domingo, 15 de julho de 2018

Imagem Semanal: Berço



Pieter de Hooch (1629-1684) Mother Lacing Her Bodice beside a Cradle, 1659-1660. Gemäldegalerie.  


George de la Tour (1543-1652) L' Adoration of Magi, 1645. Museu do Louvre, Paris.


Rembrandt (1606-1669) The Holy Familly with Angels, 1645. Hermitage Museum, São Petersburgo.


Samuel van Hoogstraten (1627-1678) Two Women by a Cradle, 1670.Spingfield Museum.



Jean-Honoré Fragonard (1732-18) The Cradel, 1761-1765.  Musée de Picardie, Amiens, France


Nicolaes Maes (1634-1692) A Little Girl Rocking  a Cradle, 1675. National Gallery, Londres.

William Hogarth (1697-1764) Gerard Anne Edwards in His Cradle, 1763.


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Elisabeth Louise Vigée Lebrun (1755-1862) Marie-Antoinette de Lorraine-Habsbourg, Queen of France, and her Children, 1787. Metropolitan Museum of Art, NYC.


Jean-Baptiste-Claude Odiot (1763–1850) The Cradle of the King of Rome (NapoleonII), 1811. Kunsthistorisches Museum. Baseado em desenho de Pierre Paul Prud'hon.


Pierre Paul Prud'hon (1758-1823) Cadle of the King of Romenin Likeness of Love Sleeping, 1811



Jean Augustin Franquelin  (1798-1839)  El Niño Enfermo, 1830.  Museo Kunsthalle (Hamburgo). 

Théodore Joseph Canneel (1817-1892) Charles-Quint et sa Maîtresse Jeanne van der Gheynst Devant le Berceau de leur Fille Marguerite, 1844. MSK, Gent.



Antonio Tantardini (1829-1879) A Young Child and a Baby in a Wicker Crib, 1863. Coleção particular.



Claude Monet (1840-1926) Jean Monet in his Cradle of the baby with Julie Vellay , 1867.

John Everett Millais (1829-1896)  A Flood, 1870. Manchester Museum, UK.



Berthe Morisot (1841-1895)The Cradle, 1872. Musée d'Orsay, Paris.



Vincent van Gogh () Girl Kneeling by a Cradle, 1883.


 Albert Anker (1831-1910) Girl Watching the Toddler in a Cradle, 1885. Coleção particular.

John Atkinson Grimshaw (1836 – 1893)  The Cradel Song, s.d. Coleção particular.

Johann- Nepomuk Ender (1793-1854)  Beside the Cradle, 1905.


Gustave Klimt (1862-1918) Baby Cradle, 1917-1918.



Nelson Leirner (1932-) Branca de Neve e os Sete Anões, 2011.


Robert Gober (1954-) Sem título, 1993-2013.




Elmgreen (1961-)  and Dragset (1969-) Eternit, 2014.

sábado, 14 de julho de 2018

Z42 Arte inaugura exposição Costas de Vidro - fotografias de Edu Monteiro Dia 30 de julho, 19h Curadoria: Roberto Conduru





Z42 Arte inaugura exposição Costas de Vidro - fotografias de Edu Monteiro
Dia 30 de julho, 19h
Curadoria: Roberto Conduru
Entrada Franca


“Querendo, pode-se ouvir a marola do mar, uma suave brisa, o roçar da pele na madeira. E mais, pois a foto ressoa além do visível.
É um navio negreiro. Não! É um corpo síntese, índice de milhões de pessoas, tanto das que sucumbiram ao tráfico negreiro quanto das que sobreviveram, vivenciaram e venceram a escravidão”.Roberto Conduru

Primeiro é preciso explicar o título da exposição e como o premiadíssimo fotógrafo Edu Monteiro descobriu e fotografou após quatro anos de investigações e três viagens à Martinica, entre elas uma residência de seis meses em busca do universo mágico, esta dança de combate - uma luta entre o visível e o invisível nas encruzilhadas da diáspora africana - seus pesos e magias.

Costas de Vidro é uma expressão utilizada pelos lutadores da Ladja – uma dança de combate praticada exclusivamente na ilha da Martinica, no Caribe, que lembra bastante a capoeira em alguns aspectos. O principal fundamento desta luta é o “ou wè`y ou pa wè`y” expressão em crioulo que significa: “vê mas não vê” e se refere à capacidade ilusionista dos golpes desta arte, que impossibilita a percepção visual do oponente diante do ataque - transformando o visível em invisível através do corpo. Nesta luta quem tem as costas de vidro não pode ser visto.Faz parte do FotoRio resiste.








Curadoria Roberto Conduru

Segundo o curador Roberto Conduru...”é simples a imagem com a qual Edu Monteiro apresenta Costas de Vidro. Nela, um homem afrodescendente parcialmente imerso na água segura um tambor. A tensão da pega parece visar menos a proteger o tambor do encontro com a água e mais a trazê-lo junto, conectá-lo a si. De tal modo que corpo humano e tambor tornam-se um a extensão do outro. Fazendo as vezes de tronco e cabeça, o tambor ultrapassa a condição de objeto. Dando braços e pernas ao artefato de madeira, ferro, sisal e couro, o homem amplia atributos e habilidades”.

Sobre o Fotógrafo

Edu Monteiro é fotógrafo, pesquisador e doutorando em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense – UFF (2013) e possui formação em Artes e história visual pelo museu Jeu de Paume em Paris (2017). Autor dos livros Autorretrato Sensorial (Pingadoprés, 2015) e Saturno (Azougue Editorial, 2014). Um recorte de Costas de Vidro foi exposto no China Art Museum, como uma das exposições integrantes do Shanghai International Photography Festival de 2017.

Onde!
Z42 Arte está localizado ao lado da subida do Cristo Redentor e se distingue de outros centros culturais. Construído nos anos 1930, o casarão conta com sete salas de exposições e sete ateliês, em que artistas representados pela Z42 Arte vão trabalhar diante do público. — A ideia é haver reciprocidade entre o artista e o público. “A arte é o nosso oxigênio e o seu processo de criação é lindo, tem vida. Queremos que o visitante crie uma sintonia com a construção das obras. Conheço poucos lugares do mundo com essa proposta” afirma o diretor Eduardo Lopes.

Serviço
Costas de Vidro – exposição de fotografias de Edu Monteiro
Curadoria: Roberto Conduru
Z42 Arte - Rua Filinto de Almeida, 42 - Cosme Velho. Rio de Janeiro - RJ
Data de abertura: 30 de julho de 2018 – 19 horas
Livre
Até dia 21de agosto
Entrada franca

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Exposição Mineiridades no Boulevard Shopping

BOULEVARD SHOPPING RECEBE PARTE DO

ACERVO DO MEMORIAL MINAS GERAIS VALE


A próxima parada da exposição itinerante Mineiridades, promovida pelo Memorial Minas Gerais Vale, será ainda mais especial – Belo Horizonte, a casa do museu.  Desde o dia 12 de julho, o Boulevard Shopping recebe parte de algumas salas do Memorial Vale como Barroco Mineiro, Fazendas, Caminhos e Descaminhos e Jequitinhonha, além da releitura de outras, levando para os visitantes do espaço uma nova forma de vivenciar a essência de ser mineiro.
“Mesmo o Memorial Vale estando situado em Belo Horizonte, acreditamos que é importante ampliar ainda mais o acesso da população da capital ao acervo do museu. Dessa forma, levamos este conhecimento ao Boulevard Shopping, que tem localização central e grande fluxo de visitação”, explica o gestor do Memorial, Wagner Tameirão.
Quem passar pela mostra será envolvido por memórias afetivas de Minas Gerais, por meio de sons, imagens e aromas. A exposição ficará no terceiro piso do Boulevard Shopping até o dia 6 de agosto, com visitação gratuita, de segunda a domingo, de 10h às 22h.
"É uma grande honra para o Boulevard trazer um pouco da história do mineiro e de Minas Gerais para dentro do shopping. Sempre valorizamos a cultura e esta exposição do Memorial Minas Gerais Vale vai mostrar para os frequentadores do shopping muitas riquezas e histórias do nosso povo e do nosso estado", comemora Pedro Barbosa, gerente de Marketing do Boulevard Shopping.

Teconologia para ampliação da cultura
Os visitantes também terão a oportunidade de realizar uma visita virtual ao acervo completo do museu, por meio de um totem instalado no espaço, e de conhecer mais sobre os produtos gerados pelos minérios, através de um equipamento avançado de realidade virtual. O visitante interage, em um jogo, com os processos minerários ao longo de toda a cadeia de produção do minério de ferro, principal produto da Vale, como extração e transporte ferroviário e marítimo.
Em 2017, o Mineiridades passou por Itabira, Itabirito, Nova Lima, Congonhas, Ouro Preto e Brumadinho. A mostra recebeu um público de mais de 5 mil visitantes individuais e 30 escolas. Também foram promovidas mais de 20 atrações culturais locais e oficinas.
Em 2018, antes do Boulevard Shopping, o Mineiridades passou por Mariana e Barão de Cocais. O cronograma do restante do ano ainda será definido.


Sobre o Memorial Minas Gerais Vale
O Memorial Minas Gerais Vale é resultado da parceria entre a Vale, a Fundação Vale e o Governo de Minas e funciona no antigo prédio da Secretaria de Estado da Fazenda, originalmente denominada Secretaria das Finanças no século XIX. O espaço é uma iniciativa que se alinha ao propósito da Fundação Vale de fortalecer as identidades culturais regionais e valorizar a cultura, a memória e o patrimônio histórico nos territórios onde a Vale atua

SERVIÇO
Exposição Mineiridades no Boulevard Shopping
Local: Piso 3 do Boulevard Shopping (Av. dos Andradas, 3000 – Santa Efigênia)
Data: 12 de julho a 6 de agosto
Horário: Todos os dias, das 10h às 22h.
Visitação Gratuita
Informações: www.boulevardshopping.com.br │ 2538-7438/ 7439

Dynamic Encounters / Inhotim Charles Watson.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Ed Ruscha




Ed Edward Ruscha (1937-) Nasceu em Omaha, Nebraska. Cresceu em Oklahoma. Em 1966, mudou-se para Los Angeles, onde cursou o Chouinard Art Institute. Vive e trabalha em Los Angeles e é representado pela Gagosian Gallery. Sua obra fala sobre sua experiências e observações urbanas por meio de fotografias, livro de artista, pinturas, filmes e gravuras utilizando-se de paisagens e frases. Em 1962, participou com Lichtenstein, Andy Wahrol, Robert Dowd, Phillipe Heffertin, Jin Diene, e Wayne Thiebaud da exposição New Painting of Common Objects considerada a primeira exposição da Pop Art. Foi publicado o catalogue raisonée em quatro volumes sobre seu trabalho. Participou da Bienal de Veneza e teve retrospectiva no MoMa de Los Angeles, Centro Georges Pompidou, Museo Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Museum of Contemporary Art de Sidnei, Whitney Museum of American Art, Nova York e National Gallery, Washington.



Honk, 1962.



Phillips 66, Flagstoff, Arizona, 1962-1963. Whitney Museum of American Art, Nova York. Gelatine silver print.

Trademark, 1963. MoMA, Nova York.


Standard Study # 3, 1963. Tate Gallery, Londres.


I Think I'll , 1983.National Gallery of Art, Washington.



Jelly, 1967. Coleção particular.


City, 1968. MoMa. Pastel sobre cartão de museu.


Pool #8, 1968. National Galleries Scoltland.


Artist who do Books, 1976. Tate Gallery, Londres.

Back of Hollywood, 1977.


The Music from the Balconies, 1984. Tate Gallery, Londres.

Kicking (from the book 'Flipping, Kicking, Howling, Rolling, Sitting, Standing, Climbing, Telling'), 1988.


Coyote , 1989. Litografia. Institute of Art, Chicago.


Faucet Dry pigment and acrylic on museum board paper.

Dog, 1995. National Galleries Scotland.

Pay Nothing Until April, 2003. National Gallery, Washington.

History of Kids, 2009. Coleção particular.


Fanned Book, 2012. Gagosian Gallery.

Unstructured Merriment, 2016.

Instalação.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Uma Afirmação da Presença Centro Cultural da Presença com Analu Nabuco.


IPANEMA DREAMS DOIS ARTISTAS EM VOO LIVRE Jorge M Borelli e Ronaldo Torquato



IPANEMA DREAMS
DOIS ARTISTAS EM VOO LIVRE
Dizem que um sonho se torna realidade quando os astros conspiram a favor.  E mais, quando é desejo compartilhado por dois artistas que voam com liberdade pelo mundo da criação: JORGE M. BORELLI e RONALDO TORQUATO!
Ambos já percorreram longos caminhos em suas trajetórias artísticas, experimentando, inovando, na busca instigadora tão própria da criação libertária e dos que não se acomodam com o que já produziram, por vezes antecipando-se a seu tempo. Criam arte que surpreende o olhar mais educado ou o que pensa nada mais ter a acrescentar ao já visto. Esta é a magia que flui da produção desses dois artistas, que vai além de uma temporalidade às vezes já desgastada: surpreender, instigar, emocionar!
BORELLI e suas criações


Na exposição que a MBlois Galeria tem a satisfação de apresentar, Borelli nos traz um novo universo de expressão que tão bem domina, mestre que é na artecnologia digital, expressão que ele mesmo criou para denominar seu trabalho. Ele usa e traz do mundo digital novas formas de transmitir emoção e beleza.
No conjunto de sua extensa obra, não tem a pretensão de substituir a pintura por algo cibernético e intermediado por recursos simplesmente advindos da tecnologia. Como criador que é, extrai das novas ferramentas que domina, perspectivas singulares para que o outro diante de seu trabalho, simplesmente vivencie uma poética com figuras limpas, outras que se entrelaçam. Traz, assim, aos apreciadores da arte contemporânea um viés realmente único, novas formas de expressão que surpreendem na composição e em seus elementos, ao injetar harmonias de cor e forma no inesgotável universo de sua criação artística.
TORQUATO e suas criações


Um crítico do mundo, o mundo em suas obras! Este é o ponto de partida para estar diante da obra deste artista pop, que retrata com sua sensibilidade afiada o dia-a-dia, as figuras que estão no cotidiano das calçadas e dos espaços públicos, seja no bairro que tão bem conhece - IPANEMA- seja por cidades tão diversas por onde andou por aí.
Toalhas e guardanapos de bares e restaurantes serviram de suporte à sua criação, colecionada e disputada por amigos e admiradores. Ele traz a cena viva desenhada com liberdade, sem escapar do olhar crítico de quem a eternizou na simplicidade do papel, agora não mais descartável porque espaço de arte.
Não importa o suporte que usa - tela, madeira, papel ou o que lhe esteja à mão – porque está em cada detalhe o que tão bem diferencia seu desenho. Na cena que retrata, na crítica clara ou velada do seu tempo, pode-se sentir a alma do artista inquieto e plural.
Torquato está aqui à sua frente, em suas apreensões de retalhos da vida que encontra por onde passa, para serem apreciados, penetrados e, por certo, inquietar quem se posta diante de sua obra tão enigmática e contemporânea.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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