quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Cesar Barreto e a fotografia de grande formato no Ateliê da Imagem




Cesar Barreto e a fotografia de grande formato
Dias 25 e 26 de agosto
Inscrições abertas





Cesar Barreto, o mestre da fotografia de Grande Formato veio ao Rio de Janeiro para participar nos dias 25 e 26 de uma Sexta Livre - onde falará sobre sua carreira e suas escolhas pela câmera de Grande formato e, no dia seguinte (26), ministrar o Workshop Introdução à Fotografia em Grande Formato.

O curso é destinado a pessoas que têm interesse pela fotografia analógica e também aqueles que trabalham com digital, mas gostariam de ter uma outra experiência do fazer fotográfico. Será apresentada a forma de operação das câmeras de grande formato e, também, haverá um exercício prático coletivo.

Segundo Cesar Barreto, “ lembrando o workshop que vou oferecer no próximo fim-de-semana no Ateliê, trago aqui a primeira câmera que  adquiri, ainda com verba de mesada, mas que veio a me deixar eternamente viciado nos molejos e requebros que estas criaturas oferecem, tornando em comparação qualquer câmera fixa um trem chato e limitado”.

No contraponto, aparece a Sinar P, que na época não tinha nem sonhos de poder adquirir, mas que hoje encontramos aos milhares sendo vendidas a qualquer preço no mercado externo.

 Peixes.


 Tachihara.



Inscrições abertas- poucas vagas
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur, 453, Urca
Tel 21 2547 4953



IndivíDuo - Atherino e Rona na Galeria Teste.


Lançamento do livro de Janaina Tschäpe no Rio de Janeiro na Carpintaria.



"Nunca vi algo parecido" - Ensaio de Gladston Mamede sobre Babel





Ainda bem que acabou: hoje é dia 20 de agosto e estão desmontando a exposição de Miguel Gontijo. Babel esteve tempo demais no Palácio das Artes, justo na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, de frente para a Avenida Afonso Pena, no coração da Capital das Alterosas: aquela que foi um Belo Horizonte daquelas que ainda são as Minas Gerais das barragens rotas. Aquilo foi uma provocação inaceitável, um murro, um soco, um linchamento, uma ofensa a tudo e todos. Um ato de terrorismo pictórico contra nosso conformismo pop, num tempo em que os mais humanos se preparam para sacar o lobo de dentro de si e fazer uma farra de sangue com os cordeiros. 

Entrei pela porta do dragão algumas vezes; a primeira, na abertura – que melhor fica quando é chamada de vernissage, já que o francês abre melhor que o vernáculo. Se bem que os publicitários sejam religiosamente fiéis ao inglês – theoppening nigth! -, no que estão sendo seguidos até pelos advogados que, na esperança de honorários empresariais eyankees, deixaram o latim para lá, ele que já morreu tantas vezes. Voltei outras vezes para ver se conseguia digerir aquilo tudo, vendo pobres coitados debruçados sobre as peças miguelgontijianas, buscando detalhes, comentando isso ou aquilo, sem perceber que tudo não passava de um acinte: o artista cuspia na cara da gente.

O pior é ver que ninguém reclamou desse milagre luciferiano – por que Deus não varia aquilo de jeito maneira! A multiplicação dos Miguéis Gontijos é obra do tinhoso, o inominável. Fui à exposição de um e, ao embrenhar-me no labirinto que montou Augusto Nunes-Filho, o curador, encontrei uma exibição de vários, o que é indecente se considerarmos a criatividade e a técnica capenga que faz com que outros se mantenham na replicação do mesmo, como um disco que não consegue vencer o furo, retirando-nos o prazer dos pequenos estalidos que a agulha não pode mais buscar.

Mas é preciso denunciar isso e pedir providências. Nunca vi algo parecido associado a uma só pessoa. Muitos se confundiram e acreditaram piamente que era uma coletiva já que, em cada volta e revolta do labirinto, surgia um conjunto de obras com identidade própria, como se fosse um outro artista. Não era! Mefistonianamente, Miguel Gontijo se multiplicava em estéticas e vocabulários diversos, se cambiava, se travestia para dizer outras coisas, para provocar de modo novo, para contaminar. Agora percebo a semelhança entre ambos: se não há identidade, há fraternidade. Acautelem-se. 

Mas não foi isso? Na exposição de fulano e de fulana, vi tanto do mesmo: um chapado com variações, como se um carimbo ou chancela que, retocado para dar diferença, reiterava-se modorrenhamente. Então, vem Babel trazer essa multiplicidade de universos que partem de um só artista? Um nas acrílicas, outro nos pequenos desenhos, outros nos grandes desenhos, outros nos objetos (e uma seção de objetos assim, outra seção de objetos assada), outros nas instalações, nos pratos, nos bonecos estilhaçados, nas quase esculturas que eram, a bem da verdade, mais que esculturas. E querem me convencer que não há um pactum diabolicum

Atentem para a sabedoria esotérica e compreendam. Está tudo na carta XV: Le Tarot de Marseille: le diable: o diabo. O Arcano XV! O diabo fascina e desperta os instintos mais viscerais, liberando uma energia passional, violenta, como o desejo de poder nietzschiano: vontade de potência que faz o hiper-homem (homos superior): o ser humano além do ser humano, a se revelar no prazer dos corpos que se socam e sangram numa luta de boxe ou full-fight, sem perceber que, mesmo nele, o inocente ele, isso é o átrio da antropofagia.

Ainda bem que desmontaram a exposição – não iram queimá-la? Ouvi dizer que haveria um incêndio controlado, com socorro do Corpo de Bombeiros. Desistiram? Por que? Dorian Gray não hesitaria se pudesse queimar o seu retrato. Por que vamos hesitar se podemos dar fim a esse retrato tão fiel do que somos? Possessivos, ambiciosos, passionais, avaros (sem o assento que marca o erro da prosódia), dominadores, ciumentos, indecentes e tudo o mais que se via e revia na Babel de Miguel Gontijo. Por sorte, acabou: estão desmontando a exposição. Voltemos todos para o pasto pois o prazer de ruminar o capim meloso é melhor e a carne que não está assustada é sempre mais macia. E se formos protestar, que seja por cerveja, pois em Kobe ela é farta a modo de o Wagyu marmorizar.





Miguel Gontijo e suas obras.

Paula Klien expõe, simultaneamente, obras inéditas em Londres e Berlim, em Setembro


Paula Klein.


Paula Klien expõe, simultaneamente, obras inéditas em Londres e Berlim, em Setembro

Após individual na capital alemã, em fevereiro, e participação na Clio Art Fair, em NYC, e na arteBA, em Buenos Aires, a artista plástica brasileira volta a apresentar seu trabalho na Europa utilizando pintura em nanquim

Única brasileira a participar da coletiva “Asia On My Mind” na aquabitArt gallery, Berlim, que se encerrou no último dia 20 de agosto, a artista plástica Paula Klien segue trilhando com sucesso internacional sua recente carreira no circuito das artes visuais, depois de se consagrar no ramo da fotografia. Seu ano prolífico - iniciado com a individual “Invisibilities”, na Augustrasse, referência no circuito de artes de Berlim, seguido por sua participação na Clio Art Fair (Nova Iorque) e na 26° edição da arteBA (Arte de Buenos Aires), pela galeria de arte Emma Thomas - será brindado ainda com mais duas exposições internacionais, simultaneamente, de 14 a 17 de Setembro: na SaatchiGallery, considerada uma das maiores e mais importantes galerias de arte de Londres, participando com cinco obras, sendo quatro inéditas; e novamente em Berlim, desta vez participando da Positions Berlin Art Fair, com três obras, sendo duas delas inéditas. O evento reunirá seletas galerias internacionais, as mais importantes da arte contemporânea e moderna do mundo.
De volta à sua primeira manifestação artística, Paula Klien retoma o universo das artes plásticas e como investigação encontra na tradição milenar do nanquim, um contraponto à sua experiência com a produção de imagens através de aparatos técnicos e máquinas. Em suas novas experiências, luz e sombra se transformam em base de sustentação para as abstrações monocromáticas e fluídas. Conceitualmente, a pesquisa está no campo da arte & espiritualidade, onde os processos são ferramentas de busca por transcendência, atemporalidade, silêncio e entrega. Na vivência entre a espontaneidade e o controle, entre a ação e a não-ação, o visível e o invisível, as formas são imprevisíveis e sem limites, sem bordas, desdobramentos do acaso.
'Obras-manifestações' revelam mistérios do intangível explorados pela artista. Em seu abstracionismo lírico, telas e objetos tridimensionais materializam-se de forma homogênea e elegante, trilhando, entretanto, linhas cruas e desprovidas de adereços. Com a proposta de  releitura da tradicional ‘Chinese Ink Painting’, Paula Klien desenvolve uma técnica pessoal, tornando contemporâneo um trabalho cuja versão clássica tem origem nas influências da doutrina Taoísta na China, pelo princípio de deixar fluir.


Na Feira de Arte de Buenos Aires.


Marga Moon Ridas Positions Berlim Art Fair.


Silence. Saatchi Gallery, Londres.

Tune. Saatchi Gallery. Londres.

 Clio Art Fair - Parede principal com tela de Paula Klien ao lado de foto de Nina Berman.

Invisibilities - Berlim fevereiro 2017.





Gabriela Sacco Foram ao norte para chegar ao sul


Abertura (22/08) - Graciela Sacco



GRACIELA SACCO
Foram ao norte para chegar ao sul
Abertura: 22 de agosto de 2017, 19h
Um dos principais nomes da produção argentina contemporânea, Graciela Sacco (1956) realiza na Zipper sua primeira exposição individual no Brasil. Aberta a partir do dia 22 de agosto, a mostra  "Foram ao norte para chegar ao sul" reúne instalações, vídeos, fotografias e objetos da artista, que é reconhecida por desenvolver técnicas inovadoras de impressão fotossensíveis, rompendo com suportes tradicionais. Com curadoria de Diana Wechsler, professora da Universidad de Buenos Aires, a exposição fica em cartaz até 30 de setembro.

“Foram ao Norte para chegar ao Sul” é também título de série recente da artista, que, de certa maneira, condensa os temas alvo da exposição: a relação entre memória e fotografia e entre arte e sociedade, deslocamentos, migrações, exílios e a diáspora contemporânea.

A última vez que Graciela Sacco apresentou um corpo expressivo de trabalhos no país foi em 1996, durante 23ª Bienal de São Paulo, da qual participou como representante argentina. A artista acumula, ainda, diversas outras participações em bienais internacionais de arte: Ushuaia (2009), Shanghai (2004), Veneza (2001), Havana (1997 e 2000) e do Mercosul, 1997. Neste ano, Graciela participa, ainda, da Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul (Bienalsur) com a intervenção urbana “¿Quién fue?”.

Influenciado pelo conceitualismo latino-americano dos anos 1960, seu trabalho tem forte implicação política e se expressa, frequentemente, na evidenciação de conflitos e tensões, sejam sociais, políticos, econômicos, entre sujeito e objeto, luz e sombra, espaço e suporte. Na individual, Graciela faz, ainda, um panorama de sua produção, com trabalhos da década de 1990 – como os da série “Bocanada” (1994), apresentados na Bienal de São Paulo de 1996 –, do inícios dos anos 2000 e algumas mais recentes, produzidas após 2010.

Sobre a artista
Graciela Sacco (Rosario, 1956) é reconhecida por trabalhos desenvolvidos a partir de técnicas inovadoras de impressão fotossensíveis, que permitem a gravação de imagens em meios pouco usuais. Influenciada pelo conceitualismo latino-americano dos anos 1960, entre eles o coletivo Tucumán Arde, sua produção tem forte implicação política. A relação entre a memória e a fotografia é outro tema fortemente explorado pela artista. Em vídeos, instalações e intervenções urbanas, além das impressões em heliografia em distintos materiais, ela examina as tensões entre arte e sociedade e trata de questões como deslocamentos, migrações, exílios e a diáspora contemporânea. Graciela já representou a Argentina em diversas bienais internacionais, entre elas: Veneza (2001), São Paulo (1996), Havana (1997 e 2000), Mercosul (1997), Shanghai (2004) e Ushuaia (2009). Participou também de mostras individuais e coletivas em países como Inglaterra, Alemanha, França, Israel, Estados Unidos, Brasil, Colômbia e Peru. Sua obra está presente em importantes coleções internacionais, entre elas: MAMBA (Museu de Arte Moderna de Buenos Aires), Argentina; MACRO (Museu de Arte Contemporáneo de Rosario), Argentina; Museu do Bronx (Nova York, Estados Unidos); MFAH (Museu de Bellas Artes de Houston), Estados Unidos; Museum of Art Fort Lauderdale, Estados Unidos; Coleção Microsoft, Washington, Estados unidos; Essex University, Colchester, Inglaterra.

Sobre a curadora
Curadora, pesquisadora e doutora em História da Arte, Diana Beatriz Wechsler (1961) é professora titular da Universidad de Buenos Aires (UBA). Dirigiu exposições e projetos na Argentina, Itália, Brasil, México, Espanha e Alemanha. Principais publicações: Entre tiempos…Presencias de la Colección Jozami en la Lázaro Galdiano” (2014); “Pensar con imágenes” (2012), “Imágenes e historias” (2011), “Realidad y utopía, Realidad y Utopía” (Berlín 2010); Gorriarena, Itinerarios (2007), “Territorios de diálogo” (México, 2006);  “Los surrealistas

DotArt Galeria Re de Barrão e Children's Corner de Renata Egreja.



DOTART GALERIA INAUGURA AS MOSTRAS “RE-“ DE BARRÃO E “CHILDREN’S CORNER”, DE RENATA EGREJA, NO DIA 22 DE AGOSTO
NA SALA PENSANDO, ALEXANDRE SEQUEIRA APRESENTA “MEU MUNDO TEU”

Impulsionados pela força que nos leva a pensar, refletir, temer, ver, ouvir, falar, imaginar, sentir e criar, a dotART galeria inaugura sua nova coletiva, no dia 22 de agosto: “Re-“, do artista Barrão; “Children’s Corner”, de Renata Egreja e na Sala Pensando, “Meu mundo teu”, de Alexandre Sequeira.
Com curadoria de Wilson Lazaro, diretor artístico da galeria, o espaço de arte abre suas portas e coloca em evidência o que precisa ganhar relevo: as expressões artísticas em diferentes suportes, impassíveis diante da contemplação humana, envoltas em suas próprias existências.
São esculturas e aquarelas de Barrão, com trabalhos inéditos, instalados na galeria 1; pinturas e aquarelas da Renata Egreja, na galeria 2 e um trabalho de antropologia social, com pitadas de poesia e emoções assinado por Alexandre Sequeira, na Sala Pensando.

Re - Barrão
A exposição de Barrão reúne obras em gesso e resina na cor branca, moldadas de objetos do cotidiano. Desde 2013, o artista passou a se interessar em explorar as fronteiras das esculturas de uma maneira diversa da usada em seu conhecido trabalho com louça, em que encontrava bibelôs, partia e colava pedaços, criando figuras híbridas.
Decidiu usar o gesso, que alterou seu processo de criação. O artista fez moldes de objetos cotidianos de diferentes materiais – como vidro, plástico, metal, madeira e até mesmo comida – para criar suas esculturas de formas híbridas, todas com uma aparência uniforme ao final, brancas. Para a exposição “Re-“, na dotART, Barrão preparou, ainda, aquarelas inéditas e duas novas esculturas.



Children’s Corner – Renata Egreja
As pinturas de Renata Egreja recebem impulsos energéticos ritmados pela dança. Inspirado pela natureza seu trabalho traduz as formas das flores, bulbos e folhas, a utilização do decalque e de máscaras servem, sobretudo para delimitar essa paisagem exuberante e sensual.
“Minha pintura é de contemplação e movimento. Daí a relação com a musicalidade. As relações de luz (solar) que aparecem numa pintura circulando no espaço e tempo, uma pintura que parece apresentar dois tempos”, explica a artista.




Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Este trabalho de Alexandre Sequeira registra o documento de um encontro entre o fotógrafo e dois personagens: Jefferson Oliveira - morador da ilha do Combú, e Tayana Wanzeler - residente no bairro do Guamá. Uma história construída com parceria, afeto e, acima de tudo, reconhecimento do outro como verdadeiro coautor da nova imagem de mundo revelada.
Em 2007, os dois personagens registraram, a partir da intermediação do fotógrafo, momentos em que se descobririam por meio de cartas e fotografias. Este diálogo combinava referências verbais e visuais: uma pergunta numa carta resultava muitas vezes numa resposta em imagem, gerando curiosas traduções da realidade de cada um.
Assim, os três mergulharam numa aventura de recortes e colagens de fragmentos de realidade, que confundiam cada vez mais os limites entre seus mundos. Se permitiram contaminar e ser contaminado pelo olhar do outro em experimentações fotográficas.

SERVIÇO:
Re - Barrão
Children’s Corner – Renata Egreja
Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Abertura: 22 de agosto, às 18h00.
Visitação: até 21 de outubro de 2017.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários – BH/MG
Entrada Franca.
Contato: (31) 3261-3910/ dotart@dotart.com.br.
Instagram.com/galeriadotart

SOBRE OS ARTISTAS
Barrão
Jorge Velloso Borges Leão Teixeira (Rio de Janeiro). Desenhista, pintor, escultor, artista multimídia. Autodidata, inicia sua carreira artística com o Grupo Seis Mãos (1983-1991) formado com Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta. O grupo desenvolve atividades com vídeo, pinturas ao vivo, shows musicais e performances e promove o projeto Improviso de Pintura e Música, em ruas, praças públicas, faculdades etc. A primeira exposição dos três artistas tem lugar em 1983, no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Neste ano, Barrão participa das mostras Arte na Rua I e Pintura! Pintura!, ambas na mesma cidade. Em 1984, realiza a primeira individual, Televisões, na Galeria Contemporânea, e participa da coletiva Como Vai Você, Geração 80?, realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília, em 1990. Realiza, com Sandra Kogut, os vídeos 7 Horas de Sono e A Geladeira. Faz ainda vinhetas eletrônicas para televisão, trabalhos de cenografia e capas de discos. Cria, em parceria com o artista Luiz Zerbini, o editor de vídeo e cinema Sérgio Mekler e o produtor musical Chico Neves, o grupo Chelpa Ferro, em 1995, que trabalha com escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica.

Renata Egreja
Renata Egreja nasceu em São Paulo em 1984. Iniciou os estudos em artes visuais na FAAP e terminou na Ecole dês Beaux Arts de Paris, onde também concluiu o mestrado em 2010. De retorno a São Paulo participou de diversas exposições individuais e coletivas. A individual “Um traço basta” foi em 2011 no MAC Curitiba. Na Zipper galeria apresentou duas exposições individuais, “A regra do jogo” em 2012 e “Idilio” em 2014.
Entre os prêmios mais relevantes obteve em 2012 o Premio Itamaraty de Arte Contemporânea e a residência artística na Índia oferecida pelo Itamaraty e o MAB Faap. Sua pintura é de forte inspiração ornamental e suas composições apresentam uma tendência um tanto quanto construtiva. A utilização de uma grande paleta de cores é uma forte caracteriza das suas obras. Renata hoje divide sua vida entre São Paulo, Paris e Ubatuba.

Alexandre Serqueira
Artista visual é Mestre em Arte e Tecnologia pela UFMG, doutorando em Arte pela mesma Instituição e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPa. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, tendo participado Encontros de Fotografia, Seminários e Exposições no Brasil e exterior, podendo-se destacar “Une certaine amazonie”; em Paris/França; Bienal Internacional de Fotografia de Liège/Bélgica; Exposição no Centro Cultural Engramme em Quebec/Canadá; X Bienal de Havana/Cuba; Paraty em Foco 2009; FotoFestPoa 2010 e 2011; Festival de Fotografia de Recife 2010; Simpósio e exposição “Brush with Light”, na Universidade de Arte Mídia e Design de NewPort no Reino Unido, Festival Internacional de Fotografia de Pingyao/China, exposição “Gigante pela própria natureza” em Valência na Espanha; “Contemporary Brazilian Printing” em New York/EUA; “Segue-se ver o que quisesse” no Palácio das Artes em Belo Horizonte/MG/BR; “Geração 00 – a nova fotografia brasileira; e Projeto Portfólio no Itaú Cultural em São Paulo/Brasil. Tem obras no acervo do Museu da UFPa, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas; Coleção Pirelli/MASP, Museu de Arte do Rio/MAR, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e na Coleção de Fotografia da Associação Brasileira de Arte Contemporânea/ABAC.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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