sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Hans Baldung Grien




Hans Baldung, também conhecido como Baldung Grien (1485-1545) Nasceu em Estraburgo, onde viveu até 1502, quando mudou-se para Nuremberg, onde trabalhou no atelier de Dürer. Teve forte influência de seu mentor e de Matthias Grünewald. Após cinco anos voltou para sua cidade natal ficando em contato com o círculo de Martinho Lutero. Viveu em Friburgo realizando a obra do altar da catedral. Pinturas religiosas e macabra exaltando a morte  e o erotismo. Utilizou-se de pinturas, desenhos, gravuras, tapeçarias e painéis de vidro. Self-Portrait, 1516. Musée de L'Oeuvre de Notre Dame.


Self-Portrait, 1502.
 The Trinity and Mystic Pietà, s.d. National Gallery, Londres. 


Three King Altar, 1506.



Adoration-of-the-Magi, 1507.


Holy Family in the Room with Five Angels, 1507.


Witches,1508.


An Allegory of Death and Beauty, 1509.


The Witches, 1510. Metropolitan Museum of Art, Washington.



Eve the Serpent and Death, 1510.


The Fall of Mankind, 1511. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Saint Anne with Child, Virgin and St. John the Baptiste, 1511. National Gallery, Washington.


Portrait of Ludwig Graf zu Loewenstein, 1513.

Portrait of a Man, 1514. National Gallery, Londres.

Beheading of St Dorothea, 1516.

The Body of Christ Carried by Angels towards Heaven, 1516. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Mater Dolorosa, 1516.

Adam and Eve, 1524

The Creation of the Men and Animals, 1532.

Virgin and Child, 1539-1540.


Les Sept Étapes de la Vie d'une Femme, 1544. Museum der Bilderen Künste.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Exposição: "Urubu Ka'apor" Curadoria: Beatriz Cruz Museu de Arte Sacra São Paulo.


MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO DESTACA A ARTE PLUMÁRIA INDÍGENA EM SUA PRIMEIRA MOSTRA DE 2018
Como parte das comemorações do aniversário de São Paulo, "Urubu Ka'apor" exibe adornos e objetos litúrgicos e cerimoniais de várias etnias brasileiras, destacando a beleza e o significado de cada item

Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP, instituição da Secretaria da Cultura do Estado, inaugura seu calendário expositivo de 2018 com "Urubu Ka'apor", sob curadoria de Beatriz Cruz e com a colaboração do Museu Índia Vanuíre, da cidade de Tupã/SP. Em comemoração ao aniversário da capital paulista, a mostra apresenta artefatos confeccionados por algumas etnias indígenas brasileiras, como adornos de cabeça - cocares, coroas, aros emplumados, coifas, dentre outros -, adornos de braços, além de objetos litúrgicos e cerimoniais.

Considerados mais que obras arte, os itens que compõem a nova exposição temporária do MAS/SP são, antes de mais nada, artefatos de uso cotidiano, de festas, de celebração, de tradição, os quais demonstram os modos de vida e a visão de mundo de cada um dos povos destacados. Das peças minimalistas Ka'apor aos leques occipícios Karajá, entramos em contato com meios de fazer carregados de ancestralidade que, em uma época de rápida obsolescência dos aparatos tecnológicos, somos tentados a nos esquecer. A curadora Beatriz Cruz comenta: "O mesmo espanto que tomou conta dos primeiros colonizadores e visitantes estrangeiros ao tomar contato com os artefatos produzidos por nossos índios, continua a nos surpreender pela técnica empregada, pelo uso, pela tradição que resiste apesar de toda nossa indiferença". Sobre este assunto, Jose Roberto Marcellino dos Santos, Presidente do Conselho Consultivo do MAS/SP, sinaliza: "Até que se compreendesse que para além de ornamentos corpóreos tinha funções solenes e ritualísticas evocando aspectos do sagrado, muito tempo se passou e lamentavelmente várias etnias desapareceram. Principalmente devido a aculturação, essa arte corre o risco de desvirtuamento, transformando objetos simbólicos em materiais comerciais e turísticos".

A arte plumária é constatada em todas as etnias do Brasil, que perfazem aproximadamente 305 diferentes grupos, sendo os mais conhecidos: GuaranisTupinambásKaxuyanaKarajásGuajajarasXingúXavanteMundurucuKa'aporYanomamisKaiapósBororó, dentre outros. A estimativa é de que a população indígena, por ocasião da descoberta, fosse de 5 milhões de habitantes - hoje reduzida a cerca de 400.000. "Em um país de dimensões continentais como o Brasil, onde coexistem mais de 150 línguas indígenas faladas, esta mostra representa uma pequeníssima parcela de toda a riqueza da cultura material dos primeiros habitantes do nosso país", conclui Beatriz Cruz.

Exposição: "Urubu Ka'apor"
Curadoria: Beatriz Cruz
Abertura: 25 de janeiro de 2018, quinta-feira, às 11h
Período: 26 de janeiro a 4 de março de 2018
Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo - Sala MAS/Metrô Tiradentes - www.museuartesacra.org.br
Estação Tiradentes do Metrô - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3326-5393 – agendamento/educativo para visitas guiadas
Horários: Terça-feira a domingo, das 9 às 17h
Ingressos: Grátis aos usuários do Metrô

Na Verve Galeria Paulo von Poser e curadoria de Ian Duarte Lucas. São Paulo von Poser




VERVE GALERIA INICIA 2018 COM INDIVIDUAL DE PAULO VON POSER 

"SÃO PAULO | VON POSERapresenta obras inéditas na semana do aniversário da cidade 

Verve Galeria inaugura seu calendário expositivo de 2018 com "SÃO PAULO | VON POSER", do artista plástico paulistano Paulo von Poser e curadoria de Ian Duarte Lucas. Planejada para as comemorações dos 464 anos de São Paulo, individual contempla nove séries inéditas, perfazendo um total de vinte e seis peças - em técnicas distintas de desenho, acrílica sobre tela, instalação e objetos -, que desvendam a relação do artista com a cidade onde nasceu, onde vive e trabalha, e que representa sua maior inspiração ao longo de seus 35 anos de carreira. 

Minha rua em São Paulo é um estranho assombro, sem casas nem vizinhos da frente, nem asfalto tem - a rua é de terra mesmo! Moro e trabalho literalmente no mato, no mais absoluto silêncio da natureza na periferia sul da cidade. Neste desenho me surpreendi com a presença de pessoas e o movimento desta rua deserta de onde saio todos os dias em busca da arte e da vida urbana. A citação de Paulo von Poser se refere a "minha rua" (desenho em carvão e acrílica sobre tela), trabalho realizado na Riviera Paulista, às margens da Represa de Guarapiranga. Ao conduzir o expectador por uma São Paulo muito pessoal, o artista aborda um conceito que permeia toda a sua pesquisa: a deriva, procedimento psicogeográfico proposto pelo escritor Guy Debord, representante do movimento situacionista, que tem como objetivo estudar os efeitos do meio urbano nos estados psíquico e emocional das pessoas. Ao registrar seus percursos, o artista se deixa conduzir pelo próprio ambiente urbano para produzir seus trabalhos, outro ponto de contato com os situacionistas, que propunham a abolição da noção de arte enquanto atividade especializada - sua superação viria pela transformação ininterrupta do meio urbano”, comenta Ian Duarte Lucas, curador da mostra.  
  
Em "vistas privadas" (desenho sobre papel, técnica mista), paisagens urbanas, como o bairro do Glicério, o Parque Dom Pedro e a Igreja da Boa Morte, são recriadas com os traços de Paulo von Poser. Na obra intitulada "vistas públicas", são apresentadas cenas da cidade elaboradas com grafite e guache sobre papel. “A exposição toma ainda uma dimensão urbana literal, na medida que propõe atividades pela cidade ao longo de seus dois meses de duração. A obra “tempo livre” percorrerá espaços importantes de São Paulo para o artista, e será completada em aulas de desenho abertas ao público, simbolizando esta cidade que se constrói a cada dia em suas incontáveis histórias”, conclui o curador.


"#desenhoderiva" (2016)







   
Exposição: "SÃO PAULO | VON POSER" 
ArtistaPaulo von Poser 
Curadoria: Ian Duarte Lucas 
Coordenação: Allann Seabra 
Fotografia: Victor Tronconi 
Abertura: 23 de janeiro de 2018terça-feira, às 19h 
Período: 24 de janeiro a 31 de março de 2018 
Local: Verve Galeria – www.vervegaleria.com 
Endereço: Rua Lisboa, 285 – Jardim Paulista, São Paulo – SP 
Telefone: (11) 2737-1249 
Horários: Terça a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 11 às 17h 

Maurizio Cattelan

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