quinta-feira, 25 de maio de 2017

Liliane Porter na Bienal de Veneza




Liliane Porter (1941-) Nasceu na Argentina e em 1964, radicou-se nos Estados Unidos. Vive e trabalha em Nova York. Usa brinquedos e objetos do dia a dia para construir suas fotografias, desenhos, gravuras, vídeos, instalações e obras publicas. Graduou-se na Escuela Nacional de Belas Artes e na Universidade Ibero Americana da Cidade do México. Recebeu bolsa da Fundação Guggenheim e da Cidade de Nova York. É professora do Queen's College, The City University of New York. Exposições individuais Centro Cultural Recoleta, MOMA, Nova York e retrospectiva no Bronx Museum. Participou da Bienais do MercoSul e de Vene- za. Obras na coleção da Tate Gallery, Londres, Museo Reina Sofia, Madri, MoMA e Metropolitan Museum of Art, Nova York e Philadelphia Museum of Art entre outros.  É representada pela Barbara Krakow Galley, Boston e Luciana Brito, SP.






Finalle, 2001


To Be Still, 2004.



Mutations with Diet Coke, 2004.



Box, 2007.



Stripteese in Red, 2007.




Please Tell Me, 2007.




Work (Man with jean), 2009.


Gorrito verde, 2007.


Black him, 2007.





The photograph, 2009.


To Draw a Circle (Man in a Pink Shirt), 2011.


Drummers, 2011.


To Try His Best, 2014.


The Gardner, 2014.


Walls Have Years.


To Repair, 2015.


Tennis Player II, 2015.



For Sale IV, 2016.


Instalação na Bienal de Veneza, 2017. Luciana Brito Galeria.




Liliana Porter and the art of simulation _ Florencia Bazzano-Nelson/Ashgate, 2008.


quarta-feira, 24 de maio de 2017

Galeria Jacques Ardies inaugura a mostra coletiva Naïfs da Contemporaneidade



NOVA MOSTRA DE JACQUES ARDIES EVIDENCIA O DINAMISMO DOS ARTISTAS NAÏFS BRASILEIROS

Galeria Jacques Ardies inaugura a mostra coletiva Naïfs da Contemporaneidade, com obras de 8 artistas brasileiros, cada um com sua visão própria e criativa sobre o universo em que vivemos.

Interpretar através da ‘arte naïf’ pode não ser tão simples, visto que se trata de uma expressão regional que percorre o mundo assumindo aspectos de acordo com o que é vivenciado pelos artistas. Estes, exibem suas próprias experiências por meio de linhas e formas peculiares, sem ter recebido formação acadêmica de uma escola de Belas Artes. Algumas das principais características deste gênero são o uso de cores vibrantes, a retratação de temas corriqueiros, traços geralmente figurativos, bem como a idealização da natureza sem rigor técnico, especialmente em relação à perspectiva. Neste sentido, a arte chamada “naïf” encontra no Brasil o ambiente ideal, que se amplifica ainda mais graças à exuberância das florestas, à intensa luminosidade e ao conhecido calor humano brasileiro.

Assim, a mostra Naïfs da Contemporaneidade apresenta 8 artistas representativos: Thais Gomes, Enzo Ferrara e Ana Denise expõem suas obras pela primeira vez na galeria. O baiano Bida, o paranaense Marcelo Schimaneski e a paulistana Maite entraram no elenco da galeria recentemente e mostram as suas últimas criações. Obras inéditas de Olimpio Bezerra (de Cuiabá), e de Ernani Pavaneli (do Rio de Janeiro) completam a mostra, que tem por objetivo evidenciar o dinamismo dos naïfs brasileiros atuais.








Exposição: Naïfs da Contemporaneidade
Artistas: Ana Denise, Bida, Enzo Ferrara, Ernani Pavaneli, Maite, Marcelo Schimaneski, Olimpio Bezerra e Thais Gomes.
Curadoria: Jacques Ardies
Abertura30 de maio de 2017, terça-feira, às 19h
Período31 de maio a 1º de julho de 2017
Local: Galeria Jacques Ardies – www.ardies.com
Rua Morgado de Mateus, 579 – Vila Mariana - São Paulo
Fone: 55 11 5539-7500
Horário: Terça a Sexta-feira das 10h às 17h30. Sábado das 10h às 16h



: Recanto Artista: Felipe Góes Curadoria: Celso Filho Museu Universitário de Arte UF Uberlândia


Título da exposição: Recanto
Artista: Felipe Góes
Curadoria: Celso Filho


Informações
O Museu Universitário de Arte da Universidade Federal Uberlândia recebe entre os dias 23/06 e 19/08/17 a exposição individual “Recanto” do artista paulistano Felipe Góes (1983). A exposição conta com aproximadamente 20 pinturas realizadas com tinta guache e acrílica sobre tela e teve curadoria do jornalista e crítico de arte Celso Filho (1988) do Jornal O Estado de São Paulo - Estadão.
ENTRADA GRATUITA
Abertura: 23/6/2017 – 19:00
Visitação: 23/06/17 - 19/08/17
Horário: 2ª/5ª – 8:30 as 18:30  /  6ª – 8:30 as 21:00  /  sábado – 10:00 as 17:00
Informações: (34)32319121 / (34)32317708


Recanto de Felipe Góes
Texto de Celso Filho

Felipe Góes faz parte de um grupo de jovens artistas brasileiros que se propôs a repensar a pintura de paisagem, consolidada como gênero pela tradição holandesa no século 16. Entretanto, longe de ser uma catalogação de espaços reais, o que está em jogo na mostra Recanto são sugestões de paisagens, representações imaginárias a partir de memórias visuais do artista.
Carregadas de uma mistura de tintas guache e acrílica, suas pinceladas constroem montanhas, estradas e campos alagados sob a luz do crepúsculo, que por vezes parecem referenciar o olhar dos românticos alemães no fim do século 18. Como nas formas dissolvidas de Guignard, esses elementos da natureza surgem e se confundem, recuperando paisagens que um dia Felipe presenciou.
As formações rochosas podem ser resquícios de sua residência artística no Arizona. Da vizinhança de seu ateliê na Barra Funda, em São Paulo, telhados que sugerem um ambiente industrial. Já vegetações robustas são reminiscência de sua passagem por Itaparica na Bahia.
Porém, Felipe não possui pretensões de mostrar o real. Sem títulos, suas telas apontam para um lugar íntimo, próprio de cada visitante. Como em recantos, esconderijos particulares, esses horizontes podem lembrar, por exemplo, a nostalgia de um fim de tarde no interior. Ou paisagens que remetem ao litoral brasileiro. O que há, propriamente, é um convite para interpretações de cada olhar.


















Currículo do artista Felipe Góes

Felipe Góes (São Paulo, 1983) é formado em arquitetura na Universidade Mackenzie. Estudou pintura com Paulo Pasta, história da arte com Rodrigo Naves e filosofia da arte com Rubens Espírito Santo.
Realizou exposições individuais na Galeria Virgílio (São Paulo, 2016), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014), Galeria Transversal (São Paulo, 2013), Museu de Arte de Goiânia (Goiânia, 2012) e Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).
Participou das exposições coletivas “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, EUA, 2016), “Projecto Múltiplo” (Havana, Cuba, 2015), “Coletivo Terça ou Quarta + Acervo Municipal” (Araraquara, 2014 - patrocínio: PROAC-ICMS), “Arte Praia 2013” (Natal, 2013 - patrocínio: Funarte) e “20 e poucos anos - portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). Participou de residências artísticas no Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Instituto Sacatar (Itaparica, BA, 2012).
Site do artista: www.f-goes.com


Currículo do curador Celso Filho

Celso Filho (1988) é jornalista, com graduação em Jornalismo e em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Desde 2014, é repórter de artes visuais do jornal O Estado de São Paulo (Estadão). Em 2016, foi aluno no curso de história da arte do crítico e curador Rodrigo Naves.


Apoio

Galeria Murilo Castro – Belo Horizonte/MG

Galeria Virgílio – São Paulo/SP

Galeria Tina Zappoli – Porto Alegre/RS

Galeria Roberto Alban – Salvador/BA



Julio Bittencourt na York Art Gallery, 2017 Aesthetica Art Prize Galeria da Gávea



Julio Bittencourt na York Art Gallery, 2017 Aesthetica Art Prize



Tokyo Subway,  2016

O fotógrafo Julio Bittencourt, representado pela Galeria da Gávea, foi selecionado junto com 17 artistas internacionais para a exposição Aesthetica Art Prize, que acontecerá a partir do dia 26 de maio na York Art Gallery, na cidade de York, no Reino Unido. As obras Tokyo Subway e 201, da série Plethora, estarão expostas na mostra. O ensaio explora uma imersão em espaços cotidianos e cenários comuns que incitam a reflexão sobre a questão da superpopulação no mundo contemporâneo e suas consequências, por meio de múltiplas fotografias que compõem cada obra do projeto. O artista convida o público a pensar sobre a sociedade e os costumes na atualidade a partir dos seus registros feitos em 7 países, sendo eles, Brasil, Estados Unidos, Japão, Indonésia, China, Índia e Alemanha.

No dia da abertura da exposição será anunciado o artista contemplado pelo prêmio 2017 Aesthetica Art Prize, que é uma plataforma de inovação e criatividade. As obras expostas focam em temas como a alienação na era digital, a interseção entre o espaço público e privado, as experiências sensoriais e a natureza transitória da vida no século XXI, desde narrativas individuais até preocupações globais  que abordam questões relacionadas à cultura contemporânea.



York Art Gallery
Endereço: Exhibition Square, York YO1 7EW, Reino Unido
Telefone: 01904 687687
Funcionamento: segunda a domingo, de 10h às 17h

                                                                                                                 2012015/2016

-       O que você considera importante destacar quando está elaborando uma nova série? Quais elementos você procura ressaltar?

Depende do trabalho e isso varia muito entre eles. Procuro, nos meus projetos expor tanto quanto possível a relação do homem com seu meio ambiente mais próximo. Através dos projetos procuro responder a questões que considero relevantes sobre esse tema geral, da relação entre homem e meio ambiente. Embora cada projeto tenha sua própria história, desde as janelas do “Prestes Maia” a “Ramos” , vejo um único conjunto. Na verdade, como sub-histórias ou histórias complementares ao tema central.

-       Por que você optou por focar em cenários cotidianos na produção da série “Plethora”?

O trabalho fala sobre a vida nos grandes centros urbanos, sobre excessos e, de novo, sobre a nossa relação com os lugares onde vivemos e porque escolhemos viver neles da forma que vivemos. As cidades dos sete países que estou percorrendo para produzir este trabalho são algumas — entre tantas outras no mundo — onde esse tema é particularmente relevante.  A ideia é que todos nós, de alguma forma e independente de um lugar ou origem, possamos olhar para nós mesmos.

-       O que você espera despertar no público que se depara com as imagens dessa série? Qual experiência você deseja compartilhar?

O objetivo,  na verdade, não é o que desejo que as pessoas absorvam o conceito do projeto. Minha intenção é, com o projeto, despertar sensações, sentimentos e reações no espectador. Não importam quais sejam. Penso que a mágica está justamente aí. Cada pessoa recebe e entende o mundo à sua maneira. Se, como observadoras do trabalho, sentirem algo, manifestarem algo, sobre as imagens expostas, creio que as imagens cumpriram seu papel.

-       Gostaríamos de saber um pouco mais sobre a sua vivência, sua experiência como fotógrafo e como aconteceu a sua pesquisa para chegar no que as suas fotos representam hoje. Você planeja exatamente como serão as fotos ou é um processo que ocorre de forma espontânea?

Como todo fotógrafo ou mesmo um profissional especializado em um trabalho, no caso Fotografia, tenho meus rituais. Às vezes conscientes, outras não. Entre pesquisa e produção, venho trabalhando no Plethora há quase 4 anos.  Nos meses iniciais de pesquisa haviam 60 imagens / idéias nos meus rascunhos e, ao longo do tempo, algumas foram naturalmente dispensadas, substituídas ou outras não programadas acabaram entrando, até chegar nas doze imagens que representam o projeto hoje. Até pelo número de locais, países, cidades e variedade de temas que ficaram, dediquei bom tempo ao planejamento desse trabalho.
O desenvolvimento desse projeto em particular não foi exatamente o que imaginei de início. Embora as peças finais desse trabalho sejam construídas e exista um grau de planejamento por trás, as imagens, assim como a direção a seguir vem com o tempo e o meu processo criativo inicial tem muito pouco de racional.

Outras obras da série Plethora, de Julio Bittencourt:
Laundromat, 2016/2017


Locked Up, 2017



No dia 14 de abril foi publicada uma matéria no Culture Secrets sobre os trabalhos do artista e a sua trajetória como fotógrafo. 

Segue abaixo a entrevista na revista francesa:

https://www.culturesecrets.com/articles/interview-photo-julio-bittencourt?locale=fr




Galeria da Gávea
Rua Marquês de São Vicente, 431    
Gávea, Rio de Janeiro   
Funcionamento: segunda a sexta, de 11h às 19h
Tel: + 55 21 2274-5200
E-mail: contato@galeriadagavea.com.br
Instagram: @galeriadagavea


http://www.galeriadagavea.com.br

Abertura Felipe Meres O Corte Telomérico / The Telomeric Cut Nendes Wood


Felipe Meres
O Corte Telomérico / The Telomeric Cut 
Abertura / Opening
Quinta-feira, 25 de Maio, das 19h às 22h
Thursday, May 25th, 7 – 10 pm

Mendes Wood DM
Rua da Consolação 3368
São Paulo
Rua da Consolação 3368
01416 – 000 São Paulo SP Brasil
+55 11 3081 1735
info@mendeswooddm.com

www.mendeswooddm.com
facebook.com/mendeswooddm
@mendeswooddm

Segunda-feira – Sábado, 10h - 19h
Monday – Saturday, 10am – 7pm
 

Abertura na Mendes Wood Julie Beaufils True Myths

Julie Beaufils
True Myths

Abertura / Opening
Quinta-feira, 25 de Maio, das 19h às 22h
Thursday, May 25th, 7 – 10 pm

Mendes Wood DM
Rua da Consolação 3368
São Paulo
Astrology card, 2017, acrílica e nanquim sobre tela / acrylic and ink on canvas, 130 x 130 cm
Rua da Consolação 3368
01416 – 000 São Paulo SP Brasil
+55 11 3081 1735
info@mendeswooddm.com

www.mendeswooddm.com
facebook.com/mendeswooddm
@mendeswooddm

Segunda-feira – Sábado, 10h – 19h
Monday – Saturday, 10 am – 7 pm
 

Editora Cobogó lança livro sobre a trajetória da artista mineira Sonia Gomes



Editora Cobogó lança livro sobre a trajetória da artista mineira
Sonia Gomes

Com ensaios dos curadores Solange Farkas e Ricardo Sardenberg, e trabalho-texto do artista Paulo Nazareth, obra será lançada dia 27 de maio, em Belo Horizonte

A artista Sonia Gomes é frequentadora habitual dos brechós de São Paulo e Belo Horizonte, onde costuma garimpar a matéria-prima do seu trabalho — são tecidos, bordados e objetos que, junto com materiais doados ou descartados, se transformam em esculturas e instalações multicoloridas pelas mãos talentosas da mineira. Aos 68 anos, a artista ganha seu primeiro livro-solo, lançamento da Editora Cobogó, destacando a importância de uma trajetória que trafega entre o erudito e o popular, entre a identidade e a memória. A edição bilíngue, com textos críticos e cerca de 100 imagens de obras de Sonia, será lançada no dia 27 de maio, na Quixote, em Belo Horizonte.

Com ensaios dos curadores Solange Farkas e Ricardo Sardenberg, e texto do artista Paulo Nazareth (no qual faz um perfil poético de Sonia e uma visita ao tempo através do trabalho da artista), o livro reúne obras produzidas entre 2004 e 2016. Em 2015, Sonia foi a única brasileira a participar da Bienal de Veneza. “A arte de Sonia Gomes amarra movimentos e tradições culturais que, de uma forma ou de outra, se relacionam à afirmação da memória, da identidade e do poder transformador da criação frente a situações de vulnerabilidade e invisibilidade. Pela própria natureza, remete à arte feminina da costura, que produziu um legado incomensurável — e, ainda assim, anônimo — de tramas, urdiduras e desenhos, obras de arte usáveis que vestiram e vestem corpos e casas de civilizações inteiras”, escreve Solange Farkas.

A infância de Sonia Gomes, filha de mãe negra e pai branco, foi dividida entre a casa da avó e do pai, após a morte precoce da mãe. A conexão com os tecidos vem desde essa época, em Caetanópolis, cidade próxima à capital mineira que nasceu e cresceu em torno da Companhia de Fiação e tecidos Cedro e Cachoeira, primeira fábrica de tecidos do estado e segunda do Brasil. Com a avó — mulher negra, benzedeira e parteira — aprendeu tudo sobre os rudimentos da costura. Depois, vivendo com a família do pai num ambiente abastado, conheceria a face europeia da artesania têxtil, nos bordados da Ilha da Madeira, Richelieu, além do convívio com uma grande biblioteca.

Formada em direito, Sonia se considerava uma artesã até descobrir que não gostava de repetições, e almejava trabalhar com o que fugisse ao comum. Entrou na Escola Guignard, da UEMG, e se descobriu artista. “Não tenho a menor dúvida de que esse interesse pelos tecidos e suas histórias nasceu em mim”, declara. “Depois, fui absorvendo o que ia observando no mundo. A cultura africana está inconscientemente no meu trabalho, deixo ela vir. Acho que minha obra transita bem entre as culturas popular e erudita, gosto de pensar que ela transita bem em todos os lugares”, acrescenta Sônia.







Sobre a artista - Nascida em Caetanópolis, Minas Gerais, no ano de 1948, Sonia Gomes hoje mora e trabalha entre São Paulo e Belo Horizonte. Dentre suas exposições mais importantes estão Histórias/Histórias: Todos os futuros do mundo, 56ª Bienal de Veneza, Veneza (2015); Arte Contemporânea do Brasil, USF museu de arte contemporânea, Flórida (2016); Mulheres Artistas de Ninguém da coleção da família Rubell, Rubell Collection, Miami (2015/2016); The Hand New afro-brasileira, Museu Afro Brasil, São Paulo (2013); Art & Têxteis – tecido de material e Conceito na arte moderna, Kunstmuseum Wolfsburg, Wolfsburg (2013).


]Sobre a Cobogó - Criada em 2008, a Editora Cobogó tem como foco a publicação de livros sobre arte e cultura contemporâneas. Lançou diversos títulos, entre eles A filosofia de Andy Warhol, de Andy Warhol; Hans Ulrich Obrist – Entrevistas vols. 1 a 6, os panoramas Pintura Brasileira séc. XXI e Fotografia na Arte Brasileira séc. XXI, e as monografias de artistas como Adriana Varejão, Nuno Ramos, Laura Lima, Erika Verzutti, Paulo Nazareth e Iran do Espírito Santo. Além das artes visuais, a Cobogó se destaca pelo lançamento de livros sobre música, teatro e dança. Entre as obras publicadas, estão O dançarino e a dança, sobre a trajetória do bailarino e coreógrafo americano Merce Cunningham; A Arte do Presente, uma coletânea de entrevistas feitas com Ariane Mnouchkine, diretora e fundadora do Théâtre du Soleil, a Coleção Dramaturgia, com textos de importantes autores contemporâneos, incluindo as premiadas peças Caranguejo Overdrive (de Pedro Kosovski), BR-Trans (de Silvero Pereira) e Krum (do israelense Hanoch Levin), e a coleção O Livro do Disco, que mergulha no universo de álbuns emblemáticos da discografia brasileira e estrangeira. Seu meu recente lançamento é Arte Brasileira para Crianças, com 100 artistas e atividades baseadas em suas obras.

Serviço
Título: Sonia Gomes
Texto: Solange Farkas, Ricardo Sardenberg, Paulo Nazareth
144 páginas
ISBN: 978-85-5591-021-0
Formato: 21 x 26 cm
Encadernação: Brochura
Ano de edição: 2017
Preço de capa: R$ 90.

Lançamento Sonia Gomes
Data: 27 de maio (sábado)
Horário: das 11h às 14h
Local: Quixote Livraria e Café – Rua Fernandes Tourinho, 274 – Savassi. Tel: (31) 3227-3077

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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