terça-feira, 18 de junho de 2013

Palestra de Armando Queiroz Estação Vídeoarte Curador Divino Sobral











ESTAÇÃO VÍDEOARTE - PALESTRA DE ARMANDO QUEIROZ
Abrindo as atividades educativas do projeto Estação Videoarte, o Centro Cultural UFG realizará no dia 19 de junho de 2013, às 20 horas, palestra do artista plástico paraense Armando Queiroz abordando seu processo de criação. A entrada é gratuita e os inscritos terão direito a Certificado de participação.
O projeto Estação Videoarte foi contemplado pelo Edital Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 9ª Edição, e tem curadoria assinada pelo artista plástico Divino Sobral.
Armando Queiroz foi artista homenageado no 29º Arte Pará, Belém (2010) e também recebeu inúmeras premiações, entre as quais: Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça (2009-2010); Segundo Grande Prêmio do 28º Arte Pará (2009); Prêmio Aquisitivo no XIII Salão de Pequenos Formatos, Belém (2007 e 2006); Prêmio Especial Graça Landeira no IX Salão de Pequenos Formatos da UNAMA (2003). As obras de Armando Queiroz afirmam-se como atividade política discutindo as relações de poder que definiram o território amazônico, buscam as narrativas do explorado e do excluído, registram o pronunciamento dos que não dispõe de tribuna ou defesa, dão visibilidade ao não visto e recuperam a memória das vítimas sacrificadas no processo histórico dos conflitos políticos, sociais, econômicos, agrários e indígenas, que se arrastam há séculos sem solução.Armando Queiroz produz vídeos com equipamentos e tecnologias simples. Com equipe técnica exígua opta por procedimentos documentais que resultam no mínimo de edição. Seus vídeos são pensados com síntese e se baseiam em ações cotidianas, destacadas da banalidade por procedimentos que operam a re-significação por meio de poucos recursos estéticos e de linguagem crítica politizada. A performance criada pelo uso de seu próprio corpo ou do corpo de outro, representa um modo de corporificar os traumas em forma de rito agregado a simples ações cotidianas, executadas com precisão para o olhar fixo da câmera.
O projeto Estação Videoarte oferecerá ainda, durante os dias 20, 21 e 22 de junho, leitura de portfólio de produtores goianos por Armando Queiroz. Os artistas foram selecionados para mostrarem suas produções ao artista paraense.
Inscrições para a palestra poderão ser feitas no local.
Contatos
Centro Cultural UFG – (62) 3209-6251
Divino Sobral – (62) 8444-6594.

Liu Ye




Liu Ye (1964-) Nasceu em Pequim. Graduou-se pela School of Arts & Crafts, Beijing e pela Central Academy of Fine Arts, Beijing. Mestre pela Hochshule der Kunst, Berlin Residência artística na Rijiksacademie de Amsterdam em 1998. Exposições em numerosos museus na Ásia e na Europa. Vive  e trabalha em Pequim. Pintura e gravura. Grande influência de Mondrian, inclusive com citações frequentes em seus trabalhos, onde mistura lembranças da infância, contos opostos às catástrofes da humanidade.   O artista é representado pela Sperone Westwater, New York.

 

Leave me on the Dark


Mozart



Yeah




Little Finger.


Miss. Gravura.


Little Finger.
 
 
Small Painter.


Miffy and Mondrian.


 
 
 
Votalin 25.






Competition



Birds on Birds, 2011. Em sua última exposição em Nova York, o artista optou por cenas de gênero e paisagens.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Marcelo Valls. Pintura recente.


Marcelo Valls.



Sem título, 2013. 36x50cm.  Colagem,têmpera,folhas de cobre,reagente e cêra sobre madeira. Foto Ni da Costa.


Marcelo Valls nasceu no Rio de Janeiro em 16 de maio de 1958. Pai foi dirigente de empresa e sua mãe professora. Graduou-se no Colégio Rio de Janeiro. Mudou-se com a família para São Paulo. Cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Braz Cuba em Mogi das Cruzes, onde se formou em 1984. Após a graduação, trabalhou em diferentes escritórios de Arquitetura e em instituições financeiras no setor de avaliação de imóveis. Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro. Durante um ano, trabalhou com compra e venda de tecidos, atividade considerada útil na sua carreira artística, pois teve oportunidade de conhecer diferentes padronagens e materiais com suas características. Em 1966, iniciou seus estudos de pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage com a artista e professora Katie van Sherpenberg. Ela, professora exigente, estimulava o aluno a um aprimoramento da parte prática e ao aprofundamento no estudo da história da arte. Marcelo, em pouco tempo, destacou-se como aluno. Foi convidado para trabalhar como assistente de Katie nos cursos ministrados em seu ateliê (Workshop sobre Materiais). A partir dessa atividade, interessou-se pelo estudo de materiais aplicados em pintura. No período de formação, fez o curso Procedências e Propriedades (2006) no ateliê do professor Charles Watson. Além de exposições em galerias comerciais, foi selecionado para o Salão dos Novíssimos do IBEU e para o Salão de Pequenos Formatos em Belém do Pará. Fez duas exposições individuais no Centro Cultural da Faculdade Cândido Mendes (2002 2 2005) e uma coletiva na Pontifícia Universidade Católica (2005). Participou de uma mostra de vídeo na Oi Futuro.



Marcelo quais são seus meios para construção de seu trabalho?
Quase exclusivamente pintura. Poucas vezes com objetos e vídeos.


Quais artistas tem influência no seu pensamento artístico?
A grande influência foi da pintora Katie van Scherpenberg. Com ela pude compreender o que é ser um artista e o sacrifício necessário para isso. Citaria, ainda, Antoni Tàpies, Robert Rauschenberg, Jackson Pollock, Anita Mafaltti, Tarsila do Amaral, Volpi e Mauricio Nogueira Lima.




Como você poderia classificar a técnica utilizada em sua pintura?
Acho não ser possível classificar minha pintura. Na verdade, acredito estar fazendo uma pesquisa e espero ser surpreendido com o resultado. A técnica serve como uma ferramenta, ela não faz arte, pode ser utilizada qualquer uma. A pintura precisa de certos requisitos para existir fisicamente. Foi nesse momento, que eu precisei aprender algumas técnicas.



Você consegue viver exclusivamente do seu trabalho de artista?
Não consigo. As vendas são poucas e esporádicas. Os preços relativamente baixos. Eventualmente dou aulas. Participo como assistente de Katie nos cursos ministrados em seu ateliê. Além disso, recebo total apoio de minha família. O meu ateliê por estar instalado num apartamento de meu pai torna os custos suportáveis. Assim vou vivendo.


Como essa situação poderia ser revertida?
Acredito em políticas públicas descentes atuando no apoio aos artistas e divulgando as atividades artísticas com mais intensidade.



Qual a sua opinião sobre os preços das obras de arte no Brasil?
Os preços são, na grande maioria, baixos. Exceções raras existem, mas a quase totalidade dos artistas é subvalorizada.




O poder aquisitivo baixo da população seria a causa?
Não. O grande problema é a desinformação daqueles que tem poder aquisitivo para aquisição das obras de arte.



Qual é o papel das galerias no desenvolvimento da arte no Rio de Janeiro?
As galerias poderiam ter uma atuação mais efetiva na divulgação e promover a inserção de uma maior número de artistas no mercado. Poderiam, ainda, contribuir para formação de um mercado mais amplo, mas isso é uma discussão sem fim. A visão do artista é diferente da visão da galeria.


A crítica de arte existe? Ela funciona adequadamente?
Marcio a crítica existe e funciona, mas de forma hermética. Ela fala para para alguns iniciados e atua de forma hermética. O que quero dizer é estar ela dividida em uma acadêmica e uma outra funcionando de olhos no mercado, muito menos exigente e sincera.


Qual o papel dos curadores?
Os curadores refletem a falta de circulação da arte, eles acabam atrelados a grupos que ditam a tendência. Isso limita a formação de um pensamento mais abrangente.



Você acha que essa nova tendência das Feiras de Arte podem trazer benefícios para os artistas?
Sem dúvida, elas ajudam na divulgação de um grupo maior de artistas e agrega um número elevado de novos interessados, ampliando o mercado. Há grande cobertura da mídia e, cresce a divulgação das artes visuais.


Quais são seus planos para o futuro?
Continuar pintando, pintando e pintando. Sempre fui um apaixonado pela pintura.


A entrevista com Marcelo Valls foi realizada em seu ateliê localizado na Gávea em 05 de maio de 2010. Nosso contato é frequente e vem de longa convivência e de sólida amizade o que permitiu ampliar a entrevista em contatos posteriores aquela data. As fotos dos trabalhos foram feitos por Wilton Montenegro.











Andery Exposição Novos Trabalhos.


Andery.




THE QUEEN - 2013 ## fotografia manipulada de desenho em carvão sobre papel italiano de fibra de algodão e impresso em UV sobre placa de aacrílico - 1.2 x 1.5 metros






THE QUEEN - 2012 ## desenho em carvão sobre papel italiano de fibra de algodão - 1.2 x 1.5 metros

EXPOSIÇÃO COLETIVA do ACERVO. GABINETE D & IMAGEM/SP - Rua Estados Unidos 273 - Jardins/SP






Andery Neto vive e trabalha em São Paulo. Trabalha com pintura e fotografia. Conheça seu pensamento e sua bela obra. Sucesso Andery e obrigado pela participação.



Andery conte algo de sua vida pessoal.
Nasci na cidade de Adamantina/SP, oeste do Estado de São Paulo. Meu pai é advogado e minha mãe professora aposentada. Tenho formação acadêmica em Direito e Artes Plásticas. Trabalho atualmente somente com ARTE ( pintura e fotografia )

Como foi sua formação artística?
Sou auto-ditada, desde criança eu desenha muito bem e tinha uma mente muito criativa. Meu primeiro trabalho em tela foi quando tinha 7 anos, obvio que o resultado foi bem amador, mas já começava a praticar e manipular as tintas. Depois já adulto fiz o curso de Artes Plásticas.

Que artista influenciam seu pensamento?
Quando jovem, consumia vorazmente a internet do passado ( A BARSA BRITÂNICA ) . Ali eu devorada; Vincent, Monet, Manet, Picasso, Paul Klee etc....
Somente na universidade tive a descoberta de artistas mais atuais que hoje já é passado: Andy , Beuys, Polke, Gerhard Richter ( esse particularmente acho o mais brilhante e genial. Sua obra influencia até hoje meu trabalho.)
Hoje admiro dois artistas contemporâneos : Anish Kapour e Damiel Hirst. O primeiro possui uma poética clássica da cultura oriental indiana em suas esculturas. O segundo é instigante e arrogante com resultados que nos chocam, mas sempre dentro da realidade que não queremos reconhecer.

O que dá contribuição para seu trabalho, além do estudo sobre arte?
Ajuda no meu trabalho é estar de bem comigo mesmo, e quando me desligo da realidade.

Como você descreve sua obra?
Sempre trabalhei com suporte e materiais clássicos e tradicionais "PINTURA", tanto em TELAS como em PAPÉIS, tenho muita paixão pelo Papel , ele é meio Da Vinciano, me faz sentir na resnacença. Agora também ando fazendo muitas experiência com a FOTOGRAFIA ou ARTE DIGITAL. Estou fascinado com as possibilidades das imagens e ideias que essa mídia/artística nos oferece.

O que pensa sobre os Salões de Arte?
Participei de vários salões de arte, alguns fui selecionado e outros não. Acho um jogo de cartas marcadas. O juri da seleção é na maioria das vezes tendencioso e preconceituoso, afora que alguns salões tratam sua obra sem os devidos cuidados, e elas retornam danificadas. Enfim..., não acho que valha a pena participar.
Eu trabalho com vários galeristas em todo Brasil e Exterior, então não sei lhe responder sobre essa pergunta sobre o salão dos artistas sem galeria, mesmo porque nunca me inscrevi nesse salão.

Qual é a sua opinião sore as Bienais e as Feiras de Arte?
Bienais e Feiras de Artes, são duas vertentes completamente diferentes. A primeira tem o compromisso de apresentar a ARTE como uma forma representativa de várias culturas mundiais e seus resultados mais brilhantes. A segunda é de caráter comercial, os custos pagos pelos galerias por alguns metros de exposição de seus artistas custam em média 40 mil reais, e o interesse nas vendas é fator gerador dessas feiras de arte.

Você escreve sobre seu trabalho?
Não escrevo sobre meu trabalho, não tenho esse costume.

É possível viver de arte no Brasil?
Viver no Brasil de ARTE é uma arte muito difícil. A maioria das pessoas não sabem sobre arte e não valorizam, é mais uma questão cultural de um país que não investe em Cultura e Educação.

Quais são seus planos para o futuro?
Não faço planos para o futuro, deixo as coisas acontecerem naturalmente.

O que faz nas horas vagas?
Nas horas vagas, vou a exposições de ARTE e faço pesquisas sobre ARTE na net. Nesse mundo globalizado, você acessa sites de artistas renomados e consegue encontrar seus trabalhos mais recentes.

Considerações finais: Acredito nas ARTES PLÁSTICAS, como a forma do SER HUMANO expressar em matéria seus pensamentos/desejos e realizações ABSTRATAS dos seus pensamentos. O artista plástico transforma o pensamento imaterial em matéria com milhões de possibilidades e resultados sendo possível ser compartilhada com toda humanidade em qualquer tempo ou lugar.




Série Rest in Peace in memorian


Série Rest in Peace in memorian.


Série Rest in Peace in Memorian.


Série Rest in Peace in memorian.



Pintura em papel




Pintura em papel


Pintura em papel


Pintura em papel


Pintura em papel.


Pintura em tela


Pintura em tela.



Série Cartografia Antropofágica. Colagem e pintura



Díptico



http://www.andery.kit.net


1990 - Coletiva no Instituto Cultural Itaú em São Paulo, SP
1992 - Gradua-se em Direito
1993 - Individual no Subdistrito Comercial de Arte em São Paulo, SP
1994 - Coletiva dos artistas contemporâneos paulistas no Salão do Sesc, SP
1995 - Coletiva no palácio do governo do Estado do Paraná
1996 - Individual na Galeria São Paulo, SP
1997 - Coletiva de arte contemporânea na Galeria de Arte da Casa do Brasil em Madrid, Espanha
1998 - Individual na Galeria de Arte 65 em Lisboa, Portugal
1999 - Individual no Salão Especial do Banco Central do Brasil em Brasilia, DF
2000 - Participação no livro BRAZILIANARTBOOK
2000 - Galeria Mônica Filgueiras - acervo permanente
2001 - Acervo no Escritório de Arte Rejane Tacchi, SP
2002 - Coletiva no Brazilian American Cultural Institute em Washington DC, EUA
2002 - Acervo na Galeria André, SP
2002 - Acervo na Special Art Gallery em Miami, EUA
2003 - Coletiva no Consulado Brasileiro de Chaves, Portugal
2003 - Coletiva na Embaixada do Brasil em Lisboa, Portugal
2004 - Individual na Galeria Honner em Munique, Alemanha
2004 - Individual na Galeria Crafts em Nova York, EUA
2005 - Coletiva na Galeria André, SP - Exposição Tendências
2006 - Participação da edição do livro THE ART BOOK BRAZIL
2008 - Coletiva Branco e Preto na Galeria Daslu, SP
2009 - Acervo na Galeria Mônica Filgueiras – Pinturas em papel italiano de fibra de algodão
2009 - Individual e acervo na galeria ART&ART em Brasília, DF
2009/2010 - Participa da II Bienal de Artes de Brasília, DF
2010 - Individual na galeria DAVID DALMAU em São Paulo, SP
2011 - Participa do I Festival CONTEMPORÂNEA ART PARATY/RJ – Seleção do II prêmio Belvedere de arte contemporânea
2011- Salão de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul - MARCO ( museo de arte contemporânea

Katie van Sherpenberg Workshop de materiais e técnicas em pintura - agosto 2013




Imersão –

Workshop de materiais e técnicas em pintura – agosto 2013.

 

Entre os temas abordados estão:

 

·         A feitura de bases com madeira compensada, pano como linho, papel e morim, e seu preparo com gesso e cola;

·         A elaboração de tintas a base de colas solúveis em água assim como tintas solúveis em água ráz;

·         Uso dos pigmentos, de tintas e folhas de metal e de colagens.

·         Compreensão dos diferentes meios como óleo de linhaça, a cola acrílica e a cera (encáustica.).

·         Vernizes.

 

 

O workshop de materiais em pintura consiste em trabalhos práticos e aulas teóricas sobre técnicas usadas em pintura.

Aulas com limite de seis vagas.

Todo o material é fornecido, portanto o aluno não precisa trazer nada além de uma roupa adequada para poder participar.

As aulas são dadas em local amplo e com ar condicionado, o que assegura conforto e atendimento.

Estacionamento.

 

Horário – 10.30 a 13.30 hs.

Preço - R$ 990,00 ou três x R$ 330,00.

Dias – 2(sexta), 3 (sábado), 4(domingo)

Mais duas aulas oferecidas no grupo regular de terças e quintas

 

Para inscrição e maiores informações:

 

Tel.  21 2527-7653

Cel.  9182-0855


 

 

 

domingo, 16 de junho de 2013

Imagem Semanal As Crianças da Realeza

 
Na falta da fotografia, a documentação da família real era feita pelos mais renomados artistas recebedores de altas comissões. Alguns exemplos.
 
 
 
 
 
Jan Gossaert (1478-1534) Prins Hans af  Danmaark Norge Sueige, 1518.
 
 
 
Jan Mabuse (1478-1532)  The Three Children of Christian II of Demark, 1526.
 
 
 
 Hans Holbein The Younger (1491-1543) Portrait of Charles VI l as a Child, 1538. National Gallery of Art,Washington. Edward VI era filho legitimado de Henrique VIII e de sua terceira mulher Jane Seymour. Holbein representou o príncipe bebê em posição ereta tendo na mão esquerda o cetro e a mão direita em posição de benção. A pose frontal e o parapeito eram reservados para figuras reais ou divinas. O longo verso em latim do poeta Richard Morison indica a realeza do pai e aponta para sucessão.
 
 
 Frans Hals. The Elder (1582-1666) Three Chilren with Goat Cart, 1620. Royal Museum of Fine Arts of Belgium.
 


Antonie van Dick (1599-1641) The Three Eldest Children of Charles I, 1639.



Diego Velázquez (1599-1660) Felipe Prospero, Prince of Asturia,  1659. Kunsthistoriches Museum, Viena.




Francisco Goya (1746-1828) Dom Manuel Osorio Manique de Zuniga, 1790. Filho do Conde de Altamira. Metropolitan Museum of Arts, Nova York.


Feliz Émile Taunay (1795-1881) Retrato de D. Pedro II aos 12 anos, 1837.



 
Willian Barclay Junior (1797-1859) Portrait of Prince Pedro, 1843. Filha da rainha Maria e seu consorte rei Fernando. Futuro rei de Portugal.


Franz Xaver Nenluteltes (1805-1873) Albert Edward. Prince of Wales. Royal Collection, Londres.


Sir Lawrence Alma-Tadema (1836-1912) The Education of the Children of Clovis, 1868. Clovis I (465-511).  Foi o primeiro rei da atual França.


Na época da fotografia.

John Swannel (1946-) Conceituado fotógrafo inglês. Princess Diana, Prince Harry and Prince William, 1994.


sábado, 15 de junho de 2013

Glenn Ligon





Glenn Ligon (1960-) Nasceu no Bronx. Graduou-se ma Wesleyan University. Participou do projeto de estudos independentes do Whitney Museum of American Art.  Artista conceitual cuja obra discute sexo, raça, identidade, desejo e sua sexualidade. Utiliza sua própria experiência pessoal de afro descendente e de homossexualidade para realizar seu trabalho. Desenho, pintura, fotografia, vídeo e neon são seus meios prediletos. Participou das Bienais de Sidnei, de Veneza, do Whitney Museum e de Kwongju. Esteve na Documenta de Kassel XI. É representado pela Regent Projects, Los Angeles. Vive e trabalha em Nova York. O artista teve retrospectiva no Whitney Museum of America Art, Nova York.
 
 
 
There is a consciousness we all have, 1988. MoMA, Nova York.



No 417, 1990. Dreambook Series.


Prisioner of Love, 1992. Guggenheim Museum, Nova York.
 
 
 
 Self-portraits, 1996.


Graduating Girl, 2000. MoMA, Nova York.
 
Self portrait at eleven years old, 2004. Coleção particular.
 
 


Warm Broad Glow, 2005




I agree # 1, 2007.
 
 
Sem título Thank you, 2008.


 
 
Rückenfigur, 2009. Neon e tinta.




America, 2011.




Instalação no Whitney Museum of American Art. Com poster de escravos e fotos do livro Black Book de Mapplethorpe construiu sua própria narrativa.

 





 





 





 





Self portrait at eleven years old, 2004. Coleção particular.












Art Actuel _ No 84, janvier-février 2013.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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