sábado, 23 de setembro de 2017

Gerben Mulder | Galpão



Bruno Miguel em Nova York


É com muito orgulho, felicidade e gratidão que gostaria de informar a todos que acompanham meu trabalho que agora eu sou também representado por uma galeria incrível de NY, além da IK Projects minha galeria em Lima e da Luciana Caravello arte contemporânea minha galeria no Rio de Janeiro. E para essa notícia ser ainda mais maravilhosa, convido a todos para a abertura da minha primeira individual, Seduction and Reason, na Sapar Contemporary, em Tribeca dia 29 de setembro! Ao longo da semana vou postando imagens da montagem... Quem também estiver por aqui, só dar um alô.
Queria agradecer em especial Vishnu Ilan Karpio e Nina Levent pela conexão que me fez chegar até aqui. E muito obrigado Aliza Edelman e Luciana Solano pela intermediação do meu trabalho nesse novo Circuito.Thank you so much!


Bruno Miguel:

Seduction and Reason

Essay by Aliza Edelman, Ph.D.



Sucessões Divergentes - Edifício Caleidoscópio no jardim do Campo Grande em Lisboa.


“Sucessões Divergentes” é a nova exposição que abre no próximo dia 
​​
28 de Setembro, quinta-feira, às 19h, no renovado Edifício Caleidoscópio no jardim do Campo Grande em Lisboa.


​O artista luso-brasileiro​ 
​​
Rodrigo Vila
 apresenta pinturas baseadas nos erros e faltas de azulejos nas fachadas de Lisboa.




​​​​Sucessão divergente #7  .  Óleo sobre tela  .  (100 x 100cm)  .  2017​​




​Rodrigo Vila ​​(Rio de Janeiro, 1980) ​emprega em suas pinturas técnicas similares às ​​utilizadas nas antigas fábricas de azulejos​ do século XIX​: a pintura com estampilhas (moldes vazados, como um ​​​​stencil) recriadas ​uma a uma ​pelo próprio artista ​(é necessário usar-se uma estampilha para cada cor em cada padrão - em uma de suas pinturas, quatro estampilhas para um único padrão), ​bem como a montagem das suas telas​ que se dá​ peça a peça​,​ da mesma forma como se azuleja uma fachada. As composições que podemos ver em suas pinturas partem de fotografias feitas nas ruas de Lisboa.



​​​​​​​Sucessão divergente #1  .  Óleo sobre tela  .  (80 x 80cm)  .  2017





O seu corpo de trabalho chama a nossa atenção em pequenos enquadramentos que ampliam essas perdas e erros. Num primeiro olhar, os erros que apresenta parecem demasiado irreais para serem verdadeiros. ​​Contudo, os seus ​​últimos trabalhos, ​​​em sua maioria, ainda inéditos, que serão apresentados na exposição ​"Sucessões Divergentes​"​, revelam erros reais, tal como são encontrados nas fachadas dos edifícios Lisboetas. Esses erros reais focados e exacerbados pelo artista, geram padrões irregulares no que poderia ser uma imagem caleidoscópica​.


O espaço da cidade, com sua dinâmica contemporânea, converte-se num reflexo do mundo, onde a perfeição jamais será tão perfeita quanto a imaginamos.


​​
A exposição pode ser visitada 24 horas por dia, assim como as fachadas da cidade não se encontram
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 delimitadas por um horário.






Rodrigo Vila ​(1980 - Rio de Janeiro) formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), começou o seu trabalho em artes plásticas em 2004, já tendo participado de diversas exposições coletivas e apresentado mostras individuais em Portugal. Muitas das suas peças encontram-se atualmente em coleções particulares.​




​serviço:
Exposição 

​​
"​
Sucessões Divergentes
​"​
Inauguração
​ quinta,​
 dia 28/09/2017 às 19h
até 17/10/2017
segunda-feira a domingo, 
​aberta ​
24 horas
Local: Edifício Caleidoscópio, Jardim do Campo Grande, Lisboa


Links


Di Cavalcanti Papel em Destaque na Galeria da Reitoria USP



Barrão e Renata Egreja na Dotart Galeria


DOTART GALERIA INAUGURA AS MOSTRAS “RE-“ DE BARRÃO E “CHILDREN’S CORNER”, DE RENATA EGREJA, ATÉ 21 DE OUTUBRO
NA SALA PENSANDO, ALEXANDRE SEQUEIRA APRESENTA “MEU MUNDO TEU”

Impulsionados pela força que nos leva a pensar, refletir, temer, ver, ouvir, falar, imaginar, sentir e criar, a dotART galeria apresenta três exposições inéditas, até 21 de outubro: “Re-“, do artista Barrão; “Children’s Corner”, de Renata Egreja e na Sala Pensando, “Meu mundo teu”, de Alexandre Sequeira.
Com curadoria de Wilson Lazaro, diretor artístico da galeria, o espaço de arte abre suas portas e coloca em evidência o que precisa ganhar relevo: as expressões artísticas em diferentes suportes, impassíveis diante da contemplação humana, envoltas em suas próprias existências.
São esculturas e aquarelas de Barrão, com trabalhos inéditos, instalados na galeria 1; pinturas e aquarelas da Renata Egreja, na galeria 2 e um trabalho de antropologia social, com pitadas de poesia e emoções assinado por Alexandre Sequeira, na Sala Pensando.

Re - Barrão
A exposição de Barrão reúne obras em gesso e resina na cor branca, moldadas de objetos do cotidiano. Desde 2013, o artista passou a se interessar em explorar as fronteiras das esculturas de uma maneira diversa da usada em seu conhecido trabalho com louça, em que encontrava bibelôs, partia e colava pedaços, criando figuras híbridas.
Decidiu usar o gesso, que alterou seu processo de criação. O artista fez moldes de objetos cotidianos de diferentes materiais – como vidro, plástico, metal, madeira e até mesmo comida – para criar suas esculturas de formas híbridas, todas com uma aparência uniforme ao final, brancas. Para a exposição “Re-“, na dotART, Barrão preparou, ainda, aquarelas inéditas e duas novas esculturas.



Children’s Corner – Renata Egreja
As pinturas de Renata Egreja recebem impulsos energéticos ritmados pela dança. Inspirado pela natureza seu trabalho traduz as formas das flores, bulbos e folhas, a utilização do decalque e de máscaras servem, sobretudo para delimitar essa paisagem exuberante e sensual.
“Minha pintura é de contemplação e movimento. Daí a relação com a musicalidade. As relações de luz (solar) que aparecem numa pintura circulando no espaço e tempo, uma pintura que parece apresentar dois tempos”, explica a artista.



Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Este trabalho de Alexandre Sequeira registra o documento de um encontro entre o fotógrafo e dois personagens: Jefferson Oliveira - morador da ilha do Combú, e Tayana Wanzeler - residente no bairro do Guamá. Uma história construída com parceria, afeto e, acima de tudo, reconhecimento do outro como verdadeiro coautor da nova imagem de mundo revelada.
Em 2007, os dois personagens registraram, a partir da intermediação do fotógrafo, momentos em que se descobririam por meio de cartas e fotografias. Este diálogo combinava referências verbais e visuais: uma pergunta numa carta resultava muitas vezes numa resposta em imagem, gerando curiosas traduções da realidade de cada um.
Assim, os três mergulharam numa aventura de recortes e colagens de fragmentos de realidade, que confundiam cada vez mais os limites entre seus mundos. Se permitiram contaminar e ser contaminado pelo olhar do outro em experimentações fotográficas.

SERVIÇO:
Re - Barrão
Children’s Corner – Renata Egreja
Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Visitação: até 21 de outubro de 2017.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários – BH/MG
Entrada Franca.
Contato: (31) 3261-3910/ dotart@dotart.com.br.
Instagram.com/galeriadotart

SOBRE OS ARTISTAS
Barrão
Jorge Velloso Borges Leão Teixeira (Rio de Janeiro). Desenhista, pintor, escultor, artista multimídia. Autodidata, inicia sua carreira artística com o Grupo Seis Mãos (1983-1991) formado com Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta. O grupo desenvolve atividades com vídeo, pinturas ao vivo, shows musicais e performances e promove o projeto Improviso de Pintura e Música, em ruas, praças públicas, faculdades etc. A primeira exposição dos três artistas tem lugar em 1983, no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Neste ano, Barrão participa das mostras Arte na Rua I e Pintura! Pintura!, ambas na mesma cidade. Em 1984, realiza a primeira individual, Televisões, na Galeria Contemporânea, e participa da coletiva Como Vai Você, Geração 80?, realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília, em 1990. Realiza, com Sandra Kogut, os vídeos 7 Horas de Sono e A Geladeira. Faz ainda vinhetas eletrônicas para televisão, trabalhos de cenografia e capas de discos. Cria, em parceria com o artista Luiz Zerbini, o editor de vídeo e cinema Sérgio Mekler e o produtor musical Chico Neves, o grupo Chelpa Ferro, em 1995, que trabalha com escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica.

Renata Egreja
Renata Egreja nasceu em São Paulo em 1984. Iniciou os estudos em artes visuais na FAAP e terminou na Ecole dês Beaux Arts de Paris, onde também concluiu o mestrado em 2010. De retorno a São Paulo participou de diversas exposições individuais e coletivas. A individual “Um traço basta” foi em 2011 no MAC Curitiba. Na Zipper galeria apresentou duas exposições individuais, “A regra do jogo” em 2012 e “Idilio” em 2014.
Entre os prêmios mais relevantes obteve em 2012 o Premio Itamaraty de Arte Contemporânea e a residência artística na Índia oferecida pelo Itamaraty e o MAB Faap. Sua pintura é de forte inspiração ornamental e suas composições apresentam uma tendência um tanto quanto construtiva. A utilização de uma grande paleta de cores é uma forte caracteriza das suas obras. Renata hoje divide sua vida entre São Paulo, Paris e Ubatuba.

Alexandre Serqueira
Artista visual é Mestre em Arte e Tecnologia pela UFMG, doutorando em Arte pela mesma Instituição e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPa. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, tendo participado Encontros de Fotografia, Seminários e Exposições no Brasil e exterior, podendo-se destacar “Une certaine amazonie”; em Paris/França; Bienal Internacional de Fotografia de Liège/Bélgica; Exposição no Centro Cultural Engramme em Quebec/Canadá; X Bienal de Havana/Cuba; Paraty em Foco 2009; FotoFestPoa 2010 e 2011; Festival de Fotografia de Recife 2010; Simpósio e exposição “Brush with Light”, na Universidade de Arte Mídia e Design de NewPort no Reino Unido, Festival Internacional de Fotografia de Pingyao/China, exposição “Gigante pela própria natureza” em Valência na Espanha; “Contemporary Brazilian Printing” em New York/EUA; “Segue-se ver o que quisesse” no Palácio das Artes em Belo Horizonte/MG/BR; “Geração 00 – a nova fotografia brasileira; e Projeto Portfólio no Itaú Cultural em São Paulo/Brasil. Tem obras no acervo do Museu da UFPa, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas; Coleção Pirelli/MASP, Museu de Arte do Rio/MAR, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e na Coleção de Fotografia da Associação Brasileira de Arte Contemporânea/ABAC.






















Gida - Mauricio Adinolfi e Sofia Pidwell Curadoria: Maria de Fátima Lambert. Quase Galeria, Lisboa.





O projeto de instalação parte do diálogo entre os trabalhos de Maurício Adinolfi e Sofia Pidwell, utilizando madeiras navais pesquisadas em estaleiros da cidade do Porto, cabos marítimos, esferas de vidro e cabos de aço tensionados no espaço. Tem como referência a obra Os Lusíadas, de Camões, nomeadamente o porto de Gidá*, localizado no Mar Vermelho, importante ponto cultural do médio oriente - alcançado pelos navegadores - rota de comércio, descobertas e negociações. O movimento da navegação, o caminho percorrido, a expansão das relações humanas, as trocas, conflitos e novas ligações entre culturas são motes dessa proposta.

Esta exposição é um projeto de conversa entre 2 artistas, de 2 países e com linguagens plásticas identitárias...concebido especificamente para a Sala da Quase Galeria e desenvolvido em contexto de residência artística...na sequência do programa de residências e exposições realizados desde há 8 anos... A exposição comissariada por Fátima Lambert estará patente ao público de 22 de setembro a 27 de outubro de 2017.

Sofia Pidwell vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em publicidade IADE (Instituto Universitário de Artes Visuais, Design e Marketing) e, desde 2004, após formação em desenho (Soc. Nacional de Belas Artes) e em pintura, passou a dedicar-se às Artes Plásticas. Mauricio Adinolfi é artista plástico com formação em Filosofia. Instinto, pulsão, civilização e animalidade são palavras atribuídas aos seus trabalhos que abarcam a relação entre homem e natureza. Estudou com Dudi Maia Rosa, Rodrigo Naves e Agnaldo Farias.

Neil Beloufa e Wilfredo Prieto Mendes Wood DM São Paulo.


Mendes Wood DM São Paulo


Abertura / Opening

Quarta-feira, 27 de Setembro, das 19h às 22h
Wednesday, September 27th, 7 pm – 10 pm


Neïl Beloufa 
20xx

Wilfredo Prieto
Batatas-Pedras


Mendes Wood DM
Rua da Consolação 3368
São Paulo
Neïl Beloufa, 2017
Wilfredo Prieto2017
Rua da Consolação 3368
01416 – 000 São Paulo SP Brasil

+55 11 3081 1735
info@mendeswooddm.com

www.mendeswooddm.com
facebook.com/mendeswooddm
@mendeswooddm

Segunda-feira – Sábado, 10h - 19h
Monday – Saturday, 10am – 7pm 

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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