segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Felipe Góes - Paisagem Incerta - IMS Poços de Caldas



Segue divulgação da exposição individual "Paisagem incerta" no Instituto Moreira Salles em Poços de Caldas, MG. Curadoria de Teodoro Dias.
A mostra segue até 19/11.

Trilhando o Bem no Morro da Urca com TOZ








Trilhando o Bem com o Saúde Criança

Em parceria com o grafiteiro Toz, a ONG promove a venda de camisetas com arte exclusiva dele, desafios online e uma trilha no morro da Urca

Para celebrar os seus 26 anos, a Associação Saúde Criança realiza a campanha Trilhando o Bem em parceira com o artista e grafiteiro TOZ (Tomaz Viana). Ele criou uma arte exclusiva para estampar a camiseta, que pode ser comprada na loja virtual do Saúde Criança: https://loja.saudecrianca.org.br. A campanha ainda terá desafios com recompensas para quem participar ativamente.

O primeiro desafio é divulgar a campanha usando a hashtag #TrilhandoOBem ou enviar para vania@saudecrianca.org.br que publicará no hotsite http://hotsite.saudecrianca.org.br. Quem tiver o maior número de publicações, ganhará uma camiseta autografada pelo TOZ.

O outro desafio visa arrecadar e doar o maior número de latas de leite em pó para o Saúde Criança. E o vencedor terá a oportunidade de visitar o atelier do Toz e tirar uma foto com ele.

Para marcar o aniversário do Saúde Criança, que é dia 25 de outubro, será realizada no domingo, dia 29 de outubro de 2017, às 9:30h, uma trilha no Morro da Urca com a presença do TOZ.  A participação na trilha só será possível com a compra da camiseta.

Sobre o Toz:
Tomaz Viana, mais conhecido como Toz, nasceu em Salvador, em 1976. Formando em Design, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Toz começou a ganhar fama no início dos anos 2000 quando passou a espalhar suas criações pelos muros do Jardim Botânico, da Gávea, do Morro da Providência e nos trens que circulam pela Zona Norte. 

Apaixonado por histórias em quadrinhos, mangás e símbolos do universo religioso de seu estado natal, ele criou um conjunto particular de personagens que engloba da garotinha Nina, inspirada em sua sobrinha, aos simpáticos Schimu. Desde 2009, Toz vem trilhando a seara do mercado formal de arte e tem sua produção comercializada em uma galeria de Copacabana. No período, o valor de suas criações passou de 500 para 70 000 reais. 

O trabalho de Toz, formalizado basicamente a partir da pintura, é pensado em telas que retratam momentos diferentes de sua vida, escrevendo uma história inspirada no cotidiano. Transita entre materiais como tinta à óleo e spray, tanto nas ruas como nas galerias, tendo como principal temática a criação de personagens autobiográficos.

É engajado em projetos de cunho social com foco em crianças e adolescentes e acredita que o fato dele mesmo não ter se identificado com ídolos tradicionais, pode ser um fato comum a muitos jovens.

Associação Saúde Criança
Há 26 anos, a Associação Saúde Criança promove transformação social de famílias, que vivem em pobreza extrema, por meio de metodologia multidisciplinar inovadora.

Além do atendimento direto às famílias, o Saúde Criança dissemina esse conhecimento e prática para instituições públicas e privadas e estimula a mobilização social.

A Associação Saúde Criança foi eleita a ONG mais influente da América Latina e 19ª do mundo, segundo o ranking feito pela NGO Advisor que considera três critérios essenciais: impacto, inovação e sustentabilidade.

 Claudio Lins.


Fernanda Torres.


Lavínia Vlasak.

 Tony Belloto.

Malu Mader.


SERVIÇO:

29/10 - Domingo - Trilhando o Bem no Morro da Urca com TOZ
Horário: 9:30h
Entrada: através da compra de uma camiseta, previamente pelo site http://hotsite.saudecrianca.org.br/  ou no próprio dia.

Marcelo Jácome - Multiedro Expandido no Museu do Açude



MUSEU DO AÇUDE RECEBE INSTALAÇÃO TEMPORÁRIA DO ARTISTA MARCELO JÁCOME
Inauguração será no dia 29 de outubro




O carioca Marcelo Jácome tinha acabado de confirmar sua individual em Basel, na Suiça, quando recebeu um convite irrecusável: produzir uma obra de grande porte para o Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude. Proposta aceita e mãos à obra. No dia 29 de outubro, o artista inaugura a instalação temporária Multiedro Expandido, que ficará no patamar do jardim, local que já recebeu a obra de Tatiana Grinberg. Outros artistas que participaram do projeto foram Carla Guagliardi, Ricardo Ventura e João Modé.

Por seis meses, os visitantes poderão conferir o trabalho concebido por Jácome, que remete a uma estrutura de pipa. Uma obra em aço inox, projetada especialmente para o Museu, que ocupará uma área de nove metros quadrados.

Nas palavras do artista, a instalação é o motivo para as pessoas experimentarem o lugar e se relacionarem com o entorno. “Multiedro Expandido surge como um espaço pluridimensional. A experiência se dá a partir do diálogo entre a obra, o corpo e o ambiente que o Museu nos proporciona. A escala agora é a paisagem”, comenta.

Arquiteto por formação, desde 2006 Marcelo Jácome se dedica exclusivamente à arte. Participou de individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Dentre os destaques, “Paper”, na Saatchi Gallery, em Londres;  “Próximo Futuro”, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa; “Pontos Suspensos”, no Parque Lage; “Building Bridges”, na Fundação Rozemblum, em Buenos Aires; “Jeux de Couleurs”, na galeria Espace_L, em Genebra e “Pórtico - Brasil Território Plural”, no Jardin d’Acclimatation, em Paris.

O Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude estabelece uma relação com a história da Floresta da Tijuca e vem ampliar de forma constante o rico acervo local, que conta com obras permanentes de nomes consagrados, como Waltercio Caldas, Angelo Venosa, Iole de Freitas, Lygia Pape, Nuno Ramos e Helio Oiticica, entre outros.

“É com enorme satisfação que o Museu acolhe este trabalho de Marcelo Jácome, pensado para instigar o diálogo entre arte e natureza”, comemora Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya. 

Patrocinada pela Caixa, esta etapa dos projetos temporários do Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude  receberá, em abril de 2018, a obra de Elizabeth Jobim.

Sobre o Museu do Açude
A história do Museu do Açude inicia-se bem antes de sua criação, em 1964. Está intimamente associada aos episódios que no passado marcaram a residência de Raymundo Ottoni de Castro Maya, cenário de festas, almoços e visitas de personalidades internacionais. Pelas salas do local os visitantes encontram azulejaria portuguesa do século XVIII, peças oriundas de igrejas e a rica coleção de arte oriental. Pelas trilhas que cortam os 151.132 m2, é possível ter contato com a fauna e a flora típicas da Mata Atlântica.

Sobre o artista
Marcelo Jácome nasceu em 1980, no Rio de Janeiro. Graduou-se em 2005 pela Universidade Santa Úrsula. Em 2001, iniciou sua formação em arte na EAV-Parque Lage com nomes proeminentes da cena artística brasileira, como Iole de Freitas, Glória Ferreira e outros. Utilizando-se de um repertório material proveniente de um contexto urbano/popular, Marcelo permeia sua pesquisa com questões relacionadas ao conceito de espaço-tempo, o que lhe possibilita trabalhar em um lugar não definido entre arquitetura, pintura, desenho e escultura. Sua obra surge a partir de objetos escultóricos e instalações de caráter participativo, que tomam forma nas relações entre o bidimensional e o tridimensional, lugar e vazio, dentro e fora, dissolução da forma e autonomia da cor.

Além das exposições no Brasil e no exterior, em 2015, Marcelo passou um tempo na Echangeur22, uma residência artística na França e participou com Martha Pagy de importantes feiras, como The Solo Project durante a Art Basel 2014 e ArtRio 2016. Em setembro de 2017, apresentou a individual  “Raum Farbe - Espaço Cor”, na Brasilea Foundation Basel / Suíça. Em novembro de 2017, Marcelo Jácome estará envolvido com outros dois projetos:  uma individual no Martha Pagy Escritório de Arte, a partir de 10/11; e a instalação site-especific no projeto Monumental Marina, na Marina da Glória, a partir de 18/11. 


Serviço
Instalação Temporária de Marcelo Jácome
Local: Museu do Açude, Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista
Telefone: (21) 3433-4990
Abertura: 29 de outubro, às 12h (de 12h às 15h)
Horário de visitação: diariamente, exceto terças-feiras, das 11 às 17h
Entrada a R$ 6,00 (entrada  gratuita às quintas-feiras).

Marcia Zoé Ramos: Uma Visão




"Édipo não se cegou por culpa, mas por excesso de informação." Michel Foucault


MASP

Alguns pontos sobre instituições, mostras públicas, normas museológicas, Democratização de Acesso e por que sou absolutamente CONTRA e considero incorreto a classificação etária (18 anos) que restringe o acesso à mostra ¨Histórias da Sexualidade " em cartaz:
1- O MASP é uma instituição pública criada em 1947, considerado o mais importante museu de arte ocidental do Hemisfério Sul. Seu acervo é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN desde 1969, e possui atualmente cerca de 8 mil obras.
2- Embora sua direção e maioria do conselho seja formado por figuras de importante relevância do setor privado econômico (aliás, fato que se repete em outros museus), o MASP é subsidiado com verbas públicas e está sob jurisdição pública além de  receber patrocínios do setor privado conforme a legislação.
3- A Lei Rouanet nº 8.313/91 que rege todos os projetos culturais públicos do país, incluindo ai verbas mantenedoras para Museus e outras instituições, tem claro que” Capítulo 1 e Art. 1: § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008)§ 2o É vedada a concessão de incentivo a obras, produtos, eventos ou outros decorrentes, destinados ou circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que estabeleçam limitações de acesso. (Incluído pela Lei nº 11.646, de 2008)”.
4- O IBRAM, que é o órgão responsável pelos Museus no país via MinC, do qual o MASP faz parte, tem claro em seu estatuto LEI Nº 11.904/ 2009: “Capítulo 1 -Disposições gerais-Art. 1º Consideram-se museus, para os efeitos desta Lei, as instituições sem fins lucrativos que conservam, investigam, comunicam, interpretam e expõem, para fins de preservação, estudo, pesquisa, educação, contemplação e turismo, conjuntos e coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico ou de qualquer outra natureza cultural, abertas ao público, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento. Art. 2º São princípios fundamentais dos museus: V – a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural; Subseção III Da Difusão Cultural e Do Acesso aos Museus. Art. 35. Os museus caracterizar-se-ão pela acessibilidade universal dos diferentes públicos, na forma da legislação vigente”.
5- Sobre Democratização de Acesso, ao elaborar um projeto expositivo submetido à Rouanet a nova IN/2017 é clara no conceito. “Anexo I- XV - Democratização do acesso: medidas presentes na proposta cultural que promovam ou ampliem a possibilidade de fruição dos bens, produtos e ações culturais, em especial às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica ou por quaisquer outras circunstâncias”.
6- Sobre o ECA ( Estatuto da Criança e do Adolescente) LEI Nº 8.069, de 1990 e sua relação com a cultura,  só pra clarear, aplicar o Estatuto em mostras culturais de Arte, em equipamentos culturais públicos inclusive de acervo público não é correto. O ECA não regula nada que diz respeito a classificações desta natureza, quem regula é o poder público através de órgãos competentes. O Eca é claro em classificar separadamente  diversão, espetáculos, cultura lazer e esportes: ”Capítulo II- Da Prevenção Especial-Seção I, Da informação, Cultura, Lazer, Esportes, Diversões e Espetáculos-Art. 74. O poder público, através do órgão competente, regulará as diversões e espetáculos públicos, informando sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada”.
7- Concluindo, no meu entendimento, não existe base legal para proibir acesso a um determinado público numa mostra dentro de uma instituição regida por estas normas legais aqui citadas .A própria existência e funcionamento de um Museu público está condicionado a esse caráter aberto e universal, ou seja, é de todos e para todos. Se a instituição buscou base jurídica ( num manual do Ministério da Justiça segundo informaram) para impedir esse caráter universal no intuito de se proteger eventualmente de algum processo futuro, ela no meu entender perdeu o direito no sentido de ser guardiã de bens públicos.
Finalizo com a Constituição Federal: “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. CAPÍTULO I -DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS- IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; SEÇÃO II-DA CULTURA,Art. 215.IV democratização do acesso aos bens de cultura; ratificada na EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 48, DE 10 DE AGOSTO DE 2005”.
O Masp tem pleno conhecimento da legislação porque tem em seu corpo um grupo competente e especializado. Além disso realizou um seminário sobre a Mostra em questão 1 ano antes e a mesma estava em seu programa , ou seja, tudo já estava posto. Se as regras mudaram, não foram em função de novas leis, mas de interpretações de caráter restrito , não público.
Se querem proibir, criem um lei, mudem outras e ai sim, justifiquem. No mais, não é pertinente limitar acesso de nenhum acervo cultural público e se o fizer, é ilegal e acima de tudo inconstitucional.
Marcia Zoé Ramos

PS: Fato relevante da página do MASP que só reforça seu caráter de importante espaço de preservação de Patrimônio Público: A convite do Museu d`Orsay de Paris, integra o Clube dos 19, do qual participam apenas os museus que possuem os acervos de arte europeia mais representativos do século 19, como Museu d´Orsay de Paris, Metropolitan Museum de Nova York, The Art Institute of Chicago, Museum of Fine Arts de Boston, Van Gogh Museum de Amsterdã, a Kunstaus de Zurique, Hermitage de St. Petersburg, a Galleria Nazionale d´Arte Moderna de Roma e National Gallery e Tate Gallery de Londres.
Imagem, Galeria do MASP. foto de Romullo Baratto






Marcia Zoé Ramos e produtora de arte, curadora e proprietária de Escritório de Arte Marcia Zoé Ramos.

1ª Convocatória de Fotolivros do Festival ZUM



FOTOGRAFIA
1ª Convocatória de Fotolivros do Festival ZUM
A Revista ZUM e a Biblioteca de Fotografia do Instituto Moreira Salles anunciam a 1ª Convocatória de Fotolivros do Festival ZUM. Queremos conhecer, exibir e divulgar os fotolivros produzidos no último ano, bem como estreitar nossas relações com produtores, editoras e público leitor.

A convocatória, que visa aprofundar as relações do IMS com a produção de fotografia contemporânea voltada ao meio editorial, é sem custos e aberta a fotógrafos de qualquer nacionalidade.

As publicações selecionadas nesta convocatória serão exibidas durante o Festival ZUM, realizado nos dias 25 e 26 de novembro no IMS Paulista.

Exposição Eudsonzica - Tributo




Exposição Eudsonzica - Tributo
Exposição na Abcdéf Galeria de Arte homenageia Eudsonzica, artista naif recém-falecido
                 Eudsonzica de Azevedo deixou o mundo prematuramente. Retirou-se há três meses do cenário artístico para habitar outras esferas do universo. Saiu de cena repentina e tão discretamente, assim como levou sua vida, deixando o assombro e o vazio pairando no ar.  Ficou a saudade naqueles que admiravam não somente sua pessoa mas o artista e sua pintura naif.
                Seu estilo primitivo, ingênuo, simples, natural, lúdico era um retrato puro da regionalidade mineira, em todas as suas nuances culturais. As experiências no interior de Minas, seu berço de origem, eram revalorizadas através de seu imaginário livre, sem pretensões acadêmicas, embora a execução de sua obra implicasse a existência, ainda que por contraponto, de uma forma acadêmica, por ele gentilmente posta de lado. Sua pintura era um culto a alma do povo. Eram alegres, vibrantes, instintivos seus temas que se abrigavam em panoramas invejáveis: montanhas ensolaradas, plantações, criançada livre a brincar, manifestações religiosas, festas e mais festas populares, incluindo-se aí o futebol de várzea e a paixão do artista pelo azul e branco celestes.
                 Quando deixou sua cidade natal, Paineiras, e mudou-se para  Contagem em busca do labor, conheceu vários artistas na capital e em especial seu orientador artístico, o professor Jorge de Oliveira Santos, que o introduziu no mundo da arte e o incentivou a desenvolver o talento nato para expressar a vida simples do interior através da pintura. O reconhecimento do esforço em sua trajetória rendeu-lhe várias exposições individuais como na Casa dos Contos (2017), Galeria de Prefeitura de Contagem (2015), Galeria SESI Mariana (2015), Galeria Mercure (2011), Abcdéf Galeria de Arte (2006), Galeria Telemar (2006), entre outras, e inúmeras mostras coletivas, passando ele pelas curadorias dos professores e artistas Simone Zanol, Álvaro Fraga Damasceno, Jarbas Juarez, Yara Tupynambá, Fátima Mirandda, além do jornalista e crítico de arte Morgan da Motta.
                    Eudsonzica foi, sem dúvida, um dos mais representativos artistas do movimento naif brasileiro, cuja percurso artístico se prestou na busca do reconhecimento e importância do estilo, muitas vezes relegado a uma arte de menor aceitação. Agora, Zica festeja em outros campos da memória. Como nos fala o poeta Carlos Drummond de Andrade, "as coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão. Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão". 
                    O artista passa mas sua arte não passará. Com esse pensamento,   o Instituto de Educação, Arte e Saúde da Convir e o Sindicato dos Artistas Plásticos Profissionais do Estado de Minas Gerais, Siapemg, juntamente com a curadora Cristina Fonseca, reuniram um conjunto significativo de artistas para prestar-lhe uma homenagem em forma de exposição: Eudsonzica - Tributo.  O local escolhido: A Casa de Arte de Eudsonzica, como era chamado por ele, o espaço cultural que abriga a Abcdéf Galeria de Arte, sede dessas instituições que ajudou a fundar e nas quais exerceu atividades como diretor e conselheiro. A mostra ocupará as seis salas da galeria, sendo duas delas apresentando trinta obras de Eudsonzica e as demais com trabalhos dos artistas convidados. Na oportunidade, também será comemorado o aniversário de trinta e três anos de reconhecimento do Siapemg pelo Ministério do Trabalho, uma história de múltiplas ações pela valorização da atividade artística profissional.
                    Os artistas plásticos que prestam o tributo a Eudsonzica apresentam obras das mais variadas temáticas englobando pintura, desenho, aquarela, colagem e objetos escultóricos. São eles: Abadia França, Adão Rodrigues, Aluízio Siqueira, Cecília Cunha, Creusa Neves, Eliana Martins, Eliane T. Guedes, Evanice Schmidt, Iara Abreu, Ivânio Cristelli, Jefferson Silva, Jorge Santos, Mamm, Manoel Francisco Faria, Maria da Glória Lanza, Maria Moreira, Mauro Silper, Rachel Paulinelli, Simone Zanol, Tereza Cunha, Vanice Ayres, Vera Freitas, Vulmar Santos e Wander Lara.
                  A linguagem misteriosa da arte manifesta a perda de Eudsonzica através dos diálogos artísticos que mesclam sensibilidade e reconhecimento, lembranças e memórias afetivas, amizades e convivências com aquele que foi um exemplo de conduta e dedicação ao ofício da pintura naif.

Escola Dona Irene.

 Interior de Minas em Rítmo de Festa Junina


SERVIÇO
EXPOSIÇÃO "EUDSONZICA - TRIBUTO"
ARTISTASEudsonzica e Abadia França, Adão Rodrigues, Aluízio Siqueira, Cecília Cunha, Creusa Neves, Eliana Martins, Eliane T. Guedes, Evanice Schmidt, Iara Abreu, Ivânio Cristelli, Jefferson Silva, Jorge Santos, Mamm, Manoel Francisco Faria, Maria da Glória Lanza, Maria Moreira, Mauro Silper, Rachel Paulinelli, Simone Zanol, Tereza Cunha, Vanice Ayres, Vera Freitas, Vulmar Santos, Wander Lara.
CURADORACristina Fonseca
ABERTURA27 de Outubro de 2017, sexta-feira, 20h às 22h30
PERÍODO: 28 de outubro a 28 de novembro
VISITAÇÃO: segunda a sexta-feira, 14h às 19h
LOCAL: Abcdéf Galeria de Arte
                Rua Padre Eustáquio 567, Carlos Prates, Belo Horizonte/MG
                Tel. 3278 4796 e 98483 0492
ENTRADA FRANCA

FLAC Feira Livre de Arte Contemporânea - Leilão


FEIRA LIVRE DE ARTE CONTEMPORÂNEA REALIZA LEILÃO DE
IMPACTO SOCIAL EM SEU DIA DE ABERTURA
EVENTO ACONTECE NA SEXTA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO,
ÀS 20H, NO CAFÉ CENTOEQUATRO, COM ENTRADA GRATUITA

No dia 27 de outubro, a FLAC – Feira Livre de Arte Contemporânea abre sua programação com um leilão beneficente. O evento acontece a partir das 20h, no Café CentoeQuatro, com entrada gratuita. Cada artista participante da feira selecionou ao menos uma obra inédita para ser leiloada com lances iniciais variando entre R$50 e R$6.500. Parte da receita será destinada à campanha Outubro Rosa promovida pelo grupo “Pérolas de Minas”, que atua na prevenção e combate ao câncer de mama em todo o estado.
No total, o público terá a oportunidade de arrematar 86 lotes de obras produzidas a partir de diferentes técnicas como nankin, acrílica sobre tela, grafite, óleo sobre tela, madeira, ferro, aquarela, entre outras. Tanto as peças disponibilizadas para o leilão, como as demais obras de arte visuais de toda a FLAC, poderão ser contempladas pelos visitantes um pouco antes, das 18h às 20h. “Este momento que antecede o leilão é uma oportunidade única de conhecer em primeira mão as obras originais da feira e estar em contato direto com os artistas visuais selecionados pela Comissão Curadora”, explicaAndréia Menezes De Bernardi, sócia fundadora da Akala, associação proponente do projeto, e uma das coordenadoras.

Sobre a Feira Livre de Arte Contemporânea – FLAC
Entre os dias 27 e 29 de outubro, Belo Horizonte recebe uma iniciativa inédita e pioneira que vai movimentar seu cenário cultural, a primeira edição da Feira Livre de Arte Contemporânea – FLAC, no CentoeQuatro. Durante três dias, os visitantes terão contato com diversas áreas de expressão artísticas como desenho, fotografia, pintura, colagem, gravura, grafite, escultura, assemblagem, cerâmica, instalação, vídeo, arte digital, performance, e outras manifestações. “A FLAC tem como objetivos fomentar o cenário artístico e divulgar a produção atual na capital mineira e seu entorno, em colaboração com galerias, circuitos e iniciativas afins, mas também sensibilizar para o reconhecimento da visão estratégica da Arte e da Educação Artística e Cultural como fundamentais para desenvolvimento integral de qualquer sociedade”, comenta Andréia Menezes De Bernardi.
Realizado pela Akala, o evento traz a oportunidade de exposição e venda de obras de arte – contribuindo para profissionalização dos artistas – e a ampliação do acesso do público aos contextos de produção e circulação das Artes Visuais. Entre os participantes desta edição da FLAC estão: Cyro Almeida, Fabíola Tasca, Isabela Prado, Marcel Diogo, Maria do Céu Diel, Thiago Alvim.
A Feira Livre de Arte Contemporânea é realizada por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – Fundação Municipal de Cultura, com o apoio do Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais e o patrocínio do Instituto Unimed-BH e da MGS.

Rodrigo Mogiz Entre Tuas Feridas.

Skap  Ensaio para busto em bronze.


SERVIÇO:
Leilão Feira Livre de Arte Contemporânea - FLAC
Data: 27 de outubro de 2017.
Horário: 20h
Local: CentoeQuatro (Praça Rui Barbosa, 104 – Centro, Belo Horizonte, MG).
Entrada gratuita.
ARTISTAS PARTICIPANTES
Alexandre Junior, Álvaro Tomé, Baba Jung, Binho Barreto, Bruno Duque, Carol Peso, CATAPRETA, Christine Pereira, Comum, Cyro Almeida, Daniel Bilac, Daniel de Carvalho,
Daniel Jack, Daniela Paoliello, Estandelau, Fabíola Tasca, Fernanda Fernandes, Fernando Medeiros, Fernando Poletti, Fred Paulino, Gabriel Nast, Gabriela Brasileiro, Gilmara Oliveira, Giulia Puntel, Guilherme Bergamini, Humberto Mundim, Isabela Prado, Jade Marra, Juliana Gontijo, Lamounier Lucas, Leo Piló, Leonardo Costa Braga, Lucas Ero, Luana Vitra, Luísa Horta, Maira Públio, Maíse Couto, Marcel Diogo, Maria do Céu Diel, Max Henrique, Mirele Brant, Morgana Mafra, Noemi Assumpção, O SOMOS, Olívia Viana, Paulo Nazareth, Pedro Mendes, Pedro Ninja, Rafael Perpétuo, Raphael Ferreira, Rezm Orah, Ricardo Burgarelli, Rodrigo Mogiz, Rosceli Vita, Ruy Souza Filho, Samuel Wenceslau, Scheilla SSol, Sérgio Arruda, Skap, The Innernettes, Thiago Alvim, Thyana Hacla, Vanessa Cunha, Vitor Novato e ZEZIN.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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