-Arte/Foto, e apresenta duas séries - “Ruína Carioca” e “Forest Creatures” -, as quais retratam, de maneira distinta, o mesmo aspecto destrutivo da relação do homem com seu lar. As imagens usam da sensação de vazio, do abandono, da ausência do elemento humano, e de composições geométricas fortes para alinhar a desordem causada pelo homem.  

Com um olhar de ilustrador e designer gráfico, Nelson Porto se aproveita da inspiração geométrica da Bauhaus em suas composições. “No caso da ‘Ruína Carioca’, existe uma clara inspiração na forma como a luz é retratada nas paisagens urbanas e composições do pintor Edward Hopper. A temática narrativa tem algo de apocalíptico, e o contraste entre a beleza e a desordem evoca a contraposição entre criação e destruição, a dinâmica de Shiva e a entropia natural do universo, comenta"Ruína Carioca” exibe imagens de um prédio abandonado, como metáfora visual para o momento decadente da cidade do Rio de Janeiro. “Forest Creatures” mostra uma floresta em um parque natural na Tailândia, que se revela como criaturas ora assustadoras, ora acolhedoras. As duas abordam facetas, de dimensões diferentes, do caráter destrutivo do ser humano com relação ao seu habitat.  

Ao longo da SP-Arte/Foto 2018, a Galeria VilaNova exibe, em seu stand, a série “Ruína Carioca”, juntamente com trabalhos de outros fotógrafos. “Forest Creatures” estará exposta unicamente no espaço da Galeria.



Série Ruína Carioca.

Exposição: "Habitat" 
Artista: Nelson Porto 
Curadoria: Bianca Boeckel 
Abertura: 18 de agosto de 2018, sábado, às 18h 
Período: 20 de agosto a 15 de setembro de 2018 
Local: Galeria VilaNova – http://www.galeriavilanova.com.br 
Rua Domingos Leme, 73 – Vila Nova Conceição – São Paulo, SP 
Tel.: (11) 2691-1190 
Horários: Quinta-feira a sábado, das 12 às 19h | Segunda a quarta-feira, com agendamento: contato@galeriavilanova.com.br 

Dos Marigo De Claudio Marigo (1950-2014) e de seu filho Vitor Marigo (1984 -) Curador: Rogério Reis


Inaugura a exposição
Dos Marigo - fotografias
De Claudio Marigo (1950-2014) e de seu filho Vitor Marigo (1984 -)
Abertura 24 de agosto,  19h
Entrada franca



A Galeria do Ateliê da Imagem abre no dia 24 de agosto, às 19h, a exposição Dos Marigo que apresenta e combina pela primeira vez aspectos da obra do ambientalista e fotógrafo Luiz Claudio Marigo (1950 – 2014) e de seu filho, também fotógrafo, Vitor Marigo (1984 -). Além do conjunto de fotos, estratégias de permanência, dedicação e sentimento de prazer na natureza, também fazem parte dessa proposta mapas e vídeos que antecedem à chamada cena da foto. Curadoria do renomado fotógrafo Rogério Reis.

Luiz Claudio, com fotos na coleção MASP/Pirelle (2002), no início dos anos 90 foi co-fundador ao lado do zoólogo Marcio Ayres, da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá no Amazonas, foi responsável pela localização da última ararinha azul de Spixii livre na natureza brasileira, causando uma reviravolta na então versão oficial que a considerava extinta. Como educador produziu consciência ecológica com suas fotos através do colecionismo das famosas figurinhas de animais da fauna brasileira que vinham como brinde no Chocolate Surpresa, já nos anos 80.
Vitor é fotógrafo multimídia com especialização em esportes radicais e produtor de expedições em ambientes naturais. Em 2018, foi vencedor da quarta edição do programa de exposições artísticas do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Salamanca, na Espanha. Participou das seguintes coletivas: “Ser Carioca” no Centro Cultural da Justiça Federal–RJ / FotoRio (2015), “Linguagens do Corpo Carioca”, Museu de Arte do Rio (2016)  e “Natureza que Aflora” Museu de Arte Moderna da Bahia (2017).



Serviço
Galeria do Ateliê da Imagem
Exposição DOS MARIGO
Fotografias dos artistas: Vitor Marigo e Luiz Claudio Marigo ((1950 – 2014))
Curadoria: Rogério Reis
Abertura: 24/08 às 19h
Visitação: 25/08 a 13/10, seg-sex 10h-21h sab 10h-16h
Entrada Franca
Ateliê da Imagem: 21 2244-5660
Avenida Pasteur, 453,
Urca

ArtRio 2018 I Compre o seu ingresso



Aqui tudo parece que é ainda paraíso e já é inferno - Marcel Diogo. Aliança Francesa de Belo Horizonte.


MOSTRA INDIVIDUAL DO ARTISTA PLÁSTICO MINEIRO MARCEL DIOGO
FICA EM CARTAZ NA ALIANÇA FRANCESA BH ATÉ DIA 23/8
INTITULADA “AQUI TUDO PARECE QUE É AINDA PARAÍSO E JÁ É INFERNO”,
EXPOSIÇÃO REFLETE SOBRE A DESIGUALDADE SOCIAL BRASILEIRA

Últimas semanas para ver a mostra “Aqui tudo parece que é ainda paraíso e já é inferno”, do artista plástico Marcel Diogo. Em exibição na Aliança Francesa Belo Horizonte, a exposição fica em cartaz até 23 de agosto, na próxima semana. Este é o quarto evento da programação anual da galeria Georges Vincent, em um total de oito exposições ao longo do ano, todas com o tema tema “Arte na Luta”.
Mineiro de Belo Horizonte, Marcel Diogo buscou inspiração para as obras em uma sentença do filósofo e antropólogo franco-belga Claude Lévi-Strauss no ensaio “Tristes Trópicos”, que diz: “aqui, tudo parece que é ainda construção e já é ruína”. O texto ainda vai além para fazer uma análise do Brasil, que, nas palavras de Lévi-Strauss, “corre o risco de ficar obsoleto antes de ficar pronto”.
Tendo essa previsão em mente, Marcel Diogo faz uma análise antropológica das condições antagônicas do país nas telas da série. “O território brasileiro apresenta-se como promessa paradisíaca desde o início de sua construção, porém, revela-se infernal em seu cotidiano desigual”, reflete ele.
O fogo é o protagonista da mostra: as obras apresentam silhuetas de carros incendiados, em referência às diversas manifestações políticas que ocorrem no Brasil desde 2013. “Talvez, o automóvel incinerado em protestos nos grandes centros urbanos represente o desejo de purgar as mazelas sociais e reascender nas cidades melhores condições de vida. Talvez, as chamas possam consumir o inferno e trazer o prometido paraíso”, subjetiva o artista.

Sobre o artista
Marcel Diogo nasceu em Belo Horizonte em 1983 e é formado em Artes Plásticas, com habilitação em Pintura e licenciatura em Desenho e Plástica pela Escola de Belas Artes da UFMG. Em sua trajetória, desenvolve pesquisas em diversos meios, dentre os quais, destacam-se a produção pictórica e projetos curatoriais independentes. O portfólio inclui pinturas bidimensionais, impressões, trabalhos com técnicas mistas e suportes alternativos, construções híbridas, instalações tridimensionais (que ele identifica como “espaciais”), audiovisuais e performances. Destaque para as residências artísticas realizadas no vilarejo-fantasma Cemitério do Peixe, nos arredores de Conceição do Mato Dentro (MG); e na província do Rio Negro, na Patagônia Argentina, intitulada “Cova para um”, com foco nas mais de 30 mil vítimas de desaparecimento durante a ditadura daquele país. Marcel Diogo coordena o Atelier do Ressaca, em Contagem, e faz parte da iniciativa Cerca, sigla para Coletivo de Experiências em Residências e Colaborações Artísticas.




SERVIÇO:
Exposição “Aqui tudo parece que é ainda paraíso e já é inferno”, de Marcel Diogo
Visitação: até 23 de agosto
Horários: de segunda a quintadas 7h30 às 20h15 | sexta-feira, das 7h30 às 17h15 | sábado, das 8h às 13h
Local: Aliança Francesa Belo Horizonte (rua Tomé de Souza, 1.418, Savassi)
Entrada gratuita
Mais informações: (31) 3291-5187

Bienal naifs do Brasil Daquilo que Escapa SESC Piracicaba






O Sesc Piracicaba inaugura a 14ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, sob o título "Daquilo que Escapa", com curadoria de Armando Queiroz, Juliana Okuda e Ricardo Resende. Composta por bordados, desenhos, esculturas, gravuras, pinturas, vídeos, entre outras técnicas, produzidas por 121 artistas (107 selecionados e 14 convidados), de 21 estados do país, a Bienal se reafirma como maior evento de arte naïf do país, destacando peças que simbolizam não apenas a infinidade de relações do homem com a fauna, a flora, com o sagrado e o religioso, mas também o caráter transgressor e insubordinado do artista naïf, sua visão crítica, engajamento e resistência. Dentre os 107 selecionados, 4 artistas recebem o prêmio “Destaque-Aquisição” - seus trabalhos passam a integrar o Acervo Sesc de Arte Brasileira -, 5 são premiados na categoria “Incentivo”, além de 4 “Menções Especiais”, sendo o júri de Premiação composto por Armando Queiroz, Fabiana Delboni e Moacir dos Anjos. 

Para a Bienal Naïfs do Brasil 2018, a comissão curatorial ressalta a impossibilidade de exaurir a complexidade das vidas e das obras de todos os artistas que demonstraram interesse em participar, ou mesmo dos que foram escolhidos e convidados a expor. “A ingenuidade como forma de respeito, ao adentrar a casa de alguém, um pedido de licença para abordar qualquer aspecto que não nos pertença. Foram muitas visitas às casas ateliês num desejo explícito da curadoria de conhecer a ambiência de vida e criação desses artistas”, comentam Armando Queiroz, Juliana Okuda e Ricardo Resende sobre o processo de seleção e montagem da exposição. Baseados no que viram e ouviram, os curadores desta Bienal partem da proximidade com os artistas, de forma colaborativa, para a composição da mostra: “Dar conta e refletir sobre a realidade da produção desses artistas e suas múltiplas possibilidades de contextualização junto aos temas contemporâneos da arte e da sociedade. (...) O que se quer é estar juntos, pensar juntos. São os artistas que nos dizem ser Naïfs”.        

Evento: 14ª Bienal Naïfs do Brasil - “Daquilo que Escapa” 
Curadoria: Armando Queiroz, Juliana Okuda e Ricardo Resende 
Júri de Premiação: Armando Queiroz, Fabiana Delboni e Moacir dos Anjos  
Abertura: 17 de agosto de 2018, sexta-feira, às 20h 
Período: 18 de agosto a 25 de novembro de 2018 
Local: Sesc Piracicaba – www.sescsp.org.br/piracicaba 
Endereço: R. Ipiranga, 155 - Centro, Piracicaba – SP 
Horários: Terça a sexta-feira, das 13h30 às 21h30 | Sábado e domingo, das 9h30 às 18h 
Tel.: (19) 3437-9286 / 0800 771 6243

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Andy Wharhol





Andy Wharhol (1928-1987) Nasceu em Pittsburg, Filadéfia. Aos 17 anos, em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, hoje Universidades Carnegie Mellon  graduando-se em Design. Logo após, mudou-se para Nova York trabalhando como ilustrador de importantes revistas e decorador de vitrines. Foi o mais importante artista americano da Pop Art. A primeira mostra individual em 1952, na Hugo Galley. Entre 1963-1965 realizou a série Death and Disaster, na qual a partir de fotos publicadas nos jornais sobre acidentes, suicídios, assassinatos ou qualquer outro tipo de morte violenta, por meio do silk-screem monocromáticos, transformava a foto preto e branco em telas coloridas. Era uma mostra da violência, que varria os Estados Unidos nesse anos. As imagens são de obras do acervo do Andy Warhol Museum, Pitsburgo e outros.Em 1968, Valerie Solanas fundadora e único membro da SCUM (Society for Cutting Up Men - Sociedade para eliminar os homens) invade o estúdio de Warhol e o fere com três tiros, mas o ataque não é fatal e Warhol se recupera, depois de se submeter a uma cirurgia que durou cinco horas. Este fato é tema do filme I shot Andy Warhol (Eu atirei em Andy Warhol), dirigido por Mary Harron Em 1987, foi inaugurada a Foudation Andy Warhol. Em 1989, retrospectiva no MoMA, NYC. No Whitney  Museum of American Art, NYC a retrospectiva Andy Warhol—From A to B and Back Again a partir de 02 de novembro. Os ingressos já estão disponíveis.




Mao, 1962. Metropolitan Museum of Art, NYC.



Men in Her Life, 1962. Coleção particular.



Campbell's Soup Cans, 1962.



Big Campbell's Soup Can 19c (Beef Noodle), 1962.



Green Coca-Cola Bottles, 1962. Whitney Museum of American Art, NYC.

Ambulance Disaster, 1963


Eletric Chair, 1963.


Gangster Funeral, 1963.

GreenBurningCar1963WarholPa.jpg
Green Burning Car, 1963.


Eight Elvis, 1963. Metropolitan Museum of Art, NYC.


Golden Marylin Monroe, 1963. MoMA, NYC.


Flowers, 1964. MoMA, NYC.


Sixteen Jackies, 1964.

Brillo Box Soap Pads, 1964. MoMA, NYC.


Brillo Box (3 cents off), 1964. Coleção particular.

Turquoise Marilyn, 1964. Metropolitan Museum of Art, NYC.

Untitled, From Marilyn Monroe, 1967. MoMA, NYC.


Che Guevara, 1968.


Portrait of Maurice, 1976, National Galleries of Scotland.


Edson-Pelé form 10 Portraits of Athlets, 1977. Cranbrook Art Museum.


Muhammad Ali, 1978. Andy Warhol Foudation.


Self- Portrait in Drag, 1981, Guggenheim Museum, NYC.

Mickey Mouse, 1981. 


Bald Eagle, 1983.


Warhol Birth of Venus, 1984.


Felix Cat, 1984-1985. Coleção particular Colaboração com Jean-Michael Basquiat.



Portrait of Seymour H. Knox, 1985. Albright-Knox Art Gallery, Búfalo.


John Lennon, 1985-1986. Coleção particular.


Last Supper, 1986. MoMA, NYC.


Self-Portrait in Blue, 1986. Wahrol Museum.


John Wayne from the Cowboys and Indians Series, 1986.



Beethoven, 1987.







HAPPY 90TH BIRTHDAY, ANDY WARHOL!
TICKETS NOW ON SALE

Andy Warhol—From A to B and Back Again
Opens Monday, November 12




Andy Warhol Mr. America _ Pinacoteca, 2010.
Andy Warhol A Comercialização da Arte _ Taschen, 1992.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
Now